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Full text of "Fedor Ganz Collection"

A^25?) /frAr feà»r- Ga^z CoÜe-c-ti'w 



SW/í 






f b. tí i^ ñ3j. ¡c¡ 7= ? 



j letra» - A rtes I 
I déias géra i 



VIDA LITERARIA 

A PO KSI í ESP /«M 

BARRETO FILHO 
rvde¡ pu, , t 




Il !• «.,., j, nu 



t 1 1 imo s m ode! os 



CARNAVAI 

*Í/*£,V NAVARRA 

<f-?4*~«i para « OMR. 




jpSE Dois dïversissimos romances 



TASSO DA SILVEIRA 



¡¡liT^ï^: " 



- #*a 

I 



- 

' wtraartlo*. 



I'M ;»lr, tfufui. 
«"■■..d»pM. ,. 

BemcMts 

t'Jn-T 



'••iMnm ■ m ' "r'° '«""«tro nrtrt,,,,. 

Cdad*. o gMno fui 

■ o ibmbm íü. •* ""«"■ 

'■ • wua. ¿^ ,U T '* 



B h «X U UIUB4, Hm 



""• oif. to. .',. 



CONTOS POPULARE* DO BRASIL 



LUIZ DA CAM A H 



. 



Uma carta de Georges témanos 



BUULM rs 






. :'i.-a¿t> ao DIARIO Í'.' 






i daña la - 



y 
:i v. peram. contas. 



■ 
(]Utdradura 



■ i-j» O Dul- 



. 




■ 












, ambo* J<- 




■ . 








"1 « *•!»• 

. ll.lt»». DIO 




' 




















• 


' ■ 


















■ 
















Dm o pUno 




i 






. r.r, -. ; 












.„,■,.:.:„ 



~*~ ™TL ^¿ t nmmm ta 

ut twrturtndon *•* 

■*am»T!f«Ro. Dura» •]• r¡ 

-nM r"r lili t::rm „,, ,..,■. t.,,. na »an#n6>, 

■ 
1 ■ 



.. .. 

«a tarta 



mmlg* 



. a ral» *m 



■Mí- Mo 

« para»* 



raoa m Bé^fi** 



•> lar.i» «■«*•■ «*•**• «• '*"• « 
'.m praa 'VAf ■• »■• I 

4» •»• «da ¡M* »" «wrlrt, 

• ■■■».-.■ ta qui n pratl. laaa» i 

-id» peí us da-»»- *•« • tí *~ * oW í"?, 



■ 
■ 



Sad* ftdoraial. Oa»i* da M«x- 
L-i » o. PrtnoiM». o™ 81". 



nrd • d# PWneatow 









, lo û* 



noaraLam Uta «ida «Ua- 
4» ««ordo coa» prwdlla- 
crltaf.oa paaaoa.1*. M*. 



•a¿u and»Dç*i qua f-o» orpjlb»- ajomala, A» qua a i-.r ■.'» »%* 

nato popular prm«Ü* W». ,,6^ «„ anomanto d* tuo f*' 

rtodo d» keuiu • t*o*tuf«J. p.niirLím»! ■■ 

mraA aa mi íooU», eonUBO» aa- acrtjua «•»> " 

is cora nn* eutolo fa- 

- - _ hmi o ar. awta*«l- I-* *"■ 

- «a. ka. -•• 



s ti — i—» — — Mwnde ensata r~ - 

I [fíalo. 






<*t*r* k pr ¡ ■* -* . aVt 






■ 






DA AO BEBÉ O CALCIO NECESSARIO Á FORMACÁO DOS DENT 



bOMINGO. 14 D 



Doï» 



"ÊXCËRTÔS 

_ ya.clmeolo dm d.mtxr»- 
e \a amer.eaaa. 

■'»*• 

MUatONTO B« PtWOtaUCl* 
IERM »>» 



que o M U*ï » ° 



Letras e ¿rtes () n () r f a ■ b a il d 

Voni. ■>* ALPHONSE DAUl 



ra 



•(Cont. i. ALPHONSE DAUDe] 



la i n 

Ut-0«M» f""" 

o « ."-pi. « ""»"• "'™,,°'. 

rumo urn 






■ il rleagTaca-. 
,'btiitiura <** novo » ni 



I Dr. Agostinho da Cnnha 



I BlfUit - ttefuaajia 
1 ABBEKDLÍIA, 



/ 




Volgariiemos o Direilo Q R()MA y( E çfcïfTÉVJ] ' ! 

^íoíítfi 4. rft> ¿«ami _. . „n ^.i. irw- 



^ioííio 4. rfo -ImnrnI 
u*. oriifm DM an' 
O LntJUelito policía! c a 
falta de 



APROXIMA. aeSusan ;r ^; 
Gbupell 



iTraAV Oc "n"»" «* On r« Fret 

__ I U' '«** OUml-ln «- — 
Ml p4|lf<" 

• mala aoube 
: ., quit) deade « »8 an 
fora mtndWU viajar 

u«n i» «car M 

■noi ned» q« » ">'■ 

* soltar Ne Biiropa. >-» 
por onde vlvru aU> O» 3» 

MM com » 

conditio de hablia-U E»»m ni- 

n n not II la 

■ epreaaou-ee a voM 

uma prqiifiia 
bifes, e Dle*o. um menino me- 

dU cnusou a 

:,, lrm»o. Warren, um tcf- 

, ,. nto, pol» ]«* 

.... contaro com mo. « cldade 

•aperova mpuno que Pin iit-o vol' 

somrnte pelai el«wW' 

v .|..<- Ihc crteavom o nomi 

Umbem porque, aegundo • 

ninaçôct (ti> ve"»o Cnlup 

lue eircundava • 
Tleue habiU-la. 

,io cemlierlo 
eujo nlnrgnmenii «fi uma neci-v 



1 '.^VSlo'd o'"»* *>'■ 

I., aurcs-lna ""i*"' 1 » P* ,B „ 

,.«(0 « [ 









la*' .nitc.i da I 

jorrn Cft I 
M apai*< 

.-■„,-» unicain 







ttfttt 



p*n 



prtO A )U» 



„.,, contando 



> ditdi' 



Afi^nt, 
■, John nfto 



de a vtda rugir, 

qui DOIS JUlf»*»- 

... *ompr»«idt-i* 
lera morm •" A Llilln 

rrttitva "itti", o 

Iro P«1 • ■ 



. _ v«rd»iH 

fato», l»m P"" 



LElUO»H:itt.M.DO!SKW 



codera no dla 20 de 
Jopén.eil'o, navio. -ANTONIO 



^jjtço. ta U hop» ^_»»~L d ." 1 ^l' ) - ANTON.O 



PARA A TOSSE 
— *■ „, ' DA MAMAl 

i^j a ROUQUIDÀO 

\£/ DO PAPAI 

a BRONQUITE 

y.. . . DA NETINHA 

|S ooo PIGARRO 

^^ DO VÔVÔ 



RINDELI 



DE OLIVEIRA JUNIOR 



LYSOFORM NO BRASIL 



Crarín so fáto dô Brasil prodtirlr, em ahuaduiicia, c na 
mclhor qualídade, todas as materias primas que cntram 
no preparo de LYSOFORM, podemos apresentar - enibora 
com a mtatai fórmula mundial, que ó única - um pro- 
duio superior ao eslrangeiro. Enquanto quo em otitros pai- 
tes, tais componentes estao atingindo preços proibitivos, 
conseguimos, aquí, fomecer o nielhor LYSOFORM pelo mes- 
mo preço de h> ilrr BDOI atrás, podrndo ser usado pelas clas- 
■ r» raenoi favorecidas. As propor(Sea mínimas com que se 
preparam as anluçOes a usar, lotiiniii.no, em todoi os ca«os, 
O anliuséptieo de preco inferior a qualqucr desínfctanlc, 



— -Hnmui, ch>M- 
:u rtelbo . -. 
W* pones 

A tui bindpir» ctTi Brm tm írtn- 

i KV. K-n, , V t muí trt.. » 

i i» ds ««... r. to r*»»- 

" U looao 

uní « c-'" 

ÍtífOOtl 
|i POU, KIU 

Tiut» a anij corapM-iríi ioœt«do»% « 
'1- o i¡(í»Imo (eren i>ï«i[>!'»oiJ9'«'. 
PW "U* vcí. par» tV". '""entar « 
p«r« hinddia t,ut pwlrlliti-i par til- 
ín de bnctv, Ah r »QdF]« di» Junrit 
UMen4í-]a. rui;úi« t(« a morte. K 

Ao prnur nulo tú-, o tantue iU- 
lu-lbe à eibrct'Brm divnorttflto, 
Bilrou-tp K>br« gM prujjlano, »-- 
rancsndo-¡he » tj*i'¡ir ü.-m-nniidn, 
rjue MSkiroo neo, „ ¿ U j, rrHoi: iH- 
roli. teptou 'ltr»-i iroda. rrra (tilo, 
o«m (Irmi,. rrtítn*. 'A Oís..." — 

ar de «oii s 8 mî" ltB 



:■ büu. ambiente d» 



«lu lulmlnado, 



Anltsuépticn Desodoritante 



LYSOFORM 

em toda o mundo para todo mundo 



^tiawihjflii tTMtin til» Isturi. OU • t, nast. . nuc Ih UrrtsM, n» ■ Ha 




lgnorsnao. porem, Lidia 

' P 1[B 

il e oa »eu» (llhn* idotlvo», mini 

amenta pitoreaco d» 

áA Am'tiei. ond 

corntrulrlnm utri" 

•.ii infelUc da ami— 

Pouco m. pouco. portm, Lidia Inl 
tomnndo cnnheclmento das rfttûc» 
qui it hnvlam roantldo long* da 
sua cus » outfits colaas malí üa- 
solnrtnrfis. 8eu pal nao e»tana 
morto, mna airo teeolhldo a u; 
«niiolpcimento particular ood 
por co ndMc end encía ds comtin 
dada, cumprla psnn do prlalo p 
,fr n'íasslnndo um homem, u_ 
inUglsm que ameaçiuB salr psl 
difímitodo a memorlr i 
B que mulbtr 
„._ j mAo de Lidia, qu 
jamais demonstrara saudade d 
fllha, e sobre quem ae eultava la 
1er, «alvo dolí vriho» amigo» que 
ae iransflguravom ao recordar- Itie 
extrnard loarla i>ol«a ? Lidia eiv 
velboa carta» esdnrecedo 
uu ^a do sua m**, a pobre 

Hfrtlii, que perderá f» pals r 
nnuírnglo e wilía pelo mundo 
(rendo todna a» mlterlaa, al* ,— 
O* vclhos Chlpprosnna a recolhr- 
trataram-ns como lilh*. ao 
do Illho tambem mootónO 
John Ha ■ o qu.i 
cortina de misterio que 

vida conjugal d* Kertha e J 

Lidia proeuro q visitar «*u 
lOraveu-lha. B em reipoela 
. -iit-u urna cana 

tH'lo, que lo 

S mi 



E a moca, que iranaformara a 

a nu/na alegre vi venda, que 

rcroxljnva em var deaaparf 

kita do Irmío • de aml- 

hosUlldado corn que a Im- 



pars aampre. Heriln 



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rtíüeai decta mrtvel. 




UMA CAMA CONFORTAVFI. QI'F. BROTA DE UM ARMARIO LUXUOÍl 

O Armarlo Conjugado apura Oï íamoioi CAJ 
rtilico» dos Movéis Drago Luxuoio. proprlo v 
snihiente (le requlnlf. é prátítn porque «como 
a roupa da du» pesioaa. No centro, embuüo\( 
um admlravel sofá, transfomuival numa ôtlrrt 
eama jo pianieclda da proirria roupa. Na Unh 
do» SofipuCama Drago, o Armarlo Conjugado 
■im mobiliario compíelo. Si ginv moblliar suí 
casa apartamento ou palacete, viille a "Expo 
alçfio Drsgo", onde encontrara tudo a aeu goalo 
E comprará i vtGU ou a praio. 



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tCO^MSt transo '-ttf. 9 »ie oy «»« ftTl .„ ^ _.„.,,.,,, 



Páí. Trê. _ "Diario de Noticil 



Marutií 



UM F ATO INÉDITO NO BRASIL 

A PROLAR f az entrega, num .íni™ sorteio, de seis premios maiores 
— Varias classes sociais beneficiadas 



do Distrito Federal 



Domingo, 14 de Marco de k 



£$55?g¡L ** bombardeios continuos 

H _d*,,„,„ _„. „ .f™. » MAJOR r.rnor.c nn im.,„ r-. .«_ . 




„, r ° 1"* "i'Cíderft amanha .o» 
"''■'"•"■"«• « » t.rd,.] „„„,. 

I T, ,7" * '"""i'"iwa. a*, 
i". i„( nm p „ a vl(ln 

pirata» m; »i m » „„„„. „,' ; 

"nça ambaladarn da afarecar * 
»0 porvlr. «WUOi 

At* bem poueo tempo, a can- 

M-> era CO |„ i mp „|^ „ mb , m 

P.r.'.TTT "° *"""" "' '«>»■ 
,~b tí °™" " m ' •■"" V" 

z.Z"„: ,;'T-'" ' •»«■>«• 

-•« ] Mea '' "lon-aa « PRO- 

JAR, o,». « „„,. |„ mu , , 
«'«nal outln.a, , ,„„„,,„, , 
er-a™,,.. ,,„„„,,,,„ „ mv , M(u 

Ja™' P ""°* „„ „.„„,„,, 

tarnar-ae rrnprlalarla, cié ora roo 
mente para autre, realtaaooo aaar 
anana tna.toclvel a mol. o, n „. 

PROLAR Iho píde y. 



■tencAn para eapor sa vantagen* 
inexcedlvela qua ihe orereeem os 
plonoa deasa empresa, o aenhor 
•stí mullo long.» .1.. Imiclnar qui 
"" anlrevlaU pode ll,,. rornece 
sffifedo fin aiifx propria fellci 



míos sos prest nmislas do .Distrito Federal 



.m ti. 



■ pais. 



n sido publicada 
jornala de todo 




A mullos poder* parecer tal 
aflrrnaono apeno» urna, manelra 
Inteligente de laser propaganda 
Ouiroii, porem, de espirito pratlco 
que tém dado un minuto de aua 
ateneflo ao Agent* da PROLAR, 
constniaram que do rato ele repre- 
sento,, para si um verdedclro por- 
tador da felicidad», quai a do 
. iporclonar. mediante um módico 
dispendio menaal, que poderA ser 
levado & conta de pequeñas dca- 
'""■ ,no comuna a todos, « 
■qulslçflo de um lar. 

I>e fnio aaaim tcm sucedido 
l PROLAR, qu„ >0 ,. rat)a d8 , w 
i empresa que malor númern de 
premio* distribue ni ensalmen re 
reglatrou no ano pasando, com 
grande *att*fnçao para oa acu» 



dlrlgentw, colaboradores- e Inflrae- 
ros prestamista», um verdadclro 
"record" mon sal o anual de di». 
tribute,*.,, de premios, ou aoja, 
num único aorlelo ("record" men- 
tal), o'in'ro premio* malores; ■<-'- 
no Distrito Federal, um em 
Horizonte e um na cWadé , ^ 
Pomba. Estado de Minas Gemía 
Js daio aorleins realliadoa du 
o o ano ("record" anual) ío 
contemplados quaae mil pres- 
tamista... efipaihado» por todas as 
cldadee do Brasil. 
Hojo, a PROLAR so orgulha do 
war ao conhcclmcnto do sous 
illhares do prestamistas que bca- 
» de hater o sen proprlo "record" 
lensni, (asondo entrega de seis 
grandes premios no sorteio rea- 
lizado no mis de tevorelro p. pas- 



Couberam estes premloa aos se- 
gulntes poRsuldorea do títulos da 
PROLAR; no valor de 
TrS% 000.00: Elnar Valen'ca" Lel- 
te. residente í. nía Corredor do 
Blapo. 113, Recife, Estado de Per- 
nnmburo; no valor de 
CrS 10 000,00; Marisa Lucí 



dente ft rua Fllemon Torrea 111 
Pomba, Estado de Mlnsa Gérais: 
Ana Soares da CosU, Travcasa 
Florlano Pelxoto. (07, Ni tero |, Es- 

indo do rio de Janeiro; Manoel 
Rlbelro Venancio, residente n rua 
Gil do GOli. 82, Campos, Estado 
do Río de Janeiro; Terecinas Tin- 
to Mattos, residente A run Naja, 
iOB, D, Federal; Eugenia Vcgiia 
da Fonseea, residente & rua Sl- 
quelra Campos, 60. apto. 10, D. 
Federal; e multo- outrun com pre- 
mlOB no valor de «.000. 1.S0O. 800 
500. 200 cruseiroí, quo o espaço 
exiguo nao nos permito relncio- 



fi que 



£™"etT;o,"pï„-«r'r'» 
p., «« p««r?u. oj^S" 
,rr™fcp¿v£ : b i : 

1 _PZ?a m sw eonsIrterndbB 

para uata ofeo,,^ , Serai 

-■""«f .«bias; : 

11 "■■» 1" MI da p,e. 
quer grand, orenjlv, dos alo.. 

do. Todatla^e tor po^i VEl proa . 
argüir "" >>•►««, a , E 
t. , ddatro „„,„ " ™ 

'■" ™«»'do. iroporuotW ". 
• » <rS„""" M -"- 

*" "ÏS? £»"»•-„?>; 

. * ZZ.Î Proporcional, tan- 

rstaïr bStMr 1 "- 

»"*» "' "» "'tniaa. «p¿., 
roto '» -ro.. contaottat oom oa 

rave,. ""• "'* '"»'* 

Démâta. M,.,',,,,, 
itatutai » ».„„„ , «tjo 



MAJOR GEORGE FIELDING ELIOT 



OUfrtto merit io DtAAlO Dt HOTlCtAS 
--'-' rlporo tcm* uta 



- itprtHaata 



pstnentoa Mm da eer da melborl 
qualidsde. poli oa homen» d 0s 
comando*" nao ato para ser 
enfrentados com resrrvlEtas Ido- 
so* ou com soldados de ñervos 
]a abalados, procedentes da fren- 
te niMa. lato Impío mais urna) 
bTSts tensao à força eombsiente 
germánica e continuara assim 
enquanto eilstlrem oa 
eondlçOes de ameaca, mesn 
nem um único soldado do 
mandos" chegue 1 por es 
area de urna base alema. 

Esta * urna das vantagen» para 
o lado que domina oa marea, 
isto a. estar sempre apto a efe- 
tuar urna surpresa estratifica 



laneada da Tssttdio das asuas, 
obligando asalm o inlmlgo apr!. 
sioiindo k terra a msnter-ie de 
prontldío. pan, r ,. 
ataque cm qualqucr ponto de 
um litara] esposto. Quanto mala 
longa a llnha llloranm a aer de- 
fendida a quinto maior o nu- 
mero de objetivos posslvcis si- 
tuados so longo detsa llnha 
malor o número a e forças rtcceî- 
»rlas para unidades de defes. 
local, palrulha a reservas mo- 

No caso preaente, em que tan. 
M o* ataque» aereo* continuo» 
como os pasméis ataques doa 
comando*" t* m <14(U bMí . ^ 
aenclala na Gra Breíanna a ca- 



tto tolpeando ou podsta «oipear 
em qualquer ponto da «norma 
Unha costeira que ni do non* 
as rTOroagí k Bala de Blseaia 
oa prowemaa e preooup» ÇO r* do 
lo Rermftaieo aio ( *. 

"«v-tte. mult. ,„„«!„, J4 ' „. 

" , " serio*, maamo qua 

nao houvease frente africana nen, 

Muta russa clamando pelo an- 

-toi. No momento a 

principal ajencao do alto-wmaa- 

do germánico se «mc.ntra. ,e™ 

«randa baialha dao*. 

a o Dnieper e. viseo 

m»i < L°* h hc «nb« r delo« da not* « 

■ I POT dla Tlsam umf 

ereito d* dUerwio. etiepn, nun ,< 

IMdo. rx! ponto da riiu al*. 

man» peor par. t« d. tomar 
W« rrdUtribuliio d* 
lore*» aereas a terreatrei. 



iíbua Por-'ZSp,-^»' 

rclncionua ccni mornl «« , 



o mornl, te , 
. uW * a empreender bom- 
bardelW t reprc-Mls contra a. 
liha, Brltanlc... ou "r"," S 




nletlm mensal. 

Entro estes prestamistas 

' - medico 



vogadoa, funcionarios públicos, 

triarlos, donas do casas, colegíais, 
. .fim, urna aerlo Infindavel de 
representantes de todas as clos- 
"1i soclnls. 

Por ludo lonn, n PROLAR bem 
-jerece a denominncAo por que 4 
conheeida, de Símbolo da Sejru- 
| rança Económica. • • « 



ENXOVAL 

15 PEQAS PARA 

O DÍA — CrS 7S.00 

A N0BREZA 

URUGUAIANA, 9 



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HIME & CÍA. 

S2 — RUA TEÓFILO OTONI — 52 
Telefone : 23-1741 — Rio de Janeiro 



^trai 



aCluaao da 

i.-'iem cbnmou a "tro- 

lOl num«n»", de captn- 

r*m nqiil s ail a poesía esparía. 

1. 3 — ".Muñan lem alma" 

Owrio Dutra. Grafio* Saner: 3 

tas", Nilo da Sll»elra 

?ODgetl; a — ■■Canto 

■<•>". Paulo corroía 

re; S — mante do 



QUINA PETRÓLEO 

T/Vf A O ou «- Platina, hrt- 

JUIAh lhM,tfr - p» 1 *"*» 

Cautelna da Cana 

Económica, paga-ao o meinor 

preço, JOALHERIA PASCOAL — 

Av Rio Eranco, 153, e»q. 

da Aasembttle- 



nn."r « da Vida 1 ', Barbara Nor- 
ton, E'llt'.f» A Nnlta-: 6 — -31-m 

Amad* Bfinanv.". Domingos Car- 
f vnlbo da Silva s»r> p.,,,. 



LIVROa RKCHBIDOS: "Da«nn* 

Adenne" •■ 



RF1MESSA DE LIVTUSS. 



Dois diversíssimos . . . 

(Conoluaflo da I ■ pAglna) 

meló das plantas molbadae, por 
entre as flores, ote que pnr dm 
delsaram-M calr em baUo duma 
mmta cnberta de chebos de> florea 
amarelas de cjue so deíprendln, 
ça partículas miniiwulas, n poe- 
aia <, ° i 1 "^" • C3lr ihi 

t s. 
Remeaia do Lirros: Palacandii 
número 371. 



SEMANA INTERNACIONAL 

A Italia e os i 




its* W ■" °°fflDsr- 
'"* aa outras frentes 

P*. como asslnalou em 

ímbaidcio de vint* e 

« por ala impôe aos 

««Pteso das defesos 

do pcísoai ae dc , 

"■ti -aerea em sec 

de vinte c qua tro 

'■ em tres turmas, 

mente complicará 01 

~ potencial humano 

, a ° germánico, o» 

pwtltucm urna fonte 

•"eocupacío 

— .Jcioclnlo um 

longe o continuando 

principal obje- 

-- campanha de 

e o submarino, com 

■ elementos do apolo, 

¿ preverem os ale- 

amande a,. u ma ,c- 

pesado» o i, rm 3U . 

n«alre, uer se- 
«id" dos "co- 

1 r ; - ÎJ k> "ï aD elrauflca, a 




FAVORt^cn 
CAPITAL(REALIZA0O}CrJ3OOOOOO¿0 

Sus toi«L:Ri«ALfAHDE(i,.4l-Esg.0uiTAjlíAfi¡) etJMÚÚ 



F0RAM AMORTIZADOS PELO SORTEIO DE 27 DE FEVEREIRO DE 1943 

126 Títulos por Cr$ 1.525.000,00 

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com as segnlníes combinaçSes 



VQE - TV0 - MNM - NK Y • PBC - E VZ' 




«aVlemaes nao podtm 

o fit-* > de tal am- 
»ÎUe. osb t>utlMiiM»ie tendera 
D C.-Ï ■■ 

rAvel (i* a|l ortos o eqnl|i.,men- 
tos rniLBai tantú no servico de 
J para cada base. 
vas movéis, 
pront-H pM marchr.r lapida- 
menle ato qualquer ponto 
ameaçsdo. [sses soldado» e equl- 



CAÍNAVAL 



Das 


Ino. aatt alem 


d 


-, bem o 




tal. Alie o p 






doll 


« o tlabre dassa 






dn mlasrlo do 






ti c 


ro 4s0.t— iva' 


* 


a grande 




do pato Inte 




solidario 




sua» mg-ena. 


'!-■ 


ao seu 




no E romr- 








n uHío da i 






{Tarca ni* «V pltlaj 


A v,v 




celtbando oí 




>us ritos 




ce o tatpelto t 






Um 


pcntül» dessa 




I ferlda 



de Da)a. 



ai*' ,55"' H™" * cla - - capital Ranal, 
ai. Mdor HMaa - Cafllal nitral. 



S TÍTULOS BE CBÍ 50.000,00 



I Sr. MUbursenu KMion * Mtllo - Cmlai - Kara 
Iguaasú — Eslaûo do Hlo. W • - 



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Sr. Solomfio Rehn - Itabuna — Bafa. 

Sr. Anlonlo Monta Urna _ Látala!. — Mtoai 

I, iS°" î?"" - B «™ "o «ral - E™S Rio 

Sr. Miguel maa Klgrl _ Capital Federal 

Ir Laonoldo Pereta de sa _ capital FUaai 



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Sr. Franclaco Puerta _ Sflo Paulo. 
Dr. Homero de Soura — Sao Paulo 
Serrarla Barbosa Ltda. _ ss p,„|¿ 
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Sendo ». capitel Federal, Estado ,1o E1 „ » a¡rias 0crals os ,„„, 

Veiga & Clfl. — Cantal inorfo™! „_ _ 



Srs. Velga & Cía. — Capiíal í^deral 

¿ rl?Z n j? c T relr * Vlan ' m - Ca P"al Federal. 

^r. Carlos Gulmaroes — Capital Federal 

hra. Moría de Nazaieth Mendes — Capital Federal, 

Sr. Antonio de Azevedo Neves — Capital Federal 

Sr. Helio Ferrelra Días — Capital Federal 

Sr. A. Rodrigue» — Copltal Fedetnl. 

Sr. A. Rod rUtucs — C aplUí ! - 

8r*. Amorlrn Pinto aï Cl*. Ltdn 
Sra. Mino Isabel Samplatro — Oaptt»! I 
Sr. Helio Ferrelra Dla* — Capital Pedí 
3r. Edgar Fraga Crus. p/s.T* Paulo — C. Federal, 
Sr. Manoel Joaquín. David — Capítol Federa!. 
Empresa de Pe*ca Bandelrante; — Capital Fédérai. 
Er. Benjamín Antonio — Capital Federal. 
Srs. Plnheiro Brnga A Cía. — Capital Federal. 
Sra. María Patrocinio Costa, — Capital Federal. 
Sra. Ernestina Bastos Catralho — Capita] Federa.. 
Sra. Alclna Prado de Almeida — Capital Federal. 
Sr. Jayme Raposo Lapenne — Capital Federal. 
Sr. Raphael VltagUano — Capital Federal. 



Sr. Alfred Marcos — Capital Federal 

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ponaeca — Valença — E Rio. 

avarcB — Nltíipolü. — U Rio. 

— 6 Oonçalo — Kíit*df do R*0. 

» Sostc* — ;■■<■»* — «. mo». 

> Hlbetro — Vargem. Orande _ 



rdo Tai vares JJcr&ldo — SU vi an spoils — 
Gérais. 
Sra. Mlrtiies BamWrg — Tedfllo Otonl — Nflna*. 
Sr. Osvaldo O. Couto — Belo Horl/inte — Mln*». 
Dr. José Carlos carvalho — B. Horizonte — Mina*. 
Portador nfio Identificado — Minas Gerali. ~ 

Sra. Thercia, Vlnhas Ollveira — Tría ponto» — 

Minas Gemís. 
Sr. Osvaldo P. Horacio Silva — Porto Novo, Mina», 



1 TITULO DE CRÍ 6.000,00 
Sr. Manoel dos Santos Nazaré — Sto. Antonio da Casa Branca — Mina* Gérais. 



Até Fevereiro de 1S43 
Foram amortizados Cr$ 113.340.000,00 

Sólicílai a relacño completa dos títulos amortizados à Sede Sucia! on aos Srs. 
Inspetores e Agentes da 

SUL AMÉRICA CAPITALIZADO S. A. 

PRÓXIMO SORTEIO DE AM0RT1ZACÀ0 SERA REALI ZAD0 EM 31 DO C0RRENTE 



BARRETO LEITE FILHO 

(Especial para o DIARIO DE NOTICIAS) 



Por mnli>r e mais ríe* que »e]a 
a galería de retrato» allnriada na 
sua niemnrla. nAo crelo que um, 
jornal Uta passa esquecer fácil- 
mente o conde Sforia. depols de 
ter f ido oportunidad! de con- 
versar Cim ele nuü 

* vontade Heverá outro* mais 

lmpretslonante*; nío. pr>rem, di 
g*nero de imprcíí*,-. 
homem de Estado Italiano E' um 
asnero de Impresas o mullo e«. 
pedal, e tslv« difícil do definir. 
embota nao h»J» nele nnda de 
vago, mas porque t ei tiernamente 
•util. Nao ha no con 
nada do helo horrlvel que mul- 
to» parecem ter encontrado e-m 
Hitler. Ejemplifico aaslm para 



tomar aa figuras mala eonhíol- 
da*, a n&o porque pretenda com- 
parar. Alias, para acr franco, e 
sem nenhuma Intençflo de vrr 
tendeneloíri. nor> percebo em Hi- 
tler, tolvas purine ai li 
temía, nada deán bel 
E o que hft nele de horrlvel, 
qllando encarado em um *entldo 
eslrltamente pessoal, mn parec- 
bem mediocre, ou t»-n\ vuiçnr. 
Os aspectos grandiosos da aven- 
tura nonlsta nío derlvarn da for- 
ça pessoal do Fuehrer, e aim do 
Instrumento com que lha tocón 
operar — a pótasela eipl""lv» 
da Al en i m iha. Decorrcm tambent 
da época em que Ihe tocou vi ver. 



I — Um grande italiano 



NAc. h» no conde Sforta 
dn pinero berdlOO de um Chur- 
chlll, nada dr> larso humanitaria* 
mo de um Rooe-evelt nu da me- 
lancólica vacilarlo de um D.l- 
ladler. E eobretudo nado, abso- 
lutamente nada que de long'' 
poss* recordar qualquer inslg. 
nitleante traeo da turbulencia 
grotesca de UUasollol. O* que 
tiveram a Infellcldade de M tor- 
msr urna imagem do povu Ita- 
liano pela* posturas do Duc*. 
devertam conheoer o cond* 6for- 

•*. Ou deverlam pelo menos 1er 

• **u lirro, anaraeldo na Umpo* 



em frnncíj. no ConadS — "Le» 
Italiens t-?i 

lançsdo agora em por tugué», pela 
Atlántica Editora, ttadualflp peiu 
men amigo Lrlln Landueel — 
"Oa lUlUUlO* como realmente 

A Italia esta tío Vil 
cAllaad» pelo» mais recente* 

«ci il tec I nun tos da guerra, * p*- 

xlmai. que me pareoeu intarea- 
»*nte retomar e.*te t»m«. Unta» 
veas» discutido, partlndo do autor 
e do livro. Atravé» d» um • ou- 
tro podertmo* oompreender ma- 



llvro escrll 
Inspirado e 



_ te nómino italiano « 
papel que nele desempenho o 
íasclamo. Compreeuder menos no 
sentido proprlamento político do 
que no social a moral. Porque o 
livro do conde Sfor-ji. -n.boru 
o poiltlcn, è mala um 
i com dados afetlvos, 
a elementos sentimen- 
tal» o em raxoes moinií. e o. 
aspectos de hlltorla Italiana que 
eróse nfio sao tanto da 
tua historia política como da <ua 

historio social, a historia de.vi-, 
volha e requintada cultura pe- 
ninsular, que o autor far re- 
montar a tempos anteriores a 

Rima, para coclnrcccr raros de 

Que o fascismo seja um fenó- 
meno es tra vagante, na Italia, 
sempre íol coi» soelta por todoa 
oa críticos Indépendantes. Mas 



é preciso 1er o livro do conoo 
Srorza pnra comprender até quo 
ponto o fascismo é estravngame, 
na Italia. E' Imposai ve 1 íazír-or 
urna idéla. creio que é preciso 
ser Italiano e amar protunrta- 

sllencloao e dolorido, Imprecnaño 
da» mala remotas imagí 
ecos de urna emoçlo mlleniu 
para sentl-lo, E e preciso ter a 
delicada e complexa I.iculdade de 
--.pregar, ti conde S i ontl pnr(l 
Eranamltlr ear» sentlmento. por 
1st o. a parte dedicada ao Íascla- 
mo, no verdadelro poema com- 
ppslo em tomo da beleía Italia- 
na pelo velho aristócrata e in- 
significante. Tío insignificante, 
que ao volver das pagina!, acaba 
por se tornar Impcrceptlvel. Ha 
multo male colsas a dizer da 
Italia. . . 



II — A Italia milenar 



Cora um gesto desdenhoso, « 

a-nniip Sfürrji afasia o* paño» ■ 
aarrnfos do bcrrnnto cenarlo fas- 
cist* para delsar ver. atravea d'> 
urna perspectiva que so perde 
ñas origen» do mundo mediter- 
ráneo, o quadro da verdadelra 
Italia, cujo esplendor oa secuto» 
vleram apurando cm toque» su- 
ces*lvo« e retinad Iss irnos, a ponto 
do tomar imperturbl 
península viva um povn que a 
malí do que urna nacao, porque 
» piercdcu « pr-1-i.rBri depol» 
Ido mal* pro- 
tundo d^ <|iie n primer. » na- 
Clo é urna Idéia francesa. Por 

•frito» diverso*, tilo * mm Ha- 
llsna, nem alema, B lambem. da 
um nutro modo, uAo * Ingle»*, 

como o prova, entr* multa* ou- 
tra* «ibas, a simple» poaslbul- 



dade da formacao da Oomrnon- 
wealth, ligada pela tl.lelkludu S 
Coro* e reunlhdo boera como o 
marecbal Smuts a celta» como 

Lloyd George, para <- 

nglOI é uma lingua ea- 
trangelra. Ñuto nao se trata, nem 
da* mistura» dn raen» que for- 
man, todas as naçôes. nem do* 
dlferencaa de llnguas 
alcance pu. 

n'm d.w p.ivna politic, 

ganlradoa em Estiri. 
SU lea. 

Aínda me recordó do» protestai 
Sfortt contra o falo 
oe aer considerado nm lldei an- 
Jl alu.n * lato muí 
de urna ttz, m-»* rn* paree* \x» 
•spresalvti que ,,..,, 
teato »er chamado do antl-fas- 
ei»U". disse «le. na 
Que coucedeu a um grupo da Jor- 



nallEtns cidocas, quando passou 
por aquí pua Monte vidé u, ondn 
la prcslrtlf om congresso do lta- 
llni.ra Il'to- "B' «romo so mu 
,,, ■!■ antl.altlllllco, ou 
antl-tlllco. Silo lift nenhum mé- 
rito em wr (nti-fnsclato, nflo alg- 
ninrvL proiwamente colisa algu- 

r.i.. e; ■ tondlçBo normal dn 

hornero M" ae pode ser outta 

10 mesmo tempo, ser 



ta nao quer dlser na- 
da, nao chega n ser urna earao- 
terliaçao. E' preciso ser mal» 
alguma colsn." O conde Sforaa, 
pel» forma do seu espirito, é um 
liberal. Pela terminología politi- 
cs at u aim ante em vesta, é um 
demncrain. no sentido multo pre- 
dio, em bora ampio, que est* pa- 

|,-.ni inn. t QUO t lliutll queri'f 



— O fascismo 



Da mlpb» Pfifte, sempre estu- 
no um pro- 
■ ■■ i 'nado com 
certas pirWulnrldedos econOmt- 
ei!i da fpo» atual, no» grande» 
países WufflWali. E«udara o 
fasclimo. f»r laslm dlaer. em 
bloco, em iUtore» que o anall- 
tUversoa pontos do rls- 
ta e de Utas forma As ver^» ex- 
tremamaaM penetrante e mlnu- 
■ U* o ^ncaravnm em 
Um lcrr*no puramente objetivo, 
peln pflm'lra ver. compreenrit. 
pelr. contacto dlreto, oe eeua 
efeltos ^fl^r» o corac&o e a» vis- 
ceras "o^^ a l"' le e us ñervos, 
■ le um ho- 
mem. >'(""» preelM que Hltlei 
. ID tformndo a pobre 
"trouvaille" "e Mussolini na fon- 
te de un" 'raged la mundial pa- 
ra nue tods a esttlplda ln»-n- 
aai^a do f*«d»mo provoraise rise 
horrir no» que o eontifoeram du 

clsia. ap iD ** Matl-ïasclst*. 6 um 
verdadelra alhuate, do ponto a» 

" eirelencl» negatk- 

1 imarlamen- 

t* »nil-d«in*r'*"co. De fato. * 

- anU -historio», * 

uma ten'»"* de rctroceaao qua 



chega a ser desconcertante quan- 
do procuramos consldera-lo sobr* 
um plano de normalldade, a nor- 
malldadc das aqulslçoes políticas 
do homem. E' preciso que *a 
coisas tenham saldo Intelramen- 
te dos seus lugares para que a 
antl-democracla do faiclamo t«- 
nhs engendrado o antt-fasclamo 
da democracia. 

E que ínra a Italia com ease 
trambolho ? Evldenwmsnte ell- 
mlnA-lo E' multo pciuco prova- 
vel que dene vestiglos. O pro- 
blema torna-*e candente. Quan- 
do pSXSOU por «qui o ronde Sfor- 
m desejsva fomentar a crlacfln 
de um corpa de Italiano* livre* 
que lnvudlB*e a península na 
vanguarda dai tropas aliada*. E 
argumentara coro o podersao afei- 
to político que e*s« corpo, com- 
hatendo sob bandelra italiana, 
t«rl* sobre o espirito da popu- 
lacho o noí soldados panlnsulares. 
no momento crucial do desem- 
barque. O conde Sfors.» J! pre- 
vi* — e alias nAo era natural- 
meat* o único — o aproveita- 
mento da plataforma da AfrUa 
do Norte como * melhor aoluoao 
e»lr»t*glc* por» a fs*e pr*T>*- 
ratorla d» iDvasao. Dal decorrl* 
O mu plano. 



IV- 



a tulgar peim anarenelu, rv** 
plano parece nio ter sido aceito 
em Washington o Londres. Bao 
com preenal eels as rsaAta que po- 
derío ter inspirado essa ntltude 
doa governos aliado». Parecc-me. 
porem, bastante du I 
semelhannteE cautelas tenham 
sido bem Inspiradas. Urna guerra 
essenclalmente política como esta 
precisa ser íeits sobl 
métodos políticos. Voltomns a 
grands faina da concertólo ellecia 
da Vitoria. O conde Pfora* é Um 
espirito europeu. o rspeelllc*- 
mente um esj 

Embora tratado com genero»-» 
deferencia pelo» norte .americano*, 

oonfeasou-noa qua » senti* me- 

lhor aquí, apelar do* poucas ho- 
ra* da su* permanencia, porque 
somos um povo de orí 
terranea. Esta forma do **u unl- 
versallamo faal* com que encarss- 
as o problema do seu pals em 
guerra dentro de uma escala eu- 
ropéia. Ka sus entrevista cola- 
tiva, ocorreu-me perguntar-lhe se 
era dele uma recomendoçAo felt* 
ao governo francés a proposito 
da Invasío da Italia e qua m» 
fora dado 1er no livro do Jule* 
Romain» sobr* a derrota dj 
Franca. O caso Unha um espe- 
cial intéresse para mim porque 
o noma diquele misterioso ho- 
mem de Estado eatrsnge.ro que 
Insistirá por um ataque dlreto * 
Italia era o único que nío tl- 
guravs, so relato do > 
c*s a julgando apenas por certai 
caraeterlstlcaa do raciocinio, cu 
ouaara «*cr*ver que provavelmen- 
U a* tratara da flroras. Aínda 
nao tinca acabado de formular a 
paciunta, • ¿4 f antlfo rnlnlatro 



invasao 

Italiano da* Relaijoes STterloréa 
conflrmava a exatldéo dn mlnh» 
conjetura Eau fato mtstr* a 
Hherdade do seu espirito. O cu 
plano, apresentado a Tai-idler, 
oanalstla 'm uma Inrea'-o pelo 
rale dr, pa, arnmpsnha.is da 
gmndea apflo* ao poro UolISno, 
ir. -lo imedlslnment* 
■ o que ae darla «na 
raclltdade legunda o ronde sfor- 

íií O nhjetlro final de-.-> >n- 
íoíío aerin tomar a Alemanns la 
r. lo a pelo Tirol * 
llnha Sledfrled serlo eont irnada 
o a ofensiva apanharla o Inlmlgo 
de aurpre*a. 

A rripmta d« Dil»dler (oí a 
aegutnte : "Eu ¡A nfto sel o qua 
f,.[.-r torn um dltador. e o se- 
nbor pretende que f»ca a i^erra 
ana dois Ï" Para o conde Fforia, 
esta frase mostrara a estranha 
forma de Impotencia o de falla 
d« I m nil nació com que o go- 
verno francés pretendía cor i>¡ ir 
a guerra. A frase do presi le'.ta 
dr. Conaelho de Ministro da 
Franca, a o comentarlo a el*, 
compleuvnm. na entrevista r n- 
eedlda aquí no Rio, o relaw •la 
Jules Romains. O autor ^s 
"Sept mystère» du destin 1» 
ruurope", r-rultora o nome ■» 
£ f fr^a certa mentó para ni o o 
comprometer dlant* da sansiBi- 
lldade nacional Italiana. Ma» o 
conde nlo levo o menor ln< 3n- 
ver.lenle em r'i-onJiecer a sua 
lnterrençAo, sem di) vida par^ui 
genuino d*s'lno 
da Italia nío podía ser *epu»do 
do europeu e so opunha ao faa- 
ciimo * ao natlsmo. Oa fstoa 
nir. t ard ari o a mostrar at Unha 
rasao.**^ 



. 




SECÇÂO 



fcNofiuâè 



IFEMlNlNA 



Pomlni». ï* Marco o> IMS 



A MÓRENINHA 



Bem se prestou o Carna- 
3l pastado a lima rem- 
ara co-no a que fie. daque- 
at página» que encan-aram 
nustas ovos, mesmo nossas 
mues e nao ddxarnm ae 
causar aínda cena emogao 
tu «»e satram aa aaoïes- 
; cenefa ha uns du e "»«« 
* anos atrdt. Cuando se lan- 
çon á dlscussáo a dùvtaa 
' .soore te deverza haver ou 
jirJo Carnaval este ano, ma- 
nijestet aqut ¡roncamente 
a impressáo de que tais /«- 
tejos tram incompattveis 
corn o estado de guerra em 
que nos encontramos. Per- 
mlto-me aínda agora con- 



slderar tncoerente a « ííf "f* 
das estacóos de radio " ue 
chegaram muito jiütamen- 
U a ^spender )*«££« 
rotulados de humorísticos 
por ocastdo dot afunda- 
vientos de navios »°»°A ( e ' 
na semana paluda, temo 
se esforçeram V ra J¡'\ °. 
povo esquecesse JJ*?'" * 
malí recentes saertttct°»*f 
patricios, de modo a ¿edi- 
tar num Carnaval eminen- 
temente radiofónico... 

Nao se podía Ugar o ra. 
ato. Portanto píW-se «r 
Mb. £ ;o! «ut* *«««'" 
dios lanos one tffntemp'et. 
sorrindo, a capa romántica 



da recente ediçao de "A Mo- 
rentnha". num ar-ut que eu 

chamarla cor de alcona, cer- 
cando um coroçdo roseo, 
atraressado por urna seta e 
tendo ao centro um cwal 
de namorados, ambos de 
basta cabetetra. 

"A Moreninna- . . , ai- 
gumas geraçoet ae moct- 
nnas aevoraram, encanta- 
historia (do docc- 
mente romántica, A narra- 
có~o florearía do menino de 
tresc anos e da menina de 
tete que juraram amor eter- 
no, perderam-se de vista e, 
quase olio anos mats tarde, 
novamente se encontram, 



+ N«d«~cat¡v« tinto como um .arriso «dio. Portoi 
L 1. Crem. Dental Ge-y. que ümp. e di br.lh. 
„ j_~._ ■ híu a mau balito. Sua eipum» de «ça» 
SSmV5 *- 3 «d.. . Ponto V^» 
•) combate .1 fermentâmes doe residue* 
■JimenUrcs; b) deatrói oí germei « 
0W1 •> «Arie; e) conlendo lene de mal- 
neiil, «eutr.li.a • e«e»»o «le «erdes. «tan/ 
de evitar « tártaro (pedrn). Getsy « 3 i 
»ea mail eoocen'*ad». Cuit» mi ' 
rende mai». U»e «copre Gessy 1 






Joint modernas, idealitadas por um famoso jontlieiro americano. O Miel 
<i ¡indo rubí quodrndo , A puiseira, o broche e ot brincos sao eni ouro 
velho com incntttarôei de peerás, predominando o rubí 



apamonam-se — eie sem 
saber que eía era a mesma 
_ e CKiiiprem assim o jura- 
mento feito. Essa pálido, o 
autor a fez nascer, atravts 
de varios episodios cm que 
te retratam os coutumes da 
época, nada menos do que 
na fífta de paquetá, onde 
atunlmente vdo ter 
res de outros casan de na- 
morados bem mats esportt- 
vos e poucos deles sabenao 
porque tiquete recanto me- 
vitovelmente procurado tem 
,i name de pedra da More- 
ninlia, no sitio por sua vez 
lambem chamado Clocara 
da Morentnha. 

Muitos milhares de almas 
lUtiemí joram realmente 
tocadas pelo sentimentalis- 
mo dessas pagines, onde en- 
coniraram »»ia tubtimaeao 
arrebatada do amor, urna 
atmosfera de poesía, de vida 
rüonha, de inocencia e de 
tanto entusiasmo. FUe- 
ram-se desse Hvro edtçOes 1 
nana», in;enzmente guaje 
nunca com o corintio e bom ] 
oosto dcsta de agora. 1n- 
ciutaa numa coieçao. ja 
bem nossa conheclda e j 
apreciada, da editora pau- i 
tUta Martins. Tanto que se- 
rta agradavel usar o uolu- 
mezinfto como guia numa 
redescoberta de Paquetd a 
ser empreendiaa paos visi- 
tantes ainda tiapamenie 
aen/lnrenfaii. 

¡Vdo «íflueeo one para "A 
Morentnha' como para ou- 
tras Uvros do vellto Joaquim 
Manuel de Mecedo tem ha- 
vtdo e havera sempre ou- 
tra classe de leitores, na 
quai peço Hcença para ín- 
c¿«ir-me: a dos que pro- 
curant e encontram naque- 
tes romances elementos pa- 
ra a reconstltutgao 4a vfda 
social orajllelra noj mea- 
dos do siculo pastado 

Em "A Morentnha- ha 
traeos bem nítidos da vida 
dos estudonies de entao, 
dos hamo* mundanos, ae 
processos de cura, da par- 
ttcipaçao eos escraix» na 
rida doj senhores, atguma 
cotia de informativo tobr* 
c vestuario, a alimentaçao, 
ele A desertcao de um sa- 
rau, por erempto, e urna 
das páginas ma¡s curiosas. 
Assim t.amoem a enume- 
raçâo do que se encontrava 
no "boudoir" das mocas — 
pomadas, oleo* aromatice» 
e, uejam id que encanto! 
tambem "beetn fine para 
esfregar o rosto e enrube- 
cer as pálidas". 

Estou certa acora de que 
hd um genero de Hitos des- 
tinado a despertar diverso 
intéresse em duas fases 
tambem diferentes da vida. 
Nño quero denunciar a dis- 
tancia a que se encontró a 
minha adolescencia, tnas 
eonfesso que, noutro tempo, 
ri no romance mats famo- 
so de Macedo apenas os 
amores de Auaitsto, o jovem 
estndante. e de d. Caro» 
na. a linda e travesía Mo- 
rentnha. E que agora, numa 
tarde insípida de Carnaval 
de guerra, retí as mamas 
paginas sorrindo daquetes 
amores e vendo tantas ou- 
tras cuise*.. . 



Comeré, w/í 



niráfis ("■"' 



BtíBÍ 

AQSA ASTiOO 



ESMALTE 



SUGAR PLUM 
_ GINGERBREAD 

Os tons mais modernos! 

Pira dar uni noti ileçre e festi- 
va is íum unlm - e par» üttr 
\ <empre i ilturi di ocisiao - u«c 
e%ies noY¡»imo< e cipncnoios ton» 
- do Esmilte Salon Cukx. 

*Sut*r Pl""" — um visto, ° ver_ 
meffio-MneiM que tivorece i mío 
finí e f« =' "■'* m5 ° 1 P ire,:crcm 
mil. finas e dclkadw... «Gimít- 
Irttd* — uma di« ruin notaveii 
tonalidades «l" Esmalte Cutes, 
com um suive toque marrom... 
E nlo esqueca o < om «Sheer Na- 
tural» — de todo» |i proJundos 
ttí noje, í o que mus «e iproximi 
¿o verdadeiro torn natural. 
Ha, linda, outros variidíuimot 
ions Cutex pari «ati«fiïer todos oí 
«ostoi e pnr* dir as unr>« um 
toque de di«tincïo e eleBÍncia. 



PARA UNHAS 



CUTEX 



SUP1Z 



ir 



■ PA«A AUMENTAR 
PESO 
DOS BEBÉS 
E CRIANÇAS ¿¿ 
DESNUTRIDAS.. 



%] 






rf — 



que fique rr 



Eli i "íuper" nutritiva avela Quaker Oats de grao integral 
Dizem as màes: "Vocee preciaam ver meu filho desde 
que comeceí a dar-lhe todos os dias a Aveia Quaker 
Oats". A aveia Quaker Oats fortifica, da saudc e 
nutre as crianças debilitadas. £ urna fonte rica em 
energia alimenticia, Cometido 50% mai' proteí- 
nas que muitos outros cercáis, fortalece os tecidos 
orgánicos. A aveia Quaker Oats é aínda • fonte 
mais rica em Thiamins (vitamina Bl), que a natu- 
reza fomece para um crescimento normal. A aveia 
Quaker Oats aumenta o piso e a estatura. E o 
alimento idea) para todas as enancas na fase do 
crescimento. Dé Quaker Oats a »eus filhos par* 
i mais laaios. 



* ÍP * 




Hô ptnooi au» 4i ••ni 
p«la figura da Quahar 


Quut*. . a original 
t«|*lli ublMlwtM. 



"SUPER" -porque 4 quents! 

Numa inve«ti(ocao rçeentt tntn \M 
dietéticos 136. ou iejeim 9S*. . '«o- 
m-nd»ram um mingáu qoente f.» 
• [o. Coimhando » nvtia 
Quitter Oats em itua fervente. io 
cabo de I tnimitoi e 1/3 obtem-t* 
ngáu indicado, 



"SUPER" - económico 

Quaker Outi í um dot mm eeono- 
micoi alimento» que le podem ter'.ir. 
S de fácil preparo e toda ■ lent* 
aprecia o iru deliciólo labor, Compr* 
boj: meimo urna lata. 



QUAKER OATS 

••I'M BOUaUSIVAMCHtíFELAQUAIlUOAT:». 




■L NOTICIERO ONIVERSAD 



SÁBADO ?? ABRIL 1033 






I 



El próximo miércoles, 



El próximo rhiérooToí 
corricnle, a las diez do la noche, 

9 en el Centro "Avail I guarda ¿"Ex- 
trema Esquerra Republicana, 
Ferlandfna, 67, dará una confe- 
rencia pública, en BBpafiol, 
carácter nnl i fascista, el judtol 

t alemán, estudiante y publicista. 1 
Fedor Ganz, desarrollando el le 
ma "Causas y e©nspriipn<'¡a? dal 
Fascismo en Alemania". 

Este acto, organizado por ol 
Partido "Extrema Esquerra Re- 
publicana'', será presidido po; 
el diputado a Cortes y presiden- 
te del Comité Ejecutivo. Ángel 

Bamblancal, y hará la i " 

taoión del wnferenoianle el d< 
hT r niego Rui». 



ACTO ANTIFASCISTA 

El próximo miércoles, 28 del corriente 
rita de la noche, en el Centro Avnnlguardn d' 
-.remo, Esquerra Republicana, Ferlandlna 67 
rfi. una conferencia pública en «pañol' de' ca- 
r.ctcr antlfaacüita el Judio alemán «ludíanlo y 
publlclBU. Fedor Gans, desarrollando el tema' 
^Causas y cooBocuencia» del fascismo en Aloma. j 

v^L*" 10- organliaJo por el partido Extrema^ 

ir.KWB Republicana, «er* presidido por ej 

liputado a C-~*tm y prudente del Comité ejwu- \ 

""y hará la presen tac 16o I 

■ "lego Rula, : „ J 



A \ 

do- ' 






ELDTUmo 



Jbeves 4 & mayu 3e 1933 



KC NOTICIERO TTNTVERSAL 



JUEVES -i MATO 1933 



ACTO ANTIFASCISTA EN LA EX- 
TREMA ESQUERRA REPUBLI- 
CANA 

En el local social de la Extrema Esquerra 
Republicana aló el Joven estudiante judio Fc- 
dor Ganz una conferencia antifascista. 

Abrió el acto el diputada a Corles don An- 
gel Saniblanrat. saludando al numeroso publi- 
co que llenaba la sala, entre el que abundaban 
las señoras. La present» f"**" *»' «vwAw i-orrió 
a cargo dai a¿e*¿, c^&o Ruiz, quien, con fuer- 
tes trazos, dibujó la silueta de Fcdor Ganz. 

El conferenciante explicó con emoción inten- 
sa la persecución sin nombre del pueblo Judío. 
Se refirió a los torturas en los cuarteles na- 
zis, a los cien mil detenidos internados en Iob 
campos de c mccntración, a loa infinitos expa- 
triados, lanzadas a la miseria; a la Ciencia ex- 
pulsada de >a Universidad y al espíritu progre- 
sivo de Alemania, errante fuera de sus fron- 
teras como una acusación implacable contra el 
hitlerismo, que hemos de recoger todos unién- 
donos y poniendo a la picota a los verdugos de 
Germania y sus complices de todo el mundo. 
El presidente del Comité ejecutivo de la 

Ángel Samblanoat. 






CONFERENCIA 1 DEE 
ESTUDIANTE JUDIO 
FEDOR GANZ : : : ; 

En el local social de la Est re- i 
fcna Esquerra Republicana" dio | 
el joven estudíame judio Fedor ¡ 
Oanz, una conferencia antifas- ' 
pista. 

Abrió el acto el diputado a 
Cortes don Ángel Samblancat v 
proaentó al orador el doctor Die- 
go Ruiz. 

El señor Ganz explicó con 
emoción Intensa la persecución 
sin nombre del pueblo judfo. 

Se refirió a las torturas en los 
cuartetes "nazis", a los cien mil 
detenidos internados en los cam- 
pos de concentración a los infi- 
nitos expatriados, lanzados a la 
miseria, a la Ciencia, expulsada 
de la Universidad, y al espíritu 
progresivo de Alemania errante 
fuera de sus fronteras como una 
acusación contra el hitlerismo. 

El presidente del Comité Ejccu 
tívo de la "Extrema Esquerra 
Republicana", glosó brevemente 
las ideas de Ganz, anunciando 
para fecha próxima la continua 
ción del ciclo de conferencias 
iniciado, que desarrollarán don 
Eduardo Sanjuán. don Ramón 
Vaqué, don Diego Ruiz y don An- 
gel Samblancat. 
MANIFIESTO A LOS CAM-r 
PÉSIMOS CATALANES : : ¡: 

ooíMhimos la siguien!* -■' 



HUM A N I T A T 



ACTE ANTIFEIXISTA A 
I/EXTREMA E S QU E RR A 
REPUBLICANA 



Al local social d; l'Extrema Esquer- 
ra Republicana donfc l'anuncíada con- 
ferencia antifclxist* cl jovc estudlant 
Jueu Fed or Ganz. 

Obrl l'acte el diputat a Corts An- 
gel Sambíancat, el qual saluda el nom- 
bras public que emplenava la sala. Lb 
i presentado de l'orador anà a carrée 
del doctor Dldac Ruiz, el qual. amb 
caractère Iorts, dibuixa la silueta de 
Pedor Ganz. 

EI conferenclant, tot palpitant en 
el Tons de les saves paraules tota la 
Ira del poble eternament dispersât, ex- 
plica, amb emoefo Intensa, la perae- 
cueló sense nom del poblé Jueu. Es re- 
ferí a les tortures en les casernes na- 
zis, ais cent mil detinguts internats ais 
camps de concentrado, ais mútlples 
expatriate llancats a la miseria, a la 
ciencia expulsada de la üniveraitat I 
a ïesperlt progreasiu d'AIemanya, er- 
rant fora de les seves Ironteres, com • 
una acusado implacable contra l'hlt- 
lerlsmc, que hem de recolllr tots unint- 
aos 1 portant a la picota els botxins 
de Germànla 1 els seus complices de 
tot el món. 

E3 president del Comité Executiu de 
l'Extrema Esquerra Republicana glos- 
sà breuraent les Idees de Ganz i anun- 
cia psr a una data propera la conti- 
nuado del cicle de conferencies ini- 
cial, que deseaTOiuparan els senyors 
Eduard Saajuan, Ramon Vaqué, Di- 
dac Ruia 1 Angel Samblancat. 



Any m. -^ Num. 462 



Í 



M 



*lrî8 



'O "it y 



R* 



[ \ 






Un pueblo descerabralizadn de mitîco-raciales, 
desvergonzadamente nudistas (pero que en cueros 
cívof I; se ha puesto ahora e! estúoido problema: 
¿y sí (solos nosotros), si, prescindiendo de todos, 
nos hiciéramos a nosotros mismos? 

Es un estado de Autoghetto, por encima de ;c'o 
artificia]. Eso no ouede llevar sino a la crucídad 
inútil. Y (círculo) a la subestimación de sí mis- 
mos. Asi ha habido granujas de médicos alemanes, 
que (los documentos nos los proporcionaba, a su 
llegada a Barcelona, el doctor (oseph, de Bochum: 
y los publicaré en otro libro) han declarado la gue- 
rra a las Cadenas laterales de Ehrlich — por ser 
cadenas judías. Y experimentaban en la carne mis- 
ma alemana como in anima vile. Es verdad que los 
crímenes de la Medicina Alemana, en y después de 
la guerra, no se pueden tratar sino ex profeso, y 
haciendo una requisitoria en firme. Pero eso es una 
parte de! círculo. 

La otra parte — sobre la que uno debe insistir — 
¿.st. i n. j'i Li.niada (siempre dentro de la nori.?) por 
la imposibilidad de Germania de tomar conciencia 
de si misma. Eso es imposible. Es materialmente 
imposible. Poiiétmcos, entretanto, los heb-cos ale- 
mniiL-s ronstruyen la Vülkernsychologie. Y ahora 
i lígono de ellos) el Prof. Fischer se halla sorpren- 
irque, sus persecutores, tienen- nue anrender, 
de cl, Fischer, judío. la Deutsche Rassenkunde. 
(Varios volúmenes sobre el asunto.) Eso, en un ge- 






docte «Halare,, Alemania nada nada p - ' L oue 

Is « 

»£ « 

el t™a¡tV mPOr ' ada - Ql " C " >"<° * Ak — <"' 
Fuera del cual, ya no núcele hablara; sino del 

'Vrfif'í' T " C¡!0 ha >' "'"• "'■' * 

ore Fu q H V ~ r '--™" ia - B ' 

pre. En todos los tránsitos de su rid , lo mo- 

antigúo?" c ° nt ™>P°'áneo. en lo medie. al. en lo 

Ese_ furor, es Represor de la mente. A i, que es 
extraño. Pero, aun para definir y dramatizar ese 
- luror , tuvo que montar la escena, ¡ 

afuera- el Cuarto sinfónico d, 'i, , ito l oir!o 

agresiva germánica, es obra retórica de ¡udios. 

Alemania tiene que decidirse a ser de nin'i 
manera tímida, en lo de la Represión mental. V.t a 
valientemente, basta los limites de sí misma Des- 
truya influencias griegas o Italianas, en la "Kul 
tur . ¡Y renuncie a su Música! 

Sí, porque con Wagner sal ios lo ane na- 
sa. Y el endioso de cor:tamimjcioites no uede i - 
norar la que denomino "Ley de Fedor Gan z ",_y c's 
la siguiente: 

Márimo cantor del n-otestantismo Bach tiene 
una sever, lad sosoed-.osa... La severidad de] rctor. 
"o al hebraísmo., : i luteranos son bíblicos 

Tal es la ley de Fedor Ganz. 






¿Qué "arios" protegieron a Tycho-Brahe? Un an- 
tepasado de Ganz fun David Gans}, y csj Lowa, 
por mi mismo recordado en los Contes de G!?rij i 
d'Infern. allá doniJc natro de Praga Dorada (Slala 
Praba) lo one hoy, después do 22 años, es de cruel 
actualidad. Loe nazis tienen que quemar a Kepler 
que trabajaba sobre Jatos de Tycho: sus colabora- 
dores y prolectores, eran judíos. 

¿Y por qué dicen "Gott", "Proletariat". "Indus- 
trie", "Banca", Crisis y Ç. éclíto, Revolución y lïi- 
queza? ¿Por qué Justicia. Humanidad, Pro..- ;o, 
si todo ello es civilización, y la civilización nc es 
Wotánica ni Wallhallista? 

Ya ven, pues: esa Represián, no hay manera de 
hacerla. Construir una Fabula Gc-rmaniae y entrai 
en el Registro Civil para depurar ciudadanos, equi- 
vale a renunciar a la vida. ¿Queda... 

Queda la Selva, donde refugiarse. La "Lanza" de 
Wotan y el desnudismo. 

Acabemos. Ese pleito del Pogrom Hitlerismo es 
tan enorme, que ya no puede ser "nacional." "A!e- 
mania" o Germania Major habrá inai.-^urado una 
mar.pra nueva de perseguir judíos. Consideremos 
este último aspecto del círculo. Sangrienta petición 
de principio. 

La Cuestión Alemana (tal lleva el aire de ser la 
conclusión) no se resuelve en Alemania, ni nor Ale- 
manes: contra ese absurdo Ghetto de negreros, in- 
tervenga rápidamente el mundo. 

Ya, pocos detalles más, v concluiré. Los judíos 
son, en Alemania (eran) 550.000. Todo un pueblo. 
un? minoría. /Qué piensa la S. de N.? De esos 
550.010 muchos van va por el mun.Jc. Han llegado 
a Barcelona P-ra ellos "pronunciamos nuestra lec- 
ción Einsteiniana en la Facultad de Ciencias, y por 






ellos presentamos a Fedor Ganz a ^k-e anúci generi 
humani, si los hay aquí. De esos peregrinos, ¿co.-no 
se defiende la causa? 

¿Qué se hace por ellos? Ellos son el "sistema ner- 
vioso alemán", y ro hr.brá pueblo que no se bene- 
ficie, hospitándolGs. Algunos de ellos corren hacia 
Tel Aviv. 

Pero esto, sobre todo: que el inicuo Estado de 
Alemania habrá sido capaz de una original infamia 
(Ur, también), pues, sí, los judio i;;eg ni- 

dos, robados, asesinados; mas nunca, arUcs di la 
germanización en la pureza, nunca se dio vi caso de 
todo un pueblo sujeto al Visa. De todo un pueblo 
prisionero de sus verdugos. 

Esto es superior a cualquier Expulsión. 

Y clama venganza, más que justicia. Como que 
no se conoce nada más obsceno que lo puro. De 
puro, no hay sino los Ritmos vitales. Eso habrá si- 
do, el hebreo, en la lucha contra el Tiempo: un puro 
Ritmo. 

El fué, es, será, en un mundo de Precios — la mis- 
ma revolucionaria dignidad de este mundo (1). 



■ '- ■ ■,■■!', ■ ibc< '" 1 1 !" impuro, 

i,, .,: |¡n .1 .!■ ii» iiit|in n - I'ml inrio», ," : ¡u 



.: .. i|i :., i.. ■ nciini i ; al flit i, 

1 i' ■ ■■ 



i i.,, i.. ., . ■ , 

' !■ I. ■ I Ifi ■ I Lli I' I 

u M I ■■ 

ni Wealth -i Idtim . lib. 



Ideal roncretable de todo bien nacido Nazi: en 
trar a saco en tos Almacenes Wertheim v, - "na 
unidad ecc i ' .lica, ; •■ arc! a I ■;■ :r : ■■ ■ - : íes, ra- 

jas ¡ ..-;, ..,.-. .,/. ;. Ya '■■- ios por ai ¡ .o e: 
puesto t-n detaUe (1) ,el Ritmo de Ir r»n luí :ion— 
en busca de una i ■ ■ ienci; cada /ez mas profunda: 
Rein Fülirer Hitler no ha llegado a la tercera eta- 
pa del desenvolvimiento publico. 

¿Qué es puro, en esa' condiciones? ¿Que es im- 
puro? ¿Qué es pu ¡ ja, cast; , puebla, clase, y todo 
lo demás? 

Pero, para todo germano, efhíücam, el Fiihrcr se- 
guirá siendo, siempre, un advenedizo... Hay que tra- 
gar un ñoco de saliva: co--io reí 'o del ilustre ( o- 
bineau. "Lo mismo. Y romo con lo del codificado", 
para la sección estética del ¿ermànismo— -on odio a 
la "Musirá judía":— el cua.to de judío que Richari 
Wagner lleva. 

Todo eso está muy bien. Pero vamos ya a la raíz 
"del asunto. 



•) fy. 



J#M*<irf/»» 



f^éUt*- 



80MBAT 

LE JOURNA L DE PARIS 




De Ib Resistance t la Révolution 



* Le No 15 fr. — Algérie, Tunisie, 18 ir. — Maroc, 20 fr. — Italie, 40 lires. — 18, 



LUNDI 29 AVRIL 1957 — 15' année — No 3.9! 



L'ART ABSTRAIT 



r 



Ion lé bien déterminée. On sent 
i Ici le résultat d'un travail In- 
tensif et quoUdlen qui ne laisse 
plus de place à l'anarchie que 
nous trouvons trop souvent dans 
la peinture .dite taehlste. La li- 
gne générale se continue an 
cours des années et l'œuvre de 
ce jeune peintre, évolue avec 
harmonie, déjouant tout piège. 
Groupe o l'Antipoète 

C'est un tort d'affirmer que 
peintres figuratifs et abstraits 
ne peuvent se confronter sur 
une même cimaise. Sa nés, jeune 
peintre belge nous donne des 
gouaches, c Les petits métiers », 
où règne à coup sur, une grande 
nostalgie. SI le schéma du des- 
sin peut nous rappeler certains 
modes de Bu fi -.m, les couleurs 
subtiles et délicates, presque 
quotidiennes pourrions-nous dl- 



.11 



( Cto-dU^w *"»•*) 



re, sont bien particulières à l'ar- 
tiste, Gflnz par contre construit 
sa toile en ne laissant aucune 
prise au mollf. La peinture est, 
là, parfaitement maîtresse. L'en- 
semble est donc orienté par de- 
mi-teintes en des résolutions pic- 
turales. Travail solide dont la 
subtilité ne cache pas cependant 
des sources opiniâtres et volon- 
taires. Ces toiles ont besoin 
d'être vues longtemps afin de de. 
cou-vrir toutes les audaces mises. ! 
Desfossez peint librement ses vi- 
sions figuratives. Douceur et pro- 
blèmes de la couleur, bien po- 
sés. Bu Hanger plus dur, gagne- 
rait a assouplir les motifs qui 
prennent souvent allure d'ima- 
gerie. Les sculptures de Bernard 
CUrc-en sont encore dans un 
temps « expectatif ». Pourtant 
une certaine hardiesse se revele 
dans ce portrait d'Apollinaire et 
dans le geste de cette « Egyp- 
tienne » de l'antiquité. En tra- 
vaillant davantage, ce jeune Hol- 
landais saura assouplir son cou- 
teau et sa sculpture sera plus 
poétique, car nous ne pouvons 
oublier que Citroën est avant 
tout un poète. 



5 octobre 1934 

37, rue Joubert - Paris 



Septième Année 
N° 311 1 fr. 50 




HEBDOMADAIRE INTERNATIONAL 



DIRECTEUR t HENRI BARRUSSE 

., > aaH c, -' ! • caractéristiques de 

l'impérialisme pour nous parler ensuite de 
l'accumulation primitive, ce qui l'amène 
finalement à étaW lr — ~" 





MONDE 



j 



JÔrm&r Œroniquj&r de la pie bourg^oûe 



S. A. le Prince 
Georges Dimitroff 

■• rappellent sans douli 

qui plusieurs Journaux français on 

i iourte autorisée que Dimï 

i. Staline, ''H «Scorn 

,.,■ le <>ii activité, 'i" ohftleau ma 

.■■inn ■ oi une ¡c ■ fille de dix-sep. 

1|M . i , . , oniï'orea hitlériens de ces 
\ .m . M im nia ont, en plein accord 

avec in i ■" ■-■ qu'il 9 agissait en 
¿jjii 1 ' moi pas iBUlemonl d'un palais et 
■f^»- mil' mais de Lout un vil- 



Lettre au roi de France 



Je sois en corresponda nce avec YAciitm 
Française. L'autre jour, nia converge m'a 
remis une enveloppe volumineuse dons la- 
quelle j'ai eu la surprise de trouver une 
m roi de France aeccunpaynee de sa 
photographie, Voici do quoi il s'nei^ui. \\ 
parait f¡u'il noue faut un chef. Or. nous 
■ î-'jfi un clief. r.'esi le roi de France, 
dont la photographie m'était envoyée, 
probablement pour me convaincre de mes 
propres yeux qu'il existe véritablement. 
Notre roi est un monsieur entre deux âges, 
barbu el assez bien de sa personne. Il res- 
~'"M fi un professeur, de Ij 

'- iiinranlo *"' 



de Fronce : » Sornettes I Les ministres, je 
les choisissais nu gré de ma fantaisie 
parmi ceux qui n affligeaient les soirées de 
la reine pour les miennes 1 » 

« Il fie roi, bien enlcndu) peut protéger 
li-. foihlr-s contre les puissants, facilement 
prêts ii abuser dp leur force ". Bravo, Jean, 
voilA ce qui a'ûppelle parler. Tu parles, que 
les [uii.->iinls sont facilement prêts à abu- 
ser de leur force. Nous en savons quelque 
chose. Un point pour... Cependant ? Mi- 
nute. Je vais chercher le <c précis de l'his- 
toire de France ». Il doit y avoir erreur, 
Jean. Si le roi pouvait proli'n r les faillies 
• — »ia i.'pot mill ne l'á pos 



UN BILAN 

Nous lisons dans La Vie Social 
des neos, sous la plume de Pierre 
naudel : « Les années 1933 et 1931 
été pour la Vie Socialiste particulit 
ment dures. Les tulles à l'intérieur 
l'ancien Parti l'ont alors contrainte 
dos efforts répétés... Dès ce mom 
aussi, ces luttes ont eu leur repère 
sion sur le mouvement de nos abonn 
Avons-nous besoin de dire que n( 
avons vu un nombre assez import 
de ceux-ci nous quitter parce qu'ils 
partageaient pas nos sentiments 



-10- 



Fedor Ganz : Ensayo 

Marxista de la historia 

de España 

(Edit. Cénit, Madrid.) 

Cette étude fournit des renseignements inté- 
ressants sur l'évolution de l'Espagne depuis 
l'époque où elle était à l'avant-garde de la 
civilisation, en passant par les jourà sombres 
de la barbarie féodale et catholique, jusqu'à 
la chute de la monarchie. Le mérite de 
l'auteur consiste, certes, dans le fait d'avoir 
analysé, du point de vue de la classe ou- 
vrière, tous les événements qu'il nous pré- 
sente. Maïs cette analyse n'est pas toujours 
suffisamment approfondie. La faiblesse de 
cet essai historique provient de la juxtaposi- 
tion mécanique de citations de Marx et de 
ses propres interprétations. Il en est sur- 
tout ainsi au deuxième chapitre où ¡I expose 
d'abord quelques aspects caractéristiques de 
l'impérialisme pour nous parler ensuite de 
l'accumulation primitive, ce qui l'amène 
finalement à établir un parallèle entre la 
formation des grandes propriétés foncières 
en Espagne et en Angleterre qui ne nous 
paraît pas tout à fait acceptable. La grande 
propriété foncière en Angleterre est juste- 
ment le résultat d'un processus de destruc- 
tion de la société féodale, alors qu'en Espa- 
gne les terres en possession des caciques, 
etc-, marquent la survivance du féodalisme. 
L'auteur a aussi trop peu insisté sur les 
répercussions de la colonisation américaine 
sur l'économie espagnole : c'est là qu'il 
aurait pu trouver les raisons de l'augmen- 
tation de la puissance du féodalisme espa- 
gnol et de la décadence prématurée des pre- 
mières crouches bourgeoises. F.n parlant de 
l'Espagne moderne, on ne peut passer sous 
silence, comme le fait F. Ganz, la guerre 
hispano-américaine, une des premières guer- 
res 1 caractère nettement impérialiste, et 
qui. en même temps, marqua le point final 
de la décomposition de l'empire féodal 
esp ignol. 

Quant aux prévisions politiques de l'au- 
teur, elles ont déjà éti démenties 
de I iinpressi [u livre (juillet 1934) : 

■ Une Fois encore la bourgeois» s'oriente 
v,is l.i < gauche », dit-il, el il si demande: 

■ si la coalition républii aine socialiste va 
renaître ? ■. 

M lis on ne sannït [¡¡nier d'une orienta- 
il' m vers la « gauche ■ à un moment où tous 
reniements de < gauche ■ — que 
ce soit celui de Samper, d'Azaña ou de 
Lerroun — n'ont pu vivre que grâce A 
l'appui île Cil Robles, représentant de la 
réaction organisée. Dans l'intérêt de la 
cause, il serait désirable que l'auteui revîs 
son petit livre avo beaucoup de ■in : c'est 
alors seulement qu'il aura vraiment contri- 
bué à l'explication marxiste de l'histoire 
pour le mouvement 
révolutionnaire en 1 

B. G. 



Il Cis-iaUsW 2-S ^ st^f^Ut cU l^f 



Página 3 



HISTORIA 



El Marxismo y el Socialismo 
español 



Recientemente se ha publicado la 
traducción a] castellano de un opúscu- 
lo titulado «Ensayo marxism tie la 
historia de España», escrito por Fe- 
dor Gjiu. 

El autor del «Ensayo» ha procedí* 
do con alguna ligereza, olvidando, por 
ejemplo, (adores tan considerable- 
como son tos siglos de ludia contra 
[«S árabts; la convivencia en España 
da lys tres reuniones— cristiana, ju- 
daica y mahometana—; que los pai- 
ses de América descubiertos y con- 
quistados por Castilla eran abundan- 
te* an yacimientos de oro y de plata ; 
que durante casi do,- siglos vivieron 
sometidos al mismo soberano que 
Castilla los Países Bajos y el Miia- 
nesado, territorio,- manufaciurerus, y 
que Is labor de] l'^nido Socialista l»a 
■!■'■■■ ■ - ncialmente la de crear duda' 
denos en un país muerto acaso desdi 
tin.-* de] sigkj X.VÍ1- 

Esto .-in contar con uuc las cundí* 
[Oitei iinumli-, de, España óíston 
■ >io d« set envidiables,, lo mismo 

¡lOY qi* untOS, desdi: Wí ¿(«i de StFO. 

■■ que d« lodoí aquellos fioreoi- 
mientoa do fábricas hacía tos comlen 
'■"■■ del tiglo XVI, hay mucho que 
nublar y muchísima que rebajar. 

Con iiiicniu dt suministra! mate- 
ríales para .-i estudio de nuesi g rea- 
Ifdi i ■ ;,• antaño, y sin propósito, c ior. 
pasar -■ mayores», 



'«IWrwstflan, e| autor di ■ re I dq sdllCOl | I ií m de crear 

■■■■'■ I ■ ludia en ciudadano , i iru |i habla, 

*w.ut maa.au* eji lo* libro», y \¿<¡ s l, tt y h iy, fu ro d«l loclalj mo ( l 






de Marx, con una carta-prólogo de 
Engels. 

5* Siguió editando folletos, que pre- 
viamente habían aparecido en EL 
SOCIALISTA, has» que en 1879 
Quejido acometió la empresa de pu- 
blicar una traducción al castellano d* 
"El Capitula, hecha sobre el testo 
alemán por el socialista argentino 
doctor Juan B. Justo. 

V con cata .''lición ocurrió algo dig- 
no de ser contado, y fué que Quejido 
se dirigió por circular a ios ubogadns, 
profesores, médicos, etc., de Madrid 
y no tuvo entre ellos ni siquiera una 
suscripción. 

Fueron en España susr rip lores los 

obreros soi'alistas y ,ilgi s Otros 

que no lo eran. Quedaron 40a ejem- 
plmes sin colocar por entregas; M 
mismos qui' Quejido regató ^ Partí. 
do y este vendió leu. mm bu. nflos, 

1 . lo ■■- i>i que se hito, y -i no w 
lii 10 mas i'hl porque 00 se pudo- ■ 
Conoce Franz Ganz el k Informe 
doctor Jaime Vera»? 
Fué «taosit «mente reformista el 

punido? 

amaradn i lam no sebe Mon la 

que ascribe. El Partido ÇoclalUtt 
Btpaflol, udlr'gido j grgtinl* 
tusivamente i q¡ li uba-j ...!.....■ 

maniiqles» d<-- los i indos s¿ip media 

docena '«fan 'I Ir 1(11 .'-. i.pii.. que p a- 

ligar la çnorm*. le impí gtcinóiblc ta. 



ni 



HERALDO DE MADRID 

1H cU a^o^to^t H^ c f 

"ENSAYO marxista de la his- 
toria DE ESPAÑA.. 

í)r. h Inmâ&iciAn a la Ttrpúhlira 
ilr ti-nhnja-liirní aburra 'i ttSfuayo 
marxista 'Ir la Historia de España» 
qvr Fedor Gam ha vertido pur sí 
mismo de «1 idiwna natal, tí ale- 
mán, af catti II 1110. 

f.,t oVra ofrece un indudable tote- 
res, " más 'Iri ilr ser la primera de' 
esta ríase que en España se publica- 

El libro, ele verdadera información 
y netmenlario, merece, a lorias hice*, 
ser leído. 



'U 



7/ ^ c u it^tct^trxe^ fnn. 



Ganz, Fedor: "Ensayo marxista de 
la historia de España. (De la In- 
quisición a la República de Tra- 
bajadores.)" Madrid. Cénit, 1934. 
94 páginas en octavo. 
La historia de España vista a la luz 
del marxismo por un extranjero recién 
llegado a nuestra tierra y con ojos in- 
fantiles. Cuando se emprenda la lectura 
de este llbrlto de Ganz ténganse en 
cuenta estas circunstancias y se expli- 
cará el lector alguna que otra inexacti- 
tud de visión y de Interpretación; algu- 
na que otra audacia juvenil, estos y 
aquellos adjetivos distribuidos con me- 
nos conciencia que desenfado. 

El libro supone — pi>_'. apone — una pre- 
paración, estudio, reflexión, deseo de 
acertar y de hacer correr todo el rio 
de nuestra historia— aquí reducido a 
arroyo ahilado— por un cauce amplio, 
el concepto marxista de la historia, pe- 
ro también reducido y estrechado en el 
ensayo de Ganz por la angostura de! 
hilo a que previamente quedó reducida 
la historia de España por Ganz. 



Dt 



is 113.H. 



f^DOB CANZ: "Ensayo 
marxfslii d<&la Historia de 
España." Madrid. Editorial 
Cénit, 
Hemes efe confesar el interés que 
en nosotros despertó el titulo de es- 
te libro. Está tan poco estudiada la 
lnfiu:ncia en nuestra h-storia de 
ios factores económicos, que un tra 
bajo de esta Índole ha de resultar i 
Dor iuerza interesant» 
En electo; este libro, mriy breve. 
■ lee con adrado; pro a medida > 
que se avanza en su lectura se van I 
echando de ver fea graves errores 
cometidos por el autor. 

J?iM P 2 n f í \ las íuente3 ' *■» Cf *' 
totalidad de les dates están toma- 
aos dj «ut, . i.,-.,,,, . .Son,ade- 

«lás, dalos :., ¡...gu,!.,, t 
mados de obras de vulgarización 

Por otra parte, ocsa fácil de com- 
prender, dado el titulo de la ob a 
el autor quiere a toda costa encalar 
la Historia d ; Fspafla en "El caiual- 
de Marx. Y son tales lia diferencias 

oue f.TS, I3 , 6V ° ,Uclón ««««oto. 
que su intento hace Incurrir al au- 
tor en inores de bulto. 



Pero en ningún sitio resulta esto 
tan patente como al hablar deAmó- 
nci, cemo el autor utUlza como 
fuent;s obras extranjeras de nseu- 
ffo-Yulgarlzanlôn. 11 G;l cn Ell %"„. 
■ orientación al extr;„-,o de afirmar: 
."*»£» '« puritanos fundaron 
múu^ms y emprendieron obras pú- 
blicas, los españolea wnstrtivaon 
unslnnumerode iglesias y conven- 

Cualquiera persona medianamen- 
te versada e n Historia da América 
sabe que no hay nada más lejos de 
,1a verdad. A fines del siglo xvm 
en el memento de su independencia 
as colonias fundadas por los puri- 
tanos no tenían ninguna IncnieCris 
ni obras publicas, y sus ciudad^ 
eran simples poblados. En cambio 
Méjico ya en ü si glo XVIi im °* 
mía libros En v!da de Corte, se 
fundo la Universidad de Méjico, là 
primera que existió en América y 

espiólas es buena prueba el acti- 

-armactón el Sr. Ganz se fija al 
Par;cer, en la situación lcl»£ de 
Méjico y ü» Esta^ Unl(¡ ua J J 
aproxima tanto a la verdad como L 
si ¡afirmara oue en el siglo V antes 
de nuestra Era. estaba ¿tS 
■miomas abantada que gS 
Incurre en errores como atribuir 
n ;V"w er:in fl CÍa dül anarquizo 
tma d i r V Atldai,lc * * 'a incul- 
tura d.l obrero español, y 



liiriJUI/: 



1 part 



coniundií 



el 



la imposibilidad de comí:" -,', ,'i 
r-roblum-i raiwñol panden Jo de li- 
rias elaboradas fuera. 

LUIS ABAD: "Sentido psi- 
cológico de la felicidad y 
otros ensvoB." Madrid, 1931. 
Son cinco los ensayos contenidos 
en este volumen, y si quisláramoa 
condensar en una palabra la noU 
común a todos ello, podríamos ca- 
ución COm ° ° bra dC vuI 2 ar *- 
Parece como si el autor, dispues- 
to a acometer obras d: mayor em- 
puje, haya Qaerldo Sütcr algo así 




se exportaban lanas, sertas y (ejniüü'JJUr Valor de cuantiosas"! 
La producción agrícola progresaba bajo la inteligente dirección de 
los árabes. El florecimiento de las ciencias y de las artes en aquella 
época se basaba en esta prosperidad material. Fuertes núcleos de 
población industriosa se afirmaban en el país, gérmenes de un orden 
nuevo. 

La obra de la Reconquista, que tuvo como factor principal a la 
nobleza, aliada con el rey, paralizó la expansión capitalista que se 
iniciaba ejemplarmente, fortaleciendo, en cambio, at feudalismo cas- 
tellano, al mismo tiempo que se empezaba la formación de los actua- 
les latifundios por la gracia del rey y en agradecimiento a los ser- 
vicios prestados por la nobleza. A partir de este instante entra Es- 
paña en una época tenebrosa, dominada por el terror. La Inquisi- 
ción servía al feudalismo como instrumento Represivo que sofocaba 
toda tentativa rebelde de la burguesía en g> "ilación. «Desde entonces 
la historia de España es la historia de la r presión.» La solidaridad 
de intereses entre la monarquía, la nobleza y la Iglesia se hizo mas 
evidente. Pau lal i ñámente España se iba conviniendo en el baluarte 
del feudalismo. 

El autor no explica satisfactoriamente la causa de este fenómeno, 
dejando sin aclarar el motivo de que la incipiente burguesía española 
no se formara a semejanza y con idéntico ritmo que la burguesía 
inglesa. 

El descubrimiento de América contribuyó a consolidar el feuda- 
lismo español. Las riquezas arrebatadas a las colonias sirvieron 
para atender las necesidades orgiásticas de la monarquía absoluta 
y para alimentar a! régimen feudal, que se basaba en la propiedad 
territorial, en los señoritos (hidalgos), en la burocracia y el ejército, 
en la Iglesia y el clero. Las fuerzas sociales progresivas del país 
emigraban a tierras más hospitalarias, donde encontraban acomodo 
para el desarrollo de sus actividades. Sus entusiasmos al servicio de 
las fuerzas productivas eran frenados por el régimen feudal español. 
Si a esto añadimos la escasez de las materias primas que caracteri- 
zan a la época del capitalismo, sacaremos la conclusión de que la 
posibilidad de saquear y oprimir a otros pueblos ha sido la causa del 
estancamiento económico de España y de la debilidad de su burgue- 
sía. Estancamiento del que le vino a sacar la guerra europea, en su 
demanda incesante de materias primas y productos manufacturados. 

A pesar de todo, el antiguo edificio social iba desmoronándose 






C O M U N 



Lot giro» ■ Juin ¿- ■ . - Lu 



PED 



-ED OR GANZ: "Ensayo 

marxJsta fltf-la Historia do 

Espafia." Madrid. Editorial 

On». 

Hemos de confesar el Intsrés que 
en nosotros despertó el titulo de es- 
te lloro. Está tan poco estudiada la 
influyela en nuestra hjstona de 
los (actores Económicos, que un tra- 
bajo de esta indole ha de resultar 
nor íuuj'za Interesante. 

En efecto; este libro, may breve 
se lee con e^ado; p.ro a medida 
que se avanza en su lectura se van 
echando de víx les graves errores 
cometidos por el autor. 



mía libros. En vida de Cortés 
fundó la Universidad de Méjico, la 
primera que existió en América, y 
de la 'incultura" de las colonias 
espinólas es buena prueba el acti- 
vo comercio de libres. Al hacer su 
^rmaclón oí Sr. Qaiiz se fija al 
Ef ' e ? Ia dación actual' de 
Méjico y los Estados Unidos v se 

si afirmara 3U0 en el siglo V. ames 
de nuestra Era. estaba Tagl&tanl 
mucho más adelantada que CrïcTa 

Incurre en errores como atribuir 
preponderancia del anarçEo 

M Udidi y Andalucía a la incul- 
uxa á _¡ ohreTQ e5paaol en 

I .?.ríu™ tOS Pa f 0ce confundi/el 



I E3, 

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n ÍT> i J lr i m Í ro ', l5S fuentftS - La casi 
totalidad de les dates o¿tan toma- 
oes di autores c-lnuijeras.&m, ade- 
las, datos íe ssgundi mano, to- 
lados de obras de vulgarización. 
Por otra parte, cesa lácll de com- 
prender, dado el titulo ds la obra 
el auter quiere a toda costa ene- jar 
la Historia díBspBna en -El oap.tal" 
de Marx. Y san tales las diferencias 

'!»- l'i''-^n. ■ t.: ,:■..:!!. .-;,,., .. ,| 

que su intento hace i nC m T ¡r al au- 
tor ea ín-ores de bulto. 



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problama [Spañol partit 
rias elaboradas fuera. 

LUIS ABAD: "Sentido nsl- 
eolósipo de la felicidad y 
otros ensayos." Madrid, 1934. 
Son cines les ensayos contenidos 
en este volumen, y si quisiéramos 
condensar en una palabra la nou 
iun a todos ellos podríamos ca- 
.ïrizjrlos como cfara de vulgari- 
zación. J 

Parece como si el amor, dispues- 
to a acometer obras d? mayor em- 
puje, haya querido ¡ukct algo así 



REVISTA DE LIBROS 



Ff.DOH Gaxz: Ensayo marxista de la Historia de España (De la In- 
quisición a la «República de trabajadores»). — Editorial Cénit, 
S. A. Madrid. 3 pesetas. 

De ensayo califica el autor a su obra, y nosotros añadiremos, por 
nuestra cuenta, que es un ensayo incompleto, en el que se aprecian 
muchas lagunas. 

La España del medievo era la cima del capitalismo. En algunas de 
sus regiones florecían industrias prometedoras de un espléndido por- 
venir, que daban, ocupación a millares de obreros. Ya en el siglo xiiï 
se exportaban lanas, sedas y tejidos por valor de cuantiosas sumas. 
La producción agrícola progresaba bajo la inteligente dirección de 
los árabes. El florecimiento de las ciencias y de las artes en aquella 
época se basaba en esta prosperidad material. Fuertes nüeleos de 
población industriosa se afirmaban en el país, gérmenes de un orden 

La obra de la Reconquista, que tuvo como factor principal a la 
nobleza, aliada con el rey, paralizó la expansión capitalista que se 
iniciaba ejemplarmente, fortaleciendo, en cambio, al feudalismo cas- 
tellano, al mismo tiempo que se empezaba la formación de los actua- 
les latifundios por la gracia del rey y en agradecimiento a los ser- 
vicios prestados por la nobleza. A partir de este instante entra Es- 
paña en una época tenebrosa, dominada por el terror. La Inquisi- 
ción servía al feudalismo como instrumento Represivo que sofocaba 
toda tentativa rebelde de la burguesía en g< dación. «Desde entonces 
la historia de España es la historia de la r oresión.» La solidaridad 
de intereses entre la monarquía, la nobleza y la Iglesia se hizo mas 
evidente. Paulatinamente España se iba convirtiendo en el baluarte 
del feudalismo. 

El autor no explica satisfactoriamente la causa de este fenómeno, 
dejando sin aclarar el motivo de que la incipiente burguesía española 
no se formara a semejanza y con idéntico ritmo que la. burguesía 



El descubrimiento de América contribuyó a consolidar el feuda- 
lismo español. Las riquezas arrebatadas a las colonias sirvieron 
para atender las necesidades orgiásticas de la monarquía absoluta 
y para alimentar al régimen feudal, que se basaba en la propiedad 
territorial, en los señoritos (hidalgos), en la burocracia y el ejército, 
en la Iglesia v el clero. Las fuerzas sociales progresivas del país 
emigraban a tierras más hospitalarias, donde encontraban acomodo 
para el desarrollo de sus actividades. Sus entusiasmos al servicio de 
las fuerzas productivas eran frenados por el régimen feudal español. 
Si a esto añadimos la escasez de las materias primas que caracteri- 
zan a la época del capitalismo, sacaremos la conclusión de que la 
posibilidad de saquear v oprimir a otros pueblos lia sido la causa del 
estancamiento económico de España y de la debilidad de su burgue- 
sía. Estancamiento del que le vino a sacar la guerra europea, en su 
demanda incesante de materias primas y productos manufacturado*. 

\ pesar de lodo, el antiguo edificio social iba desmoronándose 



COMUNISMO 



como consecuencia del crecimiento de las fuerzas materiales del país, 
cuyo desenvolvimiento industrial, sobre lodo en el Norte y en Cata- 
luña daba lugar a una completa transformación de su organización 
económica V social. La burguesía peninsular no tenia otra cosa que 
hacer sino 'convertir un estado de liecho. surgido de la presión ejei- 
cida por las fuerzas materiales, en una situación de derecho que 
destruyera los estrechos cuadros de las instituciones semifeuda les un. 
imperaban en España v que se Imponían a los pueblos industriales, 
aun cuando estuviera en desacuerdo con el grado de evo lución eco- 
nómica alcanzado. Esto es lo que se intento en el ano 1917 y lo que se 
logró con noca fortuna en abril de 1931. . 

Se nota en la obra que falta una explicación de la división en 
tendencias del proletariado español, de la existencia del anarquismo 
como teoría política predominante entre la clase obrera que reside 
en Cataluña, Andalucía, Extremadura y Aragón, y del socialism» 
como teoría cuva influencia mayor se ejerce entre la pequeña bui- 
"uesia v el prolelarlado madrileño, y entre el proletariado vasco t 
norteño en general, cuya solidaridad de clase lia sido superior en 
toda época a la solidaridad sentimental del proletariado de lae otras 

re D° n todas suenes es una obra que Inicia el estudio de un doniini,. 
Inexplorado todavía a causa de que el proletariado español e»l. 
haciendo su propia historia con su sangre y con su carne sin tiempo 
para dedicarse a investigaciones de este género.^/, h. Afenülas. 



¿luissora de Ra- 

diodifusió P. S. U. 

N. 1 

Longitud d'ona : 42'08 
metres (7128 quilo- 
cicles) 



'rograma per a avul tt.ii.arti, 8 
it'notubn La! .nie, de 19'30 a 22'30 
W-OTl 1 H INTERNACIONAL. 
I9'35: "Eliot y nosotros», oonferan- 
cla pal oamarada Fedor Ganli. 
2Û'— : Emlssló en holandés. 
lo'30¡ Emlssló en trancó». 
20T.0: Emlssló en angles. 
il'ioi Emlssló en Italia. 
■ 30: bLos detpnldua de ontuítr* en 
.:■■. reportal- 
■a. rn*ip -■■ ,, IU pet oamarada 

F. Soria. 
fj¡ Final do l'emltslo 1 La In- 
imaolanal. 




Emissora de 

diodiíusió P. S. 

n:i 



Longitud d'ona : 42'08 
metres (7128 quilo- 
cicles) 



IS'lOl LA INTERNACIONAL. 

iB'35i Obertura I programa. 

te'aot "Ellos I Nosoiro»", ttgona 
oonlerenoia en eapanyol, peí oa- 
marada Fedor Cam. 

ao'iSi NotlolN de premw. 

lOJOi E m lisió en tranooa. 

10'SOi Emliiló an angle*. 

it'ioi Emítalo an Italia. 

arscí Llloó d'eduoacló política. 

si'i Emlsiie en alemany. 

U'ao. Final de l'emísaló l La In- 
ternacional. 




- 
AHORA 



Tres ¡lustres escritores franceses llegan a Madrid para saludar 
al Gobierno en nombre del Frente Popular francés 




JLos ilustre* escritores franceses It R. Lcnormand, Jruu La joven Elvira Canil Ricnrt, do dk-c... u . 

Caasou y André Malraux a su llegada a Madrid, para salu- A rida fué raptada por un desconocido, que la ultrajó, y que. 1 

dar u nuestro Gobierno en nombre del Frente Popular w desesperada, ha Intentado suicidarse arrojándose desde un 

ira ncéa.— <Fotos Marina y Gonaanhi) _^ ba lcón a la calle. Por fortuna, sólo sufrió lesiones leve» --)- . 



V 






.<*' 



**> 



E-ECO 

DE1935-AN01-NUMERO 

20c 






n n f T n 



■• 



n ii c v a 



LOS "BENEFICIOS DEL BANCO CENTRAL 



Librando al proyecto de constitución 
del "Saneo Central", de la hojarasca ofi- 
cial que lo acompaña, puede establecer- 
le que sus funciones especificas se ba- 
san sobre los siguientes fines: 

a) Hacerse cargo del oro acumulado 
en la Caja de Conversión para cam- 
biarlo con billetes papel, naciona- 
les o extranjeros (Art. 41). y 

b) Redescontar o adquirir a los ban- 
cos particulares documentos de ca- 
rácter comercial (Art. 32). 

Sintéticamente trataremos de fijar el 
alcance de los puntos sobre los que re- 
posa el conjunto de mcdlda6 financieras 
proyectadas por el P. E, v sancionadas 
activa o pasivamente por los denomina- 
dos representantes de la voluntad del 
pueblo de la Nación. 

LAS UTILIDADES DE 
LA CONVERSION 

A pesar de la existencia del Art. 68 es- 
tableciendo que: "hasta tanto no ae dis- 
ponga por ley especial no entrarán en 
vigor las prescripciones del Art. 41". es 
evidente que tal reserva no tiene senti- 
do alguno, puesta que la fundación del 
-aanco Central" se efectúa sobre la ba- 
so de la extracción del oro de la Caja 
de Conversión, y, además, existe dentro 
del fárrago de artículos y reglamentos, 
uns disposición Injertada como al pasar, 
fcque dice: "Autorizase ni P. E. para que 
I momento que crea oportuno euprl- 
■ Caja de Conversión y transfiera al 
ico Central" su activo y pasivo." 
.irt. 40 del "Proyecto de Organización 
[ación de las Creaciones Propues- 
a movilización del 
. existente eñ .- >_àjn de Conversión 
■ u venta a cambio de billetes papel, 
un hecho simultáneo a la creación del 
"Banco Central". 

Quedarla ahora por aclarar la siguien- 
te situación: 

DE ACUERDO A LA ACTUAL LEY 
DE CONVERSION. CADA PESO PAPEL 
TIENE EL DERECHO A PERCIBIR 44 
CENTAVOS ORO, SI SE PRODUJERA 
LA APERTURA DE LA CAJA DE CON- 
VERSION. 

Eato quiere decir que al el P. E. trans- 
firiera al "Banco Central" el oro exis- 
tente en la Caja de Conversión, sin ha- 
ber modificado el tipo de conversión ac- 
tual de 44 centavos oro por cada peso 
papel, el Banco tendría la obligación de 
vender y los poseedores de billetes el 
derecho a canjear, un peso papel por 44 



Suponiendo que el gobierno eetablll- 
nri el contenido del peso papel en 25 
centavos oro, por una ley que Induda- 
blemente ha de solicitar CON CARÁC- 
TER DE URGENCIA, se produce auto- 
máticamente una utilidad aproximada 
equivalente al 50 o/o del oro existente 
en la Caja de Conversión, o sea, de 120 
millones de pesos oro. 

¿Quién se apropia de esa utilidad? 

¿El gobierno? ¿Que derecho tiene el 
gobierno a apropiarse de un valor que 
corresponde a los que están sufriendo la 
dcGvalorlzaclón progresiva del peso pa- 
pel, a loa que viven de un salario cuyo 
valor adquisitivo ha disminuido en un 
30 o/o durante el último año y a Iob que 
producen con pérdida desde hace 5 años, 
siendo arrastrados a la miseria y a la 
liquidación? ¿Qué destino dará el go- 
bierno' a esa utilidad extraída de la ma- 
sa trabajadora? 

Sin duda el gobierno utilizaré esos re- 
cursos para "enjugar" el enorme déficit 
de su Presupuesto burocrático, en refor- 
zar y aumentar los gastos para MAN- 
TENER EL ORDEN EN EL VASTO TE- 
RRITORIO y para anticiparse a resca- 
tar deudas con el exterior, congracián- 
dose con el Imperialismo. 

Se podrá argüir que la estabilización 
del contenido del peso papel en 25 cen- 
tavos oro, no hace más que fijar legal- 
men lo que de hecho existe en la prác- 
tica actual. Pero se olvida que en esta, 



ntnvt 






Pero, como tal hecho Implicarla una 
monstruosidad financiera, ya que, como 
consecuencia del monopolio del oro por 
los principales Estados del mundo, el va- 
lor Internacional del papel moneda no 
tiene relación alguna con la moneda oro, 
es Indudable que antes de operar la 
transferencia del oro al Banco Central 
el P. E, estabilizará a un valor distinto 
el contenido oro de cada peso papel. 

El oro existente en la Caja de Conver- 
sión está destinado, pues, a adquirir una 
representación mayor en pesos papel una 
vez puesto en movimiento a través del 
"Banco Central". ¿Quién, en definitiva, 
resultará beneficiado con tal valoriza- 
ción? SI fuera el gobierno estaríamos en 
presencia de una de las maniobras más 
gigantescas a que nos tienen acostum- 
brados la servidumbre de las olases do- 
minantes del pais con el Imperialismo. 
Veamos por qué. 



suma de 100 millones de pesos oro, ope- 
rando una contracción asfixiante en la 
circulación, que obligará a efectuar nue- 
vas emisiones y redescuentos. Impulsan- 
do el pals a la quiebra monetaria. 

Por su parte, el capital Imperialista 
que ha logrado hacer emigrar sus divi- 
dendos, festejará alborozado las CIEN- 
TÍFICAS MEDIDAS ECONÓMICAS DEL 
GOBIERNO ARGENTINO, pues sin nin- 
gún dolor de cabeza y gracias a la efi- 
ciencia de sus agentes — las clases do- 
minantes del pais — . ha transformado 
papel en oro que en el mercado Inter- 
nacional ha de producirle con el tiempo 
una nueva utilidad, dada la revalorlza- 
clón ficticia a que lo empuja el capital 
internacional para balancear nominal- 
mente las sucesivas emisiones de papel 
moneda. 

La diferencia existente entre el valor 
de la libra y del dólar oro y de la libra 
y del dólar papel, señala la orientación 
del sistema monetario mundial, que, res- 
pondiendo a los Intereses de una clase 
en trance de quebrar, no vacila en recu- 
rrir a toda suerte de maniobras para lo- 
grar el envilecimiento Indirecto de los 
salarios y de las condiciones de vida de 
la masa trabajadora, maniobras que ad- 
quieren mayor intensidad en países se- 
mi-colonlales, dependientes del Imperia- 
lismo, como la Argentina. 

A propósito de la repercusión que este 
aspecto de la maniobra promete para 



PREGUNTA 

— ¿Sabe que los consc-pVetas le han reunido 
para tratar el asunto de Sánchez Sorondo? 
Por supuesto que le han tirado el chico al fondo 
al resolver separarlo del partido. 

El doctor Sánchez Sorondo, a causa de eso, 
ya no lo representa en el Congreso. 

— ¿Ya no lo representa? Me doy cuenta 
y, por supuesto, no me parece mal. 
Pero, dígame usted: ¿a quién representa 
el partido Demócrata Nacional? 

Roque Fort. 



como en todas las MEDIDAS DE DE- 
FENSA del gobierno, se trata por todos 
los medios de salvar la posición de la 
clase gobernante, cuya incapacidad y des- 
pilfarro han conducido a la crisis, y del 
capital monopolista extranjero, median- 
te la explotación y opresión desenfre- 
nada de la masa laboriosa del pais. 

COMO SE BENEFICIA 
EL IMPERIALISMO 

Queda otro aspecto Importante de la 
cuestión por analizar. Se trata de una de 
las medidas máB calamitosas para la vi- 
da de la Nación y constituye el principio 
del fin de su acelerada liquidación eco- 
nómica, política y social. 

Es la siguiente: Estabilizado el conte- 
nido del peso papel en 25 centavos oro, 
los poseedores de billetes papel tendrán 
el derecho de recibir un peso oro por 
cada 4 pesos papel. Esto dará lugar a 
que los capitales extranjeros, que no han 
podido emigrar del pals Imposibilitados 
por el control de cambios, y que, se- 
gún cálculos aproximados, ascendieron 
en el mes de Junio de 1934 a 400 millo- 
nes de pesos, podrán exportar del país la 



nuestro futuro Inmediato, es interesante 
destacar el Art. 39 de la Constitución 
del "Banco Central", que dice asi: "El 
Banco mantendrá en todo momento una 
reserva suficiente para asegurar el va- 
lor del peso, ya sea en oro, DIVISAS O 
CAMBIO EXTRANJERO, equivalente al 
25 o/o como mínimo de sus billetes en 
circulación y obligación a la vista". La 
atribución concedida al "Banco Central" 
de garantizar con DIVISAS O CAMBIO 
EXTRANJERO la circulación monetaria 
del pals significa lisa y llanamente el 
reemplazo de la garantía oro por papel 
moneda extranjero, supeditando su des- 
tino a todas las deevalorlzaciones de la 
moneda Internacional orientada, como 
hemos visto y por razones distintas, a 
una continua depreciación respecto al 

Otra vez no hallamos aquí con el pri- 
vilegio imperialista, con la reagravación 
próxima de la situación nacional, con la 
paralización de sus fuentes de trabajo, 
con la precipitación al hambre de la cla- 
se productora, asalariada y media, con 
la quiebra del comercio de importación 
y con el encarecimiento monstruoso del 
costo de la vida. 



EL REDESCUENTO 

Las condiciones y reglamento! que el 
"Banco Central" Impone a los que pre- 
tendan redescontar o vender sus docu- 
mentos y la amplia intervención que en 
los mismos se reserva, hace pensar que 
sólo recurrirán a él los insolventes que 
ya nada tienen que perder, en cuyas con- 
diciones se encuentran no pocos Bancos 

Ello significa que a través del "Ban- 
co Central" se operará el control poli- 
tico de todo el comercio, Industria y de- 
más actividades dependientes del crédi- 
to, la Intensificación de los favoritismos, 
la obsecuencia a los oficialismos y la li- 
quidación de todos aquellos que tengan 
la audacia de ser deudores y pensar al 
mismo tiempo por su cuenta y riesgo, y 
con qué riesgol 

El aspecto que ofrece el punto funda- 
mental que analizamos, tiene la particu- 
laridad de que su contenido intimo im- 
porta una aparente transacción del impe- 
rialismo con la alta burguesía nacional. 
Por cuanto mientras por un lado el Im- 
perialismo se asegura la extracción del 
oro para el exterior, sin pensar en recu- 
rrir sus bancos al redescuento del "Ban- 
co Central" pues su solvencia y la fal- 
to de confianza en nuevas Inversiones lo 
hace Innecesario, la burguesía nacional 
obtiene a través de sus bancas insolven- 
tes como ellos, el control para esfumar 
mediante un desenfrenado emlslonlsmo 
próximo, toda su montaña de déficits, 
desaciertos, pésimos créditos y quiebra 
legal. 

La circunstancia de que en la actuali- 
dad ninguno de los bancos realmente ex- 
tranjeros recurre al redescuento en la 
Caja de Conversión c<&iflrm¡> la premi- 
sa que planteamos. Sin* embargo ï*^ apaw 
rente transacción del imperialismo con 
nuestra alta burguesía tampoco es cier- 
ta a la larga, pues una vez logrado su 
objeto, que como hemos visto consiste en 
la exportación de nuestra reserva oro y 
su reemplazo parcial por papel, se opon- 
drán enérgicamente a la desvalc-rizactón 
de ia moneda correspondiente a los di- 
videndos de sus Inversiones en el pais. 
Para ello la fundación del Banco Central 
será el Instrumento más terrible que el 
Imperialismo esgrimirá para conquistar 
y reforzar sus posiciones en el Interior 
y no serla pecar de suspicaz si se dedu- 
jera que estamos frente a la subordina- 
ción total de los saldos de soberanía que 
aun nos restan (libre disposición de im- 
puestos internos y aduaneros). 

El desarrollo de los acontecimientos 
será la mejor medida para Juzgar el gra- 
do de responsabilidad de los que activa 
o pasivamente se hayan prestado a la 
consumación de la medida más trascen- 
dental para la vida de la Nación, y dirá 
también sobre el valor de las criticas 
ensayadas en el Parlamento por los "re- 
presentantes del pueblo trabajador", que 
colocados en el trance de dar soluciones 
solo atinan a teorizar posibilidades ca- 
ducas hace más de 20 años, desmorali- 
zando a la masa que en un momento 
ha confiado en ellos, entregándola Inde- 
fensa al imperialismo y a la reacción. 
Frente a tanto caos moral y mental de 
la oposición, se distingue con caracte- 
res netos el procedimiento del P. E. que 
tiene por lo menos el valor de asumir 
responsabilidades, sin enternecerse por 
lamentaciones más o menos histéricas y 
cumpliendo su misión de verdadero go- 
bierno de clase. 

R. MECE 



niicy:» 
revista 




f 



PUBLICACIÓN MENSUAL 

AÑO 1 N.° 4 

M A V O DE 1836 



r 



\ 



Política 

Arte 

Economía 



PRECIOS DE SUSCRIPCIÓN 

a 6 números S 1.10 

a 12 números S S.*0 

ADMINISTRACIÓN EDITORIAL BILL 

152 d* Mayo isa, 5° piso 
Iiiiioi Altai-Rcp. Argentina 




mxytoA % gyrnemJtohiXT& 



Consagración «le Uorai Wessell 

La canción oficial del nacional- socialism" 
alemán es la llamada canción de Worst Wet- 
setl y Horst Wessell es el hiroe nacional del 
nacionalsocialismo, Una acuadrilla airea 
de guerra — justamente la regalada a Hitler 
con moíioo de su cumpleaños — ha sido 
bautizada eon su nombre glorioso: se ¡lama 
ttcuadrilla Hora Wessell. El nombre de 
llorsi Westell está aboca en la glana de la 
consagración nacional -socialista al lado de 
tos nombres de los ases de la guerra con cjur 
te ha bautizado oleas escuadrillas militares 
alemanas. El nacionalsocialismo no hace 
distingos. Horst Wessell también ttiitió \i 
muría heroicamente. Era. indudablemente, 
un muchacho arriesgado y decidido. Sin cier- 
tas condiciones para el riesgo y sin alguna 
decisión es difícil hacer carrera en los me- 
dios en que se motiló Hor.it Wesult: los ba- 
jos fondos de tas ciudades alemanas. Horst 
Wessell, que se distinguió también en la per- 
secución de israelitas mermes y de lraba¡a- 
dores, murió como habia vivida, oscuramen- 
te, en una disputa originada por pago de 
hospedaje en una zahúrda de maleantes. Pe 
ru como era necesaria dignificar su muerte 
se recurrió al difundido recurso: los comu- 
nistas lo habían muerto- Y hace unas dit>¡ 
dos trabajadores comunistas fueron ejecuta 
dos por tal causa en Berlin, Este crimen g 
el bautizo de la escuadrilla militar han sitio 
los dos últimos actos consagratoriot •!. tu 
gloria. Son dignos de ella 

Por la uaclliCHt-ión riel Chaco 

El grupo de intelectuales de Córdoba que 
llenó a cabo la revolución universitaria dtl 
IS, ha lanzado un manifiesto invitando a 
las fuerzas anti-guerreras del pais para le 
realización de un congreso en que se estudia 
un plan de acción destinado a contribuir a 
la pacificación del Chaco. Tal actitud llega 
en buena hora. El cansancio de las tropas 
en lucha es evidente. Los pueblos, además, 
están ya agotados par ¡a guerra. Una mi Mil 
acción de masas en los países limítrofes que 
loare proporcionar ayuda a las masas de los 
países beligerantes y ejercer, por consiguien 
re. alguna prtiión ^ohrr sus gabtt 
,/,' ser más eft'eaw </"•■ '<>• cabi/di 

licor, run habitmeeytf ,'"t\mnn„„\ 

minar con la contienda. El descontento pn. 
palor en Paraguay q Bolivia es ya evidente. 
A pesar de la censura militar las noticias que 
te filtran a través de la frontera son harto 
significativas. Los fusilamientos u las repre- 
siones por motines son frecuentes a los dos 
lados de la linea de fuego así auna tas huel- 
gas y protestas de trabajadores. Se sabe tam- 
bién que ciertas zonas del interior del Pa- 
raguay están prárticamente controladas por 
bandas de soldados levantados en ni<-nt¡-.ne- 
ras. La situación, en una palabra, es favo- 
rable a una acción popular que haga, por 
fin, caer las armas de los que se matan en 
el Chaco en defensa de intereses ajenos. 

El proletariado bajo Hltler 

"El proletariado que Hitler, con motivo 
"de la desocupación ha empezado a otga- 
"nizar de nuevo, ya no es libre. Vive, en 
"parle, no en habitaciones privadas sino en 
"campamentos y en barracas. Ya no es ci- 
"vil, sino militarizado. Ya no tiene que 
"vérselas con un patrón, sino con un supe- 
rior: el inspector de trabajo o el jefe de 
"la fábrica. Ya no tiene horas de asueto, 
"esas horas las pasa encerrado en zonas te- 
"servadas y en funciones prescriptas. Ya no 
"tiene ideología ni ideas propias, sino tegla- 
"mentas de servicio y las consignas de íus 
"superiores. Ya no interviene en política, 
"sino obedece, trabaja y je divierte en tos 
"lugares de diversion oficiales. Y si se rebc- 
"la se convierte en victima del terror. No 
"puede defenderse. Pues forma esa nueVa ra- 
za "infca-htimana" que Hitter ha anuncia- 
"do y ha creado. Eso que H. C. Wells vio. 
"en una de sus utopias, como fantasía es- 
"peettaí — ese ejército de proletarios escla- 
vizados, inferiores, infraterrenalcs, sin ti- 
"bee fad u sin derechos humanos — está te- 
rtuliando el porvenir de la clase trabajado- 
ra alemana. Ese es el programa de Thys- 
"ten, que piensa someter para siempre no 
' sólo a la clase media alemana, Y ese es el 
"resultado del gran plan de Hitter pata la 
"abolición de la desocupación". 

(De "El Plan de Hitler", de Ernesto 
Henry), 

I/,- lamilla en la i liss 

Qué piensan los jóvenes de la URSS 



PANAIT 



I M T It A T I 



Un viejo y sostenido prejuicio admite sólo dos actitudes ¡inte cualquier lom- 
ba recién abierta: la del panegírico o la del silencio respetuoso. 1'eto ¿no vulnero/ 
esta última actitud, en ciertos casos, las obligaciones de lo justicia? I» muerta 
es una fatalidad que no hace excepciones, no un mérito exclusivo. Lu muerte no 
justifica vida alguna ni legitimas innoblczas. Panait Istrati ha muerto cuando 
está fresca todavía, en las hojas heroicas de la prensa revolucionaria, lu linio 
de los artículos en que se desató la indignación provocada pur su ultima BCÜtud 
pública de delator a sueldo do las peores fuerzas de la reacción Itumann. ..Habrá 
que callar ante su muerte sancionando en tul forma el elogio de los enemigo" 
de la clase trabajadora? Que huyo, paz en su tumba, quo sus huesos cansados 
de recorrer los caminos de la infamia descansen ; pero no dejemos de dar i¡ui- 
rra a su nombre ni a las falsedades que echó a rodar por el mando en «tus 
inútiles esfuerzos por contribuir al aplastamiento *i •_ I movimiento obrero. 

Panait Istrati. salido de la miseria, hijo de la miseria, supo cómo es el gus- 
to amargo del pan que se come a la orilla de Ins caminos, lu dése p oración que 
se conoce en la soledad implacable de los calle- ante la puerta cerrada di lo* 
ricos, el dolor de sentirse arrojado al margen de la vida por la sociedad Q.1M 
encumbra al ave preso. Panait Istrati sabia tie qui lado de la barricada está 
la sangre que se vierte pur la justicia. Pero abandono :i sus hermano*, delato 
a sus viejos compañeros y traicionó la hermosa causa de los oprimidos poi "" 
mendrugo infame: el que le arrojó el fascismo que linee gemir n su patria. Pa- 
nait Istrati — fascista, incitador al pogrom y a la persa ución dei piadada de 
los trabajadores e intelectuales revolucionarios, delator publico de sus antiguo* 
cantaradas — no era un hombre honrado, era un provocador a sueldo que co- 
braba ciento cincuenta mil francos por una docena de artículos en un diario 
fascista y el desenfadado usufructuario de una concesión oficial de surtidor* di 
ñafia en toda una zona de Rumania. ¿Qué epitafio puede ponerse sobre su 

tumba si no es el de la execración de todos lus hombres en que alienta I 

nor simpatía por la Justicia > el menor scntimienlo de la dignidad humana? Su 
nombre está ya marcado al rojo con el estigma de ia infamia. Hay tiue borrai 
hasta la memoria de su literatura mercenaria y echar sal sobre mi tumba pora 
\ sobre ella las inocentes hierbas de lu tierra. 

CORDOVA ITURBURU. 



otfrcu del problema de la familia' /Como 
r templan los jóvenes del Komsomol el 
acobítma de la conciliación de luí deberes 
iociulcí con sus deseo: aspirad 

miento* Oí» ■■■ refieren ai ■• • •• '» '*">'- 

/,,.. o los hijea» En "El om-r wn libertad 
aclaró ComtteVsfti. hace ua anos, el austero 
y humanísimo concepto con que los jóve- 
nes comunistas contemplaban el problema 
del amor frente a los excesos de un mal en- 
tendido criterio revolucionario que conducía, 
sin duda alguna, a un libertinaje incompa- 
tible con tas responsabilidades de un pue ■ 
bin y de una generación que luchan por la 
salvación del mundo. 

El órgano de las juventudes de ta URSS 
— la Kamsomolskaia Pravda — ha reali- 
zado, con el mismo fin indagatorio, una 
encuesta entre los jóvenes. Durante un mes 
M han publicado en tus páginas contestacio- 
nes de ¡avenes trabajadores de ambos sexos 
de todos tos rincones del vasto tet ti torio de 
las repúblicas socialistas. Un análisis circuns- 
tanciado de esas respuestas llevaría mucho 
tiempo y espacio. Quede para otra oporl- 
nidad. Pero Jqui conclusiones generales es 
necesaria deducir de la ilustrativa encuesta.' 
El espíritu que anima esas contestaciones, 
esas confesiones en muchas casos, es unáni- 
me. Su sentido único V clatisimo. Los jó- 
venes del país en que se estructura la nueva 
saciedad sienten que el cumplimiento de sus 
deberes sociales heroicos y pesados na los 
relevan de sus obligaciones de cónyuges y de 
padres. No comprendo a aquellos — cicrt- 
be uno de estos jóvenes — para quienes 11 
familia ti algo desdeñable. Sé un trabaja- 
dor consagrado a tu tarca, un buen organi- 
zador. Pero no te limites a «o. Ero res- 
ponsable de tu familia ante la sociedad en- 
tera. 

Terror Blanco 

No pasa día sin que el cable transoceáni- 
ca deje de trasmitir la noticio de una nue- 
va condena en las cautas que se siguen por 
ti levantamiento de Octubre. La promesa del 
gobierno de castigar a los rtbtldtl con ener- 
gía pero con justicia se está cumpliendo tt¡ 
forma que hace pensar que ta justicia rs un 
monstruo pura cuya sed toda sangre es poca. 
I,i iuttUia de ta República Etpañola, que 
lue lan blanda, benévola o conciliadora pa- 
ra el general Sanjurpo y sus otiitócrotat sub- 
.., idos, tiene la mana más dura ..■/•. >-i que 
se trata de los traboiadoret que atp<taban a 
instaurar en España un régimen social más 
humano. A los fusilamientos de la cruel le- 
galidad reaccionaria hay que agregar mu- 
chos otros aiesmatoi. los tealizado* en el 



'-"" >■ 'i lo h«i líen 

.II, -Fi I - fr.u . 

o la p| 
■ 

ttuaii ■ ■'■■'■ n alidada m 

gante de impecable estilo, cuya fíi 
.impone, solamente, cuando m la " 

rant» Rw,ui cuatro tiradores ponen fin a la 

ÍUt m l ¡da ii'. III! ,i, ni ,,..,. 

i ■ ■ qui hacen fortuna en nuestro mai 
do— a a la de un saboteada qui intmai 
frenar con mttqwnai maniabn 
cha de ese puebla heroica hacia su emana- 

¡Viva la patria! 

fll arito de ¡Viva ta Patrial una banda 
di fascista» u legionarios agredió hace Ua 

par de meses en Santa fe. obedeciendo ór- 
denes de Buenos Aires, a una inerme y des- 
prevenida manifestación de trabajadotí ■ I 

priur de lo sorpresivo del altVOtO ataque ¡04 

agresores no quedaron enterament 

rijo [ no '•'■ ellos iuri,.> aunque no n¡> com- 
pensa, ni remotamente .la nuble vida del 
trabajador cuya muerte hoy que lamentar. 
Pero no es el hetho bárbara en si, ni el 
tjemplat recibimiento que h- dieroi ;■ rro 
bajadores, ni la repulsa popular del atenta- 
do lo que nos interesa tubeayat en este caso. 
Lo one quiremoi subrayar, tobre la que 
nos importa llamar la atención pública, et 

:,.bte el grito de ¡VIVA LA I'M RJ U tKU 

itrw dt bandera a tales desmanee, fienm 
algún derecho a enarl 

Si la Patria es d privilegia inatacable de 
una j ■ '.ii opulencia a costa del aplas- 
tamiento de lu-, masa de trabaja 

entrega del pais a la rapacidad di fo tupi- 

¡alistas extranjeros, entonces eius leñotei 
pueden atitat lo que gritan porque no m 
otra cosa lt> qui defienden ni "ira cosa lo 
que ' embalen lot trabajador! i urganizados. 

Pero il la Patria tt la comunidad tic intérê- 
ts u de upiraniat de lot que en et paît ira- 
bajan '• la voluntad de libertar al pais de la 
explotación de que la haien ulttima foi 
grandes terratenientes ociosos U (01 if»pf- 
rtatitmas extranjeros, entonces esos señores 
no tienen el menor detecho a gritar ¡Viva 
l.i Patria Deben sacarse la carero y enarbo- 
lar a gritos l ' líjfiMS de su 
|Víi i ■! ■ ipitsliimo! ¡Viva la *x- 

plotai time de las clase* irabsjldorail 

[Vira la entrega de las riqueza) 

a los impcnaliimos extranjero-.: |V¡V1 ti 

privilegio de una minoría raplJ 

tobn di i de i 



» a rc fill a 



EL ESTILO EN LA UNION SOVIÉTICA 




iiiti: i política 

bill r ■'" ■' '" 

i. luir no 

,:!■ hrr II ■ IN liolilil 

— — ■■ p< ■ 

■**«fcflO, content* <juo "'■' 
camamila Khn-n ■ no «-in wt <■«•" 

, |,.,. i , , i ,,i. i i ' 

j,.liv I I I 

. h "nui ( '■ B»l Uaim '■ un i « 

,,i,.„i. , . m. i,, in i i.. ru"!" la '■!" 

ni,,,, de ■ '"' ' omi omnia ■ iclde 

eon tu di i - 1 ' 1 ' "" " ''"'" 

Kllll( lin,,,-.!!,. . el !'■ lo ■ l»ur 

,,,,, ., ■ . ,i,- la i n! 'i di I r " 

, i.nih n.. i', di i i" 'I'- liacnlao I'll No- 

,,,,,. ht» i- i.iiin.i ■ ■ . ■ ■ Ji »! j - -i 

!,„,.,', |o m , no, .¡, . Ian Hilen ' ■■■ ■ 

"■ "' 

i. i panloloni di huit i l* 

\,¡m , ,, iiuclgn ■■ i uandc hablaban de la 
lucha empleab m pal il " ■■ tuertea. Knul 
Qgmi mi conoi [a otrai palab n , |i uan 
to mi cli ■ li ' ' P ron 

i,i ., hablarni d '" " ,;1S «'el C4u- 

caí a, .i. lo pino ill lo lo - di lo 

ndldo df otrai mil 
,,.... . filo i, -,,. 1 1., p< llllra k n pus 

naba Peí ■ ' Knut llam»uii 

■ u ■ ci h omi In plu- 
ma paro i w rlbii palab o obi ■ "■'' 

li torio m" para firmar im 

. II iv lO .. \ '""'' |M ''' 

i oT ¿Quin "m ee 

i. cía di i ilitoriai tie ■■ 

loi . n ii nig ■ '' h ' ' l "" "'"' '' ; 

l'.,i- l,i ,,iii- i , ]„ | l.i .■ m ■ . ■■'"■' 

bk li nofiacl le In 

i., un,.., . i miblir política 



FORMA » FONDO 

He imiiu in libertad de pi olonnai i 

,.. , i, ,ii.. : .i .i nunc lo ¡i la i" 1 ■ 

m. i , también nna loi ma, pi ro ■■ una 
(«nu» mediocre, una palabi n trivial 
m ,¡.- hace mucho tli mpo ptltícia de 

su asiidr?» original; M '""• MOjei paro 

■ tiene palabi 



i la quo no M pu m B 






lutta s quo yi no hace aufrlr. renemoi 

pen I i- m •■■<■ - ■'•■ hablan de "-< 

na . ¿g obreros, de choque, di b li Ion 

i ■ poi ma ■ i íxtraoi 

ÓjnariamcnU a lai vit [ai ronuuu i o 
Ihv "loa "ii ni ■ roa" i la 'i irii 

■ii. ni. ' i i ■■■■ llenan 

lino m. di liño ■ no ae puede bordai un 

ib i mi ■ tabaquoi a de perilla». 

,,i v 1 "! ■' obre corn di laca otdadoi 

lo 

(i im d ■"■■ I 

■ -i tai ami La '■" i"" 1 1 



<li' lu novela clínica que describía el 
drama de la nobleza. 

\¡< ■ ... ,i. le- que niegan el lirismo 
puro, el canto ) lus flores. t reo, por >-l 

m", mu debemos aervirnon de 01 

, .m,., .li- m. ..i mo . ici i- ni. . La vida del 
liunibrv II.- m «onaiao ulegria laiiUi no- 
nui Irlatesa. ICI tirnleinrimlu ««■ rnrii|uo- 
■ ■■ i enriquece n la Humanidad, «in ra- 

-ini por ello .t I¡i^ bcllaa emoción** 

que «({iiariiii ii los hombrea de fpocui 
8 nli i ion -. il hecho de que Pa itcrnah 
componga poemas ■■" la Unión Sovié- 
tica, • un hecho fortuito. La deca* 

tiendo de lu poesía en el mundo l>ur- 
UUÍS n» >:- fortuita lampoco. Tenemos 
. i durai ho de decir a loa fa ici 
i mamo los lonidos, loa trino . 

. Ti ue grande i poel ■ 

i,,, |,..i haberlos panado a la lotería, si- 
,,,. porqui mi r Vds. in nttnó Fern e 
mortal para la poesía". Sin temor a caer 
,n el ridiculo, pndemos enoruulltcerno!* 

,i «Iros parquea de flores, del "" 

¡Jo nuestros nifios. Los coches Ford y 
i, mti aovi£ticon -i- parecen ) "i 
e-moargo bu aignificación no es la mla- 
tna, porque está en función directa de 
l,i- que Unan el volante. Entre nos- 
otros cada nuevo auto es una nuevo pa- 
■u hacia el bienestar, mientras que >» 
i,, puise burgueses ese coche aumenta 
lu superproducción, el caos, lu ruma. 

I un ¡¡imple flor de los campos, puede 
cambiar de naturaleza según crezca de 
uno "i Otro lado de la frontera. 

IIím:iiIii o menudo con tos pintores pa 
rislensos, que consideran el tema en pin- 
tura como un ii-"" de mal gusto y de 
Lili i il, cultura. Vn les contesto que ti 

I I - 1 . i m i», impidió para nada a loa gran- 
dea pintores del "tteeento", ni a Coya. 
iiiiii.uk i, Mnii.i o Courbet, crear obras 
geniales de pintura. l"-l formalismo en 

,,i,i un enceguccimiento del ■. ■ poi 
el proceso mismo de -u trabajo o bien 

m..' i. ¡Muela poca hábil di nabi 1 1 ■ 

.i, .i.n.ii.i- sin embargo^ hay que ■ 

feaar i>u>- Ib interpretación de I» pin- 
lleva a ub- 

,n,i,, Los maestros holandeses del si- 
glo KVII gustaban pintar manzanas. 
pero i ti anne pintaba tan bli 
nai lio qui descubrí] como pintaban 
.i un «m fruto esoa pintores tan dlfe- 

. , ni. HI MCiOÏOg qu 

«ir los gusti . létii o di li ■ orne - 

i.. I ,,, i- ,i, : ... ,,,,, . ,1 
¡Sola, im podría contentarse '-<m el os* 



I L Y A 



o "'el tema", tendría que 
"manera" pictórica. 
David estaba estrechamente vincula- 
do a lus jacobinos. Hizo un retrato de 
Marat ;. Habría llegado a ser el pintor de 
la Revolución Francesa si su Marat hubie- 
ra sido pintado en la manera convencio- 
ti;il i preciosista de Greuze o de Bou- 
cher? David había traído a la pintura 
una nueva "manera": la lógica, la ari- 
dez, la preponderancia de la línea sobre 
el color, todos esos elementos tan carac- 
terfstlcos de la filosofía del Tercer Es- 
iiiilu .ii la época de su desencadena- 
miento luvetll. 

CL HAL OP8TO 

.Mu, luis entre nosotros creen one la 
pinttm no es más que fotografía en 
coló \ntes de la Revolución se po- 

día leer en los diarios anuncios como 
éste: "Mándenos su fotografía acompa- 
ñado de 1res rublos y recibirá su retra- 
in, con parecido garantido, pintado con 
loa mejores colorea al óleo". Eso venía 
muy bien para los vendedores de Toima 
d de Eletx, pero sería una degradación 

l,i -i a les hombres de nuestros 

dial i "I» la vida de un obrero de cho- 
rine, .le un oficial rojo, o del secretario 
de .Milité del Partido, es una epo- 
peya Henil de fantasía, de esfuerzo cea- 
,{,,, , i... atrevo a decirlo, de inspira- 
ción, rpor qué, pues, nuestros pintores, 
al acercarse a esos hombres eUraordi- 
naric . no llegan a menudo n realizar 
sino migares cromos? 

En I" Sección de Arte Decorativo del 
Mostorg (Grandes Almacenes del Esta- 
do) ( ■ i roneo cuidadosamente el gus- 
to del obrero, exhibiendo ante él bu- 
hos, BBlitos. y otras chucherías que cs- 

tarfai ¡or en la cómoda de la tía de 

i.,, i, til .. en la oficina de Dnldur von 
Sehiihielí, el jí-fe de las juventudes 
bitli rist.i- En medio de esos ornamen- 
tos "artísticos", es imposible pensar en 
I, i ibajos del Subterráneo de Moscú, 
I, , i i,, telegramas sobre Thaelman, 
v- n . en la mujer amada, estudiar o 
desdo <le tules objetos sólo se 
puede (ornar el le. tarareando la can- 

,¡ !.■ . . i . . . I .i. indo, . i 1. . un- til <■. 

,,„ la mejor manera de obtener una or- 
lid'a ,n un balneario del Caucase con 
facilidades de pago. 

Hoy también cosas lamentables en 
nuestra arquitectura. Hemos comenzado 
por lo que entre nosotros se llaman "los 
cubo;/', el estilo industrial que nos llego 
le América j que empleábamos en su 
..,, , m Ferina eiii-iniil o eu la variante 

i) ada ile Le Corhuaier. Ese estilo 

conviene a las fábricas o a las adminis- 
traciones, pero la mirada del obrero exi- 
ge liara In casa -habitación un aspecto 
má- individual, más íntimo, mas ale- 
gre. No bay ene olvidar tampoco que 
cuanto más un objeto carece de adornos, 
más se deja ver la naturaleza dí .sus 
materiales. Al cabo de dos o tres años 
nuestros cubos se vuelven feos como 
cuerpos de mujeres viejas. Temamos el 
derecho de esperar que nuestros arqui- 
tectos, aunque tomando como punto de 
partida el estilo contemporáneo, se es- 
forzaran por ir más lejos, construyendo, 
en lugar de casns-pro¡;rüma, CSSOS en 
que se pudiera habitar. Pero nuestros 
arquitectos han elegido la linea de me- 
ii. r resistencia y han realizado sólo una 
especie de retrato ecléctico: la nariz de 
López, la boca de (¡arcía. las orejas de 
Garibaldi, algunas columnas en falso 
estilo clásico, un poco de Imperio, una 
pizca de barroco y el todo ricamente 
sazonado con el lujo de la vieja Moscú 
comerciante. ¿Es ese el estilo arqui- 
tectónico de la nueva y victoriosa cla- 
se? Eso recuerda más bien los pabe- 
llones de una Exposición Internacional. 
<> todavía mejor, las avenidas de Uar- 
retona, donde los señores enriquecidos 
culi los suministros de guerra se lucie- 
ron construir villas oue muestran uno 
mezcla de todos los estilos. I'no de ellos, 
un tal González, me declaró exaetam?n- 
i, esto: "Tengo bastante dinero como 
pan i." contentarme can un adío ■ "^ 
He dado orden a mi nrquiteclo de entre- 
mezclar los estilos morisco, gótico y mo- 
,l.iii.. | i" Heve mi nr.mïire: el es- 
tilo "Gon ■ ' 
En estos momentos se está por cons- 



truir en Moscú un casa pars composi- 
tores de música que tendrá la forma de 
una lira. Como no recordar con tal mo- 
tivo el verso de Nadsu, poeta cuyo des- 
precio por la palabra ha llegado a ser 
proverbial: "El arpa está rota, pero el 
acorde solloza todavía". Por desgracia 
talen "acordes" se hacen aquí en piedra 
y continuarán "sollozando" por !o menos 
durante unas decenas de años. 



i:\ m s* * m: l'N 

F ST i LO NUEVO 

He visto el Acrópolis y al visitarlo, 
me sentía feliz pensando que el tiempo 
nos había conservado esa alegría. Sin 
.-mii.il-:-". no sé si debo reír o llorar cuan- 
do leo en los diarios que se proyecta 
dotar, al Taller de Altos Hornos de Kra- 
matorsB de un portal al gusto antiguo, 
y de columnas rigurosamente dóricas. 
Proyectos como éste ocultan tan profun- 
do desprecio para la Historia del Arte 
como para el trabajo de la fundición. Se 
conservan en uno de las museos pari- 
sienses los primeros modelos de auto- 
móviles construidos a fines del siglo 
pasado. Más de un especialista había 
tratado entonces de dar alguna elegan- 
cia a aquella máquina monstruosa. Se 
puede ver allí un auto en forma de hi- 
lera incrustada de oro. Otro en forma 
de cisne alado a un cabriolet. Esos mons- 
truos nos hacen reír hoy día; sabemos 
que el modelo de 1934 es hermoso, que 
su forma bien diseñada está estrecha- 
mente ligada a su destino. Hay inven- 
tos c inventos. No se puede inventar ya 
un telar en forma de vieja rueca ni 
construir casas para el proletariado vic- 
torioso sobre el modelo de los hoteles 
particulares del ricacho Kiabauchinstey. 



Fui 



lia 



toda 



.u, str. 



R E M B U R G 



la atención de todo el mundo. En 
todas partes, en Hollywood como en Join- 
ville o en Bahelshcrg. se habló del "es- 
tilo soviético". "Potcmldn" dio una in- 
olvidable vuelta al mundo, ganándonos 
la simpatía de millones de obreros y 
centenal- 1 - de poetas. Goebbels dio prue- 
ban de una eran ín¡;.iiu'(Uid pidiendo ■ 
los "productores" nazis .jue crearan un 
"l'olemkiti" liitterisl»; no kc diln- «i- 
ji¡r ciintos y dánicas nupciales a la gen- 
ie que sigue un entierro. Pero mientras 
Goebbels aconsejaba a los suyos que co- 
piasen nuestro estilo, no faltaron entre 
nosotros algunos cineastas generosos que 
aconsejaran a nuestros directores de 
escena copiaran los films burgueses 
franceses o americanos. Es cierto que la 
técniea americana está muy adelantada: 
pero im se puede imitar una forma en 
su integridad porque eso conduce a la 
m tac ion del fondo. 



FOR I \ MI Id 
ADELANTE 

Nuestro estilo soviético existe. Es ne- 
cesario tan sólo librarlo del naturalis- 
mo aburridor. de la tontería du los "ga- 
titos", y de las novelas scnl ¡mentales, 
de lus fotografías coloreadas, de esc es- 
píritu burgués que se complace con cual- 
quier migaja, que hace del saborear una 
filosofía y del derecho al reposo el de- 
recho a vegetar. La intuición artística 
de nuestra juventud obr,era es tan ex- 
traordinaria, que me atrevo a afirmar 
que los obreros de la Usina de Cojine- 
tes a Munición conocen más de poesía, 
pintura o films que los refinados estu- 
diantes <)e Oxford. Pué esa juventud la 
que, desde la Galería del Congreso de 
Escritores soviéticos, aplaudía el nom- 
l.ie magnifico de Vladimir Maiakovsky. 
Elate nombre que retumbaba en la sala, 
recordaba una vez más a los escritores 
que la obra creadora debe ser un salto 
adelante y no un simple patinar en el 
mismo lugar, por más bien que se ha- 
ga. Es la primera vez que nuestros jÓ- 
renes pintores alcanzan la madurez pic- 
tórica de los maestros franceses alián- 
dola con In frescura de su visión y con 
el soplo renovador. No nos faltan tam- 
poco arquitectos que, a pesar de todas 
las dificultades, busquen nuevos cami- 
ní- . I n Mejerhold. oue con cabellos 
blancos, continúa infatigable sus bellas 
liusi|iii das, únicas, complejas. Nuestro 
cine no es solamente alguna cancioncita 
il ni /una ¡iniv celada sobre la pantalla, 
sino que es Inmliién Eisen.vtein, Dovjen- 
ko. Vcrlov. Hemos creado una pléyade 



í 



" 



La Guerra de Campesinos en Alemania 



u u r v a 



I- c v i • t ¡1 



Solo en función del presente nos acer- 
camos a la comprensión del pasado. Só- 
lo sintiéndonos participes en las luchas 
de clases de nuestros días daremos con 
el hilo conductor que nos permita aden- 
trarnos en la historia para extraer de- 
ella algo más que una fastidiosa erudi- 
ción de archivo. Engels escribió sobre 
las sublevaciones campesinas de 1476- 
1526 a ta luz de la recién fracasada revo- 
lución alemana del 48. Eso explica el 
interés de su ensayo. Eso explica, tam- 
bién, lo superficial y lo anodino de las 
historias concebidas por profesores bur- 
gueses que pretenden, so color de una 
falsa "objetividad", situarse " au dessus 
de la mêlée", cernirse "por encima de 
las clases y de sus Intereses". 

Asi, para una comprensión de la Re- 
forma luterana que ahonde algo más allá 
de los textos de la Vulgata. hemos de te- 
ner presente que "el dogma de la Iglesia 
era al mismo tiempo axioma político y 
tos textos sagrados tenían fuerza de ley 
en todos los tribunales . . Esta supre- 
macía de la teología en todas las ramas 
de la actividad Intelectual es debida a 
la posición singular de la Iglesia como 
símbolo y sanción del orden feudal. Es 
evidente que todo ataque general contra 
el feudalismo debia primeramente diri- 
girse contra la Iglesia y que todas las 
doctrinas revolucionarias sociales y po- 
líticas debían ser, en primer lugar, herí- 
alas teológicas. Para poder tocar el orden 
social existente habla que despojarlo de 



Une. 






Serla Ingenuo 


reducir 


las guerras de 


la Reforma a 


una veh 


¡mente 


disputa 


teológica; es n 


enester 


desent 


añar el 


sentido clasista 


de esas 


luchas 


Impost- 



sos capítulos que Engels dedl 
ludio de las clases sociales en la Ate 
mania feudal en descomposición: la pe 
quena nobleza en decadencia, los prln 
cipes que han de apoyar la Reforma er 
cuanto signifique la posibilidad de apro 
piarse tos bienes de la Iglesia Romana 
la burguesía naciente que exige una Igle 
sia barata con la desaparición del lujo 
parasitario de los eclesiásticos y que por 
ello ha de dar combatientes a Lulero: 
finalmente, los campesinos cruelmente 
sometidos e Implacablemente explotados 
por los diversos sectores de la clase do- 
minante que en unión de los "plebeyos" 
de las ciudades se agruparán alrededor 
de ta figura admirable de Tomás Mlin- 
zer, PARA QUIEN EL "REINO DE 
DIOS" NO SIGNIFICABA OTRA COSA 
QUE UNA SOCIEDAO SIN CLASES. 
SIN PROPIEDAD PRIVADA Y SIN PO 
DER ESTATAL INDEPENDIENTE V 
AJENO A LOS MIEMBROS DE LA SO 
CIEDAD. (Pág. 43). 

Engels explica el fracaso de las re- 
voluciones campesinas ahogadas en san 
qre, en primer término por la falta de 
una conciencia solidarla que llegara mas 
allá de las fronteras de cada uno de los 
innúmeros feudos en que se dividía la 
Alemania del siglo XVI. asi como en la 
debilidad del naciente proletariado. Hoy. 
como al día siguiente del fracaso de 
1848, podemos confiar en que "también 
el pueblo alemán tiene su tradición rr 
volucionaria" y hoy como entonces po- 
demos asegurar que la emancipación de 
los trabajadores del campo Sólo poü'á 
hacerse en fraternal colaboración con 
el proletariado. A. 




Va está en la red. La comeré plisada 
y haré una salsa jrrnta al paladar 
con cincuenta millones de granudas, 
cañones y metralles a patada i 
y sangre humana para acompañar. 



de jóvenes escritores que apoderándose 
de ese género inferior que es el repor- 
taje, lo han elevado a la altura de la 
novela. 

No exageremos pues la importancia 
de la trivialidad: como una sombra, se 
arrastra siempre tras del crecer y del 
enriquecerse, l'ero tampoco hay que dis- 
minuirla. Declaremos a los "gatitos", a 
los "buhos", enemigos de la Revolución, 
como antes lo hicimos con la pulga ti- 
foidea... Luchemos contra los pintores 
que trabajan "a-!o-que-salga" y contra 
los poetas de "Café-concierto", como lu- 
chamos contra la mala hierba. Al cons- 
truir nuestras ciudades, no olvidemos 



que no las hacemos sólo paro nosolrui, 
> inc la m bien para nuestros hijii--. Les 
dejaremos una hermosa Historia que les 
dirá como los hombres hicieron de un 
país pobre e ignorante una sociedad 
nueva. . . Que esta Historia no esté 
■luí Irada por monumentos d - mármol, 
de piedra n de cemento armado que ha- 
gan que nuestros hijos se pregunten en- 
mo 1rs contemporáneos de P1 Tu. de 
los constructores del Magnitogorsk, y de 
los héroes del "Cheliuskin" pedieron 
admira- las míseras tonterías del des- 
mo onado mund del dir • de la f si- 
dad y de la maldita vanidad. 

Tradnjei, n ,\. y B. 




PRIMERO DE MAYO 

Llega este aña el l'rimero de Mayo cuando lo 
del mundo entero preparan una horrible m aci ¡ntr li i"" 

bias, Pera lli ge también cuando I".-, pueblos ve da día m 

que l;i clase obrera es su verdadero j c ;cuente dirigen! 

luche contra toda forma de explotación : oí re ion, en In lu» ha 

contra el fascismo y la guerra, grandes cal idad* del capital! 

i 101 ü lo, 

Ciento veinte mil i ¡da¡ con umida ■ n el i !hw o, o I ' 

cipo de la carnic ría que los capitalistas preparan tras la p 

pactos, arm lo: ■ ha ta la dienl 

i ras pron ¡ian hipó ritas di :ui . o ■ pacifistas. Mili - ; 

sociales castigado! s torturados por luchar contra ■ 

fascia j i I mejoramiento tie la situación di i 

de loa campe ¡no: j de las m , indican que lo 

talista quieren ahogai en sangre todo descontento para ten 
mimos Libret j arrojar a loa pueblos a la masacre. 

Únicamente la cía ■■■ obn ra -< la cabeza de lo 
iprimidos, de los descontento: . lo , pi 

[ogr ni. .- por el régimen capitals ita 

i- 1 imp dii la riii-ii-i y di i >m i ■ \ fa ' i mn I 

. i., 1N1 . lad e) maní tnimiento rie lae eonqul 

i fe continuai Fon del camino emprendido hacía el d nii 

naturaleza y del proceso consciente de la historia, Los capi 
conducen a la humanidad hacia la negación de lo mejoi d u <o 
süiin, hacia la barbarie. La clase obrera, reivindicando pai 
mejor dr ese pasado, abre perspectivas insospechables al desenvol 
cimiento humano. 

Pero la clase obrera dividida no puede hacei frente i la ■■•■> 
ves responsabilidades que plantea el momento histórico, La uni- 
dad de la ríase obrera es el problema central del cual dependí no 
solamente su propio porvenir, sino también el de todo 

sectores de la población laboriosa, abocados hoj i 

que los capitalistas quieren conducir por el caminí- del ¡ ■ 
de la guerra, Las cuestiones mas urgentes que afectar a la 
obrera y al pueblo •■!! bu conjunto, las condiciones de vid 

vez miserables de los trabajadores ■ la entrega i 

país al capital extranjero por los capitalista 

tinos, demandan como necesidad impostergable la unidad de acción 
de la clase obrera por encima de sus divisiones ideológica ) poli 
tica Se trata de pesar concienzudamente qué e más imporl 

si sacrificar el porvenir de ia propia cía i v .1 todo el iblo a I" 

intereses particulares de una ideología y a la posición cómoda de 

algunos dirigentes, <> volcaí ie« I:i " raas en el gran fren 

ie popular qm- retorcerá el cuello at fascismo y se opondrá conn. 
on dique Invencible a la prepara le la guerra. 

Este Primero de Mayo BOlo en la Uni' /iétíca 6 c emO 

rara cmi la movilización de millones de con truccon i trim 

del socialismo. P< ro en lo pal le i capital! ita i, i"- ; nt« accione ■ d< 

masas m ñalarán su voluntad de unidad y de lucha. Será e e la me 

¡or respuesta i 1 1 pro" ocaci ■ de i ■ ri 

arriba lus dirigí i I ■■■ ;| distas. La unidad de la c'ttse obrera ■!■ 
cada pais, por la coal debemos luchar con todas nuestras fuerza-s, 
ei la condición necesaria para la unidad de la clase obrera en el 

mundo entero, la condición necesaria para el aplastamiento del Cfl 

pitaltsmo y la Instauración de una sociedad donde toda forma d<- 

opresión v explotación baya sido eliminada. 

NUEVA REVISTA llama a tod 
ocupar un puesto en el gran frenle popular para la il I'M ,i il. li 

libertades democráticas y la situación de la c del 

blo en general, pai a la lucha conl ra el fa ci i la gu n ■ 

responsabilidad les Incumbe a todos ellos en e tos momentos de 
i i.. . . ■ i.. .m abilidad que no admite alternativa: o con la bar- 
barie capitalista 'lue es la ncRación de la herencia cultural de la 
humanidad, o con la clase ubrera, que siguiendo el camino señalado 
por lus mas geniales pensadores^ rescata ese 'egado de mam 

aquellos para quienes ya es sólo una cosa muerta. 



n il r i a r c t I « t • 



ii «i « i i 



EL HAIDUK DE LA SLGURANZA Un Triunfador frenfe a la Crisis -Teatro ruso 



■ 
■ 

. ade- 

■ 

■ 
■ 

10 en ei 
otro la- 

■ hate* de 

.,, lo 

«■auna 

■ 

i" " 
poco, nu nuevo 

.iikI.'i ;i ii ;inllt''irjs Cfi- 

icha. 

■ niega 

[Je olidaí Itlatl humana que 

i onaje. 

6 en la vida como un 

i|,ln tnilo |>or In ii 

Kador, merca- 

mbulante, nau- 

. i i hnirr vacio y BU 

ite li'A/.ur, Lo 

mIvA Romain Rolland, quien se Interesó por 

. ,.¡ i y\ ..im. i que Ir había 

io me 

obre diablo de autor 

.. ■ un Idio, yacía en mi hos- 

<^ 

i Panait IatraÜ 

r.-l»ttji, lumí- 

¡i. 'i" m i !■■' etapas. 

i ,,,„.. i,, Ildad, lo fama, cu i la B«° 

.m. nlmemonti , li lea ii^moloRa 

,0 juicio da Rom iln Rolland obre 1 1 talante 

i iludí n mtc popular, lleno de 

relieve i ubldo i n colores, del lurmntablc 

rottoi cuyo delirado bra os habían 

,i,- carj ido buque en Brails y que nborda» 

faglesea pa- 

irl< la fotos i 

., , on nue ¡ i a mitad de la humanl 

,i ,.i. iludí ■ i "'"tante 

I ■ . aliente. En 

.. copo . a actitud te al robierno 

i mu t icrador de obrero i s de intelec- 

tuali . rronte al I r bla ■ ano ojie 

.■i ob ■ por todo ■ lo i me 

dio . i" i rol nai lo i hombrea libros, 

frente a lo langulnorla Siguransai fu 
equlvch o. Y ai 

,-, .. ■ • alante Morare ■ 

monati no que lableaba ; " to B 

,. ,i, 

btarto une parte de sui Bádlcaí Ignominias, 
.■n un bello grito d< c61ta b 

.. publicó una abundanl 
.1.' libro nut ni 
qui hnbtan u i ítado Ib rm 
populai le bu pri- 

mera obra. El declina) 

rttoi i 'i ' ; ' elioaí i 

En 61, el hombre ha termina- 
do poi ii Ii i 

■ 
■ 

COÜR. 

He conocido a Panail [strati an Ml 

anconi fado on I RSS, donde, an pactlcuJar, 

i '. 1 1 1 1. ■ ts Abc ■ 

tona Re- 




Il 1. Ut I II \ It 1 1 i s > I . 



Pero en esa época, me desconcertaba al- 
k-iin tanto (y no a mi solo). Aparecía infa- 
tuado de su mérito, con una pretensión enor- 
me y pontificante. |A<JUS e había 
dado el aobrenonmbre de Gorki rumano se 
sentía humillado por c&c paifuinón! Odiaba 
porque nadie lo llnmiibii el l'annit Is- 

trati ruso y porque ganaba mí 

él, i as violentas diatribas de rstrati contra 

i'l iiutor de La Madre transunlukín el más 
puro espíritu de envidia y celos. 

A la gran sorpresa de cuantos lo frecuen- 
taban entonces, Panait Istrati do hablaba 
sino de SÍ mismo y de cuestiones de dinero. 
BJ rescatado del hambre soñaba sólo con 
gozar de la vida, y estimaba que todo le era 
debido. Me pidió repetidas veces intercediera 
en su favor para obtener ventajas materia- 
les. Las apreciad ditlrambicas sobre la 

URSS que 61 me escribió y que la Humanité 
publicó en parte — su solemne y pomposa 
al ación a sus futuros ejecutores testa- 
mentarios, de enterrarlo en tierra SOvlétiCAí 
>■ todas las protestas de amor violenta e in- 
deleble con que [bramó a la URSS — , todo 
eso (sobre ii> cual insistiré, si Be me obliga, 
poniendo loa puntes -obre las tea), no era, 
dinamos la odiosa palabra precisa, sino pu- 
ro regateo. Pronto h advirtió por sus actos, 
y. por lo demás, lo confesó crudamente a un 
camarade cuyo testimonio no pongo en du- 
maa gentiles con él en 
,ii actitud hubiese sido muy distinta. 

Lo cierto ea que, para castigar al Estado 

■ por no haber seguido sine die hacién- 
dole una existencia de rey, firmó dot 

;■ tros, en los que ae rw 

ion de calumnias que existen 
en toda 

¿Y luego? Volvió a Rumania, d i' 1 habla 

jurad" mientras 

mo régimen y fui muy 
íúen recibido. En 1929, la wan 

huelga minera de Lupeni, Panait istrati for- 
mo p ,,-., da la ■ ni ueste, gubernamental co- 
mo enviado del diario Lupia. Viaja COB lot 

■ 
ba a las autoridades que habían ord 

contra la multitud obn 

de obreros, y otros con 

tenares fueron arrestados y torturados). Y 



no sólo Panait Istrati aprobó al gobierno, si- 
no que escribió que la responsabilidad de los 
"Incidentes" producidos recaía sobre el sin- 
dicato que había fomentado la huelga. 

Pasemos por alto algunos otros hechos. 
Citemos Éste: en 1932, Panait Istrati 
como periodista al Congreso de los Sindica- 
tos Unitarios, que en esa época eran todavía 
legales, Después del Congreso, publicó ata- 
■.,!. contra los sindicatos unitarios. 
Fué uno de los primeros y de los más vehe- 
mantes en pedir la ¡legalidad de esos sindica- 
tos y el encarcelamiento de sus militantes. 
tro hombre denunció en artículos de 
.i varios de sus antiguos camaradas 
que vivían ilegalroente en la ciudad de Brai- 
la, desempeñando abiertamente el papel de 
provocador. A consecuencia de los artículos 
de Panait Istrati. la policía rumana proce- 
dió a numerosos arrestos, que por lo demás 
él aprobó después en el diario fascista Cu- 
rentul. 

Desde hace seis meses poco más o menos, 
Panait Istrati está ligado oficialmente a un 
grupo de la Guardia de Hierro, sección ar- 
mada y terrorista, controlada y subvencio- 
nada por el gobierno hitleriano. Como es sa- 
bido, es esa Guarda de Hierro la que orga- 
nizó el atentado contra el presidente del Con- 
sejo Duca. Panait Istrati pertenece al gru- 
po denominado Stelescu y es uno de los tres 
miembros de su dirección. El diario de ese 
grupo, titulado La Cruzada del Rumanismo, 
ha dedicado varios números a Panait Istra- 
ti, y éste ha publicado en él numerosos ar- 
tículos. / 

Hace un mes, en un artículo del diarlo 
fascista Universul (número del 19 de enero 
de 1935), Panait Istrati se esfuerza en de- 
mostrar que el nacionalismo antisemita y 
fautor de pogroms, y que el terrorismo con- 
tra el movimiento obrero, sirven en realidad 
los grandes intereses de la humanidad. Pa- 
nait Istrati proclama en consecuencia que 
esos grandes intereses están todos amenaza- 
dos por el mismo peligro: el peligro comu- 
nista y revolucionario. 

He ahí al escritor, he ahí al hombre. 
Ha llegado al mismo punto que toda la ca- 
terva de los Gustave Hervé y consortes, que 
han ido a juntarse con su pendón clavado en 
el estiércol. Una vez más, eso no tendría im- 
portancia y seguiríamos de largo sin hablar 
de Panait Istrati y aún evitando tocarlo, si 
ese individuo (que tan bien se desempeña 
en lo tocante a individualismo, como lo dice 
fuertemente Jean-Richard Bloch), no blaso- 
,,,,,., de apóstol y hasta de mártir, cuando 
en realidad está vientre a tierra ante la reac- 
ción de los verdugos, detentadores de los 
fondos secretos, y ante la policía de las ca- 
de tortucas, Panal! Istrati, perro ra- 
i.ioso de la jauría que acosa a los revolucio- 
Panait Istrati, comprado por el ene- 
migo para traicionar a sus ex-hermanos de 
miseria y a sus ex-camaradas del frente so- 
cial, y para traicionar su propia causa, Pa- 
nait Istrati, .hermoso adorno de la recua de 
Panurgo de las ovejas sarnosas ! 

Febrero de 1935. 

HENRI BARBUSSE 



t 



.1. 



El imiir por ri teatro, en Rusia, no 

.- -I. ho?, l'ocoa porblcM guardan para 

ri espectáculo — nobrr todo en nus ran- 

■ - plástica* — una vocación 

tan legendaria como el puebto man, > •• 
.i novecientas, ri teatro roso rra it lorio- 
RQ ) murera L Toda» Isa capitale* dr 
Europa *r d i «puta ban Ion eteueN nuon, 
nu» bailarme» fam<»»<>» y ou» "r*gÎS- 
iii competencia, 
ti magnifico florecimiento del 
arta i étnico estaba reoervedo a la con- 
templados d.- la nata privilegiada. El 
pueblo doma eonformane eon bu propio 

) [.rim. In„ teatro, inundado d,- acento 

foIMn* | d> anmelto m la p»hn-ra 

de lo» I m i; lado* ram|.i-.innv 

li ealallido de la revolndón dr Octu- 
bre rienified m fata como en loa rea 
Ktoe di i., i ni.i rana, mm 
Irnnafddn i lamentai: argüiría bri- 
llando rl fausto del Iratro mOSCOI El 1, pt 

1 la Lu tara» tomaría tait re 

elaae tocia!. ^ an la» aldea* lejana.-. 
tranformada» en uranjaa colectiva», un 

o o i m ni.,, lu ] M. i.i endonado por 

el &1 Id lasaría a la» ferlaa tras- 
humante* > a la» eleméntate» pantomi- 
ma* rurale». 



Ciento c « nil nuil.,... ,i. roblo 

por año. di-lina actualm.nlc .1 l...lner- 
iM. -ii ir i ico para el manli-mmo nt» i 
ifimt ato del teatro. Haj S60 «ala» dr 
ruRdonamlento eatable dietribuidaa en la 

l'niun. cifra que duplica I. 

de .ii ut révolu pero eatoa no 

-.in -in., lu» teatro» importan!. . di ridl 
rrgulsr. Porque exilian adema», grupo* 

n onea de arte ■ 

realizan rcproaentsclonca parlad 

) a i il , I nliiil e» grande J que Miman I." 

m. i- Lvillose cifra de 1.687! 

Quedan todavía guariNmo» elocuentes: 
en esa Épica proyección al porvenir que 

es toda la edil icacinn de la Kndodad H 
cialÍHtU. no podía dejar de preverle la 
íormaeión de lo» cuadro» dramático» del 
mañana. IfiH «cuela» de arte teatral fun- 
cionan en ItuHÍa. eon 26.000 alumno*, dr 
I— rualr. rl M 'f. -in nt.rrro*. En r*tr 

>...,.... ni., . mm,.. ,.„ r ii I mini Soviética 

2D.:.l)0 nrlíülas driin./.lir,-.. I .1,,,, 

torea de oacetta i S.O impleadoa auxl- 

liareo. 

Toniamo» eotoa datos de tai Il U 

europea» «obre la» délibérai lone del 

Congres» Vol ta. reeirnlemente reunido 
en Roma y donde »e debatieron todoa 
loa priil. limas relatif OU al Teatro, con 
asistencia de dalegadoa iliisln». entre lo» 
que se oallaban lifaeterlinck, Pirandello. 
Gordon Craig, I)en>» Aniiel. ^ eat», Co- 
peau, Tníroff, etc., etc. Loa comentario* 
de los periodutaa faaclataj »»n u» má» 

iluslralÍM)». poripie no pueden ser mi»- 
pechnd.ii de inclinación hucia ltu»¡a. I no 

de eatoa repórteme dice, raíirléndoae al 
informe de Tairoff, delegado lorMtico: 
"Por fin, cuando le toed el tamo a Ru- 

«la, entn -, como ■■ abldi . 

miso df In escena moderna". Y cuando 
loa mil periodista | • ni ico* de ar- 
le de la Italia la .i-i i tuvieron ciue for- 
mular su hulnncr de la* »e»ione» del l»n- 

greso Volta, i", pudieron decir »tra <-»»a 
más deiiiniii.i que cata: "En medio de 



7~" 



¿ses. 



d=>:c 



Una escena de 
"Paralelo 42 o " 
de Dos Passos 
en el Teatro Ka- 
mernyde Moscú 



■ i • di di 

lo frente a la criait unive i 
oro, que dii 
«olamcnlr la palabra 

la jactancia d> In 



l'ero no oa "olamente en , pi 

de prosperidad material, en eol elocoan- 
ció, un poco vanqul. de Is» qua 

se asienta el orgullo de loe 
del teatro ■otMUco. Su vital 
traduce únicamente - n bu ■■ 
tanto la producción originel I 

'""«i .i [e di i i epet toi la i rl renje 

muestran un rlgOf intimo, un ill 

espirito d>- creación. c|ue alienta - >- 

da la labor eaeánlea » <iue contra n 

el dcttúnlm» y el decaimiento del o 

burguee. 
Muchas acotadonca luperfidalea 

urdj i lian hecho al orle loi II I 
general > al teatro en pnrti.-nl.u 
vía hay quien repite que rl trali- 
I lí.S S esté divorciado de la Irai! 




■ di '" ■■ i nuil ii'iiniii • 
■ ■ n . .mil m ■ nodi ■ 

mi in. .n Ii- í ■ i ■■ lo ■ 

todo ' H meado* ■ la* tradl- 

ilvemalea del teatro, muquí ni 
yíficadoa por Im peraonalfaima manera 

(te loa "mrll. in nun.,. i|l,<- tutu rl. 
eontrado la nunrru di i qU U II 

'" lieu del ni. ■ ii- i indole n 

' ' Ibie ' la mentalidad de lu la 

dorai di in" \ i i .t,., m. po- 
den Ii ut I fervor eon que ■ 1 1 

tíntenla a S habí | n lloain I ea 

hurno de»tacur In la bol ,1, I. m ., 

i¡ "' 'i"i di i i' 

lu ■ !■ di la tragedla 



■ -i ..I., i 
lia*. i-li< 
■I ■ •■"! ■ mhi< 

Mai on lo rali 

poi i ' oh ■ i- 

ret ,i 

■ ■ ' ■■ U , sli 



lo ■! l'i ill Irri 

I. !.■,.■ il, ■ r ■ 

\ 1ST \ i. i .i. . i, ,,., 

ISIDRO \ . ODE 



lelri 



; gain 



media* de propaganda. I.a verdad <i 

civsa» es que en ningún Teatro del r 

do exlate una cohésion ■■ una i 1 

lidad tan diferenciada cornu < n i I 
tro ruso dr ho>- Dt di l la 




Un fian Uatro el ail* llkrt.'iea (spatl 



Obllr.lll lo a 



iiio par 4aa*a Saifl 



UNA OPINION 

DE TEODORO DREISSER 



■ 
,i.i 












Ile nbaarvido con profunda Intei el mienta 

urroHo de l« l B 
in lid. i,. i. arlo 
por BO grandiosa ronceprión humana ) au» «idOffiaa 

dido bit ii ii di '-arrollo i to» i 

mr he etaaprrado ante I i 

Intqniead i id i ■■ 

rlara > etidrnle para end 
ha> para romlislirla ma» qua el fanla»ma d. 
ría, arma tan (.■ 
II.- poi ii' I 

la l'J 

pl ■ ■ .i. ■ i o ■ Irrafol ibb into, admira- 

■ 
do derlsrar ahiertamrnle : en nur-i 

il ■ i ■ ipil oh n ■ ; , ■■ ■ i 

■ 

iii*. Isa 
principalis foerua humanitaria* qui 

,< lia lia tlr^ad» • 
»rr, in- rll Bu 

i • y dit ule t la- 
la vanidad 

v lo» aatragoa y la bu ti ti 
rapitali te. di) uleailor 

m ■ me han *oat 

ha)o creador. 



^r il c v a 



ii ne ?a revint a 



Las criticas del señor Korn a la filosofía de M 



arx 



1— DONDE SE RELATAN LAS DOS SALIDAS DE 
DON QUIJOTE. — El señor Alejandro Korn, a fuer 
de piedra angular de nuestra filosofía oficial, se ha 
tomado el glorioso trabajo de rebatir al marxismo, 
tanlo para aumento de bu honra, como para servl- 
clo de los ganaderos e Industriales. V asi es que, en 
el primer centenario de Hegel, nuestro caballero ha- 
ce su primer salida, dispuesto a proteger a tales 
desamparados. Veamos lo que afirma: 

"Una sola de las creaciones positivistas confiesa 
au filiation hegellana. Es aquella que en lugar de 
una base naturalista, elige una base histórica: el 
materialismo histórico.. El Manifiesto Comunista 
no fui un simple ejercicio literario. Pero ante el 
-criterio filosófico, más aun después del tiempo trans- 
currido, no es dlficll demostrar su Insuficiencia... 
Su teoría prescinde demasiado de la existencia de 
valor-es que, si bien son un producto del proceso 
histórico, han adquirido suficiente autonomía como 
para actuar como fuerzas vivas,.. La parte floja 
del materialismo histórico la constituyen los resa- 
bios que aun le quedan de los sistemas metaflslcos. 
El detcrminlsmo absoluto, la unidad absoluta, la uni- 
versidad absoluta, en fin la superstición de la ver- 
dad absoluta . ." (1). 

Como se ve, en el año 1932, el Ilustre conferencista 
había ya leido los textos oficiales alemanes que 
constituyen la fuente Inagotable de las "criticas" de 
este Jaez a la doctrina de Marx y Engels; pero en 
cambio demostraba ya una profunda Ignorancia de 
las obras capitales de esos pensadores. 

Un año despuéí, hace su segunda salida dando una 
serle de conferencias en la Casa del Pueblo titula- 
das "De Hegel a Marx", lai 



terloi 






i e'Dresara en forma tai 
indo lugar, demuestra h 
los teóricos marxlstas. 

- - '■ j»*.if«fo 



qui 



iber 

Y esto e 



uales se distinguen 
la primera, porque 
en su primera salí- 
Ja; y porque, en se- 
eldo ya alguna cosa 
echa de ver en 



plagia del "Ludwilg 
Engels, para hacer la critica ai la 
filosofía hegellana. 

2,— DE COMO EL SEÑOR KORN HA TOMADO 
UNA VENTA POR CASTILLO. — Apenas hace su 
primer salida nuestro caballero, cuando ya se ve 
acometida del más extraño y singular pensamiento: 
el de tomar al marxismo por una escuela del posi- 

Bastarlan una cuantas citas tomadas de las obras 
de Marx, Engels y Lenln, para demostrar el anta- 
gonismo irreconciliable que existe entre una y otra 

Pero hasta qué punto es ridicula la clasificación 
del profesor Korn lo muestra con exceso el hecho 
de que Lenln haya escrito toda una obra contra el 
"empiriocriticismo" de Mach y Avenarlus, que sus 
mismos Inventores y corifeos gustan de nombrar 
"el mis moderno positivismo". 

SI recorremos el "Curso de Fllosofia Positiva" de 
Comte, o el "Sistema de Lógica" de Stuart Mill, o 
las obras de H. Spencer, podremos reconocer como 
denominador común de todos estos positivistas las 
siguientes características: HAY QUE CONSTRE- 
ÑIRSE A LOS FENÓMENOS ("impresiones' 'en el 
líxlco de Hume), a las sensaciones, a los "hechos 
positivos" y a sus leyes, esto es, a las regularida- 
des EN LA FORMA DE PRESENTARSE AL SU- 
JETO. La creencia en una "cosa en si", en un 
MUNDO EXTERIOR que sea causa de los fenómenos 
o sensaciones — como afirma el materialismo — 
es rechazada y considerada como metafísica; de la 
misma manera, la CAUSA como fuente de regulari- 
dad entre los fenómenos. La distinción entre fenó- 
meno y cosa en si queda absolutamente borrada; el 
conocimiento humano será asi siempre "relativo", 
porque es Incapaz de aprehender la "esencia abso- 
luta", el "más allá de las sensaciones" y porque es 
siempre humano, válido desde un punto de vista 
práctico, para las necesidades de la vida del hombre. 

¿Puede caber alguna duda de que esta filosofía 
no es sino una mezcla de empirismo y agnosticismo 
a lo Hume y de Idealismo a lo Berkeley? Caminando 



(1) "Hegel", ei 
Estudios Superíoi 



la Revista del Colegio 



consecuentemente por los rieles del positivismo, ire- 
mos a parar al sollpsísmo más auténtico, donde lo 
único real es el Yo y sus sensaciones, siendo las 
cosas y los demás hombres simples conjuntos de 
sensaciones. Ilusión pura de los sentidos. Llegare- 
mos, en fin, al "essl est percipl" del Obispo Berke- 
ley, beato padre de esta filosofía "científica y antl- 
metafíslca", en realidad la cosa más disparatada y 
absurda y el enemigo más grande de todo materia- 
lismo. 

3.— ACERCA DE LA "BASE HISTÓRICA". — £1 
profesor Korn parece ignorar que el marxismo po- 
see una concepción general del mundo — el mate- 
rialismo DIALÉCTICO — y no una simple Inter- 
pretación de la historia. 

Para la dialéctica, el universo entero es un eterno 
proceso. Ya Heráclito de Efeso, habla intuido el 
eterno fluir de la naturaleza. Y aunque Aristóteles 
llevó esta concepción dinámica del mundo a un alto 
grado de desarrollo, es recién en el siglo XIX cuan- 
do alcanza su cima en la fllosofia de J. F. Hegel. 

Engels en el "Anti-Dührlng" resume la concepción 
dialéctica diciendo: "Si sometemos a consideración 
especulativa la naturaleza, o la historia humana, o 
nuestra propia actividad espiritual, nos c 
de primera intención con la imagen de una tra 
infinita de concatenaciones, y de mutuas Influenc 
en la que nada permanece lo qué era, ni cómo, 
dónde era, sino que todo se desplaza, nace y m 




to de la 



;l desarrolla esta profunda concepción, que 
i simple teoría de evolución como reducción 
iento sino de evolución como desdoblamlen- 
unidad en contrarios que pugnan y se opo 



Pero Hegel fué un filósofo idealista y un idealis- 
ta absoluto. Las cosas y su desarrollo son la proyec- 
ción de una IDEA preexistente al mundo mismo y 
animada de un "autodesarrollo" a través de los con- 
trarios. En determinado momento produce la na- 
turaleza, por una especie de "degradación". Fácil 
es ver que tal Idea es la traducción especulativa de 
la palabra DIOS y la creación del mundo por tal 
degradación es una variante más sutil de la fábula 
bíblica de la Creación. Por lo cual no andaba erra- 
do Feuerbach cuando denominaba "TEOLOGÍA 
CONVERTIDA EN LÓGICA" a la doctrina de au 
ilustre maestro. 

Feuerbach inicia la vuelta al materialismo, pero 
reincidiendo, en cierto modo, en los defectos mecá- 
nicos y metaflslcos del siglo XVIII. Marx y Engels 
salidos de la Izquierda hegeliana son los llamados a 
superar estos defectos del materialismo, tomando de 
los Idealistas el aspecto activo, la dialéctica. Es asi 

ERNESTO SABATO 



isidei 



sin- 



dlaléctica. En i 
« formula si 



tesis del materialismo ei 
gundo prólogo a "El Capital", 
cepclón de la siguiente manera: 

"Para Hegel el proceso del pensamiento, al cual 
él mismo, bajo el nombre de Idea, lo convierte en un 
sujeto autónomo, es el creador de la realidad, que 
no es sino su fenómeno exterior. Para mi, por el con- 
trario, lo Ideal no es otra cosa que lo material, trans- 
puesto y traducido por el cerebro del hombre". 

De esta manera Marx y Engels heredan todo el 
grandioso edificio de la filosofía hegellana, pero In- 
viniéndola completamente: sobre la base de que es 
el ser lo que determina el pensar, recogen toda su 
teoría del conocimiento. 

Como se ha podido ver, el materialismo histórico, 
que es lo único de que el señor Korn ha sentido 
hablar, eB sólo un aspecto, en una esfera determina- 
da del materialismo dialéctico. 

3.— EN TORNO A LA "VERDAD ABSOLUTA".— 
El señor profesor acusa a los marxistas de supers- 
ticiosos y metafísicoB por pretender monopolizar la 
"verdad absoluta", acusación que, han hecho cuan- 
tos profesores y positivistas han existido. Pero .es- 
cuchemos la opinión de Engels: 

"Lo mismo que la burguesía, merced a la concu- 
rrencia, a la gran industria y al mercado mundial, 
disuelve todas las antiguas Instituciones estableci- 
das y veneradas, la filosofía dialéctica borra todas 
las nociones de una verdad absoluta y definitiva... 
En todos los filósofos es precisamente el sistema 
lo perecedero, porque es hijo de 
dad del espíritu h un 

todas las contradicen 

las contradicciones nos hallamos et 
llamada verdad absoluta: la historia de la humani- 
dad queda cerrada, pero la humanidad debe conti- 
nuar lo que constituye una nueva "e insoluble con- 
tradicción". 

Sin embargo no hay que confundir esto con el 

vulgar relativismo de loa positivistas y eacóptlcos, 
para los cuales todas las verdades son relativas e 
Igualmente válidas. "Es necesario, dice Lenln, aca- 
bar con el juego trivial de la verdad eterna, saber 
plantear y resolver en términos dialócticos la cues- 
tión de la relación entre la verdad absoluta y la 
verdad relativa.,. La verdad absoluta resulta de las 
verdades relativas". La verdad absoluta, como con- 
gruencia del pensamiento con la realidad, no puede 
ser agotado por hombre o sistema alguno, sino que 
es el resultado del desenvolvimiento difícil de la 
humanidad entera en su perfeccionamiento incesan- 
te. Y en esa marcha, verdades e Instituciones que 
son tenidas por eternas demuestran a su turno su 
lado falso y caen sustituidas por otras más perfec- 
tas. De tal manera que todo es mortal siendo la 



rna necesi- 
¡esidad de concillar 
ez eliminadas todas 
; en posesión de la 



únici 



eterr 



a "verdad absoluta" se 

demás absolutos que 
or profesor cree haber 



Y lo dicho para la "verdad absoluta" se puede 
parafrasear 
investigador 
bierto en el marxismo. 

4.— DONDE SE PROSIGUE CON LOS RESABIOS 
METAFISICOS. — Mas, cuando el materialismo ha- 
bla de la existencia del mundo exterior y la ilimi- 
tada posibilidad de conocerlo, es cuando los Doc- 
tores de la Ley redoblan sus acusaciones de meta- 
física. 

Los positivistas de toda índole sólo aceptan como 
real a los fenómenos, a las sensaciones; las cosas 
son para ellos simples agrupamientos de sensacio- 
nes y la creencia en un "substractum", causa de las 
sensaciones es considerada como metafísica. En 
cuanto al kantismo, acepta la existencia de la "co- 
sa en si", pero la declara incognoscible, inaccesible 
para siempre al conocimiento científico; la metafí- 
sica como ciencia es Imposible, para decirlo en tér- 
minos kantianos, Luego también el Kantismo niega 
la posibilidad de salirse del reino de los fenómenos, 
a menos que se realice un "acto de fé". 

Este dualismo entre el fenómeno y la "cosa en 
si", también es resuelto por la dialéctica y ya He- 
gel lo había hecho, en la medida en que se lo per- 



i idealismo. En el "Materialismo y Empirio- 



rltlclai 



: Lenln: 

i puede existir 







Bellezas del Norte Argentino 



Pumah 


asi, 




olita 


la estación 


ubicada en 


plena pu 


ia d 


e Atacan 


a. " 


La casa del 


puma". El 


panameri 


ano 


emplea 


ocho 


horas en trasponer la 


distancia 


que 


la sepa 


a de 


Jujuy. Vein 


te minutos 


después 


ega 


al eonfir. 


de 


a República 


Argentina: 


La Quiaca. 










Ocho h 


oras 


desde Jujuy. 


Veinticuatro 


horas des- 


de Tucu 


nan. 


Dos día 


de 


viaje desde 


la Capital 



vilizado y vive, por lo tanto, 
rrlda, ¿Quien puede vivir en I 
■ barca la mlnpda, absorta ant 

lulamente nada que denuncli 
que hemos convenido en llatn 



da lenta 


y abu- 


uasl? En 


lo que 


oledad q 


e todo 


íenda, una sola 


bol; nada 


abso- 


reséñela 


de lo 



Pert 



dldad 



'civili: 



está 



de 



cuerpo presente, al lado de la vía férrea: centena- 
res de bolitas llenas con un mineral grisáceo, duer- 
men sobre una plataforma, a la espera de los vago- 
nes que las transporten hasta Buenos Aires. La ci- 
vilización ha llegado a Pumahuasl; si, señores; ha 
llegado desde hace rato. Sólo que está escondida 
entre las montañas, en las vueltas y revueltas del 
camino trazado por la mano de ingenieros Ingleses 
y construido merced al sudor de los pacíficos, la- 
boriosos y sumisos "collas" argentinos que en él 
iban dejando trozos de su vida; la civilización está 
a pocos minutos de auto... ¿qué se han creído uste- 
des? ¡A POCOS MINUTOS DE AUTOMÓVIL!... 

Hay, pues, bolsitas de mineral grisáceo, dormidas 
sobre una plataforma; hay — por lo tanto — ca- 
miones que traen las bolsitas; y un camino para 



por 



61 



Ioí 



mion, 



ninguna diferencia de 
Sigue en la pdg. 12 



cuencla debe existir un tugar de donde partan* los 
camiones, y una grúa para cargarlos con bolsitas 
de mineral grisáceo, y hombres que manejen la grúa 
y hombres que llenen las bolsitas y hombres que 
extraigan de algún lado 'el mineral grisáceo: hom- 
bres que trabajen en galerías profundas, obscuras, 
peligrosas... SI, señores: PUMAHUAS1 reivindica 
para si el honor de ser un pequeño, pero MUY EFI- 
CIENTE centro minero. Tal como lo oyen: un cen- 
tro minero que rinde nada menos que el 80 % en 
plomo, del material que extraen desde las entrañas 
de la tierra. Ese material grisáceo, se llama PLO- 
MO; eso es, el que utilizan para la fabricación de 
municiones; el mismo. 

esterlinas, llegaron 
taron: ¿estamos en 
tícular? Averlgüemo 
Averiguaron, por eji 
titulado Monseñor C 



buen olfato y 



Tipero, pastor de l¡ 



ires libras 

se pregun- 

has cosas. 

sacerdote 

i humildes 



y atrasadas ovejas del Señor que viven en el desier- 
to del norte, era propietario de todo el departamen- 
to de YAVI (sin ser con ello, por supuesto, el más 
grande terrateniente de Salta); averiguaron cuáles 
eran los trámites que debían llenar para efectuar 
cáteos y exploraciones mineras: ajustaron sus tra- 
bajos a la reglamentación vigente y... ¡oh asom- 
bro!! descubrieron plomo. ¡Qué cosa tan rarall Lo 
descubrieron merced a su "buen olfato" y agregaron 
a lo anterior: "Utilicemos ahora nuestras buenas li- 
bras esterlinas. Las vetas plumbíferas son extraor- 
dinariamente ricas y las ganancias no lo serán me- 

PUMAHUASI, la "casa del puma", no serla ya en 
los libros de geografía que posee el secular amigo 
de la Argentina que se llama GRAN BRETAÑA, 
un lugar despoblado, silencioso y estéril: PUMA- 
HUASI era rico en minas de plomo. 

Y no repararon en gastos... para montar el esta- 
blecimiento minero. La mano de obra se les ofrecía 
abundante y barata: el "colla" no es muy exigente 
y vive con muy poca cosa. Les basta una choza mal- 
oliente, unos pocos centavos por día y la posibili- 
dad de. . . emborracharse de vez en cuando con 



vin. 



Abri 



. adulterados 



s algunas 
"piques"; 



;opas 



slnganl 



uno, dos, tres. Hondos, 
obscuros, húmedos. Cincuenta, cien, doscientos, tres- 
cientos metros de profundidad. Allí abajo no llega- 
ba la "civilización"; allí abajo no era necesario pro- 
ceder a la extracción del aire viciado por la respi- 
ración, por la humedari. por los gases de las explo- 
siones de dinamita; allí abajo no había para qué 
considerar la seguridad de los obreros. La civiliza- 
ción tiene caracteres netamente horizontales: no sa- 
be nada, ni quiere »aber natía de "vertical izarse", 
máxime cuando esta erii- 'dación está dirigida ha- 

Vfrileron, pueft, los Ingleses; atrajeron a loa "ce- 
llns": loa dieron "trabajo". Ellos sabían que no ha- 
bla para qué construir casas más o menos cómo- 
das, ¿acaso estaban acostumbrados a esto? Ellos sa- 
bían que el "calla" bebe agua limpia sólo cuando la 
encuentra en aus I?, -gas andanzas por la cordillera, 
¿a qué tomare? i¿ molestia de ofrecerles lo que no 
saben apreciar? Ellos saben que el colla vive en pro- 
miscuidad con los animale»,., entonces: ¿para qué 



lo: 



cuidad? 

Había que sacar pici 
to más plomo se u 
costara la extraen,.. 
mejor. Mucho, buei. 
del perfecto induit 

Una libra esterlina 
y a locas. Hay qué cu 
tajes, el valor de Is 
contentos a los acelo 

Y las libras ester» 
maravillas: a TRESC 
metros de profundldaí 
que trabajan con la " 
ganan CUARENTA Y 
ra" en turnos continua, 
restantes, los que remuí 
ni vagonetas, ganan so 
por hora y los peones, 
paredes de las galerías, 
chapalean entre el agua 
ficllmente resplrable al i 
de labor: no importa. 



peligre 






a: cuanto antes, mejor; cuan- 

l, mejor; cuanto más barato 

de una tonelada de plomo, 

barato: ¡magnifica trilogía 



' puede dllapidars 
r los dividendos, 






F.'JTOS SESENTA Y CINCO 
i ,s obreros excavadores, los 
ilcharra"i rompiendo la roca, 
C.NCO CENTAVOS por no- 
dos de OCHO HORAS. Los 
evi n el material y lo cargan 
¡lo CUARENTA CENTAVOS 
TrîEINTA CENTAVOS. Las 
destilan agua; los obreros 
i aire pesado se hace dl- 
bo de ocho horas continuas 
is libras esterlinas de los 



i CUARENTA Y CINCO CEN- 
los ([TREINTA CENTAVOS 
pite el milagro de la multi- 



dlvidendos, sal> 
TAVOS por h 
POR HORAII! 
pllcación de... las libras y los pesos, para los se- 
ñores propietarios de las minas. 

Claro está que los pobrccltos "collas"-, no tienen 
más recurso que seguir las Indicaciones que, desde 
el pulpito, les imparte Monseñor Campero: "Sed 
mansos, sed humildes, sed bondadosos. Rogad a Dios 
por la felicidad de todo el mundo y recordad que a 
los infelices de la tierra, les está reservados los go- 



i diestra del Dios de los 



de l 



'Sed caritativos: ayudaos 
:ordad que antes pasará 

aguja, que entrará 



unos a los otros y 
camello por el ojo 



ríe. 



■I , 



107. 



cielos". Monseñor Campero — dueño de todo un 
departamento — sabe cómo viven los "collas", co- 
noce su miserable condición de bestias de carga; 
no ignora que sus hijos mueren a montones por la 
coqueluche y la tuberculosis meníngea; Monseñor 
Campero sólo piensa en Dios, rogando por la feli- 
cidad de los mortales y enumerando con voz com- 
pungida, la letanía de los bienaventurados. 

Casas de piedra y barro; casas obscuras, sucias, 
al borde de un arroyo por el cual corren las aguas 
del lavado de los minerales; casas que no tienen 
cocina, ni w. c, ni luz eléctrica, ni agua potable; los 
seguros sociales pertenecen al dominio de la fan- 
tasía^ Los niños crecen como pueden, luogo de ser, 
eso sí, bautizados por el cura de La Quiaca y, muy 
frecuentemente, tienen la "rara ocurrencia" de mo- 
rirse. Los adultos, mal vestidos y peor alimentados, 
llevan una existencia que no se parece mucho a la 
del señor dueño del departamento de YAVI, a la del 
lluslrisimo y Reverendísimo Señor Obispo Campero. 
Tampoco tienen escuela. ¿Para qué la querrían si 
es tan fácil aprender a ser minero'' Con ponerse un 
IMPERMEABLE — que en un tiempo fué tal — 
unas botas más o menos buenas y aprender a ma- 



lejar 



"chic 



"t«- 

I du- 



lescoplo", aguantando las consabidas ocho 1 

rante un mes, durante un año, durante toda la vida, 

basta y sobra; CUARENTA Y CINCO CENTAVOS 

POR HORA, Nunca más. O aguantan o se mueren. 

El dilema no puede ser más concluyeme ni más 

claro. 

Pueden, eso ti, divertirse: emborracharas lo di 
de una suspensión y procroar abundantem ni 
que el debe y ol haber con la muerte no 

bren. Sus "ganancias" quedan en la proveí i leí 

establecimiento que, como todos sabemos, cumplo a 
la perfección el bíblico mandato: "que tu mano de- 
recha no sepa lo que hace tu izquierda''. Un. maní . 
da. La otra mano, quita. Sencilla operación de es- 
camoteo, digna de seres super civilizados.. Y i. mu- 
jeres! dignas esposas de los pacientes trabajadores 
mineros, trabajan con no menos paciencia, p iren 
abundantemente, maltratan a sus hijos y ios crian 
para... la mina. Su misión en la vida, es, pues, de 
una sencillez paradisiaca. 

Tal es el panorama que PUMAHUASI ofrece a loi 
trabajadores argentinos. Alrededor de 500 personas 
soportan las delicias del sistema que los embrutece 
PAULATINA, PERO SEGURAMENTE. El Estado 
se hace presente en la persona del Comisarlo de 
Policía, encargado de mantener "el Orden" e Impo- 
ner el respeto a la "autoridad" de los patrones. 

La CASA DEL PUMA: plomo, plomo, plomo. Por 
sobre la creciente bestlalizaclón de centenares de 
Individuos, el símbolo reluciente de la LIBRA ES- 
TERLINA, amasada con... CUARENTA Y CINCO 
CENTAVOS POR HORA. 

Su Señoría llustrísima puede estar satisfecha: los 
obreros de Pumahuasl no se sublevan, no se levan- 
tan en huelgas violentas, no claman por la mejora 
de sus condiciones de vida, no leen libros que están 
fuera del Index porque no... saben leer, ni vitupe- 
ran del régimen existente porque no sueñan con 
la existencia de otro mejor ni saben absolutamente 
nada de lo que ocurre fuera de PUMAHUASI. 

¡PUMAHUASI! Minas de plomo. Magníficos ren- 
dimientos, superiores al 80 %. Libras esterlinas en 
abundancia. Miseria en abundancia. Muertes en abun- 
dancia. Analfabetismo absoluto, Suciedad, abando- 
no, miseria. Pero, por sobre todas las cosas... LI- 
BRAS ESTERLINAS, LIBRAS ESTERLINAS, LI- 
BRAS ESTERLINAS, 



i- <• v i » t a 



nueva 



1 C T i « I a 




DE RAUL GONZALEZ TUÑON 



DIBUJOS DE SPILIMBERGO 



DESOCUPACIÓN 



A mediodía alguien había hecho cîr- 
. nii, r unn hole de papel. ¿Cómo vino a 
,i, ir .il comp imento! Nunca se sabe: Se 
[ n , ¡taha h !" ■ >i< itr:u|iiidfni n acudir o la 
call*> Canning, o determinado altura. 
Ibón a seleccionar hombrea para traba- 
jos de campo. Algunos desconfiaban. La 
mayoría pensohn: 

—¿Por 'mi' no rícneu aaui? 

Solo 17 hombree se decidieron. 

Juan Ernesto fué de lu partido. 

Echaron a indar hnsla ol encuentro 
de Canning por donde defendieron de- 
teniéndose poco mis tarde en la esoui- 
na ¡ndi, ida, No había nadie Algunos 

protc h i » lictai de particular, so 

acerco .>i grupo, gritando: 

iQuifn lea dio permiso paro el im- 

— ¿Que mitin? — pregunto Juan Er- 
noito. 

El cnndiK'im di-I camión treno de gol- 
pe Cuatro policías más rodearon, arma- 
dos, a loe 11 hombrea hambrientos. (Más 
larde iiihirnm u repetirse estos auce- 
sob. La "Sección de Estudio c Investiga- 
ciones" necesitaba carne de prontuario.). 

Solo .limo Ernesto pudo sortear a la 
policía, esc ii I m lleudóse milagrosamente, 
mientras el camión arrancaba, rumbo a 
la ecclonal. Pero on tremendo odio es- 
tulló en el coraión del campesino de- 
fraudado. Colérico, hambriento, desespe- 
rado, detúvose Juan Ernesto en el pri- 
mer almacón, en eso misma mile Can- 
nine, bajando hacia ol rio. Detrás del 
vidrio, botellas de vino, paquetes de 
manteca, queso, jamones y salames. . . 
Juan Ernesto miro íi todas partes. Ero 
arriesgado. Tomaría un joman, olguna 
botella, si podía. Echaría a correr... De 
un puñetazo rompió el cristal. Lo mono 
ensangrentada no pudo alcanzar el ja- 
món, ti vidrio había desborrado la mu- 
grienta manga del saco y Juan Ernesto 
retiró et bruzo chorreando sangre. Dos 
hombrea venían hacia él cunado echó a 
correr nor Canning Inicio los baldíos. Pa- 
só un carro, lentamente, cargado de hie- 
rro viejo. Uno de los perseguidores es- 
taba a punto de alcanzarlo. Dolíale el 
braco herido, sentía el corazón en la 
mano cuando creyéndose perdido, atinó 
a tumor con gran esfuerzo un pesado 
hierro puntiagudo. BspCTÓ. Era un in- 
feliz mozo de al m ai- n. un gallega es- 
plotudo. Pero corría tras del campesino 



tas enfermo y sarnoso como un perro sin 
dueño. Voy a sentarme en una piedra y 
i.-il vez a morirme de hambre. Tú no te 
olvidaros de mí y conservarás el lachi- 
to. Me recordarás siempre porque he si- 
do bueno contigo. Toma este lachito, to- 
ma. Es un buen tachito. Señor Tachito, 
;,|iié bueno es usted!" 

También puede haber una Oración del 
Albergue de Desocupados. 

"¿Han visto ustedes al sacerdote, a la 
dama de beneficencia, al político, por 
aquí? No creemos en la caridad. Ellos 
no remediarán nada. El único remedio, 
fatalmente, vendrá con la revolución. 
Mientras tanto, pora aliviar un poco su 
agonía inevitable, ¿porqué los Señores 
Importantes no nos ofrecen un alber- 
gue de pobres? ¿No hay un B ember g, 
un I'nzué, un Menéndez, un Mihanovieh 
u,ue tenga la graciosa ocurrencia de de- 
car: "Aquí hay un albergue pura esta 
gente...?" Por eso, albergue nuestro, 
levantado con maderas deshechas, yu- 
yos, ladrillos rotos, latones oxidados, o 
iiien, agujero en la tierra, cuánto te 
agradecemos! Señor Albergue o Señor 
Valijero ¡qué bueno es usted!" 

Hay varias clases de oraciones. 

Yuré habló con muchos desocupados. 
Yuré aprendió bastante acerca de la vi- 
da, de los hombres y de los sueños de 



para hacerlo llevar preso porque, tenien- 
do hambre, había rolo ti cristal para 
robar un jamán. Entonces Juan I,. 
partió la cabeza con el hierro. En se- 
guida echó nuevamente o correr y fué 
o ocultarse a uno de esos agujeros he- 
chos en la tierra de los baldíos. 

De allí lo sacaron. 

El gallego no murió. 

Pero Juan Ernesto murió. Es decir, lo 
llevaron a la cárcel. Es decir, murió. 
Nunca más se sale de la cárcel. 



Súbitamente se trocaron los papeles. 
Esteban se pasaba el día oculto bajo las 
maderas podridas de la vivienda y Ba- 
silio, riendo extrañamente, estúpidamen- 
te, sentado cerca del río. Yuré debía 
atenderlos a los dos. Les traia lo quo 
encontraba. Una vez halló a Basilio co- 
miéndose las suelas destrozadas, mu- 
grientas, de sus botines. 

Primero fueron Juan Ernesto, argen- 
tino, do -14 años; Basilio Milenko, po- 
laco, de 39 años; Esteban Itadesich, yu- 
goeslavo, de 22 años y Yuré Bartozeck, 
checoeslovaco, de 31 años. 

Luego fueron centenares de Juanes, y 
luego miles de Juanes. 

En el sector de Yuré quedaron Basilio 
y Esteban. Juan Ernesto se había ido. 
Vino otro. Se arrimó como un perro, no 
le dijeran nada. Quedaron Esteban y 
STure. Algo había ocurrido. Sionypre ocu- 
rre algo a la gente. Ocurren muchas co- 

Hay varias clases de oraciones. Hay, 
por ejemplo, una oración del perro. En 
lodos los Kennel Clubs conocen la Ora- 
ción del Perro. ¿No puede haber una 
Oración del Tachito de Comida? Yuré 
traia comida para Esteban y Basilio. Lo 
que conseguía, una media luna, un ta- 
chito de esa especie de sopa, cualquier 
cosa. Esteban lo miraba con sus ojos llo- 
rones, de adolescente. Basilio reía. 

¿Hay una oración del Tachito de Co- 

"Camarada: esto es el tachito que he 
conseguido para mi comida. Antes tenía 
otro valor funeionol. Ahora es el Blag- 
daroos de los to chitos. A veces, alguien 
que va a llenar la escudilla del perro se 
compadece de nosot-os y nos ponB cual- 
quier cosa en el tachito. Y'o te lo doy a 
tí, porque también tienes hambre y es- 



las hombres. Todavía esperaba y confia- 
ba. Mientras tanto Basilio Milenko, ,-] 
hombre del tatuaje, el pintor de barcas, 
reía. Pero aquella mañana de enero de 
1933 con el filo de un tachito de comi- 
da Basilio se había hecho otro tatuaje, 
destrozándose la muñeca izquierda. Y 
todavía reía cuando Y'ure y cinco des- 
ocupados más lo redujeron. Se revolvía 
desesperado, pero riendo. ¡No era risa! 
Con un trapo sucio le apretaron la mu- 
ñeca hasta que llegó la Asistencia Pú- 
blica. 

Y'ure fué al día siguiente a preguntar 
por Basilio. Al dia siguiente Basilio ya 
no estaba en la Asistencia. Al dia si- 
guiente Basilio tampoco estaba en la 
cárcel. Al día siguiente Basilio tampoco 
estaba en el cementerio. Al día siguien- 
te Basilio estaba en el Hospicio. ¿Es una 
mnnera de morir? ¿Es una manera de 
salvarse? 

Dos meses después un hombre está sen- 
tado en uno vita, cerca del barco grie- 
go Ekaterine Nikolau. El hombre pien- 
sa: "¿Qué somos? ¿Desocupados? ¿\'a- 
gabundos? ¡Creen que todo se arregla- 
ría fácilmente si cada desocupado se de- 
cidiera a buscar trabajo! Lo difícil es 
encontrar trabajo. Lo difícil es no enlo- 
quecerse, reprimir el deseo de robar j 
matar, no envilecerse. Porque eso ocu- 



rre a veces. Se mata, se roba, se vuelve 
o la bestia y ¿de quién es la culpa? Du- 
rante un año he andado de puerta en 
Í puerta, de fábrica en fábrica, de agen- 
cia en agencia, de hambre en hambre, 
de muerte en muerte. ¡Nos echan la cul- 
|j pa de todo! Terminan diciéndonos: "Si 
i no están conformes con este país, para 
! qué salieron del suyo, gringos del..." 
' Uno no cree que el oro anda por la ca- 
lle. Uno viene a emplear sus brazos, a 
trabajar. ¿Hay trabajo? ¿Dónde? Vi- 
vimos como ratas, en una trampa. No 
podemos volver a nuestro país. Estamos 
prontuariados como "comunistas peligro- 
sos"... Si, estamos en una trampa. A 
veces dicen los Señores Importantes: 
"Vayanse a Rusia, el paraíso de uste- 
des". . . ¿Y cómo? ¿No saben que esta- 
mos presos en la trampa de la desocupa- 
ción? ¿Y' acaso no hay argentinos en- 
tre nosotras? Juan Ernesto era argen- 
tino." 

Yuré pensaba. 

Primero fueron Juan Ernesto, Basilio, 
Esteban y Y'ure- Luego Basilio, Esteban 
y Yuré. Luego Esteban y Yuré. Luego 
Yuré. Y Juan. Y Juan. Y Juan. Y Juan. 
Se van unos, vienen otros. 
Esteban Radesich, 22 años, técnico me- 
cánico. 

Ha pasado algún tiempo. Muchos han 



desertado ya. Se trasladaron más arri- 
ba, más lejos de la usina eléctrica. Pa- 
sa el tren cerca. El rio crece y el agua 
viene a lamer los latones y los troncos, 
los yuyos y las piedras. Comienza el 
otoño. Que poético, oh. qué poético es 
el Otoño. Esteban está tirado en la tie- 
rra, miranda ei cielo estrellado. No lle- 
gan hasta él los rumores de la ciudad 
ni los de sus compañeros. Es decir, no 
los oye porque está soñando. Viene el 
otoño y en Hucklevie la primavera. Y'a 
se han cansado de pinchar loa globos 
blancos de la nieve, ya se han cansado 
de abrir las bolsas del viento. El hu- 
mo comenzará a salir con menos fre- 
cuencia de las chimeneas. Los ruidos del 
bosque están ahí, a las puertas de la al- 
dea. Allí estarán Catalina, Cristina, Mi- 
guel. Se habrán olvidado de Esteban pe- 
ro Esteban no los ha olvidado. ¿Dónde 
está el diploma del Gimnasio y la Es- 
cuela de Mecánica? Unos vagos deseos 
de ser más o menos feliz, de tener una 
casa como es debido, una mujer, traba- 
jo, un sábado, un domingo siquiera, un 
día distinto de los demás días. Cerca 
están los juegos del Balneario, el Tor- 
pedo, el Trencito. el Auto-Pista, la Rue- 
da de las Naciones y la fresca naran- 
jada y el sandwich de lomo tan sabroso 
y las risas de todos y el Presidente de 



Sacos vaciados por la historia 



"En nombre de la revolución, los anarquistas tirven 
"la causa de la reacción; en nombre de la moral, aprue- 
ban los actos muí inmorales: tn nombre de ta libetiai' 
individual, alcopellan lodos foj derechos de 
¡anitm". — - J. Plejanov. 



Los dirigentes anarquistas no apoya- 
ron l:i revolución de Octubre en España. 
Para ellos, la revolución que llevaba es- 
crita en sus banderas "Dictadura del 
proletariado" y "Gobierno de Obreros y 
Campesinos', la revolución de mayor con- 
tenido social que se haya producido en 
España, fué solo una "revolución polí- 
tica". Y "la revolución política no inte- 
resa a los trabajadores; ella no modifi- 
ca la estructura económica en que des- 
cansa el régimen capitalista" (Nervio, 
Nv 36, pág. 444). Por tal motivo, ellos 
no apoyaron a la revolución; están "con- 
tra cualquier gobierno, contra cualquier 
dictadura, también contra la dictadura 
del proletariado"... y aseguran que "no 
va a triunfar en España nunca, ni la 
dictadura proletaria, ni el gobierno de 
los obreros y campesinos, mientras exis- 
ta un anarquista para oponerse". (Ma- 
nifiesto de la F.O.I., Setiembre 1934). 

No se limitaron, por consiguiente, a 
no apoyar la revolución española, sino 
que se opusieron, la sabotearon y lu- 
charon contra ella. Jamás procedieron 
en forma tan cínica y descarada. Sin 
embargo, hace 34 años usaron los mis- 
mos argumentos y hasta las mismas pa- 
labras. "No aspiramos — decían en el 
Manifiesto de la Fed. Reg. de las Soc. 
Obreras de Barcelona en 1900, — a la 
conquista del poder, ya que todo poder* 
significa corrupción y tiranía; creemos 
que los obreros que desean imponer al 
mundo en nombre de la igualdad eco- 
nómica un gobierno proletario, se enga- 
ñan terriblemente". Ideólogos degenera- 
dos de la pequeña burguesía, no quieren 
comprender, ni hoy siquiera, que ade- 
más de la política burguesa existe la 
política proletaria que pondrá fin al ré- 
gimen capitalista y. acabará con la so- 
ciedad burguesa. No quieren compren- 
der que abolir al Estado en 24 horas es 
pura fantasía de impotentes y que ese 
propósito carece de lodo sentido prácti- 
co e histórico. 

"EL PADRE DE LA ANARQUÍA, 
el INMORTAL Proudhon, se burlaba 
amargamente de la gente que se ima- 
gina que la revolución se reduce a actos 
violentos, a golpes mutuos y al derra- 
mamiento de sangre. Los descendientes 



esto modo brutalmente infantil". (Anar 
quísmo y Socialismo, J. plejanov, pá¡.. 
158). En forma "brutalmente infantil" 
comprenden los anarquistas la revolu- 
ción y así no logran ganar a las masas- 
Par eso han fracasado en todos sus mo- 
vimientos, en todas sus insurrecciones, 
en todos sus propósitos y tácticas. Los 

crónicas de los movimientos an.n - 

tas sólo registran fracasos clamorosos 
y sangrientos. 

Los reveses sufridos por ellos en Es- 
paña datan de muchos años. Lo revolu- 
ción dç 1868-73. donde tuvieron una par- 
ticipación activa, fué aplastada. En 1880 
fracasó el "Terror Agrario" y en 1883 
"Bandidaje Honrado". No mejor suerte 
tuvieron los movimientos huelguísticos 
de Jerez en 1892, la imponente huelga 
de los trabajadores agrícolas de 1902 en 
Morón, la huelga general de 1909 en Ca- 
taluña (semana roja) y el movimiento 
revolucionario de 1917-21. La incom- 
prensión de los anarquistas, que no su- 
pieron dar consignas políticas y finali- 
dades concretas y prácticas a los movi- 
mientos, fueron las causas de tanto fra- 



En vísperas de la reacción fascista, 
esos estrategas de la derrota, cabecillas, 
de la C.N.T. y de la F.A.I., confeeciu-» 
naron ln fórmula que "los sindicatos son 
perjudiciales para la revolución en el 
período corriente". Y horas después (25 
de noviembre de 1923 en "Solidaridud 
Obrera"), a pesar de decirse partida- 
rios de la lucha directa c inmediata, de 
la destrucción del Estado capitalista en 
un día, se declararon contra la destruc- 
ción de la clase capitalista! 

El sindicalismo revolucionario que 
nosotros preconizamos — decían — no 
es más que la aplicación del principio de 
asociación, no tendiendo a la destruc- 
ción do la clase capitalista paro tomar 
las posiciones que ella ocupa actualmen- 
te, sino para borrar la economía bur- 
guesa actual que no asegura el bienes- 
tar moral, el pan y la vida de todos los 
individuos. 

Terminada la dictadura de Primo de 
Rivera, volvió la crisis revolucionaria, 
más aguda y tenaz que antes, y los es* 



trategas de la derrota comienzan de 
nuevo a jue;ar con la revolución. Trata- 

nr vleju ..,,.„, ■■ sin con- 

* dos revoluciones que pla- 
nearon — en enero y febrero de 1933 — 
fracasaron ruidosamente. Razón tenía 
'Plejanov at decir: "Un anarquista es un 
hombre que cuando no es un confiden- 
te, está condenado a obtener siempre y 
en todas partes precisamente lo contra* 
rio de lo que se propone obtener". 

Hemos dicho que los anarquistas siem- 
pre jugaron con la revolución y por eso 
nunca, vencieron. Pero, ¿qué significa 
jugar con la revolución? 

Jugar con la revolución es proclamar 
la revolución y decir que el Estado ca- 
pitalista puede ser destruido en 24 ho- 
ras. Jugar con la revolución es procla- 
mar la revolución y estar contra la dic- 
tadura revolucionaria y transitoria del 
proletariado como consecuencia de la re- 
volución. Jugar con la revolución es pro- 
clamarla sin el apoyo de las clases me- 
dias y las nacionalidades oprimidas, sin 
aprovechar todas las debilidades del ad- 
versario, sin elegh- el momento oportu- 
no cuando el adversario es más débil y 
las fuerzas del proletariado mayores, es 
decir, sin elegir el punto más alto de la 
situación revolucionaria. Y' ante todo ju- 
"gar con la revolución significa procla- 
marla sin saber que la insurrección ar- 
mada es un arte y solamente tratada 
como arte puede llegar a triunfar; por 
eso [ug»r con la revolución es traicio- 
nar a la revolución. 

- Todo esto lo han dicho también Marx 
y Engels en su magnifica crítica del 
anarquismo en 1873, publicado por vez 
primera en una revista social italiana 
y más tarde, en 1913. en "Neue Zeit", 
órgano teórico de la socialdemocracia 
alemana. ¿Han visto estos señores al- 
guna vez una revolución? — pregunta- 
ba entonces Engels a los anarquistas. 
La revolución es indudablemente la co- 
sa más autoritaria posible. La revolu- 
ción es un acto en el cual parte de la 
población impone su deseo sobre la otra 
parle por medio de rifles, bayonetas, 
cañones, es decir, por los medios más 
autoritarios. Y el partido triunfante Be 
ve inevitablemente obligado ¡i mantener 
su supremacía por medio del temor que 
inspiran las armas a los vencidos. Si la 
"Commune" de París no hubiera con- 
fiado en la autoridad de la gente ar- 
mada contra la burguesía, hubiera du- 
rado más de un día? No podemos aún 



censurar a la "Commune" por no haber 
hecho suficiente empleo de esta auto- 
ridad? Y siendo eso así o bien los au- 
toritarios anarquistas no saben lo quo 
hablan, en cuyo caso demuestran so ig- 
norancia; o bien realmente son inocen- 
tes, en cuyo caso engañan al proleta - 
riado. En cualquier caso solamente sir- 
ven los intereses de la reacción". (Neue 
Zeit, 1913-14. Vol. I, pág. 40. cot. por 
V. Lenin, La Revolución y el Estado, 
pág. 115-116, de Cervantes). 

Octubre español constituye la primera 
revolución en España — y también en 
Europa después de la estabilización ca- 
pitalista — , donde claramente triunfa- 
ron las consignas del gobierno obrero y 
campesino realizado por intermedio de 
las Alianzas (Soviets). Catorce días 
triunfó la bandera de las Alianzas (So- 
viets) en Asturias. La idea de la revo- 
lución arrastró también a las masas in- 
fluenciadas por el anarquismo, pero los 
bonzos y caciques de la C.N.T. y F.A.I. 
sabotearon la heroica lucha del proleta- 
riado. 

Una campaña odiosa contra la U.R. 
S.S. llevan desde hace años los jefes 
"inmortales" del anarquismo, campaña 
que se ha acentuado después de los su- 
cesos de Octubre. En la U.R.S.S. según 
ellos "reina una Estado explotador y ti- 
ránico que no se diferencia en nada, de 
los demás que se conjuran actualmen- 
te pora arrastrar a la humanidad ha- 
cia la barbarie. la miseria y la guerra". 
(Nervio. Nv 36, pág. 482). "Ninguna 
diferencia existe entre Staliu y Musso- 
lini", dice Petrini. Pero "Solidaridad 
Obrera" (órgano de la C.N.T.) va más 
allá cuando dice: "La peor dictadura es 
la roja". De lo cual se deduce lógica- 
mente que si toda la clase obrera lucha 
por esa "peor" dictadura, los jefes anar- 
quistas deben apoyar el "mal menor" 
representado por la dictadura de los Le- 
rroux y Gil Rubles. 

"Señores míos — decía a los anar- 
quistas Plejanov a fines del siglo po- 
sado; — no hay ningún ideal para unos 
cadáveres ambulantes como vosotros. 
Lo probareis todo, os haréis budistas, 
druidas, magos, calicos, cabalistas, ¡sis- 
tas o anarquistas, todo do que os con- 
venga, pero seguiréis siendo lo que sois 
ahora, seres sin fe ni ley, sacos vacia- 
dos por la historia. El ideal de la bur- 
guesía ha perecido". (Socialismo y Anar- 
quismo, pág. 160). 

ALEJANDRO MARTIRENE 



la República que puede comprarse cien 
pesos de sandwiches de lomo y el dueño de 
la usina que puede comprarse quinientos 
pesos de fresca naranjada. Y' los risas, las 
risas que no oye desde hace tanto tiempo, 
porque la risa do Basilio Milenko, 39 
años, pintor de barcos, tatuado, no era 
la risa. Sus zapatos ya no dan, sus pan- 
talones están desgorrados, su chaqueta 
de pana sucia y destrozada, su cara lam- 
piña también sucia y sus cabellos muí 
taraos y también sucios. Los ojos lo 
duelen. ¿Qué ocurre? ¿No encontrará 
repaso? No hace más que pensar en su 
pueblo ahora. Un rio lo cruza y la plaza 
se mira en el río. Y' la torre de la igle- 
sia también se mira y una parte de la 
ciudad parece sumergida en el río. 
Aquí hay un río. No se ve la otra 
orilla, la de enfrente, pero hace dins 
que Esteban contempla, en el fon- 
do, sumergida, toda sumergida, la al- 
dea suya tan lejana. Mira hacia abajo 
y ve primero manchas aceitosas, tablo- 
nes, corchos, botellas vacías flotando, 
astillas, residuos, las gaviotas planean 
sobre la orilla y se van. se van detrás 
de los barcos, se vnn detrás de lot ma- 
rineros, se van detrás de los millonarios, 
hc van detrás de las prostitutas, todos 
se van, los gaviotas, los barcos, los ma- 
rineros, las millonarios, los prostitutas, 
las nubes, las luces y él está aquí y él 
no podrá irse a ninguna parle. Vo nuc- 
vomente hacia el río, se asoma. Le ha- 
cen señas abajo, en el agua. Catalina, 
con un vestido blanco, Cristina con un 
somhrero rojo, Miguel, con una caña de 
pescar. Más abajo esta la plaza, la igle- 
sia, la calle, lo casa, el diploma de téc- 
nico mecánico, tantos moños, tantas 
canciones, casamientos, entierros, to- 
do el pasado. Esteban se incorpora 
y se aleja unos metros, ¿Morirá como 
un perro rabioso, mordiendo, echando 
espuma por la hoco, como Basilio? 
¿Descargará un golpe terrible, con un 
hierro, sobre la cabeza de alguien, como 
Juan Ernesto? 

Vuelve a asomarse. Está inclinado, en 
la orilla, mirando ni río, y en el fondo 
del río a Cristina, con un vestido blan- 
co, a Catalina, con un sombrero rojo, a 
Miguel, con una caña de pescar... To- 
dos están ahí. Y desde los tejados del 
pueblo sumergido le hacen señas a Es- 
teban. Todos tienen en la mano un di- 
ploma de técnico mecánico, o un sand- 
wich de lomo o una naranjada. ¿Es po- 
sible? Esteban a su vez agita una ma- 
no y se apoya con la otra en tierra. Mi- 
ra a todas partes. En todas partes esta 



la noche. Oye como se arrastrntt los 
desocupados, a cien metros. Ve hacia -\ 
norte como el rio se pierde en la oscu- 
ridad y hacia el puerto las lucefl di loi 
barcos. Y' en el fondo del río a Cris- 
tina, con un vestido blanco, a I italltUl, 
con un sombrero rojo, a Miguel, con una 
caña de pescar. Con medio cuerpo 
fuera del muro de piedra Esteban Ra- 
desich se siente arrastrado cada rea mil 
por una fuerza que no •- - la tuya. Doi 
metros abajo el agua turbia del rio de 
ln Plata. Luego lodo 86 borra. Aparece 
otra id lo aldea sumergida. Luego to- 
do se horra. Aparece otra vez la aldea 
inmergida y enlomes Esteban se arro- 
ja al rio, pesadamente, arrostrado por 
la vision de ln nlden Sumergida, las 
aguas se agitan, lo tragan. I o poquíflo 
remolino, Sube a la superficie j melve 
a hundirse. Sube nuevamente y vuelve a 
hundirse y ya no sol it 



A la altura del primer puente, los ma- 
rineros encontraron el cuerpo hinchado, 
descompuesto, del yugoeslvo. A pesor de 
su estado, la cora parecía como ilumi- 
nada por un último sueño, casi angeli- 
cal, de adolescente. 

Yuré reconoció el cadáver. Yuré so 
quedó solo. Es decir, con Juan, con Juan. 

Y' pasó el otoño y vino el Invierno. 
Qué hermoso, qué poético es el invier- 
no. 

Los desocupado B formaban ya un ver- 
dadero pueblo. Tres veces cambió Yuro 
de vivienda. Cada vez más al norte, más 
al norte, entre ln vía y el río. 

Pasó el otoño y vino el invierno. Qué 
hermoso, qué poético es el invierno, 
Llegaron días terribles pura Yuré. 
Y'ure no era solamente Y'ure. Al mis- 
mo tiempo, en todo el mundo, cstahu Yu- 
ré. Bay Yurés en los países más po- 
derosos. Hay Yurés en Inglaterra. Hny 
Yurés en Frunció. Hay Yurés en Norte 
América. Y hay Yurés en Alemania y 
en Italia y en España. Solo en Rusia no 
hay Yurés. En Rusia no hay explotado- 
res. En Rusia no hay desocupados. Al- 
gunos enmaradas comenlnhan con Y'ure 
los últimos acontecí mientoa. Había re- 
crudecido la persecución a loa desocupa- 
dos. Se habló de una marcha de hjlüjirfl» 
sobre la ciudad. Algu/eh ûl)à i 

— Cállese la boca porque si no lo van 
a llevar a la Sección Especial. 

Yuré se callo. Pero no pora siempre. 
Esta no es solamente la historia de 
Yuré. 




• 



política inglesa y la situación internacional 



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Bosnia In i. -i"! id di ''i i. 

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LA GUERRA . ■ i i i m ii- 
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purbloa an I do 1 ¡UTOpa, 

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HreUna halirn evitado el peligro «le In 
L'urrra. I. a K>l I M I 

.■i. i m. una guerra rn que la Gran 

MM [III. < In. ■ m 

. ■ ' ■ ni' mi ' ' "i" p ii 

mi Ii i \'U niiia, debili- 

taría a lui bellKeranten. Y pDC " Que 
Iglrfa confia la l.ll. 

i i r onto i, ■ 

■ Il ' '■ ". Alemania 

.i. rrall/arinti un i fl 

toria B i' I 

pellgTO alitun» pnrn In Gnui 

Bri M ■■[)»!!) .Mail" *x] I» 

i ■ i' lo i ' i h Ro 

1 1. 1 i nu i. ■ in ' iii i -ii.nrh' profeaan 

■ h . i i i pal i- da loa conscr- 

"i" |. ,ii iidaiin- del gobierno « al- 

ru'M iii i ralea, entre elloa Lord i oftiian, 
m ■■■ in da ' U ponto «le \i-ta. 

MAY QUE I DV.SOI.IIUR 
I. A PAZ 

i , toreara U nd i polftli i u ei< 

prsaa an l» un " l de to pi II ' 

"luí. - (alo como HI -i M 

L '-'i. .mil'- mu |al t de 1 1 'i del 

" i m.. " - M Garvin, del "01 ". 

.h .i Perl ni", poi nu .in. iii i Sir 

A uni In Chamberí lona) ta esta ton- 

daneia an deeli qui uni pierra, comlen- 

Cd elln en cualquier parte, n» podría 

quads ¡unaerlpti y que. dada* lu* 

rala hostiles entra direraoa pairen, 

■ n i i m nu ci ■■ guerra mun- 

dinl. a In iiue seria arrastrada Gran 

' i ■ pi ofi an nata opinión 

i ■ ii iiniih, i in ¡i. debe tra- 
tar de conaolldar 1" pos >. en partial 

i Ii i'i .i di i" pi 

regit noli di i I ' nul tue re- 

i luí el mi iii" "'■'■ i flca; de i on 

solidar In pat, pue i i amenazan ¡il 

.'■■ ■ t.- toda ■ 

lu. potencial rirmantea de loe parto». 
,, ',„ i,., i hamb i lain i partidario, 

i u< i.- iii un pi ■■' reo del Oí 

Ir. am» de un pao i li ni ni de 

mu lúa. 

Dada» loa relai i que 

alto* raiera* b 

m hablar de BIi Vu tin, puede ercer- 
. ilion oaprc m il penaamlento de 

1 1,, mi- i- i i ", di l.i ''"i ■■!!' i.i 

i v Him i, que comprenden que la 

Oran Bri tail fu ndj lo n ida i a*- 

nnr en una nurvn guerra sino niurlm 

qui i" ni' i. 
KMa tareera tendencia de Ib política 

i" ". de ' i' 'i com pi i oai6n 

i." . do i' n n. ictual, Baata 

mi i.- 1. 1 tes imi, par i i "m 

in i mil -, lo Hi m m de CUOlQUll ' '■ m 

■ "'■ .' do i". alii n i ierra ■■<• < Iriente. 

r iv iii lente, on ofei i<>. qui g • ttli ndc 
di de el Odei i al Danubio huta vindi- 

ri tok, i tunprondi ú ntinentea. ¿Ba 

n ■ locallaactónT i na kui rra qo ■ 



enlatlara WD lan inmen- 

i para to» dentin»* de 

* uropa. 

iraa de la Cran Bre- 
taña i di- loa Balado 

hallan en Sa 10 

■■ m. 

I ' .... ..I., | .., |,, ,,,, , ,,.[, ,, ... 

— abriría al Japón toda la China. Pa- 
■ . ■ i " i , ia rictorlaa, el Japón cu- 
rl, una cran 
i I" i i ¡i fin de encontrar loa 

tura '■ '!"■ nil pa- 
ra llevar adelante In guerra. 
I»' Indi « ■ ■ indi ' m petróleo 

■ ' ■ i ■ i.n.. de pi II n "■ 

i .i i -' japona i i| all ieai Ea, tai 1 1 

derruía del capilalisimi amen m i g in 

gil ' i" ;i pesar de sn actitud de 

neutralidad. Bfltretanlo, si el rapilal 

m. im, abandonada esta neu- 

Iralidud provocaría, o bien una guerra 

■ ami i n. mu contra el Japón, o, en 

.-i le que (¡ran Bretaña ayudara al 

i "i guerra entre la (¡ran l(ri_- 

tai r loa 1 lado I nidos, & claro que 
una rietoria do I" t .It.s.s ,,,. teri i 
agradable, en modo alguno, ni a Gran 
Bi "' "i ■ li i Hados Unidos, l'nu 
derrota del Japón podría provocar una 

revi i m il Japon j .-n Chino. 

Pero ta afirmación de ta (irán tvre- 
Utfla de In !■ Lulu, I nidos en Extre- 

mo "i.', ¡, vi como el aislamiento de 

i rancia, lucirla a una guerra en Eu- 

"ji One hnria Hunicría, por ejem- 
plo, i Uentania enlrada en la j-uerra? 
Hun ni declararla la guerra a Cheeo- 
iiiii.i, que oatá alfada ¡i Huí 



^ ui 



! ... i 



Pra 



IMI ~L||. I l'l 

ropa ■ " iental, 






la Eu- 

imi. .1. -us aliados de la Pequeña En- 

(i ni dejaría de ser inmediatamente una 
" nela. 

COnOCe un Milu ejemplo 

di "li" lotros no cree- 

iii, in pueda permanecer fue- 
i un flretuña tendría 
i it una actitud ante 

■ I Mi I'll, 



I 111. 



i del i 



¡If 



, ,. , , ,, i:,- i m i;.', de Prunela, ic - 1 ■■ 
,,., ,i.i,. , m ■ n intervenir en ravor de los 

n , ' ni iiiiii cuando iiuisii'r.i per- 

tnñneeer neutral no podría evitar la 
guerra, pui to 'i" 1, la neutralidad es mi 
lOlo l.i i", iniriicip ación en la guerra 
.vino tambil n la libertad de comercio con 
I., beligei ules. Pero ni Prnncia ni Ale- 
mania permitirían i|ue Gran Bretaña co- 
merciase ."n sus enemigos. Los inter- 
catnbioa comer ci alea ron Inglaterra se- 
rian de una Importancia decisiva para 
lus dos parles, puesto nue proporciona- 
rían petróleo, cobre > artículos ulimen- 
liiins. de los nue dependería la victo- 
ria v la derrota. La ¡dea de la loraliza- 
ción de lu guerra no pasa de una uto- 
pía, aun sin la alianza ecrmana-pulaea. 



La pan es Indivisible. Estas palabra» del 
de líelucirme* E\ler¡ores, l.il- 
" i -.ni bien la situación real > 
la Importancia de la decisión de la Gran 
Itrelaña sobre lu aalldj que H encuen- 
tre a la NÍtuación actual CO muí grande. 

im.i. vitüi; \ TIENE ES SI M VNO 
I vi imam \ y M. JAPON 

El Japón no pudría Innuirse a una 
«ran truena sin la jívtida del mercado 
nnandero británico. Se ha calculado 
que ii in de una i;ran guerra conti- 
nental el Japón tendría necesidad, en 
el primer ¡>ñ" de ln.vlilidades, de un prë«- 

tnmo de un billón de dólares para la 
compra de materias primas, de armas J 
de maquinan. 

l'l Jupón sólo podría obtener wtc 
préstamo de Inglaterra. Si el Japón n 
i íera que no podría obtenerlo, en • aao 
alguno, tratarla de resolver las dificul- 
i.'ides actuales por medio del desenvol- 

vimíento de relaciones económicas amis- 
tosas enn China > con el resto del mun- 

St Alemania supiera que en caso de 
una guerra en el tile no sólo se en- 
ei.nlrarin. jnmedin lamente con los países 
atacados j su aliado Francia, sino que 
In Gran lírelana, lejos de socorrer al 
Reich, sostendría también a Francia, 
ellu lucharía por medios pacíficos para 
el mejoramiento de su situación econó- 
mico, ya que una guerra llevada en ta- 
les condiciones podría lerminar en una 
catástrofe. 

No tenemos necesidad de la catástro- 
fe que es la guerra para edificar un 
nuevo sistema y una nueva civilización. 
Preferimos las luchas pacíficas y las 
victorias de la pal. A pesar de lodo lo 
que separa a la U.it.S.S. y los puelilos 
que edifican allí la vida nueva, ríe la 
Gran Bretaña imperialista, nos conside- 
raríamos felices si este país, que es el 
más poderoso de lus países capitalistas, 
adoptara la firme resolución de hacer 
inquebrantablemente la política de la 
paz, en donde se encontrara amenazada. 

' ar ara cato que la (ir,,., 

Idelíiña i oiiiila ,, In- iJiiililov ( ,uo ñus- 
can en pactos regio nulos de asistencia 
mutua, una garantía contra la guerra, 
pactos il" lus ou,, nadie ea excluido a 
fundición de que quiera firmarlo — que 
ellos sean firmados. Es necesario para 
esto que la Gran Bretaña tome parle 
ella misma en esos pactos en todas par- 
us donde está directamente interesada, 
ayudando así a crear una barrera contra 
las tendencias enemigas de la par. La 
Gran Bretaña servirá, de tal mudo, su- 
propios intereses. La L'.tl.S.S. está dis- 
puesta, seriamente y sin reservas, a co- 
laborar en esla tarea con la Gran Itre- 



CARLOS RADEK 



principio entre el fenómeno y la cois en ti. Sólo 
> "nota entro lo que ea conocido y lo que no 
lo «• «un 

II matcrmlUmo dialéctico refuta « toda especie 
de aonoatloiamo, cuando cate declara que nada pue- 
de labci aceren del orinen de Isa aensaolonea o so- 
bre la naturnli-ra verdsdsra del mlemo. LOS HOM- 
BRES HAN COMLNZAOO POR OBRAR ANTES DE 
ARGUMENTAR. Aquel flloiofo a quien le le ne- 
gaba In realidad del movimiento, púaoie a caminar 
como oonUttaclOn. La PRACTICA ce el criterio de 
verdad que mide la objetividad de nuestra* repre- 
aentaclonei. Y ella ha revelado que no teneme-a mo- 
tivo para dudar de la poelullldad de conocer cada 
vu mua profundamente el mundo objetivo, a tra- 
vée de lae verdadee relativa» que la ciencia con- 
quista día trae día, eln necesidad de recurrir a nin- 
gún "eituario doloroao", n nlnouna mística "Intul- 
ciúrv" bergionlana para captar el "mlaterlo". 



5.— QUE TRATA OE CIERTOS VALORES... — 
El eeflor profrior repite la "critica" hecha en todo* 
lo* teño» e Idioma* al marxlimn: de que ce puro 
datermlnlimo económico, de que icrjun él lo* facto- 
res económico* hacen marchar a la Materia como a 



Las críticas del señor Korn efe. 



C.-i'.. 



'. J. 



un aparato de relojería, de que se olvida de los va- 
lore* espirituales . Toda esto grita oficial sólo 
puede deberse a una notable Ignorancia o a una 
mala fe bien estudiada. Posiblemente en nuestro 
profesor loa dos aspectos se conjugan armoniosa- 
mente. 

Una concepción que habla de proceso Infinito, de 
Interacciones, dónde lo que es causa se transforma 
a su turno en efecto y reciprocamente, ¿cómo es 
posible que pueda afirmar que un "valor" cualquie- 
ra, producto del proceso histórico, una vei lanzado 
a la vida permanetca en alguna Isla de Robinson 
o flotando como una entidad extralerrena, sin actuar 
maíllo "topria viva": 

El marxismo no se dlatlngue de las concepciones 
Idealista* de la historia, en que éstas toman en cuen- 
ta los (actores espirituales y aquél, no. La diferen- 
cia estriba en que, mientras la* concepciones Idea- 
listas consideran a LOS "IDEALES" COMO CAU- 
SAS de las relaciones sociales y de su transforma- 
ción, el marxismo hace un antllsls mis profundo y 



busca a su vez LAS CAUSAS DE ESAS IDEAS so- 
ciales en Ib estructura económica y social, sin dejar 
de ver la enorme Importancia de loa factores espi- 
rituales en el desenvolvimiento histórico. Al fin y al 
cabo la Historia no se hace sola, LA HACEN LOS 
HOMBRES con sus ideas, sus concepciones, sus de- 
seos. Pero, ¿de dónde salen éstos? ; Out provoca su 
aparición? ;Qué es lo que hace que en el siglo 
XVIII prevalezcan en Francia ideas de Igualdad y 
Fraternidad, mientras en la Grecia de Platón, hom- 
bres Igualmente ilustres, piensan que la desigual- 
dad v la esclavitud son necesarias? 

El marxismo responde a estos Interrogantes ana- 
lizando las fuerzas productivas y las relaciones so- 
ciales en cada caso. Mientras en la Grecia antigua 
era económicamente util y NECESARIO el trabajo 
de esclavos, en Francia, la aparición y desarrollo de 
la clase burguesa, hacia necesaria la abolición de 
la servidumbre para obtener obreros "libres" en el 

Para Marx y Engels, las relaciones de producción 
constituyen asi la BASE sobre la cual se crean las 
relaciones Jurídicas y soelates y con ellas todas las 




Yo quisiera dibujar el plano del mundo con todas las horas de esta noche del martes 'i da oc- 
tubre de 1934. 

Plano para pegarlo en las paredes y en los postes teletiráfii"-,, a orillaa de bu vfjuj \ en loa 
vagones de carga que vienen de lejos con marcha cansada y vag:ilini" 

Yo quisiera decir — mientras escachamos cómo una "jazz" de quince "profesores" wmanrea 

"El Boulevard de los Sueños Rotos" en una "boite" antiséptica y donotrita de esta dudad nu 

tiralíneas y de nombre indomable: Chtvilcoy — , yo quisiera decir que esta noche se enfrian en Mar- 
sella los cadáveres de Alejandro y Barthou. 

Que el "Conte Grande" cabecea en el puerto de Buenos Aires, depositada va s U carga eu< 

tica en esa ciudad que tiene una calle que se llama Bovdo y otra <i te llamo Florida, \ un c 

que se llama Jorjre Luis y otro que se llama Gustavo Martini/. 

Que en un penúltimo piso de un rascacielos de Nueva Vori, hnj una ventana con luz. 

Quo en E&paña. en «wta misma hora, Murcrnrita Nelhen jwourlr de los esbirros dol BObíarnO IU 
juventud y su evangelio. 

La burguesía en aquel lado, llora. 

La burguesía en este lado. reza. 

La burguesía en todo lado, medra. 

.,.. ÍP *5Í5 t V Do ™ Virginia — entre dos — doblan el mantel familiar v sacuden bu migas del 

pan calido, calido de oro y sol en su corteza y en su misterio, blo simo). 

Yo quisiera marcar — con cruz violenta — en este plana del !l de octubre de 1934 «I litio 
para el cráter que se necesita para el grito que ha de dejarnos t mitos v limpios ríe todo ruido de 
la mentira. 

Desde las lelas de los cines dicen su griio los fantasmas. 

Y todos los que se quedaron sin cenar tendrán un sueño |UebfadJZO de cristal ampollada O 
una vigilia de calles abiertas, frías. 

En una calle de Moscú un cartelón señala esta consigna: VO SE DETENGA, CAMARADÀ. 

Esta noche, las beatas besarían los muros del palacio Harilaos, v en este momento Su Santi- 
dad Pío XI piensa en sus colonias argentinas. Y sonríe. 
Dios estará indignado, pero calla. 

En un miserable hntelueho de Córdoba, N. N. tose v deletrea: "Alejandro 5 Barthou as- Inj 
dos. . ." 

Esla noche del 9 de octubre, todos estamos con nuestras co 

Algún niño se habrá dormido al calor de la lámpara sobre lai páginas de Pinocho " da San- 

En Nan Toung, estará secándose un crisantemo rojo sol.re el jiecho atravesado por las II. 

de Chit-Yuan-Se, la Reina de la Morfina, fusilada. V en Shanghai, un pelotón de fuardlas allano un m 

madero en el preciso momento en que llega Shanghai Lil del brazo del hombre dfl lo i icotrtl DDK la " 
ja. Y en Londres. Eduardo de Windsor ha bostezado exactamente a la misma hora que anoche on 
anteanoche. . . 

Y la infamia, viscosa, de sonrisa infame, se desliza como río oscura por el plano de asta ooche. 
A esta hura don Ricardo Hojas se sacará los lentes, ya dispuesto para BU Defio ln relieve, OH 

camiseta. Y todos los horteras de la ciudad de los Buenos Aires soñarán l Ul camisa nueva QUE lu 
mi.nana, primer día de Congreso Eucarístico. Y Mi mí se desnuda por quint l re2 para esta BOCUe, Ï BU 
laa redacciones, la peor miseria vela. 

Y acá nosotros, cor. una "jazz" revolucionaria en una ciudad con damas de beneílccm ta pOl I 

masturbadores. 

;((uê noche, amigos, qué noche la de esle plano del martes !> de octubre de 19841 



dokan. 



Plano 

de la noche del 
9 de Oclubre 
de 1934 



n il r * .i 



Il II I' V M 



revista 



La cultura del capitalismo 



PREGUNTAS Y RESPUESTAS. 



1,—M. Arja 
usted en su e 
blema de la 



Ciudad. — Plantea 
colaboración el pro- 
llura «n relación al ré- 



tan 



gimen capitalista de producción, Lo ha- 
ce en termino» demaalado goneraleí, aln 
hacer un aníllala juato de eaa relación. 
La decadencia del capitalismo como 
alaterna económico, determina la deca- 
dencia de la cultura capitalista. Loa 
epígono» miamoe de esta última ae encar- 
gan de afirmarlo y demostrarlo. Sua 
obraa de la poit-guerra. especialmente, 
están destinadas, en su parte fundamen- 
tal, a probar tal estado de cosas. Como 
es lógico, mucho se cuidan de decir que 
la decadencia de la cultura sólo se re- 
fiere a un tipo especial de cultura, a la 






)apltal 



dio. Hablan en general de la "muerte de 
todos los valores", de la "destrucción de 
las viejas tablas", de la "decadencia de 
Occidente", de la entrada en una "nue- 
va Edad Media", del "triunfo del hom- 
bre práctico que sólo vive en loa hechos 
y para los hechos", etc., etc. Aseguran 
que el mundo ae muere, porque muere au 
olese. No ven, no pueden verlas porque 
esiin encerrados en las limitaciones de 
au clase que loa hace ciego» y sordos, lae 
perspectivas que ae alzan para et prole- 
No se puede, en consecuencia, Inferir 
la decadencia de la cultura, de la "co- 
rrupción del gusto del vulgo". Hay que 
considerar el factor Interno, determinan- 
te y creador de cultura: el hombre en su 
_ medio como miembro de una aociadad 



dividida en clases. La cultura est! deter- 
minada, de una manera general, por el 
modo de producción material. No ae pue- 
de definir al arte como la "producción 
que aurge de la potencia mental del Indi- 
viduo" (tal como se hace en su trabajo), 
aln caer en el absurdo, porque en realidad 
el problema consiste — admitiendo como 
cierta su afirmación — , en explicar a esa 
especie de "producción". Con au forma 
de plantear no se sale del mis absoluto 
esplritualismo. De ahí, pues, que mis 
adelante se vea obligado a decir que el 
artista "es el flujo del campo magnéti- 
co", etc. Todo queda en la vaguedad y en 
sombras. Falta una explicación concreta. 
Tal explicación únicamente puede encon- 
trarse en el análisis materialista del arte 
y de la cultura y en la consideración dia- 
léctica de las relaciones existentes entre 
la bate económica de la sociedad — las 
relaciones de producción establecidas en- 
tre los hombres — , y las superestructuras 
(arte, ciencia, filosofía, cultura.,.). 

Es Innegable que, a través de su traba- 
Jo, se descubre un esfuerzo por compren- 
der y dominar el conjunto de complicados 
problemas sugeridos por el tema. No lo- 
gra, sin embargo, sus propósitos, porque 
está dominado por una concepción Idea- 
lista del conjunto; no es posible compren- 
der lo particular a la luz de un concepto 
general equivocado. Le recomendamos 
particularmente la lectura del prefacio a 
la "Critica de la Economía Política" de 
Marx y entrar luego al estudio directo 
del marxismo antes de enfrentar otras 
cuestiones. 



El principio hedónico y el marxismo 

J. — i . I. Rui . i ¡udad. ■ ■ "Bien, v rfi teo i oiwcei hasta dónde al- 
tan o • ; campo de aplicación de esta icon,: (¡a interpretación materialista 
de ¡a historia), tegñu tus expositores 1 1 en qui punto se produce el des- 
linde con el principio hedónico, principio económico por esencia, que ex- 
plica toda la conducta humana. Aclaro mi pregunta: si a una persona que 
ociest la doctrina marxisla se la manifestara que la historia puede 
sei Interpretada económicamente, esa persona entendería a buen seguro, 

que todos los acontecimientos del pt histórico tienen un móvil o una 

aráctet económico; es decir, que como fondo co- 
mún de k historia, lo qiu ha primado en el espíritu de ¡oí ¡iambus y de 
pi '.mi h el "maximum de rendimiento con 
el mínimo di esfuerzo". Yo >. le ocurriría, pues, <i esa persona, pensar 
qui 11 fo que se refiere !" interpretación materialista de la historia, según 
lo expuso Marx, es ■> que los modos de producción de la vida material. 
el proceso ntper-i structurai de la vida, y que eso explica como 
nos da la iociedad e<m el señor feudal; el molino a va- 
por, h sociedad con el capitalista industrial", 

"En otros tórnanos, yo comprendo perfectamente la verdad de la 
teoría de iia¡ r, teoría que sin duda, es racional, husada en los hechos, v 

os .K-niiii te qui carecían las teorías del libre albedrío 

y la intervención divina, Pero creo qm no abarca el problema histórico 
en su totalidad. ¿El fundamento económico de la historia, reside sólo en 
bi forma de producción de la vida material f ,■■ Y el principia hedónico ' I 11 
Kin/ sociedad de régimen esclavista o de i.-^nnen capitalista, existen acon- 
tecimientos históricos que no ban ido acompañados de modificaciones en 
los modos di producción, . Qu> los 1 vpliea, fi íi supone que no es el idea- 
lismo, factoi isti ./in ¡1,'ne poca influencia en la historia? Indudablemente, 
el factor económico, ese vulgai v silvestre factor económico es móvil de 
¡a sociedad humana en tu cari totalidad Esto lo presupom Ma\ 

el sólo r< ¿11 ■" 

"No si -i he 1 onseguido explii ai bun nú pensamiento; suponiendo 
que si. ,¡, .. xi' respuesta". 

Sus dudas catín expuestas con claridad. Se revela, a través de ellas, que 
Ud. esta estudiando seriamente al marxismo, pero que aún lo ata, haciéndolo 
vacilar, la teoría vulgar de la Economía que se enseña en las Universidades 
oficiales. En la Argentina, cuando ae abandona el manoseado texto de Charles 
Clde, ae cae en las vaguedades de Pantaleonl. traducido especialmente por un 
profesor universitario para confundir las cabezas de los alumnos de Economía. 
Este autor ha popularizado entre nuestros economistas, la teoría del "hombre 
económico" guiado por el "principio hedónico", según el cual en cada momento 
debe comportarse de manera de obtener "el máximo de rendimiento con el 



1 Inteligente carta del 25 de ene- 
gue respecta a los estragos "pan- 
■ de Economía pagado de su sa- 



minimo de esfuerzo". Viene, pues, de perilla 
ro, para poner tos puntos sobre las les en 11 
taleónlcos" cometidos por más de un profei 
gacidad y de su erudición. 

EL FACTOR ECONÓMICO. 

Ud. cree que el "principio hedónico", enunciado más arriba, es "el prin- 
cipio económico por esencia, que explica toda la conducta humana". En esa 
creencia suya reside la ratz de toda la confusión. 

El "principio hedónico" ea una abstracción — (Pantaleonl mismo se refie- 
re al "hombre económico" como "hombre abstracto"), — cuya filiación hay que 
ir a buscarla en esa "naturaleza humana" que a cada paso sacaban a relucir 
los Ideólogos de la Enciclopedia. 

Cuando se dice que los hombres obran de manera de obtener en cada mo- 
mento el "máximo de placer con el mínimo de dolor" o el "máximo de rendi- 
miento con el mínimo de esfuerzo", se enuncia un principio abstracto aplicable 
al hombre en todas las circunstancias, sea él millonario o pordiosero, explota- 
dor o explotado, esclavo, siervo o proletario. SI el "principio hedónico" perma- 
nece inmutable, el burguesito que en un año liquida una fortuna heredada, obra 
tan de acuerdo con el mismo, como el pequeño-burgués que ahorra dinero du- 
rante veinte años para comprarse una casita, o como el proletario que para 
vivir debe vender diariamente su fuerza de trabajo. Salta a la vista que eon 
tal generalización NO SE EXPLICA la conducta humana, la cual varía perpe- 




cípio 



ledónico" 



Queda ahora otra hipótesis. Supongamos que 
según las circunstancias y en cada caso particular y en cada individuo se ma- 
nifieste de una manera distinta. Quedarían por averiguar las CAUSAS de esas 
variaciones. Y esas CAUSAS son las condiciones materiales de existencia de 
la sociedad, es decir, el conjunto de relaciones que se establecen entre los 
hombres para producir "sus medios de subsistencia y el cambio de productos 
entre si. en cuanto la división del trabajo exista", 

El "principio hedónico" no es, pues, de modo alguno el "principio o factor 
económico", sino una abstracción del hombre, con que los economistas bur- 
gueses pretenden idealizar y explicar, como la única posibilidad, al capitalista 
afiebrado por la conquista de beneficios y la explotación del trabajo ajeno. 
Ellos QUIEREN explicar la CONDUCTA HUMANA por el principio hedónico, 
pero sólo consiguen explicar la conducta del burgués "vulgar y silvestre" cuya 
ideología representan. 

EL FACTOR SUBJETIVO. 

Observamos otra contradicción en su carta. Dice usted no creer en las 
"teorías del Ubre albedrío y la Interpretación divina", pero cree en ellas al ad- 
mitir, como "fondo común de la historia", al "principio hedónico". LAS ARRO- 
JA POR LA PUERTA Y VUELVEN A ENTRAR POR LA VENTANA. ¿Qué 
sino admitir el "libre albedrío" es considerar al hombre en si, separado de las 
condiciones materiales de existencia, dominado por una abstracción cuyo ori- 
gen hay que buscarlo en la famosa "naturaleza humana" o en la "voluntad de 



ted quisiera decir que hay acontecimientos políticos, sociales, culturales, etc.. 
que tienen en si mismos su razón de ser, o, por lo menos, que no se ligan de 
manera alguna con la base económica. SI tienen en al mismos su razón de ser 
actúan libremente, después de haber nacido por generación espontánea; es la 
teoría del libre albedrío llevada a las últimas consecuencias. SI tienen 



ría de la ir 
decir que n 
gación? 

Al afirr 



s la económica, hay que buscar a Oíos c 
:erpretación divina. iVe usted cómo los 
> basta negar sino que es necesario aei 



ina cau- 
> esa causa; es la teo- 
-xlstas tienen razón al 
lentes con la ne- 



l posición humanista, Interpreta usted mal al marxismo 
cuando considera que el factor económico Interviene en el proceso como el 
ÚNICO FACTOR ACTIVO. A través de sus palabras, se descubre una concep- 
ción vulgar del deterninismo económico, dentro de la cual la actividad del 
hombre no juega ningún rol. Se pregunta usted: "; El fundamento económico 
de la historia, reside sólo en la forma de producción de la vida material! ¿Y 
el principio hedónico"? Aquí usted separa, por una parte, a "la forma de pro- 
ducción de la vida material", como algo objetivo, exterior al hombre, y. por la 
otra, al "principio hedónico", como algo subjetivo, humano por excelencia. Y 
llega más adelante a la conclusión que el primero "es móvil de la sociedad hu- 
mana en su CASI totalidad", jugando el segundo su papel, ya que "existen acon- 
tecimientos históricos que no han Ido acompañados de modificaciones en los 
modos de producción". No es extraño, en consecuencia, que termine por plan- 
tearse las CAUSAS de tales acontecimientos, producidos al margen del "factor 
económico" según su punto de vista, y que, descartando al "idealismo", ae pre- 
gunte cuál es la TERCERA CAUSA que en realidad los ha producido. Por ese 
camino va usted directamente al "emplro-crltlcismo" o a cualquiera de esas 
teorías con que el "idealismo" trata de disfrazarse para hacerse menoa Indi- 

L.i LÓGICA FORMAL no lo ayudará a salvar esa confusión. Para com- 
prender las relaciones que se establecen entre la estructura y las superestruc- 
turas sociales, entre el hombre y su medio y el rol que Juega el hombre en la 
producción, la autonomía en el desarrollo de loa acontecimientos históricos y 
tantos otros problemas de gran importancia, deberá recurrir al estudio de la 
DIALÉCTICA. Trataremos de aclarar brevemente algunos de los puntos oscu- 
ros que usted nos plantea: 

1.— Dice Marx en la Primera Tesis sobre Feuerbach: 

"El defecto capital de todo materialismo hasta aquí — Incluido el de Feuer- 
bach — es que lo existente, la realidad, lo sensible sólo son concebidos bajo 
la forma de OBJETO o de la PERCEPCIÓN, y no como ACTIVIDAD HUMANA 
SENSIBLE, como PRACTICA, no subjetivamente. De aquí que el aspecto AC- 
TIVO naya ngg uiurrotiiuo por el Idealismo, trente al materialismo, aunque 
:ra abstracta, pues el Idealismo, naturalmente, no conoce ía 
real, como tal. Feuerbach quiere objetoa sensibles realmen- 
> objetos del pensamiento; pero no concibe la actividad hu- 
o actividad OBJETIVA", 
medita atentamente el contenido de la frase que reproducl- 
: dará cuenta que, en su carta, concibe al "factor económico" con el orí- 
materialista de Feuerbach y no con el de Marx y Engels. Para usted en 



sólo de i 
actividad sensible, 
te distintos de lot 
mana misma com. 
Bien; si usted i 



terlo i 



la forma de producción de la vida material, no Inti 
tor activo. Por eso se pregunta después: "¿Y i 
que buscar en otras fuentes — que a pesar de s 
que el Idealismo, — el origen de tal principio. 



si hombre 
principio hedónlc 
negativa no puní 



7" y tiei 



Es cierto que "los modos de producción de la vida material, determinan 
et proceso super-estructural de la vida", perc- no deje de tener en cuenta quo 
esas formas de producción, que esas circunstancias objetivas son transforma- 
das precisamente por los hombres, que ellos Intervienen en ellas modificándo- 
las. SI no se plantea asi el problema, se cae en el Idealismo trascendental, por- 
que viene a resultar que las formas de producción han nacido de si mismas y 
se modifican y desarrollan haciendo abstracción del hombre como factor aotlvo. 
En resumen: el factor económico a que usted alude no ea la famosa CO- 
SA EN SI tal cual la concebía Kant, que se mueve aisladamente, con absoluta 
presclndencla de la voluntad de los hombrea y que determina de una manara 
fatal y ciega todos sus actos y pensamientos. Esto ea un absurdo. El marxismo 
no tiene la culpa si cada quincena le sale al paso un Calrettl o un Ooll cual- 
quiera a poner cátedra de Ignorancia. 

2. — SI la actividad práctica humana Interviene como factor activo y trans- 
formador de las formas de producción, quiere decir que "los acontecimientos 
históricos" — suponemos que usted se refiere a acontecimientos políticos, ar- 
tísticos, etc., es decir, no meramente económicos, — se reflejan en esas formas 
de producción. Entre la estructura y las super-estruoturas existe una relación 
dialéctica. Serla plantear las cosas con un mecanicismo Irracional creer qua 
la primera va creando una a una las segundas, abandonándolas luego a su pro- 
pia suerte. Esto serla infantil. En realidad, la superestructura, condicionada por 
la estructura económica, se vuelve luego sobro ella e Interviene en el proceso. 
Es falso que se hayan producido "acontecimientos históricos que no han 
Ido acompañados de modificaciones en loa modos de producción". Considera- 
dos esos acontecimientos aisladamente o en un determinado espacio do llam- 
po, pueden aparecer colgados en el aire, pero al los examinamos contemplando 
el conjunto del panorama histórico, descubriremos que en última Instancia 
han sido determinados por CAUSAS económicas. Es Indudable, por ejemplo, 
que la decadencia de las formas económicas de la antigüedad clásica precipita 
la decadencia de la cultura antigua. En la respuesta anterior nos referimos a 
la decadencia del capitalismo como sistema económico y agregamos qua alla 
determina la decadencia de la cultura capitalista. Sin embargo, considerada 
aleladamente, alguna obra de cultura de cualquiera de esos periodos, pueda 
aparecer como desligada de la base económica, no asi si se la ubloa histórica- 
mente dentro del conjunto, En la posición de ciertos Idealistas tipo Jaurès, 
falta toda base científica serla y desconocen la dialéctica; eso los conduce a 
colocar en un mismo nivel "1st fuerzas materiales" y las "tuerzas morales", 
sin considerar la relación dialéctica que vincula a ambas y el grado an qua 
las segundas son determlnadaa por las primeras. 

Creemos que a usted lo perjudica el no concebir al mundo como un pro- 
ceso, es decir, como en realidad es. La educación que recibimos está cargada 
de mecanicismos y fljlsmos y es necesario un largo proceso de asimilación 
critica de la dialéctica materialista, para terminar con ellos y contemplar a 
la naturaleza y a la historia con la mirada clara djfcsegura del que no está limi- 
tado por prejuicio alguno. 

Nos permitimos recomendarle mayor Insistencia en el estudio de la parts 
filosófica del marxismo, especialmente de la dialéctica. Pero, ante todo, deba 
cuidarse de no querer encontrar un puente, que no existe, entre laa teorlaa da 
la burguesía y la teoría del proletariado, entre el Idealismo y el materialismo 
dialéctico. 



M 



N 



w-M i. u tu. n 

concepciones sociales. Pero no olvidan en ningún 
momento — y lo dicen explícitamente repetidas ve- 
ces — la reacción de tales "superestructuras" sobre 
el esqueleto económico de la sociedad. 

Tomemos el ejemplo de Francia nuevamente. La 



conómlca está da 


a por las relaciones feudales 


ducclón y, dentr 


de él, el desarrollo de re- 


mercantil y de 


la clase burguesa. Constitu- 


s "superestructu 


as" el estado de la monar- 


bsoluta, poder de 


la nobleza feudal, laa Ideas 



Más adela. 
) m panado s . 



agrega: "existen acontecimientos históricos que no han Ido 

modificaciones en los modos de producción". Parece que us- 




de desigualdad, de servidumbre, etc., que refuerzan 
y tienden a eternizar el estado de eosss; las Ideaa 
de Igualdad, de fraternidad, sostenidas por los Ideó- 
logos de la burguesía y que tienden a demoler el 
régimen feudal, luchando con las concepciones con- 
trarias y tratando de desterrarlas del cerebro de los 

EVIDENTEMENTE, LA REVOLUCIÓN FRANCE- 
SA NO HUBIERA SIDO POSIBLE SIN QUE ES- 
TAS IDEAS REVOLUCIONARIAS SE HICIERAN 
CARNE EN LA CABEZA DE LOS HOMBRES DEL 
PUEBLO; y esto da una idea de la Importancia que 
tienen los factores espirituales. Estos son Indispen- 
sables para la transformación social, pero a su vea 
están condicionados por una transformación mí» 
profunda, en el subsuelo económico de la sociedad. 

En fin, al Marx y Engels hubiesen creído en la 
acción automática de laa fuerzas económicas no hu- 
bieran luchado por el advenimiento de la revolución 
y por forjar el instrumento necesario para reali- 
zarla; ni los marxistas realizarían el trabajo heroi- 
co de cada día por hacer prender laa Ideas de la 
revolución proletaria en el cerebro de cada traba- 
jador. Y serla también perfectamente Inútil poner 
al desnudo a la mentira organizada y personlficsda 
en miles de señores Korn, que de EFECTO del ré- 
gimen capitalista se convierten en una de las CAU- 
SAS que permite la subsistencia de ese régimen ya 
podrido. 

ERNESTO 8ABATO. 



ii ii i 1 » a revista 



Pagina M!écl*CA 



EL DISCURSO DEL SEÑOR DECANO 



El discurso pronunciado por el decs- 
10 de la Facultad de Medicina no es 
:l mismo del año anterior aunque la 
icmejanza de su contenido asi lo hiele- 
■a suponer: esto es solo una prueba de 
a fidelidad y cariño que el señor deca- 
10 profesa a su modo de pensar. (Vén 
m "Semana Médica*', abril 11-1935). 



El i 



ienz6 i 



icltar 



curso repitiendo el lugar común de otro 
maestro, el Dante. Y luego de tan ori- 
ginal comienzo destina unos parrafitos 
al Hoglc del pasado, "aquella edad de 
oro. paz, prosperidad, ganancias fáci- 
les ■'. "Principios del slnto XX .". 

Dichosos tiempos aquellos, señor de- 
cano, en que sin necesidad de exterio- 
rizar la codicia desenfrenada del profe- 
sional contemporáneo, se vivía tranqui- 
lo, oon tas talegas llenas de oro. La ju- 
ventud, r^a Juventud que añora el señor 
decano (jodia a la vez ser rebelde y 
creer en Dios, rebelarse en fin con arre- 
glo a un orden como lo quiere Mara- 
ñan, de acuerdo con la doctrina verda- 
dera, sin bullicio ni Ideologías exóticas. 
Al menos, la Juventud del maestro trans- 
currió de ese modo, silenciosamente y 
en el mejor de loa mundos posibles, 



Miseria de los intelectuales 

mai en mas, actual- 
mente, una producción de medicos, 
■bogados, doctores, etc.. , en un mo- 
mento en el que gracias a la crisis 
los empleos soportan una contrac- 
ción muy neta. He aquí dos conse- 
cuencias inmediatas de este estado 
de cosas: I o Muchos jóvenes, des- 
pués de haber invertido sus energías 
en estudios durante varios años en 
ios cuates era más fácil encontrar 
empleos, quedan ahora en posesión, 



por 






. de i 



peda; 



de papel de un valor completamente 
nulo; 2 1 ?: tos felices, esos que en- 
cuentran una ubicación, son retribui- 
dos, gracias a la ley de la oferta su- 
perior a la demanda, como una mer- 
cancía depreciada por la concurren- 
cia, y de una manera inadecuada a 
los sacrificios materiales dedicados a 
sus estudios. No es nada absoluta- 
mente raro que un joven medico o 
abogado, a fin de llevar algo a eu 
lamilla, se pliegue a cualquier tra- 
bajo para el cual ha sido completa- 
mente inútil tu dedicación de diez 
años al estudio superior. 

Recientemente, por ejemplo, ha ha- 
bido un concurso del Estado para 
nombrar sesenta agentes de policía 
(con un sueldo de 500 liras por mes, 
además de una Indemnización). De 
los tres mil concursantes, mil eran 
bachilleres o doctores. Y no se pedia 
mas que el diploma elemental... 
Nosotros no queremos hacer Interve- 
nir aquí el ataque a la dignidad pro- 
fesional, (Mussolini ha afirmado que 
aólo la desocupación es deshonrosa, 
siendo el trabajo un derecho del hom- 
bre antes de ser un deber), pero, ver- 
daderamente, nosotros entendemos 
que. para hacer agentes de policía, 
diez y ocho años de estudios son li- 
geramente excesivos... 

IL GANTIERE, Roma. 



PC 


r extrf 


ñas y 


viejas c 


-melones de la 


antigua Francl 


. Acunad 


j por el ritmo 


de 


las c 


-melon 


es normandas nació su 


af 


clon a 


la belleza, a 


os paisajes, a 


loa 


cuad 


os qu 


e adornan 


su magnifica 


mi 


nslón. 


No s 


abemos s 


la capacidad 


de 


adquir 


r esa 


s obras del genio huma- 


no 


tuvier 


n en 


a vida de 


señor decano 


el 


mismo 


origen mágico; 


pero lo cierto 


es 


que su 


discurso que e 


nbelesaba a la 


distinguid 




académica 


concurrencia 


pa 


ecia e 


texto 


trivial y 


enclllo de una 


vie 


a canción: 


nuestra j 


uvenll falange. 


provistos 


cada 


cual de s 


u flamante dl- 


pío 


ma 


hubo 


de disper 


arse en busca 


de 


la suprema 


aventura 


conquistar 



el porvenir". 

Pero al pronto, rompiendo el encanto 
de sus añoranzas descendió al comen- 
tarlo de la época presente y dedicó al- 
gunas palabras a tas difíciles circuns- 
tancias que atraviesa la profesión ac- 
tual. ¿Pero es que ha cambiado algo 
para usted señor decano? ¿No continúa 
siendo la edad de oro tan pródiga co- 
mo entonces para su generación y su 
clase7 Parece que sólo ha cambiado el 
procedimiento, pero la esencia del arte 
sigue siendo la misma y los consorcios 
financieros han transformado a los mé- 
dicos de su generación en accionistas 
de grandes empresas farmacéuticas y 
lujosos sanatorios. Frente a la ruina de 
Innumerables profesionales libres, que 
no son dueños de otra riqueza que de 
la fuerza de su trabajo, se yerguen po- 
derosas instituciones donde el prestigio 
de Iob "maestros" se convierte en oro. 
Para algunos la edad de oro no ha in- 
terrumpido su carrera impetuosa y pro- 
cura todavía sorpresas agradables. Es 
verdad que no todos los integrantes de 
aquellas generaciones beneméritas que 
usted exorna no han sabido limitar su 
codicia dentro de lo moral y lo razo- 
nable y algunos han vendido camas de 
hospital y otros se han dedicado a la 
peca y a la vida disipada de los genti- 
les. Pero son comerciantes Impacien- 
tes, no otra cosa. Y además ¿qué tiene 
que ver este aspecto de ta vida priva- 
da de los hombres con la clase magis- 
tral y el honor del profesor? Nada, se- 
ñor decano, nada. Sólo Dios, vuestro 



Dio: 



-, ju< 



de ta c 



I otic 



es perdonar y su infinita misericordia 
alcanza al justo y al pecador con sin- 
gular ecuanimidad. 

Posando por alto estas pequeñas co- 
sas, que la edad de oro continúa para 
algunos, que la Facultad está desqui- 
ciada en los fundamentos éticos que el 
señor decano proclama, por la Inmora- 
lidad sin precedentes de algunos profe- 
sores y la tolerancia cómplice de quie- 
nes la dirigen, y que éstos pertenecen 
a la generación del señor decano, es 
evidente que tiene todo el derecho de 
endilgar un discurso como el que co- 
mentamos y que Inviste en suma la au- 
toridad moral para decir a sus alumnos 
queridos hijos y otras lindezas por el 
estilo. 

Pero veamos, señor decano. ¿Qué pa- 
sa en la Universidad y en la profesión? 
Es verdad que en su discurso han sido 
formuladas razones tan simples como 
versículos del Corán, pero por lo mis- 
mo tememos perdernos en su profun- 
didad. Antes venian muchos inmigran- 




* 



.•¿Î 



tes y nosotros éramos muy pocos, los 
enfermos Innumerables y las ganancias 
pingües. Este es el contenido de la par- 



alóla 



del 



de- 



cano. Linda época. Además, cosa digna 
de ser comentada loe obreros servían 
para algo al decano, pues según se des- 
prende del discurso los obreros inmi- 
grantes fueron útiles mientras le pro- 
curaron enfermedades y pudieron pa- 
gar la consulta a tan famoso especia- 
lista en cuyo espíritu refinado vibra- 
ban los acordes de aquellas viejas can- 
clones. La misión de los obreros es esa 
y nada más que esa. En cuanta a que- 
rer enviar a sus hijos a ta Universidad 
es una insolencia, una aberración de la 
época incompatible con la "tradición". 
Bien está que esto pase en Rusia, don- 
de la clase médica ha sido destruida y 
se diploman los hijos de las obreros 
(«le» y aao Irrita al señor decano. De 
su enjundioso discurso se desprenden 

principios totalmente distintos y es que 
el mundo estará en orden cuando los 
hijos de obreros sigan siendo obreros 
y los médicos se formen entr 



cuenta para nada esta suerte de pro- 
blemas y conspira sin disimulo contra 
la necesidad popular. La población na- 
tiva del norte, miserable, alcoholizada 
y degenerada por la explotación inhu- 
mana de un trabajo esclavista no goza 
de ningún beneficio técnico a pesar de 
las clases magistrales del señor deca- 
no. La ignorancia de estas masas oprl- 



Dios 



ilum 



dimiento del 



observa 



a bastante pronunciado de 
sistema corporativo, por lo cual el 
maestro se pregunta "¿se es acaso por 
eso reaccionarlo?". No, dice muy suel- 
to de cuerpo al mismo tiempo que pre- 
tende sumergirnos en el fondo de los 
siglos en forma de trabajo y de cultu- 



Aquellos tiempos que el ingenioso 
Quevedo satirizó al médico del sortijón 
en el pulgar, que avahándose las bar- 
bas en el orinal pronunciaba las sen- 
tencias de los sabios. 

Sin renunciar a los beneficios de la 
técnica y al confort moderno, el señor 
decano querría volver a la parte de be- 
neficio que emanaba de aquel arte pri- 
mitivo y rudimentario. Veamos hasta 
qué punto el señor decano es consc- 



iente < 



dio; 



¡de; 



SI 



ha disminuido la demanda, nos dice, 
disminuyamos la oferta, Impongamos 
altos aranceles, limitemos las univer- 
sidades, luchemos en fin contra los pe- 
ligros de la plétora. Pero esta especio- 
sa dialéctica no puede engañar a nadie. 
La oferta ha disminuido en la medida 
en que se ha visto mermada la capaci- 
dad adquisitiva de las masas. Pero en 
realidad vastas zonas del pals, impor- 
tantes núcleos de población carecen de 
la asistencia indispensable. Y no alcan- 
zarla el número actual de médicos si 
la tarea se organizase de acuerdo con 
las necesidades sanitarias del país. Mas 
el criterio que anima al señor decano, 
buen patriota a no dudar, no tiene en 



midas 
des c 



ner,LT 



sin i 






sida- 



-nente 



puede pagar mu, 
IB médicos. Y sin 



embargo, sobre la explotación de esos 
trabajadores se edifica la riqueza que 
beneficia a la clase del señor decano. 
No son, pues, sus supersticiones secu- 
lares las que dificultan el trabajo del 
médico privado entre las poblaciones 
obreras indigentes del norte o del sur, 
sino la miseria en que se debaten los 
nativos, "los trabajadores de mi oatria". 
Como dice el señor decano de estas gen- 
tes « las cuales pretende despojar aún 
más del beneficio de la medicina. El 
asunto de la plétora tal como lo ana- 
liza el señor decano Infunde una falsa 
esperanza en los médicos que no han 
adquirido todavía conciencia clara de 
ta transformación Inevitable que se 
opera en la medicina contemporánea- 
Aunque la demanda de trabajo aumen- 
tase, supuesta una disminución del nú- 
mero de médicos que para que fuera 
notada serla menester muchos años, el 
aparato montado por los médicos pu- 
dientes (grandes sanatorios, institutos, 
etcétera), no serla destruido. Por el con- 
trario, la competencia en un campo más 
propicio las llevarla a una carrera des- 
enfrenada por el cliente. Y el médico, 
esperanzado por las nuevas medidas 
restrictivas se verla en condiciones más 
difíciles para subvenir a las necesida- 
des de su vida y tendría que ofrecer a 
cualquier precio su fuerza de trabajo. 
El señor decano es, aunque le pese, 
un reaccionarlo de ley, pues al procla- 
mar la necesidad de un retroceso, cons- 
pira contra el progreso y la expansión 
de la técnica. Sus medidas son un apo- 
yo para la clase privilegiada y un nue- 
vo golpe para los médicos pobres que 
son la mayoría, y que no pueden acom- 
pañar al señor decano en la empresa de 
restringir en lo posible la asistencia a 
la población, especialmente a la clase 
trabajadora. El aparato creado por loa 
magnates de la medicina absorberla por 
completo la demanda y el médico po- 
bre se verla a merced de los privilegia- 
dos, obligado a salariarse en provecho 
de los enemigos de ta salud popular que 
el señor decano ha interpretado sin bri- 
llo ni gloria. 

OSCAR PRADO 



r 



La ciencia en la URSS 



l'ara muchos hombres, que en el mundo han lu- 
chado v luchan por la implantación del régimen co- 
munista y que están al corriente de lo cue sucede 
en la Unión de Repúblicas Socialistas Soviéticas 
(U.R.S.S.), no son extraños ni sorprendentes los 
progresos do la misma a través de su plan quin- 
quenal, y por consecuencia, tampoco son sorprendi- 
dos por los hechos que. de cuando en cuando y con 
títulos muy pequeñitos, publica la prensa hurgues^. 

Pero existen otras muchas categorías sociales que 
ignoran todavía lo que pasa en ella: unos porque 
nutren todos sus conocimientos de esa prensa bur- 
guesa, que por alimentarse de los avisos de los 
grandes capitalistas, tienen interés en esconder las 
BO tí cías de la U.R.S.S.; y otros porque por sus in- 
tereses, 'an encontrados con los del régimen im- 
plantado en ella, no podrán creer nunca. 

Para otros muchos, las que se dicen más libera- 
les, demócratas « librepensadores, que creen tener 
un pensamiento libre de prejuicios, la U.R.S.S. es 
un experimento. ¡Una magnífica y grande experi- 
mento! 

Yo quiero colocarme, en este articulo, en esta ul- 
tima posición. Analizar ciertos aspectos de lu cien- 
cia en la U-R-S. con el criterio de un experimen- 
tador que observa, serena e imparcialmenle, los he- 
chos objetivos, los compara con otros hechos o CXj 
perí encías conocidos y saca conclusiones. Demás está 
decir que desearía que los mal informados y los otros 
que se dicen observadores sin prejuicios, compartie- 
ron también las consecuencias que será fácil infe- 
rir. EatOS hechos darán un mentís a los que para no 
ver esconden, como el avestruz, la cabeza y gritan: 
¡Aquello es un caos! ¡Allí la gente se muere de haï 
bre! ¡Allí no hay libertad! ¡Aquello « 




El profesor 
I. P. Pavlov, 
miembro de la 
academia de 
ciencias de Moscú 



^ 



todo dolor 

En el año 193-1 se realizó en Moscú un Congreso 
Mundial para estudiar el reumatismo. En estos días 
se realizará, en la misma ciudad y en Lcningrodo, el 
Congreso Mundial de Fisiología. 

¿Obedecen estos hechos tan importantes a la ca- 
sualidad u al capricho de algunos cuantos sabios 
distraídos? De ninguna manera. Ello es la lógica con- 
secuencia de una serie de hechos que me propongo 
señalar. 

Vive en Rusia desde antes de la Revolución de Oc- 
tubre un gran fisiólogo: I'avlow. El viejo I'avlow, 
que es una gloria de la ciencia del mundo. Este sa- 
bio no era comunista ni mucho menos. Era zarista. 
I'udo pensarse que los "sanguinarios" revoluciona- 
rios lo matarían. Pero acaeció lodo lo contrario. Los 

i..* le dieron los medios de vida mejo- 

i Iil^ - ■ (• ■ - natural, con el e«tndo revo- 
lucionario \ de feu erra civil y lo dejaron dedicado a 
sus trabajos. Con el triunfo de la Revolución y del 
plan quinquenal, le dieron nuevas comodidades, un 
magnífico instituto, ¡el mejor del mundo!, un grupo 
de personas que lo secundan y medios de vidn que I: 
permiten estudiar sin preocuparse de su si i nación 
económica. Además los obreros lo hicieron objeto de 
homenajes. Manos rudas y callosas de obreros entre- 
garon ai sabio, un ramo de flores, que éste recibió con 
lágrimas en los ojos. ¡Hoy I'avlow es comunista! 

En nuestro país existe, también, un eminente fi- 
siólogo, el Profesor lloussay, dedicado exclusivamen- 
te a la investigación y la enseñanza. Tiene un frió 
laboratorio dende falta todo, materiales, aparatos, 
personal, etc., et.. 

Para conseguir un microscopio tiene que realizar 
una verdadera peregrinación por oficinas y ver cre- 
cer un voluminoso expediente. Y en su vida existe, él 
mismo lo ha dicho en el discurso pronunciado con 



motivo del último homenaje de que fué ubjelo, la 
curiosa paradoja de que cada ascenso en su categoría 
intelectual, significó un descenso en sus condiciones 
económicas. ¡Visible contraste con los otros profeso- 
res que dedican unas pocas horas a la cátedra y du- 
rante el resto del día mercantilism su ciencia en sui 
consultorios particulares a 100 pesos la consulta.! 
¡Curiosa manera de fomentar lo investigación y el 
progreso de las ciencias! 

Podría argumentarse que Pavlow y el Instituto de 
Fisiología son la excepción. Lus Iiccfios ¡siempre Jos 
hechos!, dicen que eXe argumento es falso. Va Lelio 
Zeno ha escrito sobre los servicios del Instituto 
Süvf.isowBky de Moscú (Revista de Cirugía, Junio 
de 1932), donde el servicio de primeros auxilios fia 
alcanzado su mis alio grado de perfección. Ya en 
1929, Sergio Judíne. director de este instituto, había 
llamado la atención del mundo científico hacia sus 
estadísticas sobre el tratamiento de las úlceras per- 
foradas del i ■ (uní-- ■ . que mejoraban mucho te-dan 
las conocidas, y daba conferencias especialmente in- 
vitado en la Facultad de Medicina de l'aris. Va Hur- 
dcnko y Savinyk han publicado sus estudios sobra la 
transfusión de sangre conservada y la utiliz ación 
para ello de sangre de cadáver. El Congreso de Ciiu- 
gía Soviético, realizado en Jarcof en 192!), aprueba 
este procedimiento, después de un ilustrativo debate 
científico y filosófico. Skain continúo los estudios y 
publica sus opiniones v conclusiones favorables al 
sistema en el Zentralblatt fur Chirurgie en 1931. I " 



PROGRAMAS DE RADIO DE LA U.R.S.S. 



;., ■ Radio • entrai ' de Moscú ha dado 
,i conocer el siguiente programa para audi- 
ciones en español correspondientes a! mes dt 
mago Esa) audiciones ran organizadas por 
el "Consejo ' entrai de la¡ Sindicatos de la 
U.R.S.S.". 

Jueves 2 ■ - Los delegados al micrófono 

Sábado 4. — Revista dt la Semana Pre- 
guntas ¡i Respuestas. Deportivas 

Domina,, 5 — La libertad de la prensa 
baja iii dictadura del proletariado, 

Mari,-. ' — Como luehama contra la 
tuberculosis. 

Jueves ° La mujer en la política 

Sábado I i — Revista de la Semana. 
Pn ounrai y Respuestas. Deportivas 

Domingo 12. — Por qué lucharnos ion- 
ira lo igualdad dt los salarios 

Martes M — Emisión dedicada •> Ioí 
, atnpi i 

./■i, vei 16. ■ — f.cs Bolcheviques en ¡ai 
filas ií.í tjirciio zarista. 

Sobad i 18. ■ Revista de i.* Semana 
Preguntas y Respuestas Deportivas 

Domingo 19 — < orno educo a mis hi- 
jea, [¡nformí de ¡m padre en la lalnua) 



Jueves 23 — befado infantil. 

Sábado .'5. — Revisto de la Semana 
Preguntas ¡i Respuestas, Deportivas. 

Domingo 16. I a huelga dt las texu 

les de Ivanovo Voznesenk en 1 005 

Mattes 28 — En el tribunal popular de 
Moscú, 

fuei -n La labor de la sociedad de 

los citgot ' anetteto por fatas 

I ., misián de los martei a tftelúd pot 
onda ■<■■ I 107 metros, de 23 a 24 «oros de 
Crenich. de los jueves, onda de 25 metros, 
frecutncia 12000 kilociclos. <onectada con 
onda de 1724 mefror, frecuencia 174 ftífo- 
ciclos, misma hota; de los sábados, onda 50 
cu encía 6000 fcífortVIor, roñería- 
da con onda 1107 metros, mtsma hora: de 
los domingos, onda 25 mitras, de 15 « 16 
horai di Moscú (12 13 horas de Cren- 
wich a a Mi de la Argentina) 

l a Radio ( entrai" dt Mo 
nui que ' agi a iqui i ■ ,r '- 

■ ■ qui contestará en t i carta qut 
c i, mandt y a cada amigo e fe enviara lu 
.. i .:,.- (fu Fro la "U R S S ■ ■■ lia 



t., din 



RADIO i I S I KM 



dad I 



■;„t,u. 



nuestro pais aparece un trabajo sobre este lema « 
lin,- de 1934. 

Agregaremos, para terminar sin extender mucho 
este artículo la opinión del General PcrrieL Dcadc 
luego que no es comunista. Es mîembn. il. I Instilólo 
de Francia y profesor de la Escuela Politécnica. ' ■'• 

currió invitado por la Unión Soviética al I n 

de las Sociedades de tiemlcsia > Geografía del Bil 
tico reunido en I.eningrado en Noviembn d 

y para visitar los observa linios ustión ¡m . <lc I 'o I 

imii i Siméis. 

De regreso dró una con fe rem- i a en lu SoroOIUl s 
afirmó lo que transcribe A. StIX, en una nota, pu 
blícada en el diario El Mundo. 

los especialistas, los químicos, los geólogo . la 
astrónomos, etc., etc., viven cerca de los laborato- 
rios, talleres, fábricas, o campos de experii ni i II 
estado los atoja y nutre y pone n su disnu ¡i <<>" 
cuanto aparato, materia prima o elementa n I 
ta, lo mismo que el número de ayudantes, ob ero», 
preparadores, etc. etc., con largueza y abundancia, 
Disponen de los aparatos mas modernos, ríe la» ins- 
talaciones mas perfeccionadas, i!.- las ub tan i 
mas puras, sean cuales fueran. Liberados di I 
preocupación material, los hombres de ciencia di Lo 
U. R, S. S. pueden dedicarse en cuerpo y almo n 
búsquedas y experiencias, sin temer jomó, le 
gas exteriores, ni la anulación <l,- sos i íu crios a 
causa de intereses personales. Por .-o [oí Invento- 
res hacen prodigios; allí no existen compañías m 
empresas interesadas en "enterrar" un descubrimien- 
to o un invento por razones de cornete andero 

o económico. 

[Igualito que en Buenos Aires! ,,No us verdad. 
doctor Houssay? 

Terminó su conferencia con estas palabras: [La 
Unión Soviética, señoras y señores, puede conside- 
rarse como el paraíso de loa sabios! 

Quiero por Tin señalar otro hecho digno de men- 
ción. En el Instituto de Fisiología ocupa un lugor 
prominente Asratian que es un e* pequeño vaga- 
bundo. Esto significa que en la t . lí 3, S. ha 
resuello el gran problema que fue un verdadero 
aKote: el de los niños vagabundo*. 

l-'-io significa también aue m la l". R. S. S. ea 
posible la regeneración del hombre y la utilización 
de sus esfuerzos j de su inteligencia en bien de la 
colectividad. 

"I£n lluenos Aires, a los vaiNiliundos Be lo junta 
• o Puerto Nuevo donde periódicamente ion apalea- 
dos y corridos con gases lacrimógena 

Tennino e-sla observación diciendo: yo <l. 

en el país en el cual nací los inveatigadorc vivan 
y trabajen como en la l". R. S. S. 

((ue se dediquen, como lo quiere > hace Houssay, 
únicamente, a la Investigación > la enseñante 

Que no comercien, en provecho propio, ron la cien- 
cia que es patrimonio de lodos. 

Que el Estado les proporcione toda I '• irio 

para bob ■ ludios i una i ids sin prit ai ¡one , 

Que sea posible el desarrollo de todaí le inti 
Hgencias en función de su capacidad intelectual v 
no de su rapacidad económica. 

P A S T O R I N I 



RAUL 



lia 



± xt r a 



» ii c v m r c t i s t :i 



EL PLAN DE HITLER 

Ttitttt pronuncia un diicurto Cotbbih difunde por todo cl mundo ¡os "ideales de la 
Nurua Alemania". Cotríng teatua miitftiotai tntfeviiiçs con técnicos e inventores. Y co- 
mo telón de fondo, cenienaret de cabeíat cortadas al compás de barbotas canciones. Una 
magnifica escena de Gran Guiñi-I Pito /quito tt el Macsc Ptdco que mueve ¡os títeres? 

Pata aclarar eat enigma es que lia s\do escrito el libro que boy indicamos a nuestros 

Henri parti di una afirmación inconmooibtt: La política es. siempre, expresión vi- 
able de fuiízta Konâmicai qui actúan en copal más profundas. Gocrtnq incendió el Reichs- 
tag porque tt un morfinómano trn tpon table; pero la gran industria alemana precisaba 
un hecho iemt¡antc para empujar a Hitltr-Gotbbclí-Goenng al mando supremo de Ale- 
mania, y no vacilaron en proOQCatlo. 

¡.a situación di ¡¡i induMria alemana del acero — para sintetizar diremos en lo tu- 
eniva Tbussen — se encontraba en I°i0 en una situación desesperante. Ella se basaba 
tn el dominio de las fuentes de dos materias primas: el carbón u el hierro. El carbón lo 
suministraba el Rhur, feudo económico de Tfiyuen; pero las minas de hierro de la La- 
rena habían pasado, por la Par. de Venalks, a las manos de los odiados enemigos del gtu. 
■ ■■i insostenible. Dos veces había estado a punto de 
venir:,' abajo toda In gigantesca armazón del Trust Alemán del Acero u sólo habla sido 
tatuada oca, un a enormes sacrificios pecuniarios del estado alemán. Era necesatia salir de 
lladero u las fuerzas del Rhur se ttazaton un camino. 
Para ello era fundamental, como medida previa, conseguir que el Estado quedara 
mente en manos di la gran industria del acero. Una vez conseguido el poder, 
ya sena mas fácil deshacerte de lot rivales interior,', para iniciar luego la gran carrera im- 
el mapa económico tratado en I9IS. 
Para realizar este plan, Thysson encontró a su alcance la fuerza politico-social ade- 
cuada; EL NACIONAL-SOCIALISMO, Este partido es la exacta expresión teórica de 
l.r ñtali i necesidades del grupo financiero alemán. 

Pot un lado, el odio a los marxistas, los enemigos de! régimen capitalista que les 
permitía la dominación ij las ganancias; por otro, la exaltación del germanismo, magní- 
ara agrupar alrededor de Alemania a Austria, Dinamarca, Flandes, Holanda, etc.. 
hasta formar un enorme bloque que cruce el centro de Europa. Además, el nazismo es- 
taba formado por una clase social dispuesta a dejarse manejar: la pequeña burguesía arrui- 
lot comerciantes que. ad)udicando su ruina a la competencia de los judíos, se 
entusiasmaban con un partido que les prometía la eliminación de los semitas; con los ofi- 
ciales dtjadot fuera del ejercito por la Paz del 18; con todos las profesionales que no 
minar su creciente ptoletarización. 
El movimiento nacional socialista fue creciendo como una marea, empujado por la 
nduutja; u MÍ llegó al poder el triunvirato Hiller-Gotbbelt-Gotring. 

El prototipo del burgués es el burgués 
do Francia. Nadie como él sabe envol- 
ver en lugares conuints sublimí -■- > en 
frases falsamente lógicas, los intereses 
inconfesables y las acciones turbina de 
la sociedad en que vivimos. Ese lengua- 
je, con el cual nos han familiarizado la 
literatura y los discursos oficiales, está 
rendido fielmente en la primera parte 
de 1* última novela de Angón, ulula- 
da: "Les cloches de Bale" (Dcnoel et 
Steele, edit, Taris 1934). 

Latente, el surrealismo de Aragon, 
ahonda con fuerza el significado de la 
acción, .'I autor, tal como los pintores 
que pasaron por el cubismo, habiendo 
roto los moldes convencionales, logra 
dar Ib esencia de lus hechos y de las 
solo de un trazo se- 



Entonces fui el momento de hacer planes más detallados. Rasembetg es quien lo 
plantea y quien tiene el "honor" de darle nombre. Aparece el PLAN ROSE M BE RG. 

El primee objetivo es la creación de la Internacional Parda. Comienzan a aparecer 
en lodo el mundo, y especialmente en los países germanos, partidos nazis que actúan, 
visible u ocultamente, determinados por Berlín. Ellos constituyen la base de una aglu- 
tinación de los elementos homogéneos, a la manera de Bismarck. Luego, siguiendo tam- 
bién en esto e¡ viejo juego del canciller de hierro, arrojar a las patencias rivales la una ' 
contra la otra. A Italia contra Francia, a Austria contra Checoeslovaquia. Atraerse o Po- 
lonia, rompiendo ¡a influencia francesa sobre la Pequeña Entente y asegurarse la cortés 
neutralidad de Inglaterra u E. Unidos. En una palabra, evitar que pueda volver a for- 
ma,:, el trente único de 1914. 

Mientras tanto el plan Roscmberg establece una intima y sincera alianza — lal vez 
la única sincera — con c¡ dapón, para contar con su ayuda en la tarea de liquidar al gran 
enemigo del Este, la Unión Soviética, a cambio de grandes concesiones. Por ahora el im- 
perialismo alemán acepta el reparto del mundo en esta forma: EUROPA Y AFRICA 
PARA ALEMANIA, ASIA PARA EL JAPON. Hasta que no esté realizada esta parte 
del plan, o sea las alianzas y la división del enemigo, grandes discursos pacifistas, renun- 
cia a las reivindicaciones territoriales, sometimiento a todas las humillaciones que sean 



Pero cuando ese momento llegue, cuando Alemania- nazi se sienta segti 
se ponded en ejecución el último paso del Plan Roscmberg: LA GUERRA. Este corona- 
miento parece absurdo a primera vista. ¿Que podrá hacer Alemania, agolada, contra Fran- 
ria, militar y politicamente diez veces más poderosa' ;Qu¿ podrá hacer el ejercito alemán, 
par más organizado que esté, contra la tremenda fortaleza de cemento y acero que pro- 
teje toda la frontera oriental de Francia? 

Es evidente que si se lleva la guerra a la manera de la Gran Guerra. Alemania será 
derrotada - — ¡y en qué forma! — a las pacas semanas, o días, de iniciada la guerra. 

Pero el problema cambia si se piensa que el plan del nazismn se basa en una NUE- 
VA Y REVOLUCIONARIA estrategia. 

La tánica que prevé el plan es la utilizada por Aníbal en Cannas: asestar imprevis- 
tamente, y con todas las fuerzas, un golpe decisivo al centro vital del enemigo: a la nue- 
va arma encargada de ello será EL EJERCITO AERO-QUÍMICO 

Por eso Gocríng, ex capitán de aviación, a ti jefe supremo de tas fuerzas alema- 
nas; poc eso todos los esfuerzos del nazismo tienden a crear, en el plazo de uno o dus 
años, un ejército de veinte mil aviones de guerra. Cuando esta arma esté forjada, una no- 
che o una mañana, cuando las relaciones con Francia parezcan más cordiales. Paris o Lyon 
serán destruidas hasta el último ladrillo y media Francia será cubierta con gases. La gue- 
rra podrá ser ganada en pocas horas. Y entonces, el Rhur será el amo de Europa. 

Hinri léñala también los puntos débiles de la tremenda armadura nazi. Primero sus 
propia i contradicciones; la pequeña burguesía, convertida por la desesperación en una 
fuerza revolucionaria al servicio de la gran burguesía imperialista, pronto comienza a des- 
encantarse al sentir que su miseria se hace cada vez más insoportable, y se rebela contra 
tul atrios. El libro que glosamos fué escrito antes de la San Bartolomé de Junio: pero ya 
está prevista científicamente. 

Pito la fuerza que en definitiva quebrará a la Internacional Parda., dice Henri, será 
el proletariado revolucionario bajo la dirección del Partido Comunista. Es cierto que el 
nazismo intenta quitar a los trabajadores lodo espíritu revolucionario, convirliéndolos en 
legiones de siervos a la manera feudal: pero nada logrará frente a la maravitlosa pujanza 
del proletariado alemán. Cada fábrica, cada taller, cada bogar proletario, es una estación di- 
fusora de las consignas revolucionarias. Y del análisis de esa situación, Henri roncluye que 
ti la Alemania nazi llega viva a la guerra que prevé el plan Rosembtrg, la Paz será pac- 
tada con la UNION SOVIÉTICA ALEMANA. 



LAS CAMPANAS DE BASILEA 



Diana, cuyo nombre sirve de titulo a 
la primera parte del libro, es una mu- 
jer fría y hábil quo eleva hasta el arte, 
au juego maquiavélico en favor de la 
sociedad industrial de la cual vive. Ella 
ve en su totalidad — pocas mujeres la 
ven — la partida en que están empe- 
ñados "los dueños del momento"; Wis- 
ner, el fabricante do automóviles, Bru- 
nei, el usurero que mueve como títeres 
a los servidores del Estado, el ingenuo 
general Dorsch, los políticos liberal oi- 
des y los nobles democratizantes, todo 
ese mundo, en fin, de "individualistas" 
que no tienen ni un gesto gratuito, esc 
mundo que vimos agonizar en el mal 
teatro de Henri Bataille y en los bue- 
nas novelas de Marcel Proust. 

Pero esa comedía, sin dignidad ni ca- 
lor humano, es observada por una mu- 
chacha, que, ya en el primer lustro del 
1900, se rebela contra ella. Catalina Si- 
monidzé, la georgiano, heroína de la se- 
gunda porte de la novela, siente el va- 
cio y la inutilidad de la vida que lleva 
en la sociedad a la cual pertenece. "¿Es 
posible, se dice, que desde hace siglos 
las mujeres encuentren normal pasarse 
la vida haciendo tapicería sentadas de- 
trás de una ventana, o que tengan co- 
mo finalidad dt- su existencia el circu- 
lar de farol a farol esperando hombres 
en los esquinas?" Ella no se resigna a 
que sea ns¡, por eso en su negación 
desesperada de ese mundo que la aho- 
ga, va en busca de aquellos que lo nie- 
gan del modo más romántico y violento: 
lo» anarquistas. Pero estos no consiguen 



quebrar en ella "una especie de maldi- 
ción que la separa de las masas obre- 
ras en las cuales cree", por eso una 
mañana gris, la mañana del día siguien- 
te al del suicidio de los Laf argue, Cata- 
lina intenta arrojarse al Sena. Se lo im- 
pide Víctor, el chauffeur de taxi, pro- 
tagonista de la tercera parte de la no- 
vela. Víctor, el primer militante con 
quien se encuentra Catalina, pertenece 
a un sindicato socialista, y consciente, 
por lu tanto, de la lucha de clases, re- 
prueba el suicidio de los Lafargue, por- 
que, siendo jefes, la han desertado. Víc- 
tor habla un lenguaje claro, total men Ue 
diferente de la fraseología anarquista 
que tanto eco encontraba en el espíritu 
anárquico de la muchachito georgiana. 
Catalina no tenía idea de lo que era la 
jornada de trabajo — la brecha que se- 
para más profundamente a la burgue- 
sía del proletariado — y, si bien "en- 
contraba abominable que existiesen ex- 
plotadores y explotados, no sabía hasta 
qué punto tenia razón en encontrarlo 
abominable". 

Asiste con Víctor al entierro de los 
Lafargue; allí entre otros socialistas, 
oye hablar a Lenin y a la Kollontaia; 
advierte qne solo estos dos dicen cosas 
concretas, cosas distintas a las que dice 
la liurcue-sia. Acompaña a Víctor a la 
Bolsa del Trabajo cuando se declara la 
huelga de los chauffeurs de taxi. Coope- 
ra en la huelga trabajando como secre- 
taria del sindicato. Comprende, enton- 
ces, que recién en el mundo que Víctor 
imagina, la igualdad ante el trabajo, 
fundará la verdadera igualdad entre el 
hombre y la mujer. 

La idea de que no llegará a ver ese 
mundo obsesiona a Catalina, que mina- 
da por una tuberculosis pulmonar par- 
to hacía la playa de Berck en busca de 
salud. Allí, pasado un tiempo, ve hasta 
qué punto el verdadero heroísmo está 
entre esos huelguistas que han resisti- 
do ciento cuarenta y cuatro días de lu- 
cha continua y de privaciones. 

Por una í '.unein le aplican la ley de 
i. acia. Se va a Londres donde pasa 
la nayor parte del día leyendo obras re- 
volucionan ' ■; el "18 Brumario de Luis 



Bonaparte" es una puerta que la condu- 
ce a su patria interior. 

Un hombre, uno de los tantos hom- 
bres que acepta como amantes pasaje- 
ros, le propone llevarla a Suiza, donde 
se realizará próximamente el Congreso 
Socialista pro Paz Universal. Ella lo 
sigue solo para tener ocasión, al pasar 
por París, de verlo a Víctor. A Víctor, 
al único hombre que ha querido, al úni- 
co hombre que solo le ofreció amistad. 
En París es denunciada a la policía, y 
después de unos días de encarcelamien- 
to, tiene que salir de Francia sin haber 
visto a su amigo. 

Llega sola a la Basilea en fiesta. El 
arzobispo ha prestado la catedral para 
que se realice allí el congreso pacifis- 
ta. "Sobre la ciudad, en la niebla, re- 
suenan las campanas. Canción pesada, 
pesada, pesada. Los sonidos de las cam- 
panas flotan en el aire como una inquie- 
tud. Parecen desmentir el aspecto fes- 
tivo do la ciudad. Llaman a auxilio por 
algún incendio lejano." 

Clara Zetkin es la delegada alemana 
al congreso pacifista de 1912. A ella, 
"a sus ojos inmensos y magníficos, los 
ojos de toda la Alemania obrera" de- 
dica Aragon la cuarta y última parte de 
su novela. 

El retrato de Clara Zetkin tomado 
clandestinamente por un espía de la po- 
licía de París, irá a una sección del Mi- 
nisterio de Guerra, "allí donde se pre- 
para, en secreto, la respuesta a este 
Congreso que se realizará a la luz del 

Mientras el espía — que no es otro 
sino el antiguo usurero Brunei — al re- 
velar el retrato de Clara, olvida, absor- 
to en su mirada, que las mujeres poli- 
tiqueras siempre le parecieron ridicu- 
las, Catalina en el cuartucho de su ho- 
tel revisa instantáneas y retratos del 
pasado. No tiene el de Víctor... pero 
recuerda sus palabras, y les da razón; 
"el mundo del trabajo se abre ahora 
ante ella. Ahora sabe que hay dos cla- 
ses de mujeres, y que ella se ha libra- 
do, ya para siempre, del parasitismo y 
de la prostitución. Dudando, vacilando, 
Catalina se acerca lentamente a la Luz". 



Sobre el congreso pacifista las cam- 
panas sil; lien tocando alarma, y "ver esa 
masa de jóvenes europeos llenos de fe 
en el porvenir, es como ver salir un 
tren de recreo sabiendo de antemano 
que va a una catástrofe". 

Después de citar varios párrafos del 
discurso de Clara Zetkin — discurso 
que el diario socialista "L'Humanité", 
no se dignó mencionar — Aragon saluda 
en la revolucionaria alemana, al tipo 
superior de mujer moderna, y refirién- 
dose a los párrafos citados, termina su 
novela con las siguientes palabras : 
"Aquí comienza el romance nuevo. Aquí 
termina la novela de caballería. Aquí, 
por primera vez en el mundo se le da su 
lugar al verdadero amor, al que no es- 
tá manchado por la jerarquía del hom- 
bre y de la mujer, por la historia sór- 
dida de los trajes y de los besos, por 
la dominación del dinero del hombre 
sobre la mujer, o del dinero de la mu- 
jer sobre el hombre. Ha nacido la mu- 
jer de los tiempos modernos y es a ella 
a quien canto. 

Y es a ella a quien cantaré." 
Aragón, en esta novela densa y ex- 
tensa — 140 páginas — donde el liris- 
mo alterna con la ironía, y la amargura 
con la fe, además del poeta de siempre, 
se revela como un gran novelista de 
costumbres; quizá como el mayor no- 
velista de la Francia actual. En el pa- 
norama del París de pre-guerra que 
desarrolla en las páginas de su libro, 
nos muestra, bien desmontados, los re- 
sortes que movían a sus personajes, las 
frases que ellos dicen no encubren ya 
a los provocadores de guerras. Por eso 
la novela de Aragon es también un to- 
que de alarma. Un llamado que debe ser 
atendido por toda mujer, porque no bas- 
ta odiar la guerra y combatirla con pa- 
labras sentimentales; tenemos que apren- 
der a averiguar, sin miedo, las causas 
ocultas que la provocan; tenemos que 
aprender a diferenciar las verdaderas 
de las aparentes, a encontrarlas, a des- 
enmascararlas, entonces, si somos lo 
bastante heroicas para luchar contra 
ellas, entraremos recién al único cami- 
no que conduce a la Unión Universal. 

ROSA OLWER 






Tarjetas Postales del Pacífico 



La campana del eléctrico alarma el bajo ¡I, Val- 
paraíso, Un tren largo y suntuoso. Primera y ter- 
cera clase. ("Suprimida la clase media", pienso), 
Via jamos hacia Santiago. Primero está ht costa, 
con sus bañistas. .1 lu tejos, como flota india, los 
pescadores; "tus cerca, el olor de los pescadores 
)' también el olor de los frigoríficos. Después sit- 
iamos u los cercos. ¡¿I tren, más que muirá, es 
un juguete. Precipicios. Tínteles. Puentes. El riel. 
como un hilo, cose la piel de la tierra. Abajo el rio 
y stt arena amurilla, y un hombre. Un hombre, • Oil 
su cedazo, remueve la arena. "Es un buscador de 
oro" 'I mi cerca? ¿Ganan mucho estos hombres' 
"Xa. í inca a siete pesos chilenos por día. A ve- 
ces, tti eso. .i partir del juez-es sólo liciten cafe con 
leche, para alimentarse" . Después ventos un cha- 
let, higiénico, práctico, construido contra sismos, 
y stt letrero: "Laz-aderos de Oro El Salto". Aquí 
vienen los buscadores de oro, dejan las pepitas y 
se llevan el jornal: cinco a siete pesos chilenos dia- 
rios. Dejan también la leyenda de los buscadores 
de oro. Pero "El Mercurio" y la prensa de Ed- 
wards imprime a grandes títulos: "Encontrada pe- 
pita de oro de 87 gramos". (Del periodismo yanki 
se ha hecho sólo malas traducciones). El busca- 
dor de oro toma stt café con leche. 



Las izquierdas abandonan el paríame ni o. "Han 
plagiado el manifiesto comunista", dice "El Mer- 
curio". "Están nuinejados por los izquierdistas", 
dice un burgués apoplético. Pero no dicen pur qué 
el gobierno quiere pagar la deuda externa. Peto 
no dicen como ¡os títulos subieron de 7 a 35. Pero 
no dicen quienes compraron a 7 y vendieron a 35. 
Y ¡a moneda baja. (Nuestra moneda también ba- 
ja). Los turistas se regocijan, creyéndose especu- 
ladores. Cambian veinticinco pesos argentinos, con 
medio punto de ventaja, después de gastar diez, 
busca/tila la ventaja. Mientras lanío los obreros 
Piensan aue, luiqada la deuda externa ya no loma- 
rán café con Irchc a partir del jueves; será a par- 
tir del miércoles. La funicular se mueve; un co- 
che sube y otro baja. La moneda baja, pero los 
salarios se quedan quietos. 



(¿rundes festejos en honor de los cadetes del 
"Karlsruhe". Desfilan obreros. Grandes festejos 
en honor del diario "La Unión". Desfilan obre- 
ros. Concurro a ¡os desfiles. Son los sindicatos de 
Eslado: son pequeños burgueses, jubilados, buró- 
cratas. Todos van calzados y yo se que tos obre- 
ros chilenos andan descalzos. (Para que los escri- 
tores burgueses les puedan llamar "rotos"). 

W 

¿Dónde tendrán el "Carlos Marx" de Otto 

Rühlc? Voy a una librería alemana, en Pedro 




Moult. Encuetan' el tonta. 22 pesos chilenos, l'en 
también "Mi Vida" de ¡.¡an Trotsky; "La Ju- 
ventud en ta Rusia Soviética". </,■ Klaus Mchncil. 
y prctjniilu o un alemán de cara rayada: ¿Tienen 
ustedes el "¿fililí" de Mirskyt" 

— Vendemos únicamente- literatura de países ci- 
vilizados como Alemania, como ... 

— ¡Alt'. Déme entonces "La Masacre del 30 de 

Jimia". 

Salgo corriendo. Valparaiso es una factoría ale- 
mana. Dos páginas dedica "El Men mió" a los 
marinos del "Karlsruhe". Y dos "La Nación", Y 
dos "El ¡lustrado". Dos páginas diarias, durante 
quiñi r días. 

V 

— "Señor, compre usted aquí su navaja "das 
gemelos"; en ¡a Argentina tío la encontrará. Uste- 
des liciten únicamente "dos llaves". Los fabrican- 
tes de acero se han dividido así el mercado sud- 
americano. Compre aquí su navaja "dos gemelos". 

9 

Leo la prensa "ilegal". "Frente Único", "Iz- 
quierda" y también "La Opinión". Hablan los 
comunistas, la izquierda comunista, el bloque de 
izquierda. Los obreros de la Fábrica Nacional de 
Cartuchos 0.70 por hora. Los aprendices OJO. Pe- 
ro nunca un jornal mayor de 5.60. Los obreros de 
la construcción trabajan luista t-l horas diarias, 
día y noche, con turnos de ocho horas corridas, sin 
descanso y sin comer. Ganan 10 a II pesos diarios; 
6 a 7 los jornaleros. ¿Qué cuesto la vida? Tiene 
usted mujer y un hijo? Veamos: 
Una pieza (reducida y sin comodidad) .. $ 1. — 

Desayuno (Pan, té, azúcar, leña) 1.05 

Almuerzo (porotos, grasa, mote, aliños, 

ele.) 2.10 

Comida (Carne, papas, fideos, aliños, ele.) ,, 2.80 

Total iiulispensable S 6.95 

w 

Para un matrimonio con un hijo. El padre ga- 
na 5.60. La madre escupe sangre. El hijo se busca 
los piojos. "¡Cuidado, propagan el tifus exante- 
mático!" Después del jueves, café con leche. "Por 
la razón o la fuerza". 



Hablo con Grove. Hablo can Ponce (fué inten- 
dente de Valparaíso durante los 14 días de repú- 
blica socialista). "Iniciamos la agitación revolucio- 
naria. Hacemos mítines en los cerros, dentro de 
los ranchos. Hablamos a 10 ó 20 personas por vez. 
Les explicamos." 

— Tratamos — dice Ponce — que los comunis- 
tas no tíos aventajen en el momento decisivo. 

— No hay cuadros técnicos, me informa Julio 
Walton. Julio Walton es escritor, editor, agitador. 

— ¿Por qué no abolieron de inmediato ¡a pro- 
piedad privada, durante el gobierno de Grove? 

— No hay cuadros técnicos, insiste Wallon. 

En las paredes se ve la hoz y el martillo. 

En las paredes escriben: "Viva cl P. C", "Por 
las Soviets, hacia el socialismo". 



"El Mercurio" afirma que los obreros andan 
descalzos y se ensucian y rompen la ropa adrede, 
para impresionar a los turistas, Los turistas son 
burócratas, pequeños burgueses, jubilados. "¡Qué 
canallas!", dicen. "Me robaron la nafta", exclama 
un ahogado. "V a mí la tapa del radiador". "¡Qué 
ladrones!" 

Después del jueves, cale con leche. 

Durante toda la semana, tascarse los piojos. 
(¡Cuidado! ¡El tifas!). 

"Contra el hambre; contra el tifus. Por los so- 
viets, hacia el socialismo". 



El poeta Oreste Plalh me presenta a un obrero 
comunista. "Aún están lint/nos los choléeos de los 
burguesa", me dice y se va. ¿Para qué hablar 
más' La huelga ferroviaria fia sido un éxito. Los 



ación reí 



Antiquei 



En las alternativas de la gravísima críela 
actual y ante la inminencia de la guerra, 
con la convicción de que la mujer inter- 
viene tanto en la lucha como el hombre, 
con la seguridad de que los pueblos tienen 
en sus manos la posibilidad de evitarla y 
con el propósito de despertar en ellos la 
conciencia de ese poder, las mujeres de la 
Argentina crean en Buenos Aire* la Agru- 
pación Femenina Antlguerrera compuesta 
por mujeres de todas las tendencias y to- 
dos los credos. 

Somos obreras, empleadas, estudiantes, 
maestras, profesionales, Intelectuales y amas 
de casa dispuestas a luchar unidas: 

10 CONTRA LOS ABULTADOS PRESU- 
PUESTOS DE GUERRA Y POR LA 
UTILIZACIÓN DE ESOS DINEROS PÚ- 
BLICOS EN OBRAS CULTURALES V 
DE BENEFICIO PUBLICO. 

20 CONTRA LA PRODUCCIÓN Y TRANS- 
PORTE DE MATERIAL BÉLICO. 

30 POR LA REDUCCIÓN DEL SERVICIO 
MILITAR. 

4 o PARA LIBERAR A LA ESCUELA DE 
ENSEÑANZAS QUE TIENDAN A IN- 
CULCAR EN LOS NIÑOS SENTIMIEN- 
TOS GUERREROS. 

59 CONTRA EL FASCISMO Y POR LA DI- 
SOLUCIÓN DE SUS BANDAS ARMA- 
DAS. 

6? POR LA LIBERTAD DE HOMBRES Y 
MUJERES PRESOS POR SU IDEÓLO 
GIA ANTÍGUERRERA. 

70 POR EL CESE DE LAS HOSTILIDA- 
DES EN EL CHACO. 

8v POR LA NO INTERVENCIÓN DIREC- 
TA O INDIRECTA DE LA ARGENTI- 
NA EN LA MASACRE VECINA. 

9° POR LA CLAUSURA DE ENROLA- 
MIENTO DE VOLUNTARIOS PARA 
LOS EJÉRCITOS DEL CHACO. 
La A. F. A, llama a bus filas a todaa las 

mujeres de corazón que sientan y condenen 

los horrores de la guerra. 

MUJERES: ¡Unidas todo podremos con- 
seguirlo! 

MADRES: ¡Nosotras que damos la vida 

no permitamos que sea destruida! 



Adl». 



AV. DE MAYO 1370 



tribunales militares na se atrevieron a juzgar a los 
huelguistas. Pero encarcelaron a un diputado co- 
munista, "por incitación". Caballeros: ii/ual que 
en Hítenos Aires, por in-ci-ta-rión. Caballeros- aún 
están limpios tos chalecos de la burguesía. 

9 

Alessandri tiene 70.000 milicianos aunados. Ade- 
más tiene el ejército. Los tiradores pueden llevar 
a sus casas las armas de los polígonos di tiro 
;Qué son esos tiradores? ¿Pueden ser comunistas, 
no es cierto? (Embrómese caballero hurones; in- 
terrumpa su digestión). 

Alessandri cítenla con la policía y con la po- 
licía especial; cierra diarios; encarcela diputados; 
reniñen en Viña del Mar. Pero en l.onquimuy se 
sublevan los campesinos (De veinte millones de 
hectáreas cultivables, W millones están cu poder 
de 500 latifundistas); hubo huelga de masas el 
30 de abril; pararon los tunes 48 ItOrOS el 15 de 
enero y en las paredes está eserilo: P. C. y la hoz 
V el martillo. "Contra el hambre; cernirá el tifus". 

Señores burgueses de Chile: ¡Los chalecos! 

Valparaíso, marzo de 1935. 
RICARDO M. SETAR 



BVEIÏO/ AlPE/- NOVIEMBRE DE ^34 -AMO I-MVMERO 2-2 

imeya 
revi s fa 



* 







ii ii < » ii r e r i » f .-> 



LA VENERABLE CIENCIA 






il,,., ■ .(i , ■ ■ iel pala 

i ¡pal .1 b c dudad 

■ „,!■■ ,,.i. , |>d ni "■■■ 

,i,. ,,■ „...,,■ . pulii ndo, p 

i ■ ilab i i n ra 

,. ., 

,,i. mania >J»--1 pací- 
i: ii ntando que dea ■ 

UN ''l<l< " i 

III . .. . III'! ' 

i no ■'■ m i" '"■ 

■ ni , ■ i le uno pulga ■ 

,i i iii., .i floi . \ > hablaban 

..i.. m e pa ivamuntc 

m i., , Hi ■ nban el dedo indico n In 

E i bwi n holand ■■■ aflljío i"- 1 

i 

i través (le 

.■■h . 

Pen li "'■■ ' "■ 

momenta de decir [ue 

copla Ino -i into* >""'■■ '' 

, ■ nte Id plu- 

mi mol icula □ bi d , 

., .i ,i ii . 

-, in i:,;ii : Delednd di Inglaterra. 

Il luí , lo qui ti nie i dócil el ho- 

i Id 1 ; Ero ilgo i. m"" Lanti i o 

i que l am durante vai ío i 

horn do ii cri tûloi ! 

:.i, la , ..i El ■ dta - - dedo en esa 

■ ,, i , ■ n 

[o lenta i ibi >■ ido 

da agua q ■< del aljib i i 

in i >■ alidad no hacia falta 

cm ■■"■' ■ ■> 

■■i', uno ■ ■ d ■■'■ ' ■ i le bkhîtui 

in ..m toda- 



■ 
li un rifa do . 

dfji ■!'■ !U ■ 

■ 

i o in-" m! i h no ' i" uno ml 

■ i ibJo 1 1 m' di palito quo habu 

, i..- rodo en la ■ ub tancia tomada do 

lo '-'i-' i ■" "ii. lei 'ii m. m ■ 

da .'■ ido Ini i ■ II ■■■ que union bo» 

pi netn o en Is i uba . | t< >. 

drfln Ii i ■ all ohol, 

! ■ a oír la voz de lo 

no podemos dejar de limpa 

La Ciencia, 
que dice e ■ poro servir ¡il PHl IGRÏ ■ 



caso lo sensación se- 
ejércitos, uno íren- 

■ 

ibecitas blanca- al 

e preguntan lo.-^ sol- 

■ 

e preguntan los ge- 
le ven las nubecitas con bjs 

,...,. i,,. 

i ■ old ronto pudieron averi- 
guar que ero "eso". Co nui ron a "■■ 

■ i, COB una tos Beca, tO] turante Al 

mi tiempo perdían i i aliento el el i 

in que produce la ruptura do lo ira o 

angulneo de loo pul es; y conti- 
nuaron retorciéndose durante semana' 
hn.ila que un vómito de oí 
mataba. E S O <■> I 
gas utilizado en la Gran Guerra. ESO 
i-r.-i cloro. Gracia! a lot i 

!.. labio! alemanes, había aparecido 



Por el congreso mundial de los 
estudiantes 



mu du jw 



I uMíi am, '■■ ■ i llamad) i ditigidí ■ a 
: 

Mundial, 

■ ■ 
! 



I Ill ■ -n-llllll.il ioO l ■ 

■i-i I tari o linn decidido reanime en 
un gran Congreso Mundial, a objeto 

ili di-i ulir In. 1 1 ruble ma s i|Uu le» ata- 
ii. ii 

i m , fci i", lu ii 'Lu. ion de i', i". ■ " 
luil estudiosa bo agrava día h día. 
Lan perspectivas de obtener trabajo 

i ves terminados los estudios son 

mi dudosas quo nunca. No so puede 
vacilar on hacer mi llamada o los i 

l lidiantes, que niuñnna deben fnrninr 
los cuadros dentífli oí j le*i nii o¡ de 
lu humanidad, y non boy "candidatos 

B In I " 

l ■' |uvc I que estudia cata sien- 
do entronado ya en In Universidad . 

Incluido en ■■! mortífero torbelli b 

loi prepi "■ paro la guerra (ins- 

truci "m militar mperior, alistamien- 
to pars la guerra química, etc.). 

iodo, ib" 
ii> Impera, Ian un i ver s¡ do. 



);•■;=; 



■ " ■'"■' ' ■'"'■ ,.. .1.. 



di* precioso apoyo a los esfuerzos que 
ili [pliegan bis mejores fuerzas huma- 
nas, para resistir al fascismo f la CÏ- 
plotacidn insoportable del capital. 

I poya moa calurosamente la inicia- 
tiva de este Congreso qac permitirá 
h loa estudiantes apercibirse de la vo- 
luntad que leñemos de ayudarles en 
el cumplimiento de sus tareas. No 
puede haber conflictos de generacio- 
nes entre nosotros ? el Ins. nosotros 
i ini". interesados en ayudarles por 
todos los medios, por el mismo in- 
lera de la ciencia j de In cultura 
humana. 

i H- esi uerzos qne signifies es le 
Congreso, ligados a los de los traba- 
jadores ib- lodo el mundo, traerán el 
triunfo final sobre la- fueras de la 
guerra y de la reacción. 

\n admitimos ninguna limitación 
a la actividad cultura! de la huma- 
nidad y exhortamos a lus cstudian- 
.l-irla. 



i; IS 



E lu lu i '"■ 01 - ; de l'uni... :■- 

i idn a mi libro d 

P 

un bc tra leyon- 

imnoa y ha- 

i miiiii loi obro lo ' 

. . ■■ i ■ [tuale . 
i ■ nnndli i, i algo que c L- 

'" ■ ■ i ni'" Is ios ■ 

m >■ Qo i" i bro .i , ante qu na 

m. 



i ' r ■ de < - 

1 , mfi . Undo da tudas. 

r.i .■ laboratorio do la ciuda ' 

do i iii. i m . ' ii. iv un l ibi 

naja c lufdado oxtri lin ■ 

■ 

o Luis Pe 



i" 1 de traba nugatoria para los 

■■ iludíante > li ero îei ro en [a "ca- 

■ ■' '!•■ arad cría". 

in ■■ i ita de una situación di lal 
magnitud no» parece que ha Ib i sdo 
la liora de convocar un Congreso 

i i- C n " pi rniitira a l"- E ■■- 

Indian tes ■ icerac y concertar una 

labor para la gran acción común en 

defensa de sus intereses, para para- 

p reparativo de une nueve 

guo undial, t- 1 i ongresa sen irá 



ii. .I. estudiantes soviéticos, d le 

ll actividad científico es admirable. 
Formulamos un llamado ii los inte- 
lectuales y a los hombres de ciencia 
del mundo entero para apuntalar es- 
te Congreso, cuyos resultados ten- 
drán gran importancia para toda la 

i "i electnoL 

Paul l.-.nmc \ iu. limit 
Barbusse, Máximo Gorki 
Ego h i; rti in . hi se u, 
Tlnmlon- D reiser, .lull ii 
l»os pasaos, nilclincl Càuld 



■ 

,1,. oleo 

■ i ' ban 

■ ■m i n la! ■■ ■■'■■ ■> ■■ 

h i. hi!, y i cuchaban, a dntlendo eon 
p .i ibro .1. Mon loui til 
i, .■! jéis de le dftlegai 16n, 

Hui ti a ini' ' i . i ■ . 

i:,-,, 

.' ni. "b"!. Qui poda buter? 

Por todo conta ■ u Ion, Po t cui ■ t pu- 

■i e rutilai T ' nui--!, ! 

■ 
. . u la cuba . loi llevó e i 

■ ' i andolai 
, , ;,,.i. rli i., ojo . 



s ' i ) ii,.,. tod i ■> 

■ i. ida 'i- muerti i : 
i ■ " ■■ L mi ti de la ni - 

i 



k m pai te empi •• a trai 
19] l, ¡ ¡gui il tualmi nti 

n "lili", 

I ■■ | I..-.II'. .. lo i"' 

ii modei ii" . ,. n que ofi ... 

vestido .¡. ■ i - ■ .i -..in , todo c u i 
do S ■ Uds. '■ que i tan 

idl I COIOCO tu:. 

lier moi o mü caro conti n lo | h ■ 

fixiantei y en la man ■ 

bo il"", ocloi undo que, di de lui go, den- 
tro del bo inn funciona uns ■ 
aire , onipi ¡mido, i ■ 
la modo. 

■ : 

■ i¡ i poi mis. si ' 

liil. .1 . .', pj fi 

mente la en b le pa . 



mm nueva mina en loa eji ■■ □ del 

null |... 

i' ■■ imaginar 1"- an 

p oi qui li ■ gobii ■ "" alindo hi- 

cieron n -i; l on bre di ciencia, U Is. 
dicho — buscando ii ni- 
que no nu- ■ i' .'-n pars 
■ a esto, \ acuno ■ con- 
tra aquello: eso ■ ■■ lo que nos bon dado. 

imbeclli ! ¿Pars i reve- 

l ini i.i,i". pai ■ o li lu mu- pagado lu- 
josos laboratorios 

i i ii'iilii.n |i.i,k imagina i la 

i .i ■u. u.-.., quo i, ■.in ..i, sentido !" Ilo- 

noi iii!' P ofi i" Is Unívi i ido 

■ i" do Oxford, París o Roma. E inme- 

■■ nte, para borrar esa ti rnblí 

mancha, pusieron i i studinr ellos 

i m i'ni. n. Al poco tiempo, entn Felicita- 
, ¡on d 
"m i u . de agradecimiento d 
in ii .mi. de producto! químicos, ofrecí - 
, oh -.-.Mil d e gfl ej tc% 
i ixiontes. 
^ que eran mucho mejores que el uH- 
■ I Ypres. 



. 

o! f:: doro 
tenia aJgum . Por ejem- 

i ímasindo irritante y loo sol- 
dados podían advertii fácilmente su pre- 
sencia y m ."■-'la protec- 
tora. Per,- tos ya lo diji- 

eia el CRUZ VERDE, i i 

■ peeialisl la in, hace una poé- 
tica di 'i Ipci lo " i tectos. "Al au- 

codo poi ol Cruz, Verde — dice — te 

oí Bi tamente li imo que a una 

rota la en leToi con la 

diferencia de que ln rata Be n mût 

i. menos rápido y el hombre atacado por 

Se revien- 
tan tos pulmones y el atacado muere 
ahogado por to propia sangre. Por eso 
1".- soldados ingleses llamaban a este- 
ra - "el que hace ahogai en tierra". 

Los hombres de ciencia tenían sa 
puntillo de amor propio, y quisieron se 

■. ii eñdo útiles; poi eso proporcio- 

m a rabien "i el picrina que pro- 

.i.i. edemii en lo pulmoni ■ o en cual- 
quier oti-i.i órgano, cau ío I ecui otemen- 
te la apoplejía y ataco lus centros ner- 
viosos llevando, por el camino de la lo- 
cura, a la parálisis general. 

A veces los sabios — aunque muy 
de tanto en tanto - - ion también bue- 
nos humoristas. I, o probaron durante 
la Gran Gueria inventando el gas Cruz 
Azul. Este es extraordinariamente su- 
til: no hay cania que lo puedo filtrar. 
Si bien no es mortal, provoca estornu- 
dos y nauseas junto con terribles des- 
compostura; intestinales y una angus- 
tia general dése pe ante. K\ atacado, 
automáticamente se quitaba la careta 
y entonces podía apreciar ej espíritu 
de broma de los investigadores, porque 
junto con el Cruz Azul te enviaban otro 
gas más tóxico que 1" eliminaba fácil- 
mente. 

También en Estados Unidos se caminó 
en este sentido, especialmente gracias 
al Dr. Lewis, profesor en la Universi- 
dad de Chicago. Era necesario demos- 
trar a los poderosu.- .alcbieberos o a los 
reyes del petróleo que los monstruosos 
laboratorios qui elloí I Jliian donado 
servían para aleo, • 

cul m ci con un nom- 
bre que parece un trabalenguas: dich- 

\ inylrliliiiOjl... r<.Sfi> ten» 

I" ■ ■ ' " '111" 'L I" b lili ' 

' parle ile -o emircno 
i mezclado al aire en una proporción 

de l en 10 millones i luti i ur] \ 

'■' minuto), tii »■■ la ventajo de su 

fácil tra i \ ya que e lo puedo en- 
vasar en balones de G libras, Un avión 
comercia] común transporta 3.000 libras 
de carga o sea puede transportai GOO 
balones Henos de este gas, | orno con 
1.000 balones se puede gasificar una 
región abierta de G0 Kilómetros cuadra- 
dos, con la carga de dos aviones comu- 
: [a destruir una ciudad como 

! ■■. i ■ 

■ era parte de la historia tal 

vez no la cuente na maestra a sus 

■ ■■ A 1 i uchos burgueses 

" ;| - fa en ¡i Be la i tamos. Pero ese 

"i" 1 "" "l < i ■ dad; de entre 

■ ■■ ■■"■ voi fuej 

irá; ESO, ESO, ■■■ la Ciencia. 
M I-.,-") KA ciencia .1.1.- so.lener NUES- 
TRO régimen. 

■ 

ll ia es un gigante de mirada 

aguda, Sabe encontrar lus esclavos en 

todos los loríenos. Durante la Paz, sus 

n an a los proletai ios .-..- pre- 

ci no hombre ti pa a trabajar y. 

inviene tener experiencia pa- 
ca cuando se enfermen los tíco3. Du- 

lerro loe tan gracias a sus 

inve iiv.i.i.ir ■- . mientra bu ■ poetas can- 
tan la belleza de las batallas y sus 

■ "i. 1 ■■■ pidí o re ii.Ti.ii'inti a los huér- 
funos j a b- viuda . 

Pero un día I legar í en que para nada 
le van a servir SUS .-libios, BUS curas o 
sus poetas, Y recién a partir de ese día 
podremos contar la cuarta parte de es- 
ta historia: la que bata de la Ciencia 
de la Humanidad. 



L. 8 AUDI 



11 1 1 t • . i r i ■ » i , t . I 





i 



motoJir y cornem£aAixré- 



LEGITIMISMO FASCISTA 
El señor Mussolini tiene dadas ór- 
denes estrictas a tas mujeres italia- 
nas: ¡hay que parir! Cuántos más 
desocupados haya, más barata será la 
mano de obra y mnvor el stock de 
carne de cañón a disnosirión de sus 
sueños imperialistas. Y como la mo- 
ral del Duce es exigente nada de pa- 
rir liiin- o"., no •■■ i.'" bendecidos por 
la Santa Madre ].■!"■. i;i' 

— ; A este Mussolini todos las cosas 
te salen como quiere! — dehió pen- 
sar nlpñn ioven fascista al 'eer lle- 
no de iühüo una noticia niihllcadn el 
31 de n>-tiih-e haio este título nrami- 
pnr- "Disminiiv..n loa nacimientos 
ileeilimos en Italia". Pero en mala 
horn se le ocurrió l"pr hasta el final 
el teleeramn. ¡AI diablo enn el OO- 
timismn! ¿Pues o.ué resultaba d« las 
estadísticas que venían a continua- 
ción? 

Fn Ií>?i loa nacimienfis fueron en 
Italia 1.121.170. En 1912 b«in--on. 
nmilntína v regularmente, a 991.015. 
flinminución de la rifrn anual: 
I33.4SS. o sea un IS %. Y nara col- 
mo de moles no sólo ha disminuido 
el número absoluto de nacimientos 
sino Qne. además, la proporción de 
los nr.i-imii.no, ilegítimos, uue era en 
1924 de IR por- mil. ha oument»do a 
52 por mil. lYa ni en el aceite de 
ricino se puede confiar! 



foi inmrnioi de un tsetitor soviftitO 
Ahora M diet QUI tí prtnnet de fifí año 

ídiTij m Eugenio 0'i\',-:ii Eitt vigaroto 
dramaturgo no lo nccrsiia. como tampoco 
Corfti La gloria dt ambol tslá augurada. 
Ambot prrdarardn a rravti de las gtnrra- 
c'tonts. por \u obra genial u par ni vida 

El -ci nui 'Iri 8r. I.erroiix. 

Los dûirin.î españoles — natural- 
mente las litarlas que pueden reflejar 
algo de la agitada realidad españo- 
la — , trae» noticias sensacionales so- 
bre el carácter de las relaciones que 
unen al Sr. Lcrraux con el líder va- 
ticano-fascista Gil Robles, Parece ser 
que este señor no tiene nada que 
aprender del más avesado periodista 
de asalto. Ya desde antes de la subida 
at poder del Sr, Lerroux tentó en sin 
manos documentación suficiente como 
para imponerle a éste ÍU voluntad 
porque el Si. LstTOUX, viejo atHtgo 
de los anarcosindicalistas, se había 
complicado en una serie de "nego- 
cios" a lo Stavinski, tentado posible- 
mente por ¡os mismos hombres del 



Timen* i,i contra VtOtciiCla.— 

Fn iu númrro <(■■ avoila último la rt- 
oítta "Aeoneaaua" dedica una doble püoi- 
na orâfîcat ba'm e? titulo ■!•• VinTcncÍa con- 

munita. Dore fotnarafiax elocuentes ríos en- 
señan allí cómo las armas de fns oolîdos u 
de f..t eíírcitot abrigan en sanare las explo- 
. lianes violentas del descontento de las ma- 
sas. Son escenas de revueltas sorprendidas 
por el abietivo en los rolles de ciudades de 
Bélaiea. Alemania, Italia, Inglaterra. Aus- 
tria. Esoana. ele. Pero hau una particular- 
mente interesante. Es la aue se refiere a Ru 
ira. En Rmïa — dice "Aeoneaaua" — tam- 
bién hav que rcprímii por la fucr?j lu rr° 
testas populares, tja noticia et de una no- 
vedad absoluta. No la ha confirmado antes 
ni después aoenria noticiosa alguna. Pero a 
tal particularidad bat/ nue aaregar esta otra- 
la foto que reproduce ha sido sacada de un 
número de la tenista en alemán "Aiz" lle- 
gado a Buenos Aires hace alaunos meses u 
registra, en realidad, una represión popular 
en las calles de Sofia, en Bulgaria, tlau que 

del traductor, na Que no es posible creer que 
"Aconcagua", revista leria u respetable, re- 
vista ostensiblemente católica, baua incurri- 
da en la infamia de enanñar deliberadamente 
a tus lectores, calumniando a Rusia para 
desprestigiarla. 

C'ontrarrevoluclonarlo. 

Una anécdota que se comenta sola. El 
otro día — ronfo ¡suae Babel datante su 
discurso en el orimer congreso de los escri- 
tores de la URSS — be sido tutigo de la 
siguiente escena: Un obrero, un metalúrgi- 
ca, bahía golpeada a su miner. Un grupa 
de penonat to rodeó. Alauien diio que el 
que castigo a su murer et un mat hombre 
Otra suairió que sólo es un rnlermo. Pero 
un tercero sí aproximó o o*ijo ' ;Qué dia- 
blo' ¡Un enfermo! :Es. simplemente, un 
contrarrevolucionario! 

Camaradas — ronefuyd Rabel — me 
conmovió escuchar tales palabrai. Cuando 
una nación espiritual tan alta de la revolu- 
ción ha podido penetrar en las capas más 
profundos Je nuestras manas populares, su 
Victoria es sin duda definitiva. 

El premio \..n.i 

Seria curioso dar a conocer todos los 
nombres de aceitara premiado* ton et 
Nobel. De veinte, por tiempla, sólo perdu- 
ran dos o tres. En cuanto a tteritores de iz- 
quierda, la burguesía turca ¡e ha atrevida 
a adjudicar su premia a alguno que otro. 
peta, tratándose dt Garfa*, par ejemplo, ha 
r,-^n/o buen cuidado Primero, porque 

Corfu no lo aceptaría, sin duda. Segundo, 
porgue mía peligroso sancionar toi miri- 



fascismo interesados i n f< m 
rrado. 

Estos políticos de Li /■!•■ 
mueven en un medio tan pod 
ya en cuestiones de corrupción per- 
sonal nuda les queda par ... 

■ .;■', son los teori 
la raza puro v de la íMj&flrío 

Un defensor lie m civiiiKnclon. 

Wonsii m . I»'', rí es /". riofi n/i rfi 
Ai "Liga Internacional Contra la I ■• 
. . ra Internacional". Es tambii n uno 
■ •':■ /,m ¡nvi litares de la versión del 
hambre soviftico en 1933. Muchos 
documentos .¡ue las lectores despre- 
venidos creen auténticos lian sida fa- 
bricados < n las oficina.- d,- M . Aubert, 
, rt Ginebra. Convit ne "ia . p notai que 
ti ilustre defensor de la i 
fi,im.: en la nómina de accionistas de 
la /".i/" i. » i/.' m Hicu l 'îckt n ■ on la 
bonita cantidad de 5.000 acciones. 

¡otro defensor de la ■ 
contra el bolchevismo i ("Monde"), 



ESPAÑA 

LA UNIDAD DE ACCIÓN 

Apenas el Sr. l,erroux asumió el poder, torln* tu provincia» de Espsñn 
se suhlevnron eomo un »nlo hombre,, I •>« p™ueïW cnmpcfliniiH de Galicia, el 
prnletnrindo industrial de*' al¡i" .im.i v /,-ki.m.i l<> nlin-ni. do Andalucía, lo* 
miM.-ri— ií« l'lurfaa ) toa pvriuurloa •'•■ CádlU. iliriia.iri.raii quv •—< ••■ 

la "Alian/a Obrera", el frentcT'único de hierro entre obreros comunistas, 
socialistas, confederados y unitarios, puso en evidencia la potencia de la uni- 
dad de acción del proletariado, y cómo ella es la único fuer/a que pneda hacei 
retroceder al fascismo. Pero las organÎTocioncs anarquistas, manteniéndose 
fuera de la "Alianza", debilitaron considerablemente esa fuerza. En algunan 
regiones, como Andalucía, los dirigentes ana rqi listan lanzaron la consigna di 
huelga dos días después de la lucha. En otras nn'les. como en Barcelona. 
retiraron la consîtrna de huelea en el momento iili¡Ído del movimiento d" ma- 
sas. Y, en general, sólo consiguieron desoren'ii'ar el movimiento, procediendo 
a destiemnn, necándose a participar en el f n nte único, lanzando const amas 
tan infantiles como la de aue "ios obreros debían incendiar sus propias ni'ns" 
la mañana misma de ir a la huelga. 

"LOS TIEMPOS SE ESTÁN PONIENDO MALOS" 

En la "República de trabajadores de todas las clases" hay sobre I.Û58.-102 
propietarios de tierras. 871.518 que sólo COnsIoruen cañar una peseta por día, 
mientras los grandes propietarios tienen entradas míe en alennos casos pasan 
de 1.000 pesetas diarias. La diferencia entre las "clases" de la "Renúbllce de 
trabajadores" es bastante grande, por cierto. Y es que el 07 % del suelo «e 
holla en manos del 2 % de los propietarios. En comhio. el 27 % de los agri- 
cultores sólo poseen terrenos cuya superficie varia entre 1 y 7 hectáreas. 

La ocupación de las tierras de los grandes propietarios por los pequeños 
campesinos — ya realizada en el (ranscurso de bis úllimas luchas — , es un 
problema ouc preocupa mucho al Sr. Gil Robles, a su amigo Lerronx v a la 
Santa Madre Iglesia. Sceún parece, es difícil de resolver ron fusilni 



4 españoles están con- 
ran que "los liem- 



> crueles, 



i parece, es di 
prisiones o bendiciones del Pana. Ixis noble 
vencidos de que los santos padres tienen ro 
pos se están poniendo muy malos". .. 

CRUELES Y PIADOSOS 

Y, como "los tiempos se están poniendo malos", es necesario s 
de una crueldad espantosa, de una crueldad que haga olvidar las 
la "Comuna" de Parla y que retrotraiga o los tiempos gloriosos de Toro nó- 
mada. Porque en realidad de verdad los tercios de la Legión Ext rant ero y 
las aguerridas tropas marroquíes han ametrallado sin piedad o hombre» y 
mujeres, jóvenes y niños, destruyendo barrios y poblaciones enterai m 

brando de cadáveres la ruta de la revolución. Llegan a los familiares de 

obreros y campesinos de España — ;h» diarios serios son tan mesquin 

noticias! — datos espeluznantes sobre el comportamiento de las fuerzas que 
mandó el Sr. Lerroux paro reprimir el bI/.b míenlo de Asturias. 

No deja, por eso, de causar admiración la forma disciplinada con que 
ciertos sectores de la opinión pública administra lus sentimientos de piedad. 
Recordamos que. precisamente cuando el cardenal l'acelli apoyaba su beati- 
fico planta en el suelo del país, se murmuraba — y los beatas lloriqueaban 
y los grandes rotativos protestaban — se murmuraba que los revoluciona' 
rios habían quemado vivo a un cura, a un sólo cura, después de rodarla con 
nafta... El telégrafo desmintió más tarde la noticia, pero trajo otras mii . 
crueles, que comprendían a centenares, a miles de trabajadores de Asturias. 
Pero ni las hcatas lloriquearon ni los grandes rotativos se indignaron Dut 
camente hemos visto brillar en ojos proletarios una lucesita cada tea me- 
nos extraña. 
CATALUÑA Y ASTURIAS 

En Asturias los obreros, que dirigían por sí mismos el movimiento, re- 
sistieron varios dias; recién al cuarto los tropas del gobierno lograron pe- 
netrar en Oviedo. 

En Cataluña la capitulación del Sr. Companys dejó s las pocos horas el 
comino expedito oí general Batet. 



OBB kS i 0MP1 i i VS m 

i i u m i; i 
ii i i ida .i. lo lovltl i ■ 

lando, como ■( saín-, particular aten- 

ridn a Is difusión tn la i RSS do la 

herencia literaria . In ill I ib I,., pojm 

Ii "i tic -. i ansí . lienta eon n ts 

r 'i" ' I i i ili/nndo en Ion im- 
prenta» oficiales — las únicos que 

'ü 11 "ini parte — uno gran edi- 

'■ Ic las obras completas do Flau- 
bert, lian aparecido ya los i. u 

íes tomos de la .iiua del gran realis- 
ta trances: "I irtas" (1830 1884), 

".Mme Bovary", "Bouvard i Pacu- 

' i"i" i "1 óxlco da lugon ■ i on " 

» in ( ucnlos", 

Preceden [os volúntanos erudito* 

DStudioi Je Blehonboli aoarca tía la 

■IgUEentCS lemas ll.iuliii r 1 ,, 

unidad de in poético | do] i tilo da 
Muiibcri; Mmi Bovarj desdo el pun- 
to ib vi ia dd estiles E¡] romaneo «a- 
ifriro Bouvard j Pécuchet, La tícnl- 
m literaria del trabajo do Flaubert 

Otro de los eludios publicado» en 

osla i "i.'. . inu Interesantísima se de- 
be a la pluma da M, Clamant > trata 

ili I m e nonet como traductor do 

Flaubert. 



Lu cabra do Girado. 1. 

■ ■ 
iíes, el nombre «¡111 'l uu ' 

ara pa\ a o¡ i iiíiiai l i! oïl tñríá en l¿ 
de desobediem ia 

muy de VC1 en i Uünto UHOi 

i.i, ,11 , .' hombro 

nin a l,i luilio pot íílíi i ur.-.:' 

dlti, con tar\ 

a ttgtiij I 
car ningún paso ad\ ¡ant¡ 
/■. ran as di la India Gandhi se reti- 
ra a tiempo, aunque larde, V rfei Irnos 
,i tiempo /"> que los dit ig¡ ntes que 

■■ a la¡ mi, .;,, fu ■' 
India, ron jóvenes, hablan otro ¡en- 

■ naso con- 
n ionario. 

i.-> VOS lie \it|iitl. 

/ \i, ratos a:, fabh i que 1 1 ■ 
u.., Ramón Dóil ha elogiado < orno 

i ,. ( i-, ., :,. .i. ., ,. ... , ,,,,/,■ 

t,r: ramplones, han hecho el abundan 

■ 

-'■■d conmo- 
mó " tai 
nadas ai dial, contó va de perfecto 

monseñor 
apal '' ■■■es de la 

i ntpshaia, 
la mujer de Lcn'm "F.\ escritor ruso 
¡V. Krupska 



i'»i 



i, „ . . i re» í • ta 



CON 



GRESO MUNDIAL 



FRAGMENTOS DEL DISCURSO 
DE MAXIMO GORKI 
El hombre Buperfluo 

No i nc m " ■' drama 

n ] ..,, la novela i" " ■ ,l '' 1 ban " 

.;. . ¡miu trial, del político, 

¡ ■ '"■■'" 

■i v ie i" ha ¡do el 

tipo del "hombre superflue 

. .. ,-, presentado la suerte 
muy frecuente de los maes- 
tro! i- idor de la cuitara 

,i,. Ins hombres de cien- 
,1;,. ,i lot prtistaa, de loe in 1 n 
i,., , i, el flominio de la técnica; 

,,,. -,■ i hitado a l".- héroea aue 

lucharon nara liberar las nación i 

,i,. h oí ion extraniera. ni a loa 

.,,,, :,!,,, oue asniran a la frater- 
nidad de los hombres, como To- 
m:i fforo, i Amnanolla, Fourier, 

;■;,,,,; ■ fío i- dífro i lode 

„ :i ,,..|,.. El nasndo no carece de 
manchas, sería Insensato hacerle 

,- 'oches : pero es necesaxio estu- 

diarlo 

; oiip es !o i ha sumergido a 

]., ii¡ .- . t ! , i a de BuroDB en esa im- 

pol ;Ïh nam p»ar i nos mues- 

i,,, ,.| .;,.i„ XX? Se ha defendido 
furiosamente y con locuacidad la 
libertan 1 del arte, la licencia del 
,,¡ > i readnr, se ha afir- 
mado en todos loa tono! la pnsibi- 
i¡,i..,i ,i i., ,.-. ;. renc»ü v al dpsarro- 
II,, ,],. la ijti ratum fuera de las cla- 
.,, M ..( ., ejidonciü frimt» o Ir 

!,:i insensiblemente a muchos es- 
critores a reducir necesariamente 

,.i ,...-'nin ,!■■ bus nbs°rvaci ¡a de 

I,., i í,i :i re al a renunciar a su es- 
i,,,i.., hnin Indoa ir-« a^nectos. a en- 
cerrarse en el aislamienr.n dpi al- 
in i -.< det^nerofi en al estéril cono- 
cim'°nto de "si mismo", deiando 
pjnnlifl Un*» >•■'■■! :>\ nnn«nmíenrn óps- 
, ;,,,.,.'.. .i., .1.. |» » ;.i-. nnrn nenetrar 
en sí m' c P"i. Pstí demostrado oue 

,,., --.. lo tener nlenn eoncien- 

, ;., del hombre fuera do la reali- 
,i ,,i Ull . i ;-. p riñe pflt.fi toda nene- 
tmda de nnKHe*, Está demostra- 
do aue el hombre, por ingeniosa 

■ sea la idea oue se hace do aï 

n,i m.,, un dei" ''" ser una unidad 
Borinl, v no cósmico, cmnn los rtla- 

nptns, F ■■<•■ domAatradn también 
one fl individu »b"smo. al trasfor- 
mar<u> en egocentrismo, crea los 
hombrea superfinos. S- lia tlirbo 
mucha s v«ces aue el h£"oe meior, 
[Yifis hábilmente, concebido, no»- 'a 
literatura enroñes del s><*lo XIX, 
j,,, }„-i.-., „ m íq renresentntivo. ^s el 

|¡n., riel hombre SlinprflllO. P-eri- 
.. ,„„.,(.. ... .!,-■.> o«e tiin se b» dete- 
nido In literatura en su evolución, 
pasando fi" i-.>"o sobre e' héww del 
traba io. tóeniesmente desarmado 
ii,., m nose°dnr de una fuerza vic- 
toriosa: sobre fl conquistador feu- 
dal, fi»p cnmnrendifi nue era más 
fíril deanoiar one hacer: sobre la 
erfinnli arnadn i' ■■ la burguesía v 
one le enseña a vivir, oue ha adi- 
vinado nue es más Wcil engañar 

v robi Irabaiax '■'•■ sobro ese 

tino o up se ha detenido la litera- 
tura, deiando óv lado loa tinos bri- 
llantes de loa fundadores del ca- 
mteliamo í de Ioa opresoí ea de la 
ETumanidad mucho más inhuma- 
que loa señores feudales, los 



JUSTIFICACIÓN DE ESTAS PAGINAS 

H , IcEscrlt lo en Moscú este año ho proclamado 

uno verdad ind I/Wf. leba impostergable: «o puede haber fervor, 

I lor.oj Idest del hombre y del,,, mió. 

. ..., - a, .,.- intelectuales una definición categó- 



ntuslictas. 



decade. 



La hora qui muimos reclama de te 

rita ■< con la ¡ociedad cal lo •"'■ «l ; . 

:U rm la sociedad tro lelam , con b,d,gn,f,coc,6» ,, 

la , I I ' de I luraleea O se esti «",'oac^ 

„,„ /„ podrido, con lo vacilante, o « . «t con lo nuevo, con lofromuor, 

cZ I» puro De i-ii lado .1 aqol o, la ,oUrd,o y el airi» Del 

,Z lodo h man cultura, ¡a fuersa del espeta, laconceuctahbre, el 
v „elo audao, vale decir, las posibilidades mfvulas de una sociedad s,« 

clases Estas pímnas inform I le algunos proUenas planteados 

.„ ,i importante Congreso, primero y único en la historia p«r su signi- 
ficación v por su trascendencia. 




■s&hié ^jfa 



G 



11 1 



obispos, los reyes, y los empera- 
dores. 

PALABRAS DE JUAN RICARDO 
BLOK 
El Congreso es una nueva prue- 
ba del poderío de la URSS y las 
energías de sus facuUadcs creado- 
ras. Lo que más me maravilló a 



través de las dos semanas que du- 
raron las discusiones, ha sido la 
consigna de vuestro gran Máximo 
Gorki, de lucha implacable contra 
la ligereza en la producción artís- 
tica. Se eleva un inmenso clamor 
per la cultura de más calidad. Se 
han dilucidado ampliamente con- 
ceptos tan sutiles como el "realis- 



mo capitalismo" y el "humanismo 
socialist a". Napoleón encargaba a 
-us literales que escribieron tra- 
gedias en estilo corneilleano, que 
necesitaban en primer término 
material sobre el heroísmo militar. 
\ ese utilitarismo cínico nosotros 
contraprnpnnemos orgullosa mente 
una lucha desinteresada, por la ca- 
lidad mechada con el sentimiento 
humano de 'o variado. Sólo nos que- 
da desear que análogo esfuerzo 
pronto sea cumplido en el terreno 
de lEU artes plásticas — arquitec- 
tura, pintura. — donde por ahora 
no han logrado primar. 

Hay pocos países en el mundo 
oue cuenten enn tantes escritores 
de telento comn la URSS. Algunos 
de ellos son incluso más que ta- 
lentosos. 

Para terminar nuisiera haceros 
partícipes de la idea que bullía en 
mi mente mientras escuchaba los 
debales del Congreso. En e' mo- 
mento presente, a los 25 años áe 
haber comenzado la lucha por "la 
civilización revolucionaria", veo con 
emoción cumplidos mis más recón- 
ditos deseos y aspiraciones. 

PALABRAS DEL POETA FRAN- 
CES LUIS ARAGON 
Lo oue más me ha maravillado 
en el Congreso de Escritores es 
el propio hecho de realizarse el 
Congreso. Para que me interpre- 
ten bien desearía aue síniense crae 
i r imino ""- conduce tie la annr- 
qlifa rtcl capitalismo al socialis- 
mo es harto incomurensible nara 
nnien de relíente ha sido transplan- 
f íiflo de París a Moscú. Pero abn 
menos asequible resulta la esfera 
de la producción literaria. 

Para mí el Congreso de escrito- 
res soviéticos représenta el resul- 
tado de un trabajo colosal de re- 
educación, es una prueba notoria 
de la liquidación definitiva entre 
sus filas, de aquella narquía que 
gobierna la literatura del mundo 
canitalista. 

La significación internacional 
del Congreso es enorme. Es el pa- 
Ho adelante de la humanidad en el 
dominio de la cultura. De hov en 
adelante los escritores de todo el 
mundo deberán tomar el ejemnlo 
v comnararse con los escritores 
que están creando la literatura del 
mañana. 

Nosotros los escritores revolu- 
cionarios no podemos olvidar aue 
ello ocurre precisamente porque 
la burguesía fué dp«tr»ída por el 
emnuie nonular dirigido por la 
vanguard'-' d*»l proletariado y aho- 
'i la URSS se construye el so- 
cialismo. 

Seguir el ejemplo de los compa- 
ñ tos soviéticos sifilítica para nos- 
otros el compromiso de ayudar a 
través de nuestra creación al nro- 
letariado de nuestros respectivos 
países, a que venza en la lucha 
contra el capitalismo. 

:DE ANDRES MALRAUX; 

auto) de "La condition h nm ¡na m-" 
(Premio Concourt) 
F! Conor eso se ha planteado ñutes 
de problemas, acerca de -Ja creación 



11 ii e v a r e t i s 1 .1 



DE ESCRITORES 



artística. No diré que los ha resuello 
¡"lío.-,, pero ya se los ha planteado y 
esto es mucho. 

Me detendré aqui 1 a la consideración 
de un problema fundamental: el que 
atañe ,i! realismo socialista. Fu la li- 
teratura siempre ha habido dos clases 
de realismo: el fotográfico v el épico. 
Lo fundamental en eso es que el rea- 
lismo manifiesta su fuerza en la medi- 
da en que refleja la conquista del nitlM- 
do por una clase. Esa conquista se 
réalisa necesariamente en condiciones 
épicas, románticas. Yo diría que el 
realismo es tanto más potente cuanto 
más romanticismo halla en los rasaos 
reales de la vida que pinta. Una so- 
ciedad estancada te lamenta de la fal- 
ta de romanticismo y tiwi sociedad en 
construction husca el realismo. Por 
eso tal realismo es manifiestamente 
amplio y cu la construcción del socia- 
lismo se ludia la ¡-rucha de su poten- 
cia. 

La dificultad fundamental para los 
escritores soviéticos es otra. Una so- 
ciedad ya establecida posee sus tipos 
y el escritor se ve obligado, a repre- 
sentarlos tal como se ha» estereotipa- 
do a través de las diversas épocas del 
capitalismo o sociedades anteriores. 
Pero una saciedad naciente tiende en 
primer lugar, apenas transpuesto el 
fragor de los combates, a crear tipos 
nuevos, .h!, nuis la rapidez de la evo- 
lución de la URSS en pocos años trans- 
forma el tipo. 

Creo que ,1 consecuencia de todo ello 
surgen tío sólo tipos nuevos, sino (0111- 
filVli rrí»; nwtvn rto.c de tipos: tos fípns 
de nun soricilai! en construcción. Creo 
Oue fl pensamiento central i/e Mar.r 

era: el hombre se forma a medida que 
obra y "" según piensa. Tales son los 
derroteros del arte comunista y fueron 
puestos de manifiesto a través de las 
discusiones del presente Congreso. 

DEL DIRECTOR TEATRAL JA- 
PONES JIDJICATO. 

Cuando la escritora china Ju-Lan- 
Chí habló de sus compañeros escri- 
tores sometidos a horribles tortu- 
ras policiales, cuando os habéis en- 
terado de la actividad de los escri- 
tores revolucionarios japoneses 
aclaman dolos a todos en un arran- 
que de solidaridad y de odio hacia 
sus explotadores y victimarios, 
cuando habéis lanzado un llamado 
entusiasta por la libertad del gran 
jefe revolucionario Thaelmann. he 
comprendido que todos nosotros, 
participantes de ese gran Congre- 
so de la creación artística, esta- 
mos unidos por indisolubles víncu- 
los de solidaridad internacional. 

Jamás me ha tocado presenciar 
un Congreso de Escritores que tu- 
viera tan trascendental importan- 
cia internacional, como el Congre- 
ga de los escritores soviéticos — 
brigada de choque de la literatura 
revolucionaria mundial, — que sur- 
ge de la masa, se alimenta de su 
savia y marcha hacia adelante jun- 
to con ella. Podríamos decir que 
por primera vez en la historia de 
la humanidad, la literatura ocupó 
el lugar que le corresponde. 

El mejor aliciente para nos- 
otros, luchadores contra el fascis- 
mo y la guerra, en los países capi- 
talistaa, en condiciones de terror 



desenfrenado, fué comprobar cómo 
en la URSS son fuertes los víncu- 
los entre el partido, la literatura 
y la masa. El segundo lugar hay 
que reca'car la preocupación cons- 
tante por la calidad, puesta de ma- 
nifiesto en todas las discusiones, 
lo que eleva el nivel de la produc- 
ción artística soviética y la coloca 
a la cabeza de la literatura mun- 
dial. 

En un diario japonés ha apare- 
cido la noticia de que yo sería lle- 
vado preso apenas regrese al Ja- 
p n n. Esta comunicación tiene por 
objeto atemorizar al movimiento 
revolucionario literario japonés 
creando la impresión que puede 
detenerse su desarrollo eliminando 



a bus militantes. Pero lo que des- 
■ realidad es e 1 temor 3c 
la burguesía japonesa ante la cre- 
ciente influencia de la literatura 
soviética y del éxito sonado de c^c 
Congreso. Que recuerden que .1 la 
desaparición de un compañero aflu- 
yen cien a ocupar su puesto y que 
les sirva de ejemplo el asesinato 
del compañero Kobalassi, 

Nosotros los escritores revolucio- 
narios japoneses, a la par de los 
artistas revolucionarios de todo el 
mundo, estamos dispuestos a lu- 
rtiar, — donde sea que nos halle- 
mos, en la libertad o en la prisión, 
en el Japón o en otros países, — 
por la literatura proletaria v por 
el Octubre Mundial. 



PALABRAS DEL ESCRITOR ELIAS EHRENBOURG 

Si se quiere comprender la si- 
tuación del escritor en la URSS, 
h¡>y que pensar en las condiciones 
en que viven actualmente los lite- 
ratos del otro lado de la frontera. 
He visto en París y en Praga, a 
escritores alemanes que acababan 



querramos, con aquellos que ocupan 
el "puente de mando", el grande y 
probo escritor Ludmg Renn está 
enfermo en una prisión alemana. 

He visto ayer a la literata china 
Ju-Lan-Chi, actualmente nuestra 
huésped; ella me ha contado como 




!■: i- l A s 



■■: II It I A H o 



1 a c a r m e r 



de huir de las prisiones o de los 
campos de concentración. Sus es- 
tudios habían sido asaltados, sus 
libros quemados 1 : ellos se encuen- 
tran imposibilitados de dirigir la 
palabra a su pueblo. 

Mientras que nosotros, escrito- 
res soviéticos, podemos hablar con 
toda camaradería de aquello que 



escritores revolucionarios chinos 
han sido enterrados vivos. Jamás 
he oído palabras tan simples y tan 
terribles. 

Ef'lá entre nosotros el escritor 
alemán Bredel, que ha pasado un 
i' ño y medio en un campo de con- 
centración, 

Veo aquí entre nosotros a mi 



amigo ol poeta checoeslovaco No- 

v: me ! i y recuerdo que cuando yo 

I i" w lovitqula me <li 
jeron que estaba preso y que com- 
ponía poemas líricos, 

V nosotros sabemos de que ais- 
lamiento fué rodeado el hombre 
grande, intrépido y probo que BC 
llama Romain Rolland. Asi es co- 
mo aquellos que quieren IihIiI.h se- 
riamente, abiertamente, de la ver- 
dad nueva, son atacados o condo- 
nados a la soledad. 

Se podría comparar al escritor 
burgués actual con una soberbia 
usina privada de materias primas, 
lïl escritor dispone en abundancia 
de todo: tradición, linotipos, buen 
papel. Solo una cosa le falta: hom- 
breo. Allí abajo, los hombre on 
una mercadería deficiente. Enl en- 
damns bien, no me refiero :i las 
joyas aisladas que conservan to- 
das las adquisiciones de la cultura 
humana; pero no es posible conju- 
gar Goethe y C.oehhcls, Balzac v 
Dékobra. E'las deben contentarse 
con una vida ilusoria; son notas 
escritas al margen de un lihro, 

cautivadoras, pero perfectamente 
inútiles. La literatura no puede 
nutrirse de casos excepcionales. El 



.....=... ,,.. -■"»•.„',;;;■,;•■ ■-■/■■■„ „ 



litirtintl y tie III 

dad no proporciona al escritor un 
material humano de valor, la li- 
teratura se reduce al estudio de ca- 
ns patológicos, 

,'Qué hacen los escritores île c ■■-' 
mundo que se mueren? Los unos 
hacen por la milésima vez el inven- 
tario, siguiendo el paso a Pniusl; 
otros, habiendo descubierto el mi- 
rtusculo detalle aur distingue un 
fantasma de otro, consagran toda 
ni vida creadora a 1 ?» descripción 

de ese detalle, v eso es lo que se 
llama "el individualismo". 

P ALADRAR DE RAFAEL AL- 

BERTI Y DE MARIA TERESA 

LEON 

De nuestra pérmanencie aquí po- 
drían contarse tañías cosa 1 intere- 
santes, no sólo del Congr* io, que 
no acertamos por dónde comenzar 
Descontando el interés puramente 
profesional dp literatos, la impre- 
sión más honda la hemos tenido al 
escuchar a las delegacíone 1 obro- 
ras. Nuestro idioma, el idioma de 
o« combates revolucionarios, se 
adaptaba perfectamente bien a las 
palabras de los obreros del subte- 
rráneo de Moscú, del transporte, 
de los mineros, de los Coljosianos. 
A pesar de no conocer el idioma 
comprendimos todo lo que dijeron 

los soldados rojos, los mi erofl, 

los udarniks. Si el sentimiento es 
más difícil de olvidar que el pen- 
samiento, jamás se nos borrará el 

recuerdo de ese ' tongreso, que 

despertó ei lotroa una 1 enaación 

nueva, aun no experimentada an- 
tes, de las perspectivas del día de 
mañana. 



b u J o s de 



s ■ nun » 

PALOMAS 

EN 

LA ARENA 



riita ■ 

Fui en la cálida mañana de an domingo de Julio. Los miembros del Partido Socialista habían veni- 
do d I lo el Norte de España al gran mitin de Santander. Habían venido con sus banderas rojas con 
etl» de oro, con sus mujeres y sus hijos, con sus meriendas en canastas, con su vmo en odres de cuero. 
Habían venido en trenes especiales, en autobuses, en carros de muías, en bicicletas y a pie. E anfi- 
eTo contenía alrededor de die, mil localidades; toda, estaban ocupadas por gentes agradable^ a ma- 
iL fi,onomía inteligente mecánicos, pequeños comerciantes y granjeros, zapateros, sastres, em- 
£¡¿ MS ZOZtl "»'»• -«— **"»■ *™» • h — ! »» muchedumbre tranqui- 
la v Bill gran carácter para esta parte del mundo; i>3ro una gran muchedumbre. 

' La manifestación comenzó con la Internacional cantada por un grupo de escolares vestidos de blan- 
co can moños rojos en los cabellos. Cantaron muy agradablemente. Esto nos distrajo mientra * £ 
v. „ , lo, oradores Lo, dignatarios más importantes llegaban con retardo. Luego, cuando los orado- 
b r,e in 'til en, «tradó^antado a p,eno so,, en e, ^. de, ruedo, todo el mundo cantó de nue- 
TO la Internacional, de pie. agitando trapos rojos. 

Alguien había pensado, sin duda, que sería llamativo soltar dos palomas blancas con cintas rojas 
al cuello- pero fuera a causa del calor o porque las cintas apretaran demasiado o porque las palomas 
"tuvieran enfermas, parecieron no poder volar; dieron una, vueltas débilmente por enema de las cabe- 
„ Z a-tentes y se posaron sobre el muro del estadio. Una de ellas logra elevarse por sobre del 
, 1 1 h, ralerh, v se perdió en el cielo de fuego; pero la otra volvió a caer sobre la muchedumbre. 
^ *n « b gt, v la rïalarla a. aire, pero po tenia fuerzas. Se posó finalmente en medio de la 
1 Tímente delante de la tribuna. Quedó allí todo e, tiempo de los discursos, con »-=—•• 
Crabs Ta cada momento, verla caer muerta; pero continuaba balanceándose, con ,a cabeza gacha. 

I/» primero, oradores eran los líderes locales. Obreros o funcionarios de los sindicatos. Hablaron 

», «„ no encontró otro medio de ^«J^TX^^t nZ'T^ÍTZ^^ 
siasias). Pero cuando el ministro socialista habló (Apia usos Gritos»* I m 

,,,„ n ,, volvió muv vago, en verdad. Hacia mucho caíor en e e - .o. E J ^ ^ ^ ^ 

hombre harte y llevaba una barbs de académico bien ^**-™J¡™% meTror „«..«„ „ „„» ,„ sa . 

,., vi.¡ uonte tran.piraU bajo au iWcaMe *«« ™*™- T^™ c imperfecto de subjuntivo y 

frase., cuidadosamente ^don.l»d»,. ü.»b. .1 ~«lo cMa.co, subjuntivo e impe 

primer pasado de, condición,,, ^segundo pasado de, condiciona,. Introdujo en _ u d » so ***** 
l literatura, ,a fi,osofia y las bellas artes, como si dictara un curso en la ^^/J^Pa" 
una peroración gutural que dejó a, auditorio boquiabierto. Su delicada -***""£ :™ s a n . 
«ido Socialista era un partido de discipbpa y de orden y que lo mejor que podía hacer ■* so c al, sta, ,n 
coro, era quedarse en sus casas, pagar sus cotizaciones y dejar a •»«»""" j"? ' £ " >°™ * 
que tomaban muy a pecho el interés de ,a humanidad y que comprendían la ut.1 *«* hW » ^ 
den y que, además, eran hombres honrados, discurrir sobre los medios de ^J^^^Z 
en interés de los trabajadores. Los intereses de ,a humanidad toda exigían de, Partido Socialista 
fianza v disciplina. ,-•■<., 

Cuando e, orador terminó la pa,oma enferma seguía balanceándose en medio de la P*^j*\£^ 
disciplina, aunque quizá, con un poco menos de confianza de ,a que tenían a la mañana, los a, diados a 
Partido Socialista se agruparoo para el desfile a través del centro de la cudad. Se repetía de todos lados 
que la consigna era ¡calma! 

Había llegado la siesta, muy calurosa en verdad. Los miembros del Partido Socialista, con sus ban- 
dera, v sus hiio, y sus canastas, cruzaron sin música el centro de la ciudad hasta la playa, tranquilos 
desparramados, discretos y un poco cohibidos. Todos los cafés estaban llenos. Las gentes que estaban en 
las mes», eran ejemplares «actos del tipo de español que se odia en Méjico. Un indiano hombres de 
cabeza de pera, de ojos penetrantes, de boca despectiva, negociantes exportadores e importadores, co- 
redores, usureros, comisionistas, prestamistas, hombres que saben cómo se hace brotar dos duros all, 
donde va brotó uno. hombres que han descubierto el gran principio de que no es el trabajo el que rinde 
No habían sido gran cosa antes. La mayoría había andado a salto de mata en América. En su patria, la 
ierarquía, los obispos, las duquesas y los grandes y los bortones lo, habían despachado a jorobarse: 
pero ahora que e, aparato feudal había desaparecido los indianos había,, salido a flote. Sentados en sus 
mesas miraban en silencio a los pobres diablos de socialistas cohibidos. Hay muchos socialistas; necesi- 
taron largo rato para pasar con sus banderas y sus hijos y sus moños rojos y sus canastas. El od,o si- 
lencioso de la gente sentada en los cafés los cohibía. Desfilaron inocentes como un rebano de corderos 

... , u Trad. G. A. 

en el pais de los lobos. 




nueva reiistn 



poemas de rafael alberf 



o 



UN FANTASMA RECORRE EUROPA . . . 

. . y la vieja familia cierra las ventanas, 

afianza las puertas, 

y el padre corre a oscuras a los bancos 

y el pulso se le para en la Bolsa 

y sueña por la noche con, hogueras, 

con ganados ardiendo, 

que en vez de trigo tienen llamas, 

en vez de granos chispas, 

cajas, 

cajas de hierro llenas de pavesas. 

¿Dónde estás, 

dónde estás? 

Nos persiguen a tiros. 

¡Oh! 

Los campesinos pasan pisando nuestra sangre. 

¿Qué es esto? 

Cerremos, 

cerremos pronto las fronteras. 

Vedlo avanzar de prisa en el viento del Este, 

de las estepas rojas del hambre. 

Que su voz no la oigan los obreros, 

que su silbido no penetre en las fábricas, 

que no divisen su hoz alzada los hombres de los campos. 

¡Detenedlel 

Porque salta los mares, 

recorriento toda la geografía, 

porque se esconde en las bodegas de los barcos. 

Y habla a los fogoneros 

y los saca tiznados a cubierta 

y hace que el odio y la miseria se subleven 

y se levanten las tripulaciones. 

¡Abrid, 

abrid las cárceles! 

Su voz se estrellará contra los muros. 

¿Qué es esto? 

Pero nosotros los seguimos, 

lo hacemos descender del viento Este que lo trae, 

le preguntamos por las estepas rojas de la paz y del triunfo, 

lo sentamoB a la jmesa del campesino pobre, 

presentándolo al dueño de La fábrica, 

haciéndolo presidir Ina imi.-ic.i.- y manirwiiKiDii», 

hablar con los soldados y los marineros, 

ver en las oficinas a los pequeños empleados 

y alzar el puño a gritos en los Parlamentos del oro y de la sangre. 

Un fantasma recorre Europa, 

el mundo. 

Nosotros le llamamos cantarada. 



INDICE D|E familia burguesa española 

(Mis otros tíos, tías, tías y tíos segundos) 

Venid, queridos, no sé si muy queridos, si nada queridos, si muy 
huéspedes o transeúntes de mi sangre, venid, mi sangre os necesita 
para veros y comprobar que fuisteis tontos, locos, engañados, hijos de 
vuestra clase, y advertiros que otra se ha alzado frente a ella para 
muy pronto destruirla y ser dueña del mundo. 

Tías, tíos, tías y tíos terceros, cuartos, nebulosos, perdidos en la 
noche cruel de los orígenes, secos afluentes de mi sangre que os llama, 
o sistema de venas latientes todavía, venid. 

Nicolás, borracho y desnudo sobre una mesa de tres patas, llo- 
rando a voces en las iglesias oscuras, estirado y definitivo en una ma- 
drugada sin socorro e incorporado al polvo bajo el disfraz de San 
Ignacio. 

Guillermo, beodo y trasnochado en el escabel último de las puer- 
tas cerradas, confesor y familiar del arzobispo de la diócesis. 

Rafael, trapajo sucio en la puerta de un palo, derribando murcié- 
lagos al Toque de Animas, emigrado y perdido en el trayecto ciego de 
su sangre. 

Ignacio, caliche de todos los quicios en el inexplicable culo de sus 
pantalones salomónicos, ojos desparejados y fogaratas de coñac en el 
vientre a cada vertiginoso misterio del rosario, flatos en las letanías, 
explosión última de su cuerpo y visible evasión de su espíritu de vino 
hacia la gloria. 

Tomás, cuatro dedos boleados de un tiro de fusil ante el asalto 
a los limones en el jardín del Papa, 

Julio, ingeniero, corredor de vinos y poeta de la Virgen. 

Javier, bello y analfabeto: la P, la A, y la N, KAN. 

José María, llamado el triste, beocio, filatélico y habitante en una 
pajarera. 

Vivos, muertos, lejanos y próximos, desvanecidos en la visita y 
reconocimiento de mi memoria de esta tarde, tíos, tías, sangre aún de 
pie o ya en estado de vapor, en las nubes. 




jYi, faltará en í\paña, tampoco. Cuitn ladre al pato de Rafael Alhttti ¡AM 00 el 

¡nob! ¡Ahí u .•/ burgués disfrazado de nooluttonatiol Pire ■ i ladrido infam u ol ufo 

de la vileza impotente p.ira libertarte de tu obcecación u dr lata un ápice 

tiV betmotura a la actitud del poeta lue no ha dejado de ter hombre. Y hombre honrado, 
hombre unido i ¡04 Oltot hombres en el mismo datât, en la mi ■ n la mitma 

voluntad tialienti 

La voz de Rafael Albetli, la voi de titeiopeta u trítuli Ingetet", »» 

ha trizado en rl desgarramiento doloroso del corazón del hombre de hou !'<<•• de |U| tntat 
se levanta otra voz. Es la vie/a Voz de hierro del Romanetro Pi i también, la voz nue- 
va de ¡a voluntad de latrifictQ por la esperanza mai irai U ■ /»■ ha 1st 

potmat de ahora — UN FANTASMA MU Bl 

el ion de marchas viaoriosot de lot nuíüot himno* de loi traba/adore» y ete caliente tttmot 
de marca le ¡ana de la muchedumbre. 

Rafael Albert!. hi¡o como yo. tome ítdai podrida, te ha 

salvado. Y ha salvado el honor de la p¡ 



Josefa, galápaga de lulo, enamorada dd Santísimo, perseguida 
por príapos imaginarios y nocturnos, errante y pobre por las Iglesias 
y conventos, 

Salud, monja de clausura, enterrada en un pozo de humedad des- 
de los quince años, amedrentada siempre por las bocinas de los autos, 
que ignora. 

Milagros, superv i viente en la catástrofe de todos sus hijo», lejana 
y rígida en el centro de una sala de hielo, rodeada de retratos. 

Angela, huidiza y oscura, llorosa en las habitaciones de laces en- 
tornadas, loca al final, perdida hoy en la casa de yo no sé qué pueblo. 

Carmela, monja Reparadora. 

Nieves y Concepción, hermanas Carmelitas. 

Y esas, esos de vidas y nombres nublados que yo a veces escucho 
y siento circular por el descanso o la fatiga de mi cuerpo, esas y ewtw, 
todos, aquí, esta tarde, presentes y en mi alcoba, 

Morios, o preparaos a la lucha, pues otra clase se ha alzado ante 
la vuestra para muy pronto destruirla y ser dueña del mundo. 



ii il v \ a i* i 



m 

l 



SUBIRÁ EL PRECIO DEL TRIGO? 



I..\s SBQ1 i ta 

i i. p< Mini . di i fin en Eatado* 

i nido [o el hernial 

'• . Il Ii ¡i- -i m .1 i o ''ou de nue*- 

tro ■ ■ Iton i di if'- ■ I 

i ■ ■ 'p. i Bung* | Born I 

Ottatv , ■■m i" 

' m lodi r el '. di la ■■>■ 

■ i ■ 'i.' ni t, i.i rendí mli nlc ■ i ■ - ; 

ordinario de ti i ai •■■ ht inte loi lio lo 
i "' '■ ' li altori . 'i q 

¡ilrui.-i pal I' . ■ I DI i i.ilrir.iil.- m Ol 

Bud di in I'roelm in de Bueno ! I i 

■■ prod I doble de lo normal poi 

!■'■' in ' -i "in . nJi ndo idi mi un ai ti 

on il in ii m ni i di haata 8 0.50 cl 

kilo, tío ■ i.i m i un | oraron tu 1 1- 

lu i la ■ 'i la i u'etariai . pi d 

• l n to di bid iiiM-i m .■ . ai into i n 

cubrir pa ti d u i nantlo a di oda 
lando . n Igual rltuaeJ [ue ante 

La ■ cqula m 1 1 llevó i.i - pe» 

i ansa poi leu nub ■ i oda la poblai Ion 

"l'I'Il PCIUWJ I'M III ÍKfUMl.H MM, ill 

1 i. .'NU' le uoadien c 

• m la mi I in ii In prod os de 1920: IS a 

IK pOBOfl • I mi." 

P Imad ' la e peculation que be- 
neficiaba ■ il di lo cereales, apa 

reí I., cifro reeli litado» Uni- 
do* Quodal • iii.i. exportable de 

10 mill iii toneladas. Al llegar lu 

' .i. lo yanquis cuentan 

""i - mili - de toneladas no- 

branti pai d ■ ino tai i- decir, la c 

'i" ha (armiñado con loi obrante 

q [udJiaban lu criais. 

EL TRUST 

Il prccli (l.l Irlgo no i* delcrminudi) 

■' ' 'm ni i -i .¡ii . Mini, i por la demanda 

mundial. El comorclo do trigo esto contro- 
lado fundamentalmente por dos firmas 

i "i- i • abajan binad > en 

( artel) con p ecloa de compra unificados 

Ii '■ iiiiin.iiLi . de onto 

manoi e decir, quo no ue hacen lu com- 
i" i"" la l i. mili , de n queno agri- 

II. li. ii in,,, n.,, |,. ■ i, 

iff I» HUÍ. IiUiIAI ,M 



i del dei 



ua.li-nm 



ci mi c ■■ ui '" 

[O ilf la wiicrra. 

Rccili 'i m los año» qui- llguleron a 
nu; o ii predo dc I 18 loa den kOoa j 

.. n .i ■ Dos, umando ■- ¡i In poli- 

ii, ; de i'" grandes terratenientes > im- 
pn .i Imperialistas nue esperan encon- 
trme m ■ ■ guerra, unn itlida iiarn la 

Min embargo, loa productores que a»i 

i :, i, m,, suenan en i" guerra de loa dv- 

,,, ., i n i.i guerra que hagan en Europa 

potencias, poro en que no 



entremos nosotros, en que nos dejen ven- 
der tranquilos nuestro trigo ) caí if. 

Entas guerras han pasado a la bina- 
ria, las contradicciones imperialista 
abarcan el mundo entero j la guerra 
arderá en lodos esos puntos He choque. 
La guerra no podrá ser local, sera uni- 
versal. 

Esta lucha espantosa que preparan los 
estados majores, werá más violenta aún. 
en la destrucción de las fuentes de ma- 
teria prima de los contendientes. Rom- 
per a los proveedores, bloquear |io,- ham- 



EL ANALFABETISMO 



Y PERO GRULLO 



■■,, acaba di clausurar una Conferencia Nacional sobre Analfabetismo, 

i ,.,,-.,. era d¡ presumir, la reunión rfi tantos educadores argentinos revis- 

i,., contornos brillantes Se trabajó intensamente y todas las comisiones dieron 

. dictámenes. Se discutió la mejoi ubicación de las escuelas, ¡as re- 

: ., ,......, ,,,:>. el p. . tupia río ft deral y el di las ¡> ovincias, la organisation de 

, ntidadi i vc< inal p< rodaras, el n giuu n del gobierno escolar y otras i om- 
ití ttioiu f. 
Falta, empero, en la conciensttda asamblea, la vos de Pero Grullo, El ca- 
lumniado Pero (-11111" debiera ser un miembro nato de toda congregación de 
hombres Importantes. Porque estos suden olvidarse a menudo de la realidad 
.. /',).. in tillo pipi p< gado a ella y por eso se mofan de él los genios. 



Pero Grullo hubiera dicho en la Conferencia algo parecido a esto: 



'Los niños argentinos no concurren a [a Uscuela, 
escuelas, sino porgue tienen hambre y frío". .11 ternún 
de tan estricta <■ Ingenua verdad, nuestra héroe hubiera 
lamente dc la reunion, como le ocurre siem ■<• Pero, « 
blcísta anónimo, que nadie ve, que no hablo, que no sale 
V de improviso imu i - m rfi cu til 

In ,1 >„,,. f.J /„.-. y ah„u. V .ul; .. . ;•»-■/., 



porque no existan 
ii de ¡ánsar esta frase 

sido expulsado violen- 
ña m : mus. i ti asam- 



h li ' n | -i ¡nil». 

, ' '■■ "io Ho ci o, ademas con 

1 """""i local - loa almacenes 

"' rnmoa gem rali | ¡ ;il ¡„ lt ¡ 

I' 1 " » "'""" I dominan ni cam- 

'" "."' rédito | adelantos, obli- 

;■ '"'; ■ '"" o i - maman- 

11 V" '>'"•' loi fluetuaelonea del 

'"' ,'"'', '"''i '" ■ MI .n'l.'lll- 

M fijada con precios de monopolio por 

*l triiM ,|, | ,., ,, ;i |, 

, T "" 1 , '"" ! - lomplo. il 9 donoviem- 

l,M '' trilto para dicta ■ -, ,,, (l ,,i M 

''" BDHM Aires n S 6.03 e] auînlal s 
en Chicago a í 10.92, al cambio del día, 
' ¡ daeii i Iireroncla de J i BÏ 

1 '■' ' '■'■ 'i aeguroa y el flete — 

que no llegan a s ].- -, Queda al trusl 
"":' ! ',"' tnuldo de S i por quin- 

' " lfll '"■' • '■' la (nnancla del com- 
'""■ '"' ¡ " , ,"" ' MU obligado 

: ; ; ■' ;'" 1 "'- nbm ..■„ 

" '■■ wdm la i... , ii, ,„ ,.„ ii,.. . 

"" «r. i decir, S 6.05, se encuentra 

con que dcapuíi al vender el trigo red- 

!' ,. ,' "'" u ■'■■ ■ vende en 

l!L Bol m., ct bri benefido 'i' «■! 

1 'onto m i.. Boba n s ella 

ontn is i « 3 ibro, 

■■' l: i ■ ''" .i iii.h.1 amerlca- 

' : -'' "' '' ' '■' - i Uemania j \„ , lo, 

'"' «pon lado el aumento del mc- 

'" l(i I trigo Bka dismlnudón de In pro- 
; 1 """"' « ■ nento de la demanda. Mi- 

■" ' ■ ■"' i ■ ■.. nunca lle- 
garan a lavorecoi ni ilmenrero. 

. pnlcamentt la luchos. , ..¡, ; ,, ,,„,.. 

" '"■ » j; """'' » Born logra an 

Mg*M m precio de compra en la cha 

""• Iu ?'" I " 1 " 1 " P«to ,i ,,,„,- 

¡i',;'" ! a . 1( ,ui ,'• '■■ algodonero del 

"'" ■ v ■' noa rtrmaa hideron 1.a- 

, " ' 1 ' 11 - mlentraj en Buenos 

'■ , ■■"■ Pum bien, a la semana ,l ni- 
1 m I« huolm, el tru I pi 

1 un) „ , . ,...„„ . . 

^V ""' « In r.. : ,1. I,. 1 .,,, 

U 1. 1 BAR \ 

. ' ■ '"; ■ •■ i- campesinos os- 

l'crnj el aumento del precio del t i K o, 



/ as estadísticas dcntuí stron, •míe.', que nada, que la asistetu fa a las est i« - 
< ai '" funcionamiento, es precaria e irregular. Hay grados que trabajan con 
■ ■.anuos de ¡os que se exijen réglai entartamente y en determinadas 
fyocas del año, muchas escuelas del interioi existen tolo nominalmente. 

Quiere dtcii que, en su apariencia flagrante, el analfabetismo es un fenó- 
hii no di falta >i, alumnos y no de falta de escuelas, i' el nodulo de ¡a cuestión 
debe sci la investigación sobre las causas sociales v económicas de ¡a deserción 
di I ni , Iqí nulas. 



Si Buste} Keaton, nuestro humorista seno, hubiera sido también asam- 
bleísta, habría podido planteai a tus colegas la discusión en los siguientes tér- 
minos: 'el problema del analfabetismo tunde a solucionarse automáticamente" 
1 no le hubiera sido difícil demostrar que cada día tiay menos niños analfabe- 
'"'■ "" / ,:l "."" '■' curva i/, la educación ascienda, tino porque tube la curva de 
la mortalidad infantil. Y Bustei Keaton hubiera i mfYnfo triunfante demos- 
trando, qu< los niños analfabetos dejarán de preocupai en breve al lisia,!,. p r- 
'" ; obligados a matricular, las escuelas... del otro mundo. 

' " ''""'■ añores congresales t educacionistas] Es menester pen,,,,- firi- 
':"'';'""-" , '"" ; "" '■'""" « los escolares argentinos. Y cómo ponerles un abrigo 

'" '"'"; !' / '"' 'os padres na te vean en la n iad de alquilm iaL 

'' ,! fonfnndtslû y al industrial, ,/ bras» de sus hijos menores. 

I . 1 "' 1 ' ''■•';"• '"" ' ' "'° " irregla con la "Gota de le, he" y las 

■ v el reparto o*, vhere f patio de la escuela 

1 "'•'''' < tto se arregla de un 
Propugnar, . . 



'do one o ios edut adoi . i ofii ío/i . ¡es está 
lsiaaro O'Gorman (K.) 



bre al enemic". destruir las corrientes 
de viie.is. será el primer objetivo de 
l,i- guerrai modernas. La Argealina es 
un objetivo de los estados mayores de 
l¡- s grandes potencias, para conquistar 
i. pars destruir. 

En tres días de Londres a Oceania. 
Velocidades de TOO kilómetros en avión 
permiten c:usar el Atlántico en horas, 
I., finlic- di la estratosfera no tienen 
un fin científico en los países imperia- 
listas, tienen un fin estratégico. 

De Suntiajio de Chile se llegó a Buenos 
Aires en J horas y el avión, puede hacer 
varias veces el viaje sin cargar nafta. 

La Curüs pasó de Chile los aviones 
que debía entregar a los revolucionarios 
de San I'ablo, Brasil, cortando todo 
nuestro pais. 

Estamos tn las zonas de operaciones; 
pensar en la guerra es admitir que nos- 
' i íi- |,:iriiciparemos directamente en 
los operaciones, en favor dc uno de los 
bandi ■ Kn estas condidones no hay au- 
mento de precio de trigo, hay requisa, 
despojo de los agricultores, loma del tri- 
go en la chacra sin linearlo, hay impues- 
tos de guerra, hay movilización. 

Los campesinos paraguayos y bolivia- 
ni ; saben lo que es la guerra. 

La guerra no traerá el aumento del 
precio del trigo, traerá solamente la re- 
quisa y el hambre. 

ENSEÑANZA DE LA HISTORIA 
Los colonos argentinos sembraron un 
10 % más que el año pasado, esperan- 
do el aumento del precio del trigo. Pe- 
lo el trust que monopoliza los cereales, 
será el único beneficiado. 

Ln ganadería está también dominada 
por los monopolios extranjeros, los fri- 
goríficos y todas nuestra riquezas na- 
cionales van siendo monopolizadas por 
el capital imperialista extranjero. El pe- 
queño comerciante y el pequeño indus- 
trial están dominados por los trusts mo- 
i - pi listas que inician sus ventas eon ca- 
llan pasado í^r. aims y no»encontra- 
mi ti mu ii finca <li-l Virrey na to, do- 
.,,..,11(1.,, i oprlmltloa por lo- mttnapo- 

li-t;i> cxtianjerns, ( | U e deforman nues- 
tra economía y aplastan lus posibilida- 
dt-i del desarrollo normal del país. Pero 
hoy el escenario se presenta en una es- 
cala mayor y la ganancia que esto pro- 
duce es enorme. 

En 1810 nuestros antepasados rompie- 
ren contra el monopolio y diez días des- 
pués de constituir el gobierno propio, el 
.í de junio, prohibían o. los comereian- 
Us. exigirles a los labradores el trigo 
ii precio menor que normal, aprovechán- 
dose de los préstamos y adelantos que 
les r.u ministraban. Los monopolistas feu- 
dales de esa época, usaban los mismos 
métodos de extorsion que las empresas 
imperialistas de Bunge y Born o Drey- 
fus. 

Las tradiciones patricias nos mues- 
t an il caminu que siguió Moreno para 
:i-ienrar las conquistas económicas, 
fusilando en Córdoba a los monopolistas 
do -o época capitaneados por Limera, o 
bien colgando en la plaza de Mayo a 
AIzBga, que era uno de los grandes co- 
merciantes monopolistas. 

CARLOS ALBERTO MENENDEZ 



lapa Posterior 




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■ ¡íio, Je I, cilralóifcra, AA „ cor d 
munJ¿,l J t a | lu „ .leñado . que 
, U p..¿ .1 d c | rro f.-,or Pí««J - y 
d. lo, bi.portM.U.imoi «•talud'o.ciM,- 
lilicoi obtcnidoi que rcgiilraroi. loi 
aparatos o bd erra do re i, i.lv.do. »foi- 



ii ti v x a r v y i 




Una Página 
de 

Antonio 
Machado 



"Nici en Sevilla 



- „.._ noche de ,„,,„ de |87 5( ,.„ ,, 

-i.i, I- valle del mi-n,,, „,„„(„, M,- ,,,, M , lh ,, 

1 inulea, porque n loa ocki 



i .i 



P i ■■ ■ Madrid dond i ,i., 

■ lautuelór Libra de SnacRanaa. in i btun 

«-«'•d,., ,i, Ungna francesa Que pt , 

■ '"' 'i" mi eipusa... 

1 n 1919 me traslade ..I Inatiluto de Segovia 
tiempo , ,. n Madrid la otra mitad, aproximadamente", 

\M,i\in M \, || vn ,i 



"". | me eduque 
eitedra ib ■ 
casé; nlli , 



Vqi i., mitad de 



;; 

• m '¡O, l I II í , 'i ', ,! ,, . 

: '?' dc í' m,m " ; "": '"»«■' I' m «'! lo 

; ; "" ' ; ,.•/".'<«:"< ... ral ,„l . . . ,,.,,,,„,„,,,„,,, 

■ renueva o parea . Lsla preocupado, turn por el ful ,/,,,,,.,',, ,/ , 

f«« ■■ Esa edad f ,',,„, Maule Ltad 

■meule sabre el mima J.- uu ndviduülui.i l„, m is Lueoa n, ,,,/,/, ,/, l... u , 

del tiempo- v. riftiM.1. . ,, h , . ¡cu .1.1 /..,"„„ t , , ,', , 

D« "OMubr. - ' 

SOBRE UNA LÍRICA QUE PUDIERA VENIR DE RUSIA 

' Al ptieía Rafael Alborll 

mi n ;- rabe t . u ^ l f , C( ' ml,nión ""M «t» hombres, que nos permita cantar en cm, animados de un 
mamo sentir? Con esa pregunta se mida -«(¡un Juan de Mairena- el problema de una lírica comu- 
nista. Para resolverlo es preciso buscar un fundamento metaffslco en nue esta Lírica w asiente, una 

creencia filosófica, ya «ue una fe re)Í K iosa parece cosa difícil en nuestro tiempo. Sena necesario creer, 
1 ) Que existe un prójimo, una pluralidad de espíritus, otras puras intimidarles Semejantes a la nues- 
tra; 2") Que estos espíritus no son mónadas cerradas, incomunicablea y autosutklentes, múltiple* sole- 
dades, que se cantan y,esi inhaii ¿i sí mismas-, :t •■) Que existe una realidad espiritual, trascendente a las 

• ilniil.s ■ ,.,..„luar. •ak^Baa^Bl^BSB^SBHBVI 

Estn lírica ■ <■., i.-r.t. de o.aiuni.lmt numlinn « «/i* cunutriMn ctirtttiit rntrv twrnhrvx, pi.rvefn latente 

en la literatura rusa prerrevofucionaría, de inspiración evangélica. Porque lo ruso, lo específicamente 

ruso, era la interpretación exacta del sentido fraterno del cristianismo, que es, a au \e, lu específica- 
mente cristiano. "Moscú contra Roma" quería decir entonces muy otra cosa de lo que hoy significa, El 

ruso, líenuinamentc cristiano, creía en la fraternidad humana, emancipada ilf los rinculos de la san 
El corazón del hombre era para él la mónada fraterna que, por esencia, no puede cantar "'a, ni ba 
a sí misma, ni afirmarse -sin afirmar a sa prójimo. El espíritu romano era su antagonista, Sobra la 
mezcla híbrida de inteleetualismo pagano y orgullo patricio, entre Moma su baluarte contra el asp rltu 
evangélico. Moscú era un alma; Roma, como siempre, un poder, que había tomado del Cristo lo impres- 
cindible para defenderse de él. 

Hoy Rusia abandona los evangelios, profesa a Carlos Marx y habla de un arlo proletario, Con ello re- 
trocede del Nuevo al Viejo Testamento, La visión profética de Carlos Marx es esencialmente mosaica: 
la prole de Adán repartiéndose los bienes do la tierra, "Justicia para vi e;run rebaño dt> los hombrea! 
No hay renuncia posible a acomodarse en el tiempo. Las virtudes «¡islas, que reveló e] I fisto, ion ene- 
migas de la especie. Sois esencialmente prole, y como tal habéis de afrontar vuestro destino". La Ru- 
sia marxista no ha sido una sorpresa para cuantos pensaban que el ruso empieza precisamente donde aca- 
ba e! marxista, como empieza el cristiano donde acaba el sentido patriarcal de la historia, el dominio del 
bíblico semental humano. 

II 

Hay razones, acaso, suficientes, para no esperar de la Rusia actual el arle comunista de Inspiración 
cristiana, la poesía de comunión fraterna a que aludíamos. Pero hay razone más bonds para no creer 
demasiado en el marxismo ruso, y para esperar ese arte y esa poesía de la Rusia de mañano, que será 
la de ayer y, acaso, la de siempre. No vayamos demasiado de prisa. Es posible que el marxismo no sea 
un elemento tan heterogéneo con el espíritu ruso como algunos pensamos. Es posible también que Igno 
remos todavía cuál es la honda y popular interpretación rusa del marxismo. V lo probable, lo casi se- 
guro, es que Rusia no sea tan infiel a si misma que renuncie a su misión histórica, esencialmente i 1 1 
lianizadora. 

III 

Hasta aquí lo que hubiera pensado Juan de Mairena, si hubiese vivido en nuestro tiempo con la 
mentalidad del suyo. Y probablemente hubiera añadido: "Con lodo, de cuanto se hace hoy en el mun- 
do, lo más gTande es el trabajo de Rusia. Porque Rusia trabaja para emancipar al hombre, o lodos los 
hombres, de cuanto es servidumbre en el trabajo. Y esto es lo único que merece cantarse en nuestros 
días. Y acaso lo único que puede cantar." 

Para triunfar del "aolus ipse" (una fe metafísica como otra cualquiera, y, precisamente, la propia 
de la sociedad individualista, que vive hoy con el escudo al brazo enfrente de la Re ¡ eré 

necesaria una fe comunista — no nos asusten las palabras — que puede engendrarse en el seno du una 
fraternidad laboriosa. 

¡Fraternidad! He aquí la palabra rusa por excelencia. Cuando se lee lo que nos cuentan de l - mu. 
del modesto y gigantesco Lenin, y .se recuerdan sus palabras (muchas que pronunció y muchas que 
callar), se comprende cuánto supera el corazón del eslavo a la inteligencia del pensador alemán. Y se 
presiente una reacuñación cordial del marxismo por el alma rusa, que puede ser cantora, lírica comu- 
nista en el sentido humano y profundo de que antes hablamos. 

ANTONIO MACHADO. 



Il d * 1 ñ rrtiitn 



il ii e r n rciisl a 



J'Loê qu 


■ irmpr* han itmao qui coiner y d¿nde icoilirit 


dtbciiiin to. 


rta loi [■Moi «n in de decir qué hubieran hecho 


olloi o qué n 


i hubieran hecho hallándole en la utilería" 



ri día 

i a cdí/i ja, tortuosa r i rin cha como una víbora, n« ia y maloliente como 

uuchas sórdidas. Cuando el 

cristiano fú ■■ inquietud, las puertas suelen .■nunc a su 

■■'. las venta Las largas levitas mugrientas le 

ta , tpalda y el iddisch de las maldiciones barbota oscuras palabras in- 

i talmúdica de las barbas. Bajo el sol turbio 

paso del cristiano proyecta una sombra prolongada sobre el 

...-.., ,/, la calleja, Pero sobre el alma hosca y temerosa de la aldea 

polaca su pa fantasma dt los pogroms. 

, cuando el hambre aprieta y no hay en l<¡ carbonera carbón con 
en la puerta dt la casa, ni bocado que llevarse a la boca, 
alguten golpea tímidamente a la entrada, Es un visitante. ¿Habrá un vaso de 
ti caliente para ofrecerle, El visitante no es un extranjero, lis un judio. Un 
ludio polaco. ' n rico • om\ rciantt en pieles. O su delegado, I iene del otro lado 
del mar. D, ■■ Más precisamente; de !" Argentina. O, mojo) aún, 

-pluvial barba de canas, largo mechón mugriento 
sobre la mejilla ■ ■ y el recién llegado, conversan acodados ¡obre la mesa gra- 
t¡, ma, 1 a n ugrí di tos niños rueda ■ ntri las patas da la mesa. La muchacha 
■ ■ una dt las mayorcitas escucha. Tiene diecinueve años. ¿Es sanaf Si, es 
sana. Y trabajadora. I mini™. Es una niña. Pero una niña bien desarrollada. 
\i. realmente, tient buen aspecto. La su» listó» de lo niña se advierte en el si- 
lencio pacifico con que ■umita. Se trata de su porvenir y de la tranquilidad 
amilia, De su madre, de tu padre, de sus hermanos. El visitante quiere 
easai u -on la niña. Ofrece, en i outjn nsat ion, ami pequeña pension a la familia. 
El procedimiento heroico. El de los casos 
con dificidlades. Pero ti otro es muy corriente. Buenos Aires es una gran ciu- 
dad. Muy rica. May civilisada. Muy hermosa. Buenos .lues espera con los 
brasos abiertos a las niñas como la niña y les reserva un parvenu brillante. 
Lo niña será rica en anos pocos años, ¿titanias/ Dos. Ü tres. O cuatro. 
Cuidaremos qut esto ocurra inania antes. Entretanto, la niña- pasará a la fa- 
milia una mensualidad de run tiotis. ¡\'o, de ciento cincuenta. Es mucho. Ño, 
es demasiado poco. Bien, sua ili ciento veinticinco. 

Li enviado de /•'urdí.'.. Aires — escribe Albert Londres — se la lleva. Y 
la muchacha, tn nombre de su religión, si compromete solemnemente a no cu- 
brir dC VSl giit II. a a la familia ¡altamía al contrato. ; Una ¡amilia salvada de la 

misertat ¡A otrai 

MARSELLA 

Marsella está situada en el Me- 

[ diodia de Francia, en las bocas del 

audaloso Ródano, sobre el hermo* 

I -<> mar Mediterráneo. Un mar elo- 

f fflndo par todos tos poetu de la 



SUBSUELO 



S 



V 



tierra, aún los que no lo conocen, y 
un clima dulce y benigno, un exce- 
lente clima, sin duda alguna. Pero 
Marsella tiene también su invierno. 
¿Cómo no había de tenerlo? Un in- 
vierno duro, cortante, lloviznoso, 
hostil para los que ruedan por la 
calle a la pesca de unas monedas 
que permitan echar algo caliente al 
estómago. Un invierno dulce para 
los que miran la calle, bien abri- 
gados, a través de la vidriera de un 
café o de la ventana de un living 
confortable y hablan despectiva- 
mente de sentimentalismo si al- 
guien menciona los estómagos va- 
cíos. 

Pero nunca el espectáculo de la 
calle, de la lluvia y de las gentes 
ateridas que pasan, es tan hermo- 
so como a través de las vidrieras 
del restaurant cuando se tiene de- 
lante, sobre la mesa, un buen pla- 
to de sopa humeante. Los hombres 
pasan apurados, preocupados, le- 
vantadas hasta las orejas las sola- 
pas de sus abrigos. La mujeres cu- 
briéndose con sus paraguas, en- 
vueltas en sus impermeables, atra- 
yentes desde la curva más perfec- 
ta que nunca de las pantorrillas. 
Pero hay mujeres que además de 
pantorrillas tienen ojos. Ojos que 
se abren sobre la vidriera del res- 
taurant y la horadan, Ojos que 
registran en un instante las mesas, 
los ojos y los platos de los que es- 
tán sentados a las mesas. Son los 
ojos de las mujeres con hambre, 
De las muchachas con hambre. 

.*. vecas, desde una mesa, una 
mano have una seña. La muchacha 
entro al restaurant. Entra turba- 
da, avergonzada de sus zapatos 
gastados en las puntas, de sus ta- 
cos torcidos, de su vestido viejo, 
de su juventud marchita y desco- 
lorida, Pero entra. Un almuerzo y 
un par de vasos de vino no son co- 
sas que se encuentran a cada vuel- 
ta de una esquina, en Marsella, un 
día lluvioso. Ni tampoco un hom- 
bre como este, amable, delicado, 
generoso, seguro de sí mismo. 

Ya no llueve. Pero hace frío 
siempre. Y, como siempre, es in- 
dispensable comer una vez por lo 
menos cada día. ¡Qué tranquilidad 
poder contar con un hombre sen- 
sato, fuerte, con la cartera bien re- 
pleta, que ve las cosas como son y 
no da consejos estúpidos! Un día 
un almuerzo. Otro día otro almuer- 
zo. Un día un almuerzo y una cena. 
Otro, un par de medias. Otro un 
vestido y un par de zapatos. ¡Ca- 
ramba! ¡La vida empieza a hacer- 
se agradable! Un noche hablan del 
porvenir. ¿Qué eres aquí? Una in- 
feliz. Una infeliz sin salvación. 
Aquí no hay más que miseria. Mi- 
seria por todas partes. Tu destino, 
aquí, ya está escrito. Del otro lado 
de] mar, en cambio. . . ¡Bueno." 
Aires! Sí, Buenos Aires. Dos, tres 
años de trabajo — ¡lo mismo que 
haces aquí! — y otra vez en Mar- 
sella. Pero con ciento cincuenta 
mil o doscientos- mil francos. Pue- 
des establecerte con un bar y 
¡adiós miseria! 

¿Pensarlo? ¿Pensar si conviene 
dar un paso hacia el cielo cuando 
se está con los dos pies en el in- 
fierno? ¡Habría que ser idiota real- 
mente! ¿Cuándo nos vamos! 



EL CAMINO DE LA TRATA 
Se suele salir a veces por Mar- 
sella. Pero no siempre. No siempre 
la muchacha tiene la edad regla- 
mentaria. Un peso falso es un far- 
do difícil de pasar. La policía fran- 
cesa tiene buena vista y demasia- 
dos ojos. Y mucho apetito, además. 
Un peso falso es una excelente pre- 
sa para los señores agentes de la 
seguridad pública. Hay que evitar- 
los. Se sale entonces por España. 
O por Portugal. Santander, Bilbao, 
La Coruña, Vigo, Lisboa. Un ma- 
trimonio francés se embarca en un 
puerto de España camino de Bue- 
nos Aires. ¡Qué jovencíta es ella! 
Parecen recién casados. ¡Cómo se 
quieren! Dicen que él es comer- 
ciante. Comerciante en pieles. La 
verdad es que no le falta dinero. 
En la metrópoli del Sur un porve- 
nir hermoso sonríe a la pareja. Las 
pasajeras célibes los miran con 
envidia. 

Pero a veces el esposo no puede 
ir hasta Europa a buscar a su frá- 
gil y delicada esposa. ¡Tiene uno 
tantas ocupaciones! El viaje no es 
tan delicioso entonces. ¿A qué ho- 
ra sale el barco para la América 
del Sur? A las diez de la noche. 
Son recién las diez de la mañana. 
Una muchacha en cabeza intenta 
trasponer la planchada. Lleva en 
las manos un atado de ropas. ¿Qué 
desea Yd, 7 Es para mi padre. Pa- 
se. Es inútil quedarse todo el día 
con 'a boca abierta, frente a la 
planchada, esperando que vuelva a 
tierra. No volverá a pisar tierra 
francesa. Si desea Vd, volverla a 

ver vaya a Buenos Aires. 

En los barcos suntuosos de la lí- 
nea hay primera, segunda y terce- 
ra clase. El barco es el mundo en 
pequeño. Lo mejor de lo mejor pa- 
ra unos pocos. Lo peor para los de- 
más. Pero hay también el túnel de 
la máquina y los armarios de los 
fogoneros. En el fragor y el calor 
de ese subsuelo no se viaja, es cla- 
ro, tan confortablemente como en 
un departamento de lujo de la pri- 
mera clase, con terraza propia y 
vista al mar. Pero se viaja. O, me* 
jor, se huye. Se huye de la mise- 
ria cierta y padecida. A media no- 
che el fogonero tiznado — ¡un ser 
humano! — bajará con su plato 
de comida. Irán, después, a respi- 
rar un rato el libre aire del mar. 
Y así veinte o veinticinco días con 
sus noches. 

SU MAJESTAD EL RUFIÁN 

La República Argentina es el 
país del bienestar y de la libertad. 
Si va Vd. a Buenos Aires no deje 
de visitar Gerlí, Nueva Pompeya, 
la Quema, Puerto Nuevo. Si anda 
por las provincias recorra los ran- 
cheríos suburbanos de Córdoba, de 
Tucumán, de Rosario, de Mendoza. 
Se convencerá de que no miento si 
hablo de bienestar. En cuanto a la 
libertad, ¿quién puede dudar de su 
imperio en la Argentina? Está, en 
primer lugar, la libertad del him- 
no. El segundo verso del himno 
está formado pura y exclusiva- 
mente por la palabra libertad gri- 
tada tres veces a todo pulmón. Es- 

CÓRDOVA. 



íá, también, la libertad de morir- 
se de hambre recorriento ciudades 
y campos en busca de trabajo. Pe- 
ro estq, justo es reconocerlo, no es 
Íia exclusividad de la Argentina, 
está, además, la libertad de aso- 
irse con fines útiles. La Consti- 
ción ampara este derecho. En 
06, más exactamente, el 7 de 
ayo de 1906, se constituyó en 
Avellaneda la sociedad "Varsovia". 
Una sociedad de ayuda mutua, de 
beneficencia y de derechos de se- 
pultura. Una sociedad con fines 
útiles. La colectividad judía — los 
300.000 judíos que hay en la Ar- 
gentina — niegan la utilidad so- 
cial de la sociedad. Pero ellos no 
son, evidentemente, constituciona- 
listas. En 1927 el ministro de Po- 
lonia acreditado ante nuestro go- 
bierno exige el cambio de nombre 
de la sociedad. Esa sociedad de tra- 
tantes de blancas — asegura — 
desacredita el nómbrenle la capital 
de mi patria. La sociedad, modelo 
de respeto y acatamiento a las au- 
toridades, se cambia de nombre. 
No quiere irritar al señor Minis- 
tro. Desde 1928 se llama "Zwy 
Migdal". Un año antes la Asocia- 
ción Internacional de Protección a 
las Mujeres y las Ninas — una so- 
ciedad que lucha contra el comer- 
do de mujeres — había denuncia- 
do las actividades de la sociedad 
"Varsovia" a las autoridades de la 
provincia de Buenos Aires. Pero 
las autoridades contestaron que esa 
sociedad estaba formada por per- 
sonas respetables, 

En 1930, después de uno o dos 
a^uM de tortuosas y penosas inves- 
tigaciones detrás de un caso inso- 
lente de corrupción y explotación 
de una mujer, la prostituta Ra- 
quel Liberman, el país se entera, 
no sin extraordinaria sorpresa, 

Éue existía una sociedad de ruña- 
es perfectamente organizada. Esa 
iciedad era propietaria del ochen- 
Ita por ciento de los prostíbulos del 
uais, distribuía dividendos cuan- 
tiosos entre sus asociados, intro- 
ducía al país mujeres y menores, 
proporcionaba documentos de iden- 
tidad que facultaba ese tráfico y 
ese comercio, fiscalizaba la compra 
y venta de mujeres entre sus aso- 
ciados, tenía un local social sun- 
tuoso en Avellaneda y otro en Bue- 
nos Aires, ordenaba el cierre o 
apertura de lenocinios según con- 
viniera a sus intereses, en oposi- 
ción o no con las disposiciones le- 
gales y realizaba toda esta com- 
pleja acción a la sombra de coimas 
y sobornos de inspectores, policías 
y funcionarios. La lista de estos 
honorables servidores del estado 
complicados con los manejos de la 
Migdal llenaría algunas páginas. 
Más de cien rufianes fueron de- 
tenidos. Muchos — la mayoría — 
huyeron al amparo de la policía, 
que facilitó pasaportes y documen- 
tos de identidad en tiempos record. 
Mauricio Caro, un rufián eminen- 
te, obtuvo todos esos documentos 
en tres horas. Y, como es natural, 
pudo huir. 

Las constancias del sumario, lle- 
vado adelante por el comisario Al- 
sogaray y el juez Rodríguez Ocam- 

ITURBURU 



po a pesar de los entorpecimien- 
tos intencionales de la policía, de- 
mostró que ni uno sólo de los 442 
asociados de la Midgal poseían me- 
dios lícitos de vida y que todos, 
absolutamente todos, vivían del co- 
mercio de mujeres. Pero poco des- 
pués la Excelentísima Cámara de 
Apelaciones en lo Criminal sobre- 
seyó la causa. Los rufianes salie- 
ron en libertad. Libertad, libertad, 
libertad. La Constitución asegura 
los beneficios de la libertad a los 
que se asocian con fines útiles. No 
así a los que se asocian con fines 
antisociales. El sindicato de pana- 
deros, por ejemplo. Sus miembros 
están en Usuahia. Querían mejo- 
res salarios y que se cumpliera la 
legislación del trabajo. Ahora es- 
tán tomando fresco junto a los ca- 
nales más hermosos del mundo. 
Los honorables socios de la Mig- 
dal, en cambio, toman aperitivos 
en la Avenida de Mayo. 

HAY QUE ESTAR BIEN 
RECOMENDADO 

¡Las recomendaciones! Para lo- 
grar algo en la República Argen- 
tina hay que estar bien recomen- 
dado. La cuña es una institución 
nacional. Tan nacional como las 
quinielas. ¿Desea Vd. un empleo, 
un documento, la terminación de 
una gestión fastidiosa? Hágase re- 
comendar. Cuando Albert Londres 
llegó a Buenos Aires, en su viaje 
de investigación sobre la trata de 
blancas, no pudo desembarcar in- 
mediatamente. Sus papeles no es- 
taban en regla. Pero, felizmente, 
tenía un amigo. Lucien Carlet, Un 
tratante. Lucien Carlet le dijo: 
No se apure. Yo le arreglaré eso. 
El gran periodista del Petit Pari- 
sién, umversalmente conocido, pu- 
do desembarcar gracias a la exce- 
lencia de sus vinculaciones. En la 
República Argentina la fama no 
sirve para nada. Las que ¡sirven 
son las buenas relaciones. 

En los juzgados de instrucción 
de Buenos Aires se han iniciado 
180 causas por corrupción de me- 
nores. Las ISO fueron sobreseídas. 
Los acusados tenían, evidentemen- 
te, relaciones. La Asociación Judía 
para la Protección de Niñas y Mu- 
jeres inició muchas de esas causas. 
Sus informes a la central de Lon- 
dres terminan invariablemente con 
una frase que ya es sacramental: 
el hombre en cuestión fué puesto 
en libertad. La famosa libertad cu- 
yos beneficios gozan en nuestro 
país las personas bien vinculadas. 

TIERRA DE PROMISIÓN 

En Buenos Aires hay ochocien- 
tas prostitutas patentadas. La ma- 
yoría vino de Francia y de Polo- 
nia por los caminos tenebrosos de 
la trata, por el camino de Buenos 
Aires. La mayoría es explotada por 
las sociedades de rufianes: la Zwy 
Migdal y la Asquenasun. Pero no 
debemos avergonzarnos de nuestra 
indigencia. Hay, también, el pro- 
ducto nacional. No hemos de ser 
colonia eternamente. Hay la indus- 
tria argentina. El producto ex- 
tranjero sigue siendo el preferido 
de los entendidos. Pero el nacional 




empieza también a invadir la pla- 
za. Era tiempo. Un país con las re- 
servas del nuestro no podía dejar | 
de reaccionar. Los cabarets están 

llenos de muchachas nuestras. I^>» 
hpy también en los clandestinos. 
¿Cuántos clandestinos hay en Bue- 
nos Aires? ¿Cuántas mujeres hay 
en ellos? Intentar un balance val- 
dría tanto como contar las rosas 
de la rosaleda o los automóviles de 
suave zumbido que pasan rumbo 
al Tigre, por la Avenida Alvear. 
los días de las grandes fiestas. 
¿Cómo llegaron allí esas mucha- 
chas? El doctor Arenaza cuenta 
un caso. Se llama Emilia, le dicen 
la Turquí ta. Tiene diez años. Pero 
hace tiempo que no juega. Vende 
diarios. Eso no alcanza para man- 
tener a la madre tuberculosa y a 
los tres hermanos menores. Hay 
que procurarse fondos. No intento 
hacer una novela sentimental. 
Hombres depravados y con unas 
monedas para darle a la Turquita 
no faltan en nuestro país. Ni en 
parte alguna de la tierra. He aquí 
el principio de una carrera. 

El doctor Gregorio Berman. en 
su excelente estudio sobre "Meno- 
res desamparados y delincuentes en 
Córdoba", cuenta también algunos 
casos observados a través de una 
prolija investigación realizada en 
la capital de su provincia. Hay allí 
350 prostitutas patentadas. La ma- 
yoría extranjeras, pero con tenden- 
cia a ser suplantadas por mujeres 
del país. Hay también, según datos 
de un ex jefe de investigaciones 
de la ciudad, más de doscientos 
clandestinos. Y no falta quien cal- 
cula el número de las mujeres y 
menores que ejercen clandestina- 
mente la triste profesión en una 
cantidad que varía de cinco a sie- 
te mil. Una proporción record, 
asombrosa. Córdoba tiene, sólo, 



doscientos cincuenta mil habitan- 
tes. Nada más que doscientos cin- 
cuenta mil. Pero que saben apro- 
vechar sus noches santamente. 

LA RAÍZ DEL MAL 

Hablan de las calles, de los puen- 
tes debajo de los cuales duermen 
los vagabundos. Yo — confiesa un 
rufián a Albert Londres — tomé 
mi primer mujer en uno de esos re- 
fugios: estaba tan sucia y mal ves- 
tida que la hice marchar delante 
île mi. Y ha sido una buena mu- 
chacha. 

Otro hombre del medio, interro- 
gado por un repórter de Témoig- 
nages para el excelente número 
dedicado por esta revista a la tra- 
ta de blancas, opina: Yo creo que 
si la sociedad fuera perfecta y to- 
do el mundo naciera rico habría 
menos prostitutas y explotadores. 
Es más fácil y lucrativo hacer tres 
clienteg que trabajar a tres fran- 
cos la hora. Sería necesario dar 
vuelta esu. . . 

Se negará la verdad de estos pun- 
tos de vista porque nose trata, pre- 
cisamente, de graves académicos? 

El rufián — escribe Albert lan- 
dres — no crea la prostituta. No 
hace más que explotar lo que en- 
cuentra, Si no encontrara esa mer- 
cancía no la vendería. Sabe, úni- 
camente, quien la fabrica. Conoce 
la fábrica de donde sale la mate- 
ria prima, la gran fábrica: la mi- 
seria. 



ii h *■ v .-« renal a 



Carfa abierta a los J 



ovenes 



Radical 



Muy señora mius: nadie Igno- 
ra que machos de ustedes, los ¡6- 
penes radicales, so precian de ser 
"Izquierdistas", Asi l" repiten con 
frecuencia, con petulancia o 
bre todo, con Inocencia, Muchos de 
ustedes, en efecto, creen ser nin- 
ceros, de buena fe, eso que quie- 
ren designar <■ l raen termino 

de "izquierdistas". Por eso, por- 
que oslan convencidos de ello, es 
decir, porque no son farsantes, yo 
me abstendré de burlarme de uh- 
lede . a pesar '!<■ i" fácil que seria 
ridiculizar el "Izquierdlsmo" radi- 
cal. Lejos df molestarlos, por el 
contrario, haré todo I" posible pa- 
ra contribuir a que salgan del error 
en que .se encuentran. A que Bal- 

Can del error. . . y del "izquler- 

dfi mo". 

¿Por citié se <reen "Izquierdis- 
tas", sinceramente, muchos de us- 
tedes? Hay 1res razones, En pri- 
mer término, algunos de ustedes 
se creen "izquierdistas", sincera- 
mente, porque están colocadas en 
l« "izquierda" dentro del partido 
radical. Pero el hecho de estar en 
la "izquierda" del radicalismo, jó- 
venes amigos míos, no significa en 
manera alguna estar en i.i "izquier- 
da" dentro de la sociedad, del mis- 
mo mudo que DO (lolie considerar 
que estamos "arriba" nor el sólo 
hecho de haber subido a la punta 
de una escalera. Antes hay que 
averiguar si la escalera no se en- 
cuentra en el BÓtEUlO, 
ti l-M o e- lo que pasn con ustedes. 

una persona que so creyera muy 
"izquierdista" por oslar asomada 
o la ventana Izquierda de una ha- 
bitación ubicad» en el ala derecha 
de un edificio, 

Se me dirá que estos ejemplos 
no son serios. Muy bien; citaré 
otro nuis decoroso. El del barco en 
movimiento, pongo por caso, hua- 

ginemos un barco que marcha rum- 
bo al sud a razón de 30 nudos por 
hora. ¿Se mueve hacia el norte el 
pasajero que camina sobre su cu- 
bierta en dirección a la popa? No. 
de ningún modo, que es la situa- 
ción de ustedes dentro del radica- 
lismo. Con el agregado de que na 
sólo el del pasajero sino también 
el del barco es un movimiento re- 
lativo, por cuanto ambos se mue- 
ven sobre un planeta que gira y 6e 
traslada dentro de un sistema que 
a su vez se desplaza. El verdadero 
movimiento, por lo tanto, sería la 

resultante de iodos esos movimien- 
tos, v aquí llegamos o la segunda 

razón por la cual muchos de us- 
tedes se sieuieii "izquierdistas", 

Muidos de ustedes se consideran 
"izquierdistas", en Begundo lugar. 
porque creen sin< eminente que el 
partido Radical aspiro al máximo 
de las conquistas democráticas, 

— ¿Acaso el radicalismo no per- 
sigue la libertad de .sufragio, que 

os la mas alta expresión de demo- 
cracia?— les he oído afirmar mu- 
chas veces. 

— Habiendo voto libre, ya nada 
importa; todo se puede arreglar, 
se Ion escucha decir con frecuen- 



Si¡ no hay duda de que el ra- 
dicalismo persigue la libertad de 
sufragio y que el sufragio libre es 
la más alta expresión de democra- 
cia política, Pero, (y yo firmo la 
garantía de que muchos de uste- 
des, aunque parezca Increíble, no 
han reparado aún en esto), pero, 
repito, ¿es que sólo vivimos den- 
tro de un sistema politico'.' ¿Es 
que también no se vive dentro de 
un sistema económico? Y este sis- 
tema económico que rige en plena 
"democracia" política, ¿es demo- 
crático acaso? ¿Es acaso tan de- 
mocrático como el sistema políti- 
co que ustedes persiguen ingenua- 
mente? Ingenuamente, si, porque 
nunca habrá democracia política 
mientras no exista democracia eco- 
nómica. Mientras subsista el des- 
potismo y la arbitrariedad econó- 
mica, en efecto, la democracia po- 
lítica seguirá siendo un cuento de- 
magógico o una ingenua ilusión, 
según se Irate de simuladores o de 
ignorantes. Mientras subsistan las 



clases sociales, toda política segui- 
rá siendo de clase. I'or eso es ridi- 
cula la afirmación a que se atre- 
ven algunos radicales en momen- 
tos de embriaguez "izquierdista": 

I'or la democracia se puede lie- 
gar al comunismo. 

V eso es ridiculo porque, según 
so está viendo en distintas partes 
del mundo, el sistema politico de- 
mocrático se transforma en siste- 
ma político fascista en cuanto así 
lo exige la agonía del sistema eco- 
nómico capitalista. De ahí que us- 
tedes sean correligionarios de nu- 
merosos futuros fascistas. Aunque 
ustedes hagan gestos de sorpresa 
y muecas de desagrado, en efecto, 
el radicalismo es un nido de futu- 
ros legionarios, 

Kilo sucede, como podrán com- 
prenderlo ustedes mismos a poco 
que abandonen las palabras hue- 
cas j se pongan a estudiar seria- 
mente los problemas económico- 
sociales, ello acontece porque el 
sistema político esta siempre con- 



SUBSUELO 



ciones de cuidadosas estadísticas. 
Lo miseria. He ahí el enemigo.. 
No se puede abolir la prostitución 
por decreto. Lo que hay que abolir 
es la miseria. Los conquistadores 
españoles del imperio de los Incas, 
sacerdotes y capitanes, soldados y 
« v*n tut-«ros, Juin dejado conatan- 
rara ununfmidtid, de un 
beano curioso: en el vasto y rico 
imperio del Tahuantisuyo no ha- 
bía prostitutas ni ladrones. Pero 
en el Imperio del Tahuantisuyo 
tampoco había miseria. Cada cual 
tenia su parle de bienestar, su ca- 
•a, su ropa, su pan. ¿Puede enor- 
gullecerse de lo mismo nuestro 
magnífico régimen capitalista? 



Directa o indirectamente la mi- 
seria está detrás de la historia de 
■ jd.i una de esas desventuradas. 
Todas las estadísticas lo recono- 
cen, t'n diez por ciento va a la pros- 
titución empujada por su perver- 
sidad innata, por su debilidad men- 
tal ¡i.. i tmratt ./•"' -"" dol dominio 
i/o la pulqulatríu. l'en, lu pobrexa, 
la familia irregular e incompleta, 
la disciplina defectuosa, el hogar 
Vicioso, una niñez abandonada, ma- 
los tratos, sufrimientos domésti- 
cos, la seducción y el abandono, el 
rechazo de la familia por un peca- 
do juvenil, hacen el resto. No he 
mencionado estas circunstancias al 
azar de la imaginación, Son conelu- 

/:/ REMEDIO. 

La lucha contra la prostitución no debí te) represiva mío regeneradora 

cdueuttva. Pero.es evidente, no puede iniciarse sin la existencia de condiciones 

tonal i previos favorables a esa lucha La condición inicial debe ter pues la 

■ i i tocial que asegure ia independencia 

''■' '■' "■'""'• '<"■ !-'•"•"• " '■' mujer a athicrlo de la necesidad. Mientras la 
mujer, para subsistir, deba dependei del hombre, estará en la pendiente de la 
esclavitud y de la prostitución Val, i en términos generales, el criterio eon que 

; ' ;i """ / " "' '" ' '"■"" Soviética la lucha contra la prostitución ! ría 

lucha, con ¡a lucha contra ■! analfabetismo y el alcoholismo, es una de las 

i ";;" '''"•"'" ,a/w fundamentales del I stado de los trabajadores. 'Puede 

''"'''"'7 1 y '<' la desaparición i, la prostitución en las Repúblicas ?ocialis- 

'"' v "■'" ■■'"'<■ ■>■■' declinación rapidísima, además, ha superado los 

'"""''i 1 '■''■"*,"'' '-■■ ' ' Rusta ta, uno de los países que acusaba los 

" : "' "/'"' '"""■ i "'• 'uisena del mundo, era también uno de los países en el 

'"' J /""',"""" da prostitutas era , elevado. Sólo en Moscú no había 

; ; " , "■■' rfl W.0OO mujeres v motor» entregadas al Irish oficio. En Rusia 
noy, s> considera que ti ... ., me it . 

' '"' úi '" /;i ."""' i; ' do, cu primei lugar por medio de 

' '■■'■' " i oficiait aá i. lo ¡ ion. En segundo 

^prohibición tmm tí, . „„ .,.,,„ ,,, una „ fl . H . 

; " ''■ ■, ""« , " explotación | todo lo que contribuye a propagarla, 

" i '."" ,l: " '" ' id Pública y las colonias de trabajo, 

í" y ""•""" f""' Prostitutas pletan la acción regeneradora Las 

','" l /"",'7 ""-"" '" "• * una libertad que las pone a cu- 

' """""""" de humillación degradante propio de las prisiones y de 

'"' '."", ;; ■ St tes retnbuyt su trabajo, además, con salarios elevados 

"■' «»" palabra, -i. las ventajas de la vida honrada ,■ re las 

el clima moral de la dignidad Asi 

■ ■< «i» medio poco favorable para 

é¡ no existen ni la desocupación, m 

' tojos, m la tente ld del vicio, ni el rencoroso desdén 

soetal parala que ha 



cales 



dicionado por el sistema económi- 
co, del mismo modo que el verda- 
dero movimiento del barco del 
ejemplo está contenido en su ma- 
yor parte en el movimiento de la 
tierra. 

Contenido, si. aunque el barco se 
"abstenga" de moverse. 

Yo estoy seguro de que, cuando 
algunos de ustedes salgan de la ig- 
norancia en que viven y compren- 
dan la clase de intereses que están 
; ii viendo inocentemente, se pon- 
drán en realidad al servicio de la 
verdadera democracia. Y aquí lle- 
gamos a la tercera razón. 

Si muchos de ustedes no saben 
en qué consiste su "izquierdismo", 
conforme es público y notorio, ¿por 
qué muestran tanta vehemencia, 
entonces, en el deseo de ser "iz- 
quierdistas"? Yo he conversado 
con muchos de ustedes y confie- 
so con lealtad que no pocos jóve- 
nes radicales quieren sèî "izquier- 
distas" porque creen que la justi- 
cia y la verdad están a la "izquier- 
da". Y como la izquierda del que 
está a la derecha es la derecha del 
que está a la izquierda, no es de 
extrañar que ustedes, que están a 
la izquierda de la derecha, a la 
verdad y a la justicia la anden bus- 
cando a la derecha creyendo que la 
buscan en la izquierda. Y conste 
que no me corresponde la culpa de 
este lio. La culpa es de ustedes, 
que hacen de las cuestiones econó- 
mico-sociales una especie de pro- 
blema de tráfico. 

Pero el «leseo de encontrar la 
verdad y la justicia eslá. Se en- 
cuentra en ustedes, aunque muy 
confusamente. Por ese doble mo- 
tivo es que yo les escribo esta car- 
ia infantil y cordial a un tiempo. 
De otro modo, si no fuese necesa- 
rio decirles estas cosas en forma 
infantil, yo no podría dirigirme a 
ustedes con cordialidad, porque en- 
tonces los consideraría simulado- 
res. Pero no lo son. Felizmente, co- 
mo dije, son personas que se creen 
"izquierdistas" porque están en la 
"izquierda" del partido Radical, 
pero que, en el terreno económico- 
social y en compañía de innumera- 
bles sacerdotes que por algo sien- 
ten tanta simpatía por el radica- 
lismo, se encuentran ubicadas a la 
diestra de Nuestro Señor, 
De Nuestro Señor el Capital. 
I'or supuesto que esta carta no 
puede servir ni con mucho para 
abrirles los ojos. En cambio, puede 
servir para darles el deseo de 
abrirlos. ¿Cómo deben hacer para 
orientarse? El medio lo tienen al 
alcance de la mano. Lo tienen en 
la mano, mejor dicho, porque es 
NUEVA REVISTA. Lean NUEVA 
REVISTA y háganla leer por otros 
jóvenes radicales. En esta forma 
estoy seguro de que, dentro de po- 
co, algunos de ustedes, los bienin- 
tencionados, comenzarán a sentir 
la sensación de alivio que experi- 
mentan los ladrones de higos cuan- 
do emprenden la retirada. 

Es decir, empezarán a sentir 
que bajan de la higuera. . . 

PONDAL RÍOS 



PR EGU 



l n «k ñncón de NUEVA REVISTA 
liemos dando tn la forma mis elemental 
■I 11 '' IN pofiblc, respuesta a las pregunta» 
que nos formulen loi lector» sobro cues- 
tiones relacionada) con el carácter general 
de esta publicación. N'o venga pucí a bus- 
.ir aquí .1 erudito ideas nuevaí ni el cutio- 
so el dato raro. Nuestro propósito es faci- 
litar sencillamente el paso a una eompren- 
lión ioita v clara Je la situación del mun- 

que mimos. Quc- 
ircjuicios impuestos 
por una educación y un ambiente interesa- 
dos en ocultar la icalidad de lax coiai. Lo 
h.ii.iiiuí s,n tec Lirismos ni doematismos 



i romper < 



dad 






incompatibles ■ 



i Ditltnumoi en este número i 
tes preguntas que formulam 



. las ■ 



lo de cjempli 

I . — i A cuánta ascienden tas 
del imptrialitma en la Argentina. 

— Según publicaciones oficíale 
"Uolsa de Londrts" y de la "Seci 
Comercio de los Estados Unidos 
pondienics al ano 1932. las ii 
los dos imperialismos principales en la Ac- 
antina son: 

Imperialismo inglés: S 8.5Î6 000 000 
o sea el 17 1Ü % del total de SUI inver- 
sionei en los p.n-,s de Amcnca del Sud v 
del Caribe. 

Imperialismo yanqui: S 2.685,000.000 
o sea el H 09 % de esas mismas inversio- 
nes totales. 

(Para el calculo se ha tomado ] dollard 
- S 3 88 m|n.). 

Si tenemos en cuenta que la riqueza to- 
lal de la Argentina se calcula en alrededor 
de S -10 000 000 000, las inversiones in- 
plcsas vienen a representar mas del 20 r í 
de la misma y se aplican a los puestos fun- 
damentales de la economía nacional, como 
ser transportes, comercio 
tilos, etc. 

2. — ,£s la Argentina 






dur 



indepcn- 



— Desde la infancia nos han enseñado 
que la independencia argentina fue pr; lla- 
mada en el Congreso de Tucuman el 9 de 
julio de 1816 y que las campañas liberta- 
doras de los ejírciros argentinos dutruue- 
■ nempn todo fugo de dependencia 



iDbcnnta exrranjera. Si a'lRiin pode 



tic . 



mos en defensa de la patria", 

Pero el caso es que a pesar de tener la 
Argentina una Constitución, un gobierno, 
una bandera y un himno propios, depende 
económicamente del capital monopolista ex- 
tranjero. En la esfera mundial aparece co- 
ntó un país scmicolonial. dominado por el 
imperialismo. 

La independencia argentina es por con- 
siguiente una fórmula jurídica sin conte- 
nido económico-social que disfraza la si- 
tuación de dependencia del pais. Esta situa- 
ción sólo es comprendida claramente cuan- 
do se la considera como un 
desarrollo y de la penetraciói 
monopolista, del imperialismo. 




nuera r r v i - i a 



PU E 



.,r;.;enii 



csultado del 
del capital 
que defor- 



En 



y la adaptó ! 
cha por la inde- 



pendencia n.iíional 

condición indispensable la lucha" contra el 

imperialismo. 

1 ¡Logra el laicismo resolver la crisis 
del rapittit<smor~ 

— Una de las alias autoridades en mate- 
ria económica del gobierno de! Alemania, 
el señor Ernst Wagcmann. profesor de la 
Universidad de Berlin y director-fundador 
del famoso Instituto para la Investigación 
de la Coyuntura, dice en su libro "Estruc- 
tura y Ritmo de la Economía Mundial" 
(Ediorial Labor, pig. 280): 

Por homogénea y certera que pueda pa- 
j' recer la vida política del fascismo, lo cicr- 
" to es que hasta el presente no ba logrado 
" desarrollar un sistema económico real- 
mente orgánico y coherente en si mismo. 
■| En todo «aso carece de idoneidad en el 
" aspecto político conjunlural. La mejor 
prueba de ello es que en Italia la crisis ha 
irrumpido con la misma violencia que 
en otroi países europeos. Sólo la econo- 
mía soviética ba logrado evitarla". 
■*- — i La ba/a de los arrendamientos tn 
la Argentina ha iirfb equivalente a la ba¡a 
de loi precias del cereal' 

—El "Anuario del Ministerio de Agri- 
cultura de la Nación (año 1912. último 
publicado), nos proporciona los siguientes 
datos oficiales al respeelo en la página 382: 
En el ano 1926-27 el precio medio del 
arrendamiento en la zona cerealista era de 
5 22 93. Cuatro a ñg> después, en 1930- 



es la piedra angular de la sociedad. 

Dibujo de Di C.v., Icol, 



31, cuando el cent*! había bajado can a la 
mitad, el precio medio del imndltnitntcj 

nSlo dtMi ndiei i ] \i ■:■ 

Es endenté que la perdida del KfMIt 
mente « btltWU nienor que \i 
uno imndatirio. 

5. — ¡Podrían pTOporcibrwni 
■ 
pujad rttwl ta ta Ai ■ 

—Loi romamo del ïnuiri 
eltcüd Rural Ajgfntina ""' : 

Provincia it Bun 
pRciO medio 
en pi:-! ,-| preda media rn di 

por hecurcj LI aumento en fl ifioi in, 

■ ■ 

Provincia it I 6rdoba to 1904 el pre- 
cio medio era di 
193 ' .i precio medio tn de y Ufi poi 

hectárea. El lamento en -'ti aficu It] 

468 %. 

Provincia di Sania i c en 190-1 ti pn 
e¡o medio .i,, de s H M pdi h«i .,.., .,, 
92H .1 precio medio en de t 171 : pe 
Metan», t l aumento tn 20 añoi h.. del 
1.563 

" /Es ti fa ■' mo un \iutma oui n 
I 

— El Se. Wagcmann ti 
do i, c (pig 

"Mienini el bokbti i „„ 

i .i.i.i.i obrero pui 
;; mia bien .1. realiíai an I itldo 

■ ■■■ m ■ h h qui i , 

iniciativa paiticular, I. actividad .Id .ni 

mi,,, nto i ■ 
■ 
Mnaotini ha di tai 

■ im.io royo, la única forma 
tconomica posible para .1 pn 
. parvenú idiato u ti 1 1| iv, 

|o esa de nominación comprend. ■ i.l.m. 
mente el nurntiiimi.-nn .1. I, ,,, , ,, ,,, ,i ,,\ 

' privada y el libre jue B o del af. itl Iti 

" di los particular». i¡n i iclón d< 

" nin B una dase para la tenu, Sefl li 

" vein, la revolution íaacieta ta il puedi di 

" «irse qu« v 
" antisoíialni 

" alimaña". 

V m.,.: i delante acri g.i 

■" : " • ' -• ■.■:"!. ,, -i. I, . ,,,,,,. i' 

<,.,. ■■,,, 

Hugo i 'l.-.in Bne Un i on 

''■''■ I i la pri "HLi.i con r)u, i '■! In in 

■■'"■' n .i ■■ ., I videottmi nti, Ud 

■■■ ha olvidado di lo qui i . i .,>. ■ ¡ 

■"'"" ■ '■ ■ l! -. l íleg I. 

' ■ ' i ndamoi p i ■ coi ur, i li i 

na del "ABC de Bajarin ¡ 



i i] libro ii 



a. linanciado poi I* induatri) 



. di la ' tn 



FONTAMARA 



La novela del anfií 



ascismo 



Mejor que todas las cifra:, me- 
jor que todos los Informes, esta 
novela de Ignacio Sllone, pone de- 
lante de nuestros ojos la situación 
auténtica del campesino italiano 
bajo el terror de la dictadura fas- 
cista. 

En una prosa nerviosa y rápida, 
tan sabiamente graduada que des- 
de la primera linea hasta la Últi- 
ma, el libro no se cae de las ma- 
nos, Silone presenta con una niti- 
dez vigorosa la tragedia Intima del 
campesino italiano. Descriptor de 
primera fuerza, humorista vigoro- 
so, el autor de "Fontamara" deja 



posible ap 

...... j.-hi la ■ 



■T> H-. :.l 



en 



abio! 



de i 



TliSI 



. pen 



jes la narración de los sucesos. Por 
eso mismo, adquieren éstos la es- 
pontaneidad de las cosas reales, y 
a través de las palabras honradas 



le explotación de 
que son victimas. Todo el "idio- 
tismo de la vida rural" — con su 
profunda ignorancia, sus Ilusiones 
suicidas, sus esperanzas absurdas 
— pasa y repasa a través de estas 
páginas de un sarcasmo sangrien- 
to. Pero el libro es algo más que 
un fragmento de la vida campesi- 
na; es también el anuncio de que 
aquella miseria no puede durar, de 
que aquellos horrores no han de 
quedar Impunes. En efecto, poco 
a poco 'a revuelta germina. Cie- 
gamente, al principio, sin concien- 
cia y Sin rumbo. Más nítida des- 
pués, a medida que los conducto- 
res la esclarecen. A tal punto que 
lo que empieza siendo un simple 
rumor de turbas, adquiere despuéa 



ritmo seguí 



dt i. 



ndes 



Para los que nada saben de lo 
]Ue ocurre en Italia, para los que 
deseen enteraras de las corrien- 
tes ocultas que surcan el alma de 
as masas sufridas, "Fontamara" 



ta de 






rila 



par 






terrible 
litaba. Asi es, 



realidad qui 
en efecto, la Italia itallanislma; la 
Italia de los helores, la Italia de 
los desfiles triunfales y de los da, 
el), atalá: una trágica armazón ca- 
da día más bamboleante bajo el 
i mismas mam que 






Inclplo 



adas, pero cada « 
mis resueltas a medida que em- 
piezan a comprender que sólo e» 
posible esperar de sus propias tuer- 



tada 



clon. 




nuera r e v J ■ t a 



Manuel Qalvez y el fascista 
que lue a la URSS 

i ■! ■ libro i lo en la calle 

■ 

i-i [onoro 'ii fresado; lo libro 

i,, i) di ram ro toda i" colección 

i ..¡ toi americano" 

■ i i 

hubiera ll< Iquiera ' 

líoblí s Ido Mi ' h 

rftoi Hugo ' nlxetl I, 1 1 cli nti 

I". glmos: apareci- 
do \ i 

Y ya que !"■ i menclonodo a tmji 

novelista, i,,i! .. .. no 

umpecomo i il P ■■ 

out ■ ■ ' idfi ulo 

tomar " ■■! ten iblo n i 1 -"' ' 

., , . raí te ' "ii 
t» lu» llbroi il* Duhamel y de Waldo 
Franli "p Ion 01 de tre i bou 
ronb de m rdad". 1 1 niii re un ll- 
oro fioi < i i"" mpati ■■muí.- m por 

un literato, ii'' i 1 "- '■ ' !" cha poi 

mi !.. ita, i ii tono p< liodl in o, ) i 

■ 
que egoa Gilvos: 
"llMrüi no Ui m 

mufiliniu, al hacia lo i i e i 

!>i. i Bu la". |l |ui 

muy Imparclal y sincero ■■ lU peí lodií i ; 
du Mussolini que resulta luii virai pa- 
ru .i J novel! its y que hace 

afli i"." I política ■ tan I i 

.. rai que loi co its ■ on 

i iplrltm bur| in i ■ fiante al ai te, ma- 
mu un mu que el prologuistn recogu 
alboroutdu, Ai como ana serle prolon- 
gada do iiii- -'iinii'' ■ 

■ tono de Impartial y sincero 

D lista qui ■ Alo ■ (jálveí puede ba- 

ganar. O Joi dicho* que Cfolveí co 

mo introdui toi de Bardl i n nueatro me- 
dio i on loa un. -nil'-, tnb n 
i ..:. [ii.'i. ndi hacer iligai li a loi leeto- 

' ' naos o poco avinados. 

■■i ■ mo i i s ante libro, non que- 
da unit sensación desfavorable pura Hu- 
ui", continua ttalves. Como si no hu- 

i i- g ■■ Ito con eae preconcebí- 

d i librol ¿o i 



■ niKIHflo^WWB^WiBleW 

clni paginas para llegar a tan 

i .xn. m n.iiï No oh hagáis el 

mgc .- a «íei troi venerable! año , 

con ilion en proceso ínvolutlvo (anarco- 
r evolucionarlo, Radical en IBüfl v ro da- 
m ahora) vue tro sordera ante estos 
hechos resulta como la renguera del 
peno, "m. ii tro" G&lves, 

i Ion i 1 1 "brillante" prólogo unu rotun- 
da afirmación "todos aquellos que ue- 

sean car a fondo lu vida auvietieu, 

tendrán algo que aprendoi en el libro 
de Bardl". Pero en el Libro do Baidi no 
< aprende más que cu loa otros libros 
editados para detractar ni regimen so- 
viético. Lita mismas fiases, las mis- 
mi ■ afirmaciones erróneas, idénticas 
o ii ■ . falsos ' Interesadas. Him- 
ples y sin ningún valor político, ïari 
poco valor tiene "Un foseaste es los So- 
riel ", i irólogo y todo quo para lo 

único que sirvió fue para complétai: el 
kilo do loa libros que so vendían on In 
ii"> i it do lu colle Florida. 

l'i-i" a pesai de todo, buy ntjjo de in- 
nil. i. de] lu cl ta. Bardi fue 
i a\ lado ii Ru le por lo ■ diarios fascis- 
tas "JU'Arabrosiano" a "il Lavoro Fa 
tinta" du ituinu. Circuló libremente. Hi 
D i" reportajes quo quiso, 'lomo lus 

'" afta» que se le c-oui rieron sin re i- 

tiiriinii .i.' ninguna ¡¡loso, lodo en base 
¡i ii afirmaciones. 

¿\ in muralla china del "Imperio so- 
viético"! iNo ora quo no SO podia un- 
til ¡irculor por el territorio de Bu- 
lla y menos sucer fotografías! Poi lo 
■i i to teda oso leyenda Inventada por 
cronistas "sinceros' y que dicen única- 
mente la verdad - que el menti es Pi 
lin!" lin' derrumbada con lus propius 
afirmaciones de un fascista. La duque- 
sa de Aihoi y .-i "speaker" di_- la radio 

i m b Hon lefior Napa), etc, son 

desmentidos por su propia ligio- 

nario fasci ta. Otra fueiata, sin qus- 
rerlo, se encargará de demi 

m ii oven m de Bardl son tambión 

tal 'i . o Incluirá otras bai bu idadea 

'i ■■ ment ¡du . |un ..h.. ,f,.| ti, i ■ 

mo bando y asi couiimim i 

Dable cadena. Que resulta difldl poder 

manti ¡ ante la opinión popular aíír- 

iiiiU'nm. , l ii h iiül'v,' .iidiinieiilii erró 
lira»... M. Z. 



(Cuando serán devueltos los 
descuentos a los ferroviarios! 

La comparution del "Reloj" publicado profusamente por las "Em- 
presas FerroTÍarías Argentinas*' el 17 de Septiembre ppdo., tendiente a 
prepitrar el ambiente popular (|ue las "ampare" de las "absurdas exi- 
gencias" de l"s trabajadores del riel, con los resultados del laudo arbi- 
tral es suficientemente elocuente para necesitar de mayores análisis. 
Por ello es que reproducimos dicho reloj seguido tan solo de un breve 
comentario <|Ue demuestra eficazmente, que para que a los obreros fe- 
rroviarios ks sea devuelto el "descuento-retención", es necesario que 
el día sea ampliado en varias horas 

Bata conclusión, comprueba la acertada visión del proletariado fe- 
rn» ¡ario, que repudia a las autoridades sindicales que no lo supieron 
representar eficientemente en la reclamación de sus derechos. 

COMENTARIO 

RENOVACIÓN DE MATERIA!,: El laudo autoriza el 1,5 % sobre 
el tolal de los bienes, el "Reloj" fija 2:i - 12" sobre las entradas, es de- 
cir, el l.ii Por supuesto, como las entradas son inferiores al ca- 
iiil.il, las Compañías están facultadas para aumentar las compras, car- 
•i.iiiiIi. este aumento, y los quebrantos de cambio que dichas compras 
ocasionen, sobre el sobrante, si lo hubiera, de las retenciones después 
ríe deducir de ellas el monto total de las obligaciones exigibles. 




INTERESES EXIGIBLES: Las Empresas declaran que sólo pa- 
gan el 60 % de ellos. El laudo las autoriza a pagar el 101) L /o como con- 
dición previa a la devolución de retenciones. Es decir, que en el "Re- 
loj" lus 3 horas, 30' 11", que representan los intereses exigibles, SE 
AUMENTARÍAN EN 2 HORAS, 20' 2Ü" MAS. Refiriéndose estas dos 
horas y pico a la parte que corresponde a salarios, comprobamos que 
representa el 16,8 % de ellos. Luego para poder pagar el monto total 
de los intereses exigibles, condición previa como hemos dicho para la 
devolución de retenciones, debería efectuarse un descuento sobre el to- 
tal de los sueldos del personal equivalente al 16,8 %. Luego si es necesa- 
rio descontar para pagar, ¿cómo se va a devolver el descuento? 

PERDIDAS POR QUEBRANTOS DE CAMBIO: Aumentando las 
compras de materiales en el extranjero y aumentando también los in- 
tereses exigibles que allí deben girarse, lógicamente las pérdidas por 
cambio serán mayores y gravitarán proporcionalmente sobre las reten- 
ciones. 

RESUMIENDO: De acuerdo a la distribución determinada en el 
"Reloj", el producido de los Ferrocarriles es absorbido totalmente por 
el pago de los gastos, fijados en el laudo, como previos, "SIN QUEDAR 
REMANENTE ALGUNO PARA LOS ACCIONISTAS". Hoy la situa- 
ción se complica pues esta distribución puede ser aumentada: en un 
Id , Bobre el renglón INTERESES EXIGIBLES, y en una proporción 
que no podemos determinar, pero que ha de ser grande, sobre los que 
corresponden a PERDIDAS POR CAMBIO Y RENOVACIÓN DE MA- 
TERIAL, luego para que el sector que en el "Reloj" representa los sa- 
larios permanezca inalterable, lo que equivale a que las retenciones no 
se efectúen o que sean devueltas, el famoso "Reloj" debe ser "AUMEN- 
TADO EN VARIAS HORAS", horas que representen el aumento de in- 
lercscs exigibles, pérdidas por cambio y renovación de material. 

La única solución de este problema, seria entonces, que el Poder 
Ejecutivo ampliara "por decreto" de 1 a 5 boras el día astronómico. 



Alemania y el problema 
del Sarre 

Thaelmann buscaba romper "las ca- 
llonas de Versailles" con la base de la 
unión ile los proletariados francés y 
alemán. Hitler, que prometía romper 
esas cadenas con el triunfo del nacional 
socialismo, se ve ahora atrapado por 
el filo de la trampera. 

El Sarre, importante zona bullera, 
desarrolla su vida desde el armisticio, 
bajo el control de la Liga de las Na- 
cdonea y la atención constante de Fran- 
cia. Se estableció, como se sabe, que un 
plebiscito en determinada fecha iba a 
decidir acerca de su futuro: o para Fran- 
cia o para Alemania. Esa fecha ha lle- 
gado. Duiante el tiempo transcurrido 
la propaganda francesa en el Sarre, su 
penetración económica, espiritual, e in- 
migratoria, ha sido inmensa. Francia 
impulsó la producción hullera hacieudo, 
de paso, florecer la industria metalúr- 
gica. Enseñó el idioma francés sin des- 
canso. Al mismo tiempo, algunos dili- 
gentes políticos franceses demostraban 
que el barre ganaba mucho mas en este 
juego con Francia que Francia con el 
Barre, El periodista Jean de Fange de- 
cía refiriéndose a este problema: "El 
Sarre vive uel cambio de su caihon por 
el hierro lurenes que le ha perimtiao 
crear en la región hullera una gran in- 
dustria metalúrgica. Este camino es, so- 
bre todo, ventajoso para el âarre". Y 
agiegaDa: "El sarre no podra colocar 
en Alemania, ya saturada de carbon, 
los cuatro millones de toneladas que 
coloca actualmente en Francia"... Fo- 
ro, a pesar ae toco, la gran mayoría del 
Sarro prometía volcarse en el plebisci- 
to, a favor de la anexión a Alemania. 

Al asumir Hitler sus funciones de 
dictador en Berlín, el problema uel Sa- 
rre so agravo y el Frente Alemán, re- 
sen tino, lo complicó extiaor aína na men- 
te. Las persecuciones a los liüeíaies, so- 
cialistas y comunistas; los procesos, las 
condenas, los destierros, el descontento 
de los católicos; los aesmanes ue las 
tropas de asalto, reilejaron en el Sarre 
una dramática convulsion política acen- 
tuada por la cercanía üei pieoiscito. so- 



aeroso trence único, que no quiere, en- 
ta mpoco la anexión a Alemania: se 
muestra partidario del mantenimiento 
del míuu <¿uo nasta tanto el lascisino 
siga gonernando en AJemania. 

Ularo esta que parejo a ese movimien- 
to jijii-iiiik.-i-i.-L-j na iuo hacienao lo su- 
yo en la zona uel sarre el nacional-so- 
cialismo, demagogo, patiiotero, exaspe- 
rado, agresivo como nunca. Uoerrng 
anuncio oncialmenm represalias tre- 
mendas contia los del i- rente Único 
mi entras unies y miles de soldados hit- 
tieristas se instatauan en la irontera. 
i- rancia, por su parre, vigua aesde el 
otro lauo cun los Daiauones listos. ¿Cuál 
es, entonces, la situación actual? 

I o Si el plebiscito — como se supone, 
sahieuuo que la gran mayoría de la po- 
biucion sánense es alemana, y por oora 
del terror nazi — resuelve m anexión 
a Alemania ¿qué suceuera con los ene- 
migos ue uiiiEi y con los pamoarica 
de la anexión a J- rancia — con quienes 
t rancia tenora un seno compromiso — 
en manos ue los hitleristasí i>as con- 
secuencias ue este acontecimiento se- 
rian LA UUEIiKA. 

2^ Si antes de producirse el plebiscito, 
las tropas de asalto, como se teme, in- 
vaden la fiuntera para presionar, los 
soldados franceses harían lo mismo por 
el otro lado — ya que todos descomían 
de la acción de la Liga — y eso seria 
LA GUIÜiUtA. 

'¿9 Si se vota por el Statu Quo — lo 
que también es posible — ¿qué dirá 
Hitler a sus partidarios, a quienes pro- 
metió romper las cadenas, que dirá Hit- 
ler a sus complices, a los grandes in- 
d ua tríales Î Se vera forzado a invadir 
militarmente el Sarre y eso seria LA 
GUERRA. 

Finalmente las crónicas de los diarios 
nacionalistas franceses y los continuos 
reclamos del mariscal Petain demues- 
tran que el foco infeccioso de Europa 
no está ya en Austria, no está tampo- 
co en los Balkanes: está en el Sarre. 

Y los únicos llamados a decidir, son, 
sin duda, como diria Thaelmann, el pro- 
letariado alemán y francés. 



ninia re Tinta 



A CONTRACRITICA 



"Estiman Indigno del rango dt 
poetas ti conmoverse por el trábalo de 
la hof ¡ilota, ffo pueden comprender que 
para los poelii 

ratas no son mds que uno imagen 
material de ese enorme esfuerio del 
pala hada el que, enmo en todo eran 
pastan, el eoraton de an noela no aae- 
ila Indiferente" FRhMBOURG 



¿Por qué ciertos críticos que se ir. 
quietan ante los poetas y escritores "e- 
volucionaríos, no se preocupan por los 
poetas católicos y los escritores fascis- 
tas? Si hablamos de servidumbre inte- 
lectual, ¡porqué no referirnos precisa- 
mente a los poetas católicos y a loa es- 
critores fascistas? Mientras los escrito- 
res revolucionarios sienten el imperati- 
vo de la realidatl social, trabajan, pole- 
mizan, renuevan sus temas y hasta su 
técnica literaria, los llamados neutra- 
les dejan tranquilos a los que están dnl 
otro lado de la barricada para criticar 
tan solo a aquellos que, setrún ellos, "su- 
peditan el arte a la política", (que on 
este caso no hay tal supeditación sin'i 
sentimiento e interpretnción de la hora 
y no hay palabra "política" sino pala- 
bra "revolución"). Dejen tranquilos los 
críticos "neutrales" a los escritores re- 
volucionarios. Siquiera estos tienen la 
valentía de sus opiniones en momentos 
en que, opinar libremente, es la medirla 
de su sacrificio, «n un país como este. 
tan reaccionario, con o sin ley de "am- 
paro" a la prensa. No hablen tampoco 
del problema de] conocimiento, de 1¡> 
cultura seria, etc., porque estos argu- 
mentos podrían volverse contra ellos. 
Su posición tan anodina, tan vacilante, 
su fnlta do información en lo que rer- 
nectn n literatura r<-vf!iic¡niinrÍL». n.>- 

nace pensar rrae. como en la nuestra. 
hay en In cultura de esos críticos nu- 
merosns lficunas, pero más imperdona- 
bles, tratándose de críticos. 

Hbv nue definirse, por otra parte. El 
Contrresn de Escritores realizado en 
Moscú, see-uido atentamente por nos- 
otros, ha dado la consiima: o se está 
con tos esnlotailoros. v el caos, la injus- 
ticia, la annroula de la sociedad, lo vio- 
jo. lo podrido, o se está con los explo- 
tados, v la dicnificacifin del mundo, lo 
nuevo, lo puro, y el enmno infinito ie 
la libre especulación humana. Con ti 
fascismo, o con la revolución. 

Además, cantar bellamente a un cre- 
púsculo melancólico nn ímnide que tam- 
bién se pueda cantar bellamente a una 
manifestación en marcha, a un tren O- 
viético, a uno usina puesta en movi- 
miento por j'óvenes obreros o a la goira 
de T.enín. Que todo es cuestión de enn- 
tar bien y de sentir otros temas, cual- 
quier tema, que siempre es grande n 
travos del poeta verdadero. 
El movimiento rosîsfn. 

Tanto mal le han herho los historia- 
dores parciales, tanto mal se hizo él 
mismo, se hoce, a través de sus pape- 
les; tanto ridiculo le endilgaron los li- 
teratos argentinos, tan poca confianza 
despiertan los que ahora quieren reivin- 
dicarlo que, en verdad. Rosas parece 
condonado. ;, Ouieren traer sus restos a 
Buenos Aires? Que los traigan. ¿Ello 
constituirá un acontecimiento? Creem-; 
que no. El pueblo está demasiado pre- 
ocupado por otros problemas. llosas íué 
un gnuchi-pueblero que, por instinto, es- 
tuvo en determinado momento contra 
el imperialismo extranjero y al mismo 
tiempo desterraba a los jóvenes meior 
dotados del país, pactaba con la iglesln 
y distribuía latifundios entre sus ami- 
gos. Hoy, estos latifundios están en 
poder de descendientes de unitarios o 



ntes son di 
los que entregan el país n los imperia- 
lismos. 

Los denodados jóvenes que quieren la 
rehabilitación de Rosas se ocupan aho- 
ra de un homenaje que tiene algo que 
ver con aquél: la celebración de un cen- 
tenario, el del combate de Obligado. Fi- 
guran entre esos denodados jóvenes al- 
gunos fascistas y otros fascis tibantes: 
Ernesto Tilncio, los hermanos Irntusta 
Radaelli. Ramón Dolt, etc. El inefaW? 
fasci-gordo Ramón Doll no podía falter 
on la lista. Propician tal homenaje es- 
tos .le Indo? y valientes ¡avenes cate- 
dráticos y colaboradores de "El Hogar" 
como medio ile reivindicar a Rosas y de- 
mostrar su repudio al imperialismo bri 
tánico. Pero olvidan at otro ímparln. 
Hsmo, ni yanqui, del cual nunca hablan. 
Sería interesante investigar el porqué 
de ese olvido. . . 

Dice Enrique Barrios refiriéndose al 
movimiento rosista: "La historia oficia! 
está llena de mentiras pero la historia 
oficial de Rosas está llena de verdades... 
Rosas fué como fuó. No lo podrá cam- 
biar el rumor de unos cuantos snobs 
con pretensiones de investigadores n 
menos la gavilla de reaccionarios que 
anda buscando razones de "raignnibv 
histórica" para formular una teoría de 
la dictadura en nuestro país"... Tiene 
razón Barrios. Quieren formular una 
teoría de la dictadura de nuestro país 
con la base de un tirano de tipo sudime- 1 
rieano, bruto, astuto, vanidoso y co- 
barde. No saben que hnc*#- es 

■Ion >- vnllsntc» Jiívcnen quo *-»Iui-l»r-"" 
primero con TJrlburu, d««poS 
Kelín; que más tarde BOBarc 



■le Tomaso i traían Oí 

ingresar al radicalismo paru ap 

SUS elementos descontentos y crear Ol 

fimcismo radical. . . 

I.i muerte de un vivo. 

Haber Imitado a Borgas, ad ador 

ile Carriego, y también a Alfonso Rc- 
o e 1*1 i burgués; haber 
eserito artículos panftetarios contra ln 
sociedad liberal pidiendo aceite de ri- 
cino y garrote, en nombre de un catoli- 
cismo histérico y servil, y aprovechan 
lo la ventajas que solo brinda a los 
reaccionarios ln sociedad liberal; haber 
'iceptado a pe ai do Bsa postura do mu- 
chacho terrible que todo lo nîegn un 
modesto nombramiento de jurado muni- 
cipal para este año, no son títulos sufi- 
cientes para ponerse a dictai Biltedra 
de luperioridad literaria y moral. 

En una sección que nosotros escribía- 
mos en un diario porteño, llamada 'Ta- 
race Mentira", habían desfilado yn Már- 
mol, Andrade, Isaacs, Amado Ñervo, 
Atmafuerte y el mismo Víctor HugOi al- 
canzados por breves brulote», ublraclo- 
nes en la historia literaria y social. 
Comprendíamos yn que el truco era fá- 
cil y que podían caer en él justamente 
— para el lector desprevenirlo — no so- 
lo un Sarmiento, un Darlo, un Carriego. 
mu también el iiii'iiii'inii. Dante y el 
mismísimo Shnlíespearc. 

Ignacio GaiUEO&tegui e* el escritor del 

- — 'i tal .-il — que antes descubrieron 

otros — y de ta Insolencia mesquin», 
win vuelo y sin auténtica audacia. Muer- 

. , ■ 

ratura, «-Icirnilo n lo» gnccfl 

encuesta en las revistas para chica'- 




SIESTA INTERRUMPIDA 



George GROSZ 



con una pesada tapida encima 
que le acaba de poner la Intendencia, ba- 
, lindólo i 61, pretendido no-confoi 
■ de la democracia 

i.ni unii [pal de Literatura, En cuan 

te n "Vi. In dfl Muertos", cuben en ni 
p i: [ni mini-" bosUsos. 

i -, que no está de acuerdo 

i- un tipo ¡míill. amargado, envidio 
,, .. servil y acomodaticio, a quien lln- 
maromos el "critico negativo" o, "■ 
quo no ûitfl ile acuerdo". Si decir, o" 
,,i,. ,. ti de acuerdo con le estúpido 
|o rtofto i-uando lo dice o hace un hora 

i le "miiu.'ii.-i.i ". i ^paraeo on be 

ii„ libro, original y combativo, o 

manta elogio amanta m al mundillo II- 
torarlo an acontecimiento ounlqulara 

■■i.: c que no «stA de ocuerdo" ■ ■ i 

de ln« uña», y. cunnilo nn- ptcn 

sa, *nle y brulotes — siempre adulan- 
do a ten-oros ■ , dice cuatro pavads 

Ipatotlcnmente y niega, nlcR». ule 

gn. "T-*e que no cuta de nruenlo" no 
,,., ,., cultura, ni en IMlldad "i dlgnl 
dad; se ve n tas claras que ci falsa, y 
. ..,,,. ida, sturn "contre h corrien- 
te". Tien.' los oído toponndo , loe n i°'- 
ciegos. No comprende ol surrealismo, ■ 
i trato de arte; no comprende el mar- 
trata. No com- 
prende, Ignora e un Chaplin. \ un 
|.v„„l. a un Malraux, A «n Toyc* V 
.m Mike. A un dos Paaso Codo 
,, nlfloue nueva palabra, bado lo que 

,,, i. i fueno. originalidad, audn- 

SI lo niega, « decir, lo Ignora, I - 

, , ambición ■■ ^ ^."^; =?' V "'- 1 " 

,'„',",'.:(., ,|, ..■..■' ■!■■■■ '< l; ' '■ "■ ;l,i " I"""" 

eolaborní en unn revisto calificada 
refugia, a cambio do unos pesos, y para 
brulotoai s !■■ ' eritorai buenos, en las 

, ,(, ,.,. | i, ¡„,l na revistad burguesas, 
,A todo esto, que hace el Crffla 

\ gativoí ;.Ou,' poema, que ound 
novelo, qufi articulo brfllontol "' 

no i resa", " : "" 1 " 1 ''■ : ' '""' 

■ « e8 to i- una reverendo pe 
,.,,!,'■ ..,,,, |¡,- frases que usa. Nunca 

im:i .¡h, D na prnoba, un ara ntu 

fuerte. Y w nuc para hablai i 

„:-,,-„ hablar de política nos rrae sab. i 

hav que estudiar, has qai leer, hay qw ( 

andar y hftj b ' , " ,r ' "-" "'" '' '"' ' 

i : , le (Inaclon o "duende" y "e«c que 

. di icucrdo" i le haber pnna- 

do, liria Gorchunoff, n 1 " - tml,v ' 

i . cuelas, pero nunca por la prima- 
ria. 

■■i-- .- ■ I - 'i ie lerdo" es fes- 

L duladoi -I" i"T-onas "im- 
portantes", comadre de Urtulia» curtía 
v lacayo He las publicad i burgo 



I lo nue a la Incomprensión da 

,. el fuego 

idene hadendo otro seetor: ataque* 

pcrnonnlen, calumnia*, delaciones. 

do debemos defendernos, t^nemox e«e 
,j. . , ,| M . . -, obll) iclfin Debemos or- 
\,,i: I:, entidad gremial n 
formarse hoy que ncusnr a Ion cnemi- 
gos, A lo» lacayos de !a« empresas: a 
de la hunruonía en- 

broe; a Io« que «írven Interesi i 

rialintas extranjeros; a los enemicron de 

rebajadora, es decir, a los ene- 

mliro* de los escritores, por, , 

crltore I nos i enttmoi Ubres, con urn 

sua cumplir. 

tar con la clase trsbajsdora. 

RAUL GONZALEZ TUflON 



nueva r c v i h ( n 



Las Primeras Divisiones en el Carneo Obrero 



En IK7Ï había quedado I Uull ■" 

Urca, ibrero ■ que " nnn- 

dínn a In-- d « 'I' I I ""■ I lo ÍC ' "" 

dri nui presidio Marx. I» ■ 1 

l n Argentin i di II \ ■- ti Interna 

denial do lo 'i «bajadores. No '" oíos 
n n rldo ■ i r '' hecho en un ai i" Ul- 
terior, 

\i, . . i wlmle h ■ Idi n- 

i.il ■ m --i i pic Ira pli '■ 

Inqnli Ludí latida • n E uropa 

Loa „i„, re lodoi Bxtrânjffo», que 

pusieron lus baae* del moi li 

íetarlo on In República Argentina, co 

■.i. i.- i par niel Amonte al 

<ii iirrollo industrial del país. 

D arante in prnldenda de Sarmiento 
H había realizado la primera expoal- 
,i mdo trial I n cl alto 1876 ne fun- 
di, ri (lui. Industrial, el que deapuea de 

nlv'iinn- divin iDn M * trastornos BC *'un- 
»ll .1 I ili. -I..Í.I V.rinlii.i. 

la mu f tier te de laa i lie* organiza- 

, >>>>.. pa tropa lea. 

Durant a <■! período de Liai <•••- 

abarco ri comlemo de In segunda mitad 

drl *¡nh¡ puado i» Inmlgrí había 

Ido lumen tanda en progresión Bceleri- 

da. Venían ni pafa lu» trabajadora 

i prrldoi por lu dcaaatroaa litunciôn 

i eondmica j política de au i pal <■- do 
.n n-. n n luí.. .-ai mejor fortuna en Imé- 
i i ■ omoniaba ¡i aer . onox Ida. 

I).. lK.il a 1859 mitraron ni pafa 27.452 
persono»; de 1HG0 o 1KC9, I3*.32fi¡ do 
1*71) a I*"!'. 264.809 y de IKHfi n IBHn. 
576.490 Eran raanoa libren que reñían a 
r poro rae al mercado de trabajo, En 

1 Still <■<• rnliuliilui muí existían, rn lu ciu- 
dad de Buenos Vire», 31.652 trabajado- 
rea m ii n u n loi. ou 1KS7 M*- censaron 
75-8*2: ea decir que on -'(i años la po- 
blad upada había enmontado en un 

1 18 . Di Ik aserrar i,ui' ni .-1 cen- 
to roallaado en el año iss; aólo te com- 
putaron a loa efecto» de luí tari ■ cen- 
■ni. in obreros con oficio, excluyendo 
o loa j or nal croa v empleados: di* comcr- 

n ,n. , i.l,, , nue m. evintn pro- 

í .'..T.-,,, ¡, ;;,;„:.;„.; :;.,.■:„. ' ■ 

In población ocupa la 

Muchos otroa antecedentes o itadl itfco 
podrían Hervir puta corroborar las con- 

■ i il Qui icn tamos pero parece ofi- 

closo Insistir, 



M \it\isT.\s y ANARQUISTAS 

lin un artículo anterior lefiatamoa al 
paaoi que Iba primoroa dirigente pulí- 
lícoa i'inni.iii id- in , in,, ubrera que 
nctuaron en o] pala, respondían en su 

' rlcntnc i h, s príncipioa di-I bocIrIíb- 

nttflcn » aaa ii lu línea que ( arlos 

Hará habla impreso a una di- las froc- 

•i ' n uní luego habla de dividirse In 

la. Internacional. Pero a poco de surgir 
in Mi i inn en lu argentina de in \siw¡n- 

dfin In 1er mi ciona I de los Trabajadores 
con enn» directivas, ae hi 10 sentir el 

efecto one »ii actividad producía en el 
elemento anartmlata compuesto por in- 
migrantes eoai todos españolee a ita- 
lianos, tujclonea en laa qug la Influencia 
de Bakutün había sido más tuerte, 

i o m. -m Lenlan sn sede prin- 
cipal ' n Montevideo, De «HI finieron a 
Bueno Urea delegndoa pura impedir que 
lo* "autoritarios", que era como deno- 
minaban n loa marxistes, llevaron ndi- 
lanti i i- 

A. Juan.- fué el delegado que los uru- 
guayo enriaron » Buenos Aires. I)e 

acuerdo a las manifestaciones i li 

ciudadano hice a la sección mejicana di 

la I oil. i internacional, de Buenos 

Aire-, había Balido "deaconaolado", pues 
afilo entre loa "artesanos panaderos" ha- 
bía "encontrado atmósfera favorable" 
pura >u prddica. 

1 ■' panadero da acuerdo a referen- 
"' m.i.,1,'-. hablan fundada su organi- 
■■■" '"o gremial en <i aflo 1878, So reunían 

en I»-* altos de an an situada en la 

calla de] Temple (boj Vl&monte) esqul- 
na Suipacha, Recibieron desde sus co- 
mienioa la influencia bakuninlata ï has- 
li in" "m bu '" i -ini wclán riel a loa 
pi Indpios anarquiíüa. 

U» iiuirvislii> fueron quienes no afilo 
comenaaron loa tareas organiaaüvaa vi- 
no quienes dotaron a la clase obrera del 
primer perifidico il Trabajador", del 
cual aparecieron muy pocos números. 

Tu. ii- los antecedentes que hemos po- 
dido recoser nos permiten afirmat que 
di de " nii ¡miente hasta <-i artu isoo. 

- o menos, .-i movimiento obrero en la 



República Argentins, en forma impre- 
cisa, mi ■ fu Iones teóricas, 

un li.i de acuerdo a Ian directivas 

ta 

\ ri Trabajador" le siguieron una 
ferio do periódicos. En 1875 apareció 

i , Ri i 'ni aire", dirigido por S. Pou- 

reíllc; en 1879 "La Vanguardia', dirigi- 
da por Eduardo Camnño; en este últí- 
a ño hace su aparición el primer ór- 
gano anarquista da que hay noticia, "l.l 
Descamisado"; en 1880, nace "El Perse- 
guido", también anarquista; en 1882, 
'■U Lucha Obrera", socialists; en 18M3, 
"Le Prolétaire", también socialista; en 
IKIIO C. A. [.alloman! sata "El Obrero", 
de orientai Ion maniota. 

La on?» ni /lición do Iofí trabajadores 
iba M citando cadn vez el interés de 

r. ii i fu crecientes, 1 .i desasí rusa sí- 

in.i mies ilo fines del siglo pa- 

sado, la lucha contra el j ■ i etc.. 

con la ili-nuncia de Ins grandes es- 
cándalos va haciendo comprender al pro- 



i' i n. nl>. naciente la urgencia de unir;e. 
La tendencia socialista continuaba 
siendo la mus capacitada. Pertenecían ¡> 
ella los obreros de oficio, que provenían 
en su mayoría de lo? países europeos más 
evolucionados económicamente. Los obre- 
ros menos especializados, españoles e 
italianos en su mayoría, asimilaban con 
mas facilidad las enseñanzas anarquis- 
tas. 

LAS REUNIONES DE LA "CRUZ 

BLANCA" 
La hegemonía de los socialistas sobre 
el movimiento obrero iba a perderse bien 
pronto. Contribuyó a ello el carácter de 
su predica, la falta de hombres capaci- 
tados y la influencia que sobre los obre- 
roe > sectores intelectuales ejerció pri- 
mero Enrico Malatesta v luego I'ietro 
Con. 



D e MARIO ZALDIVAR 

DEPORTE INTERNACIONAL 

En 1935 se reahzara'n dos granden reuniones 
intcrnacionalci de deporti9ta9 antifascistas ■ 

En ti potado m dt ogotlc reunid tn Pari- una aiamblea de dtporiiitai antifaícitias. 
Tuoa lugoi tn lo rfím qui corriiron dtl onr» al qufatt de tu ma y >e reunieron en dichas 
01 ■ ■ ■ í eepretentantet de diex y nueve paites, conjuntamente con más 

ai 100 000 irabajadom de Parii que participaron da tan vibrónos ¡nambiras u manifes- 
lacionti l tuvieron representado» loi depnn¡-.{.¡ ,in:u i.i.i-. ( /r Canadá. Estados Unidos de 
Amerita u di i. ./'.. foi paites europrol ifirfui/rndn Alemania u Austria u por supuesto los 
,-. poi (i. ■■ ..', fa [ R S S 

■ i lado en tal) importante • 
ponina» amtfasríttat tí. torfo el mundo. 

Tan ai'irid, n,, el íjrito ateantado que w rtialviá tealizat dos 
loi primerai meta del práxin 



míesiación de tos de- 



/:;.:,:; 



■ ..ir. n r#r de la de Perú i 



.'.;■•'„ 



íníírnu. iiirMÍ,". 
año de 1935. Uiw n 



El deporte obrero internacional 



litmoi recibido ■' Hiit!,-im d'intt,tmatiani tpoílivti inicrntilionalrs pour lu pti-ne" . 

níiiiiju . -n i ..(m iiíjimiii' ,n idioma frontil. Compone el material del intentante número una 
¡tríe de informaciones del deporte obrero en Europa y en America del None. 

I ji tranuiipaun ,1,1 lumjrio del numero 4> .juí *i el que comentamos, daca una 
uro íiibul liií intefii que preienta el nutrido maten.:' deportivo del boletín; 



1) I'or In unlfbil dtl deporte obrero. 


hlorno rani -iu.. í- i-ermiüi In entrad* do tos 














i., rn-, fli Li -i- portlira di nnldtd ■<• Suin. 


.i i A if nonaaso no lm alado renrexentado en 


■ i 1 ■■ -il-. iii i. ■. ir.l-l. i-,u«Totiw contra tu 

'!■ '■ liíir I.- 1 . .1. |„.| 1 ,..!., r.ij" 


ri Loi it<i|KiMiaUi9 obrer» ne pronuncinn con- 








3) It cu Iludo» dtportltoa. 


.1. p.i.rin-.. .1. l.'l-lr i»ir It unliloil de lu dot In- 








i> 1 "" < t. i..i ..■>. it. unidad • r, .1 - ,,,. 




















Il -v...,.- , i., i:,.i ,i. i ,\.¡- ri,. Anns il- 
















li i Hi d di i-. m. i. uni rio ■ 






ni rúen»» armadoi para In guorr» civil an- 


1) D*l mmlmiriito deporUva obrero 
International. 


1,, Uni. f'i.-iU, d.. defaiiH en lU-lehenlierc, 






lib n Ii 1 Ii 


i i ;■-.:■ .r.. antre 1." dlrisaatea. dpi deoorte 


hi Lot IlL.lni.li.r .1. . 


S) Mniinilento deporllv» burïu™. 




m Loa Cutbollalai burjruaaea Imlundiam nrotca- 



Il II 

NUEVA REVISTA 



REDACCIÓN Y ADMINISTRACIÓN, 

AVENIDA DE MAVO 676 



1.20 
2.40 
0.20 



gocio situado en la calle Cuyo IGfil. Par- 
ticipaban de las conversaciones diarias. 
Antonio lîartoli. Vaillant, Palles, Cobas, 
Ramón Garda y ñlgún otro. Antonio 
Bartolj había sido redactor de "El Per- 
seguido" con los pseudónimos de Anto- 
nio Brcnk-r y de Ailotrab. Amigo de 
Troitiño. otro dirigente anarquista de la 
época, y de Ramón García, había estado 
2 años preso con éstos en razón de sus 
actividades. Pero había uno gue se su- 
maba a las reuniones y quo suministró 
la mayor fuerza ideológica y organiza- 
tiva: Enrico Malatesta, Fué, en efeelo, 
este militante anarquista italiano, mun- 
dialmcntc conocido, el uue dio al movi- 
miento anarquista en la Argentina el 
empuje de que había carecido en sus co- 
mienzos. 

A la relativa claridad con que la ten- 
dencia marxista planteara su posición do 
clase, sucedió un terrible confusionismo, 
impreso pur la entrada al movimiento 
de elementos intelectuales burgueses que 
sin una posición teórica clara ni una de- 
finición de clase precisa, trajeron a él 
todas sus taras. Mientras los anarquis- 
tas perfeccionaron sus directivas, los so- 
cialistas tomaron por el atajo del más 
crudo refonnismo bernsteniano. 

No es un detalle sin valor que Juan 
B. Justo, fundador del Partido Socialis- 
ta y su teórico más preciado, llegara al 
"socialismo" por el camino de Spencer y 
do la biología, a semejanza de M.u Do- 
nald. i-I líder laborista inglés. 

Mientras los anarquistas debido a la 
influencia primero de Malatesta y luego 
de Gori sumaban a sus filas hombres 
do acción >■ de pensamiento, los socialis- 
tas se reducían a una chata y mediocre 
tarea prosclitista. 

Pudieron asi los anarquistas copar el 
movimiento f imprimir sus modalidades 
a la clase obrera organizada en sindica- 
tos. Los socialistas pagaban así el aban- 
dono de la política de clase, limita- 
dos en su acción a un practïcismo sin 
perspectivas. 

K- iiu.- Juna n. Junio, <■! u-.iri.ii codai - 

■' <il;i. no ero man nue u-. político 

,i< n i-uryui i.i one ae vez en cuanao » 
irritaba con su clase. La lectura de sus 
obras, penosamente mediocres, explica 
mejor que toda una historia la causa de 
la falta de vitalidad y de influencia di- 
recta del socialismo en la clase obrera 
organizada. Si es cierto que las concep- 
ciones de los dirigentes sindicales son 
en sus líneas generales idénticas a las 
del Partido Socialista, en su mayuriu 
son éstos enemigos del partido. La in- 
fluencia, la práctica reformista no la 
aprendieron de Juan B. Justo y sus dis- 
cípulos, las recogieron directamente de 
sus fuentes europeas. 

Pero el análisis de estas circunstan- 
cias la dejamos para un próximo ar- 



FAUSTINO 



JORGE 



UNO MAS 

/-/ célebre escritor Víctor Margue- 
ritte ha remitido la siguiente carta a 
Vaillant-Couturier, que copiamos del 
número (/<■/ 19 de octubre de "Mon- 
de". 

"Mi querido amigo: 

Profundamente asqueado por todos 
lo que estomas viendo, estoy conven- 
cido de que sin una completa trans- 
formación social, vamos hacia un irre- 
mediable caos. 

Es Por eso que¡ deseoso de contri- 
buir a la obra de reconstrucción que 
se impone, y cada ver más persuadido 
que, soto, "la unión <!e los trabajado- 
res hará la pas del mundo", me oitha-- 
ro u la "Asociación de Escritores y 
Artistas Revolucionarios". 

Le ruego, pues, inscribir mí nombre 
entre los de mis amigos Rolland y 
Barbusse, de Juan Ricardo Bloch, Mal- 
raux, l'a'-il. dono y laníos otros ca- 
ntaradas t¡tie luchan por el más pron- 
to advi nimiento de la justicia, de la 
solidaridad y ¡le la dignidad humanas. 

Víctor Margueriltc. 



nncvn reviütn 




Desde los grandes rotativos boato los 
periódicos de banio y desde ln= tribu- 
nas lii! Parlamento hasta las de las pie- 
zas públicas, ie nos viene repitiendo la 
vieja cantinela de lo mucho que ■ ■! til i 
debe o las empresas ferroviarias. "De- 
I , i,,,.. — según esa predica — al eatii- 
tnl ¡ne-ló* los ferrocarriles", sin las ent- 
presas británicas "no tendríamos i i de- 
mento i 1 " Di-ocres o" o, como dijo úllima- 
men'" Rpnetto. m»cho le debemos a e?c 
"CDpitalísmo =ano". 

TsTm afirmaciones profn*arncnte o ■■■ 
papudas en los últimos 70 año=, han 
terminndn nor formar cierto ambiente 
.i ■ realidad. 

; n„;¿n. basínrlrne en In información 
nerínrl1=Hca cvrienta, no su none une 

,!e !na eonstr *inTipo ferroviarias (>n ls 

o..'iri>nt r nn_ se lis deb"mn<: a los capita- 
Mi'ini ínelesps? la »-("-dnd ps ohp la 
iiiii-i-iiv:. u pnnstrttecin'rj de las n-ime- 
i:.. línea* f. -I..-H ,-. T i .'> nafa es oh^n de 
Crinllftt. Sñln ]n venr.ll.lnil y suniis¡,'„, 
ni CBTIÏtal fin.OT'rierO pvlinniei-o de niniP- 

llo= (mo nri^ h*n cobcrrindo 
fechn, han permitida nue «'o enorme es- 
fiie.'n. o.ilfl Me rifo nnt'-!'"nnio. hava 
caldo eii mnnos del imnnrinlismo v oui 

<-nn él obtengo uno de loi mm imDOr- 
t.infes y e^tr ■■ (■"■■■■ ■'•■■■•--- elementos |>;i ;i !." 

rinni i nnciún econóniica <li I 

Rl ii-lmer [cxroearril fué de in&lalivi 



Con 



i-l : 



iño I8fi* ennniln. riratrlia- 
i . In horîdns de Oh«pfa«, nolübase en 
Blipnrm Ai-es n n verrlnrlem nidoi* cons- 
tructivo, avivndn nnr el rPcrresn de een- 
tenni-ei d« hombres que In ti«-nn!:i rJe- 
pnrfara y "■"■ en su ambular nnr otroq 
pairàen conneïernn los progresos tÉcn : - 
cos del 



Peinando rana" nnra el nni« el tíem- 
n :rd<do míe In hnbía colocado en enor- 
me retraso resnecto n nt*«« partan ó-l 
inundo — tales como Canadí oh» ■!■■■ !e 
1836 >'-h" enn más de mil kilóme- 
tros dp vías férreas — . un mielen dn co 
murciantes v vecinos de In cindftH For- 
mó u»t emniwiaa nue =e llamó "Socie- 
dad del C-nminn rjo Kíe...,, ,] e Bueno? 

Ai ■ ■ al Oes! ■" Pi aban entre n 

orp-nnirodorns H«ri»no Mirri Taime TJa- 
vallnl, P '" indí M. P rico, rt Van 

Prnet Norbi'rtn i),.. | a Riestrs, etc. ÎJI 

entn-iíi-i-i ■.,■.„•;., , nonulnr dispensada 

enorme cpntidad de pemipños p^onieta- 

rios v emt>l»ado* sp anotaran como ad- 
onii-entes de aceinnes. Fmnero, al cons- 
tituirse la Sociedad Anónima un» yrnn 
ml, it esos su, -i int. .res. anofadns c"in 

sfmo -"i. erii "■■■- h si ibilidades. 

no midieron nbonnrlaa creando así di- 
ficultades a lu inciDïenl emp e -. 

El omita! rpnii*adn de B millonea de 
pe=os no era sufielente. Al terminar di 
rnnst-inr^e ]rm primeros 10 l-ilóm.-i .,,~ 
-" habían gastado más de G 1/2 millo- 
nes de i' oí moneda corriente, equiva- 
lentes a no mil argentinos. 

Líi p'-oTiez de capita] hwro concebir a 
■il- directores una extraña solución: 
oro pu*¡eron al (robierno modificar la 
concpaiiin, de manera ome los permlti"- 
tn iitn¡73-. -r, luear de loeomotrrms de 
"■■a'bi'm fósil", la trardÓn animal, ar- 
guyendo nne "el csballo es tan barato 
en el nm's"... "produce es verdad me- 
nos velocidad nne el carbón, pero sin 
embnrr/o. lo suficiente para las necesi- 
dades de] estado actual 'I" nuestro paie 

'■' ii i' rul "i ■ lin.- ■ ¡nui" ¡lili !;i 

catástrofes consieuientes a! vapor, las 

..I fueffO". El L-i'hierno it- 

■ proposición, resolviendo en 

cambín adquirir acciones para permitir 

que la empresa siguiera adelante. 



El ferrocarril fué inaugurado en 18&7. 
después de vencidas innumerables difi- 
cultades, entre otras, las que le opn tíi 
ron los vecinos de la sona por dond 
ato i- ' aban Ib i lo . ' ti osos d ■ 

■ s" "monstruo de vapor" pasara tan 

■ res de us viviendas. Ante la hostili 
dad de psfi parte de Is población el o ■ 
biemo bubo de autorisar » la emorean 
s im1i.i-.ii árente armad i pa¡ i d fen I 

coi tru clores. Contra la prevision 
de Ion Iniciado ■■ di sde a] 
c te Ferróos ril dio coeficientes mavo- 
re» de 50, l •■ < ¡vale o una utili- 
dad tic más del «0 0. 

La provincia de Buenos Aii ea adon 

rió "-i 18R2 las acciones Li alan lo 

pnrtieulares nuednndo asi como üníen 
nroníetaría. Desde entonces las cons- 
trucciones avanzan ránidamentc. Por ;! 
Oeste e ■■• Mi nden hasta Trenque T au 
nuen, DÎsândolc 1"- talones a ln= indi" 
Pn^ el St,r se trnraron dos ramales. Uno 
„ Saladillo v el or>-o a La Plata. Por el 
Norte las !("<>»« lle<»av)n hosts Per. ■ 
mini -' 'i. Nii ni ■ . Colón |t Roías. Estr< 
red i ■ tnnte prósoera y oue litraba Im. 
porta ntísimo^ rent ros de producción, 
contaba en í^^n enn nuis de 1200 kiló- 
metros di vías. 

Es entonces, cuando ya había han 

ClirridO el tie im m -nfi.í.M^r. n imn pni .'_ 

,1, ' ... I . 

|,.- in iniobn i- i erminai o 

53 s i-ii ' tros de la fe ■ ni i 

lue llamaron del F. C. Oest. 
metro la del F. C. C. A. y el n ¡" del 
F. C. S. rodo fué adquirido por suma» 
i rifar i orea a su verdadero valor. 



i ■■ i'i ^i"' 1 ' ii ii-i 1. 1 tic con 1 1 ii' 

■I" |ii>r I" i-:i|i)l:ili ¡ :i im-li ■ , r 

planeado: obi c bi ■ 

generalmente al inau- 

■■ "' 'n !■< vin ■ >;i li!il>i:m i-eiili-.Mii] 

pingüe negocio, 

Vea i El iniim-i forrocaí ril que 

■■ v.-..." i m- el R 

■ 1..1..I. El gobler Bctonal, aderuái do 

■ i 'lo di i pago de impue ta >■ dei ■ 

■ hot de ii'i i, le n i'nii. n In empresa 

conalructorn unn legua de tierra n cada 
lado de la vía. i inn i>. 1-iin.n ¡i i., i:m -■ 
>|e todo el trayecto del feí pocai 11). 

i ta de esa 1 1 n oxl eru ion d 

tierra, con una superficie i qulvalente o 
v. Inte veces la del area do Id Capital 
Federal, ha producido a la empresa más 

le i" oue costó Id i itrua I Ii i ( 

rn carril v aun hoy le auedan a la n n 
i-i- .i filiales (¿i doblam tente pora 
ocultar util ida da ) como Id Compañía 

loba Land Ltda. y otras, lo 

de campo y gran cantidad de lotet 

de i.'iie n lo* pueblo de la linee 

■ «tan un capital de varios mi 
Dones de pe o i, 

i oí impoi iiiui" ramal t de ei ti 

,'■ i roí it ' i 1 n-- fui loa por la 

■ obíerno " :i 

.: na ■ 

,,. ,.. ... ■■ 

> ■■ i"< ■ i VIr..M. : Bi.eno, Afras- 

Tigre; :■■ n '-.'ii'"!.! l'en i in-.-Cnlini- 

i;..¡;i : I.iij;iii-P>'i'!.'¡imiiiii; Villi, r„„ i¡ 
tución \ en ado Tui rto - Rufino; Vena- 
do Tu to-RIo i"; Rosario-Ce lid i -Cru 
Alta; Villa Maria-Hfo 1" y otros. 

l.,i mayor parte de laa empre be fo 
n ovia ■ m e ctranjera ■■ do hall Ido la 



constructora di u actual* linea 

, m li. ti, 

Id n i' uída \ 'i E Indo o i-' 

r."\ m. ..i- v ni,, im ■■ ha Ido i om 

prob "i" u h i- lo 

lian iii" mtinin nlii \„.¡ !.. 

impcrioJi la , Poi ojomplo i ; 

in"" c i"" al E lado tai linea de Vi 

lis Wc i" a ■-■■in Luit, il 

San .lutin: de Villa Mercedi \\ Illa i ! " 

■ tferci do s RI I 

villi. Maria; Rufino d Villa 

P, i ■ ' ■ ' ■■ doba ■ ■■ ■" i ii 

nao del not I ■ dabi a 'ói 

dobs a Tue In; Tucuman o i fiumbi 

Hui v lu 'n ' I i 

I ' . : 

'■■m'.- -il ■.-■-■•'■ ni" provini la!, Igual 

e ti odió i i F .i .i. in'.- RIi 

nue ha ta I80E I in tambli ■■ i 

dad do i < in. in 

i' ■"■ i la in i lo I '■ Ii la 

i- laiWn '■ ■■ hi ii linn Ido ' pot ; ' i 

un" del gobio i'ii.'ii i n divci a 

Spoi a compró i d ■ ompi poj 

. ■■ ,i .-i ramal da Córdoba o ' Il u del 
lilln del Monte, luego a otra 

i-i r ni d "" f ■ -il" ■ i '!■■ '!""■'' ■■' 

v -i .h lin . ni. mu |. i v.. tiloa). 

i " I ■ rlli ..ii ató) ii n-i militares, 

invocando ■■ ta ri I v C, N, E, t\, 

V unv i la Bmni 

■ ! . 



Escuelas v Facultades 
al servicio del Papa 



Fn la Rtpúhlirn Arcent'iii lo 
enseñanza, de acuerdo a la leí co- 
nocida por Avellaneda es l..\n \, 
gratuita y ohli^atorin. La Com- 
ulación Nacional eatablece que "n 
el pais liav LIBERTAD DE CUL- 
TOS. 

Fl Congreso Eucarfstico hiso al- 
vidar tedas esas "vanas palabras" 
a las auloridades que tienen :i -u 
rarco la instrucción pública del 
pais. Eu car is Uzad os como eslab " 
transformaron "in mente" esas le- 
yes en simples manuales de ni ' 

i -i.- n.-.i Se leen, se recitan ¡ 
procede en contrario, (jue siempre 
hay un buen padre de la mad"' 
ie.lr.sin que los libere de lOí | 
cadoa cometidos. V par tí de la me 
vilización "no obligatoria" OjUí 
efeetnó en los colegios de ensí 
fianza primaria, media v especial 
v en las Facultades, en turna -'- 1 
Euca rfs tico v de la que se podrís 
hablar con amplitud, citaremos 
tres caso-, concretos que demiici- 
tran con claridad romo las <■-■ u 
las primarias, medias y especiales 
i lu-, ¡n.siitiitns de enseñan 
perior estuvieron al servicio de la 
iglesia, en contra de leyes tan 
fundamentales como lo* señalada - 
y de los intereses estudiantiles .. 
culturales del país. 

Bn la escuela N u 9, del I l 
colar IN. situada en la calle Las 
lleras N" 8084-96, edificio fiscal, 



i a In ca- 
lle Billinehural se enclavó un es- 
cudo eiii-iinsliti, (".'mu Iludo en rii- 

lores del di ■ r s< fin. Rn la 

, -,-,,. i, i,, rmal de Mai iros \" m 
de Belarano. ralle .1 de Febrero 

:?:m. todos loa dfa la al as 

eran concent radas durante una ho- 
ra de laa destinadas a das.- para 
one aprendieran v ensayaran el 
himno del Congreso Eucarístleo. 

I u i diversidad odís si ■ me 

noe. Entonces In Facultad da De- 
recho v Ciencias Sociales, 

ción oficial oue debió, como todas, 
guardar una celo a preí i Indcru ía 

tn asuntos religii al 

frente en hornera le al Congre o 
Fiicarísiicn -, desde -n tribuna, uue 
lin% ruin., ¡i . er, con el profe oí I d 
. í-ii Italiano (Uno trise con Clo- 
domiro ZavalíOj sin,- loa inter** 

rie la nuis cruda r--;n i i"ii. lizó 

para realizar propaganda cuearfs- 
tica. Fué un hecho tan deii lado ) 
extraordinario, que motivó nada 

B uue la cen-ura del diario 

"La Prensa" s. colocó nueramen- 

i;i Pai altad de Derecho — 

en manos de la camarilla oligár- 
quica ) fascista — al frente de 

cualquier manifested ini vi "■ i 

del campo reaccionario. 

Ejemplos como los citados — 
tan sirios > tan ilustrativos - Ins 
ba\ a mont/mc i. 






i,- ,i. i:-.|iii Blanca 
i lordillei n llegond ■ h i ta 

El vnloi " t-.-iii'i-i,'" Ae lu m inn m ■ 

I i'". I ' D 

tniradn " l " a el ■ 'a da " 

(■i mu' debido ■ ■ ■ 

r[n un insignificant ill i i ■ ■ 

■I" I'll ll ■ I" Il IMlill 'M |," 

i ■■ i In ■- i,i 

f. r, U, E. \ obtuvo la c ■ I6n ■ 

toda ■ n venta 1 1 lib a Introducción 
de mate rlalt in derei ho di aduar i, 

n bvención directa '!<■ nueve millo 

i o etc. 

i ■ 'i '■ n. la ■■■' lí- 
nea e Irntogli n del ad recibió i ■" 

■i ■ te le H' ' ■' BU . ■ pi " 

il 'liiui m-."', --i eo i al <i ■ la lin"!* 

v nu.' i ■ ¡i -i, ...n d 

. .., ,., .,, ,, ,1-,. i,< m, ..m. .m 

Tierra ii- 1 Bnd \r\ ■ atino la Cfa ' : " 

i me 1 ECCÏ V, ' Ii Tl ... ■'■ 

[ ,.!-,. ... i-, cía do P 
i ■ Idema s '•- • ni 
,-,,.. i .,,-, ■',,,, |i 
,i rii ■■■ del \ , ..'i. d 

I.i m □ ■ le I r; ■ 

invi- ii-'i.ii,i . auli . 

. ■ i proyec- 
to da la línea e ti al ■■ '■■■ a ■'■ i ud fui 

i ... ■ i.i i ■ ni' ni" de i'i ' ■' ■ i > " ■ 

blli .. ri Di . M i Oui a, quien ha 

i i,, abocado de la o i i del I ■ 

i . 

■ M, I..I ¡o ' . 

i, i .i uni de i'i"i"i ".i A Icni ta, tam- 

i Ib ido a e D rerrnviorlo». y 

[end "" tn di Obra Pública el Di 

Ri Mella, cl Üov nóblico d 

l tere e ferrovial in i Ii ■ Di 

Id, ,,.. di la dn . i... ,-. Ii ill di ! : 
C di i R Ii i- I 

, inn ' " "P ' ¡ ■ i" 1 - 1 

,,. I,, ni im 

■ 

nil j,-.,, ion . conómlc i i lo "" ,i! - > no 

,i, ¡o i.. .i .- i'i-ii" ■". ml 
I 

■ india, ' "i"- 
■ ., n dt u 

[ nrrili . ■■■■!. pi ;| COII 

otro .r. i. i. 

OSCAR MONTENEGRO 



h h c t a reriil 



n il r t n i i' » i ►. l .-i 



liferafura m liV»t*o.« m auicres 



El «estado espiritual» del Sr. Calzetti 



pli il.' 



min «nitro 
-■•■ con lo» 
rio qlJ* it- 

■ han lo 



, [OC 



i hiela •! -ihi'i 



podrir.,,;,,.. 

> l>' 



lido il mundo cl lo- 
i ata rli t¡ co, 

...,,, . ...: .i. ifio ti ■ 

no k hin (fpucito li 

iparece en lit 

i- revela 

■i n <i .i i 

■,.■..,. 1,111 'II, 

Hi ni. . 1 1, nil i li molí 

rltO III; 

'!,.!.. di Cat- 

Bl Si i I 
i "Ful mantilla: un anbrlo 

n,. ,,i, ,|,| i ,., ■ . I. ■ ,. ,.i. ,i. ¡uil ¡i 1 1, '"i 

.' .1 mi Hi i ron i 

I. En i ii |0, no loar* 

i -i pun un 

lut pot lo menos sepa 

■ [H .'.i mu ¡imo 
iqui ii,. qui i. ii, . , 

mi. ■ nil ii i. dcu :." ■ odioa: el maierialiamo 
■iiiii'ii'" .'i ■ j m n. mi. i "■.■mu rop« rehería 

del m ii ■ limo" Mo to< u i i" otros a 

III i.i r>.ii'jiic ello obligaria a rs- 
cfffaîi un "Anti-CilMiti" donde te regia- 
posiciones" que con un -\~-.\<m 
LldllO IlOme il .iiil.ii I 1 I 

1 i ' 'il ''n 'in. " i. .Ii- 

m.. Mi i(d t¡< r' '-.mi i.'iiiimii.'. ¡ncompi 
ni''' ■ ■ ' i| lyui ■■■ i ii l.i opinión de 

Waldo l i ml !"<<•■. ,.ii ■ ii .i. ■.■... i ■ i . 

■ ■ 

Iiuiii 

In poblad ' m ' 

,i,< ... i .i lui,. 

- n, „.-,, ;i biin ■■ 

b dialéctl i m 

■ I. Hegel In. .hi 

■ ion .I.- !.. inmóvil, .1. Ii l.li i 

I i ■. .ill. I i.l". -, . n'. mi,', en 

in metafísica, 

i' 1 " ii '■■<■■■■ ' ■■'"ir mi m in del ,-,. 

'"" '" 'i".- (i i ii «i ii ley del pto- 

■■ o "i qui n .1 m ]■ . i, n. ..,■,. not m ta n.i- 

'"■ '!■ i ptru i, m,. Independien 

■■.■!■ -m ■■■m. nido de li materia en que 

i. ii.i,i. n,.. ,i ,i, i n 0p p 0r . 
■i"' la dlallctti ' ■■; <l proti lO, pero jel 
protcio de qui .1. 1., 1,1 , 

■ !"■■" ■ .1 mundo ■■■ .iiiikU.iI.. n.... i ill ■. 

'i' '■■ ii que 1 1 M-. i que ■■■ 

■I.- irroll i v ..m,., i [m pe, .., 

:'"" '•< m ■■'.■i'Nlili.1,,1 . i,,,,- I., |,l,., 

■ "i-, .in. ni, .. -.i ..i,- i ■. i. . 

la 'I" 1 ' ■ i'ii- m' admití i,-,,. 

(narrada en 1 1 [di i di 1 1] raniFoi 

' '■ ■■ ■ i ■ ifîïi' i l - m 

■ ' ■■■ II ■ '■■" ■" .1 tin i.l wnoel 

'""' ■ produci il m, i, .i m ii, n, i,.. 

w di ilfcilea i ., in.n.H i ., i, ,„. [..,,., , 

faon i. lei ■■ .(. i, dialéctica i t., dïalf 
ibl . ■ undo ne b «■ 
■ iplîej ■' 

■■■ inttpin 

|,L ' ' un ■' compn ndi rtn li orra, 

u*i a Invencible <let marxismo 
Mai ■! Si I .'.n qn< ■■!„, mantilla" 

"■■ ' li n i '' "i n m in ,, ■■ i ! 

erdadtro ma- 

iin.iiiMii.. ptro ¡qui diría Hi 

■ interpretarían ■'■ 

I'll II. -M .1,,,., itmiramen- 

■ ■! «ri: m ,, ■ .i. .- ,,|.,, ,i 

f\nti Mari . como un abdico . u ilqoiera 

'!'■ Bi l.li,, m i. ,. ,.n,i. ,m L que i, v,i.. ,i,i, 

referirte a i 

» Jirl i ul .i rtapetac ,i M.ir< v qui- 

■ 

m.,,, i, 
ttreera rare- 

■■ - 'ii", i ■ i . i ,-. i , 

B ,. i, ..'i-i.,. ,. i., i,i,., ,,.,.,,, ... ntl ,i menK 

■ ■ 'i» >pn nderl i, pti i 

1 »1 "' ti Falta ,i,- mu i.. 

mi interprei ici [■ i, h,,,,,. 

tu. dt la utatatau y dd ptttnmîento v r . 



D, ,. 






duc* ,1 plantain 

«uni -Jico en mi 

■ 

■ 
,' ■ ■ ,li ., 



:n(o de loi problema» al 
} absoluto del espirito". 
i, Hlitoria". 
imbîi -, i.'.l . "piitïitico" 
la fuerza d,- Ii dialéctica 
m.ii de una va ho dtbi* 
de en entorpecedora 



Hegel no 

térprt 



qui 






i cl i 



v molnia Idea, Megan I 

■ I pi n- imitntO lu de net ca- 
par de probar ligo; i¡ li lóftiea ha de exi- 
pir que se den prueban: ■,, rpiirr, )C r la esen- 
cia je la demoitración, debt, ante iodo, ttt 
capaz de probar tu propio contenido y de 
demoiti i mi necesidad" (Lógica, píg. 123. 

i in in.. ,i. ii Ovejero y Maury), Fia pruc- 
. h contenido no lo 

■i I I., una attraction como m pérfida 



[dea 



i la i 






afir» 



'prueba ru propio contenido", 
lia ta m en te a nueitri» «émidos 
cuando la actividad práctica te aplica sobre 

rila Han lo deurrollai .implbmentc la 

■ ii.i tire liberándola de las atad uní mcra- 
fíiicjs de la l.l. i. porque '-"I 1 " invenir loa 
irquc para íl lo Ideal "no era 
mat que lo material, trampueito c inter- 
pretado en b cabeza del hombre". 



(eulónica le dijera co- 
mo en »u Lógica (pag. 14): "Nadie duda 
de que para hacer un par de zapato! eí pre- 
ciso haber aprendido y ejercitado el oficio 
de /apaiero. aun cuando cada uno de nor- 
otroí tenga la medida de su zapato en su 
propio pie. y lenga manol. y con eliaj la 
habilitación natural para dicho oficio. Sólo 

ni aprendizaje, ni trabajo. E:ta cómoda 
opinión ha encontrado en estos últimos 
tiempos su confirmación en la doctrina del 
saber inmediato, del saber intuitivo". Lo 
tiue para «I caso equivaldría a decir: "Sr. 
Cal I*t ti: en lugar de pretender pasar a la 
posteridad como un zorro que. ni con ayu- 
da de Bcrdbcff. Heidegger y ese impagable 
filósofo por Córdoba que te llama Asteada, 
tontígue alcanzar las uva* del conocimiento, 
es preferible que estudie a Marx y que se 
olvide de esa frase que le debe haber dicta- 
do un genio tomador de pelo: "fui m.intií- 
ta". Pero si el Sr. Calzctlí nos hiciera caso, 
d ¡arfa de ser «1 Sr. Calzetti. y loi anti- 
marxistas nos hubieran ahorrado el pinlo- 
reaco espectáculo de un "enterrador" 



I'.. 



tal 



del Sr. C.ibclli, hllbic. 



1 lege] 



si. al conjuro 

icitado y -siipc- 



Mai 






c del 
Alfredo Monte. 



«Ensayo Marxists de la Historia de España» 

de Fedor Ganz 



Bl ensayo di Fedor Ganz, no obstante las 
pretensiones del tema v el breo periodo his- 
tórico que abana, cati contenido en un pe- 
queño volumen de 94 páginas, dividido en 
'" partea ïïn la primera, escriía a manera 



.lii. i , ido n, 'T,.. i le tu evolución hi 

r¿ rica, Pero cumplida su trayectoria sicen- 
dent*, ti capitalisms deja de ser un elcmcn- 
lo revolucionario para convertirse en fuerza 
representativa de la reacción. Va no je irata 
de impulsar l.l producción Con el tcnondo 
rtgOI de h (poca del crecimiento, sino de io- 
mrierla v ahogarla dentro de los estrechos 

i fijadoi por el rígimen de b bñignc 

■la, cuya total bancarrota va nc es un se- 
creto iii pan elb misma Pero los antaejonis- 
miii inberentca a dicho rísimen se ponen de 
m.inifiesio con intensidad cada vez mayor, 
V cnlonccs vemos rpic del propio 

bursoeala talen toa iriiicos mii 
« .1. -n. .II., I., fueran social que ha de des- 
truirla: el proletariado 

1 n tu.' pali ■■■ detarrallo primero ti pro. 
diicción caolialiitaï Haata iboi 

r país habla sído Italia, pues fuí eo 

paretieren las retadora 

idnmbre. r\al lo afirma Marx en una 

notas al (íinin primero del "ClpTrJP 

1 ap, XXIV, ... -i (Vnti-DBí ^nf 1 
Engels noi habla de 
Italia como "la mas inrigDj nación capita 

lista de b linioria". y Antonio I i briol j ■!, 

ce en sus "Essais " fni,;. s:i ,,„, ], 

li li.ii,., "comenió pn- 

tel que en nintun otít» nais" Sin eml.arvo, 
Ganz considera que 1., Fspaña medieval ha 
«ido la cuna del capirali.smo y ajtgui qui ', 






fcan, Vil, : 



ptosperidad comercial de los puertos de l.l 
ptninsula coincidió con el florecimiento de 
bl ciudades italianas. Según íl, la primera 
manufactura europea fué fundada en el si- 
la ciudad de Ját¡< 

te j id. o i 

iludid,. 

— de Barcelona _. 
óaTniba favorecido por un sistema de admt- 
nïsiracïiiin que protegía eficazmente la liber- 
tad de comercio, y que. en cierto modo, se 
adelantaba al sistema que siglos más tarde 
había de implantar la Liga hanseitica del 
norte. "España — dice Ganz — fué el pri- 
mer pais en donde frente a la sociedad feu- 
dal se afirmaron fuertes núcleos de pobla- 
ción industriosa, gérmenes de un orden nue- 
vo: la peninsula se había adelantado al res- 
to de Europa". Ignoramos hasta que punto 
debemos considerar la evolución capitalista 
de España anterior a b de Italia, pues, los 
datos aportados por Ganz no permiten abrir 
un juicio definitivo sobre esc asunto, pero 
lo .i,ii,, es que el desarrollo capitalista de 
ambos países te intertumpió durante más de 
dos siglos. En España, la monarquía abso- 
luta no siguió el derrolcro de las monar- 
quías inglesa y francesa las cuales, apoyán- 
dose en la burguesía de tas ciudades, vencie- 
ron y humillaron a la aristocracia y luego 
la utilizaron como aliado en b lucha con- 
tra el avance de la misma burgucsia. El abso- 
lutismo español, por el contrario, se convir- 
tió en un instrumento de gobierno de los 
señores feudales y. como consecuencia, en el 
mayor obstáculo para el desarrollo del ter- 
cer Eslado. "En los demás grandes Estados 
de Europa — dice Man en uno de sus ar- 
tículos sobre la Revolución Española — la 



£wA<îer«c< ¿MaLÍev\aAi*ÍAs 



MATERIA] ISTAB - Un 



prtne¡Li.lr, inl*r D 



* CUADERNOS iv 

" «!lrior>M de librn. y 
or fllo.vlflco v lodolí- 
• 1» CUADERNOS 



■ tundnnido ¿ 



itudora. Na c-xclulrí 
wrwnUnt» del m». 
I -lílo XVIII. dt «* 



ünliw.m.nir. De ale mn- 
CUADKRN08 MATERIA- 



• rllKcralhlra , 

rsmlaclln ir» 

>m Inmediiilmii 



■J."«S 



t«i«* ■ p.M» L«r»r« ut . pirn (, [■ i: 

CREE EX DIOS LA Ul'Rf.lESlA; it- 
cuirin LA (1 BSTlO» IVOIA, de Cr- 
io* Minr: LA CllN'Cf.l'LION MATER1A- 
l.lüTA l>t; LA HISTORIA, de Jurtf P\t~ 
l.nnf: l.A LUCHA IJE CLASES EN 




monarquía absoluta apareció como un centro 
de civilización, como un agente de unidad 
social. Fuí como un laboratorio en el cual 
los distintos elementen de la sociedad se mez- 
claron y se transformaron basta tal punto 
que les fué posible a las ciudades sustituir 
su independencia medieval por la superiori- 
dad y la dominación burguesa. En España, 
por el contrario, la aristocracia cavó hasta 
un nivel extremo de degrarión. sin dejar por 
ello de conservar los peores privilegios, mirn- 
iras que las ciudades se velan privadas de 
su poder medieval, sin conservar ninguna 
influencia Desde b fundación de b monar- 
quía absoluta estas últimas 'egetaron en un 
estado de decadencia progresiva". ¿Qué 
causas de orden político y económico permi- 
tieron que el absolutismo español ahogara 
el desarrollo de la burgucsia v se convirtiera 
en un Eslado sólo comparable al despoiis- 
mo asiático? En b secunda parte de su en- 
savo. Ganz realiza una tentativa de escla- 
recimiento de dichas causas, estudiando la 
situación de la btirnuesía española bajo b 
dominación de b monarquía absoluta y des- 
pués durante b llamada época constilucio- 

La última parte del trabajo de Ganz está 
consagrada a estudiar la situación del pro- 
letariado esoañol. y el papel desempeñado nor 
él desnucs del advenimiento de la república. 
Pero la mavoria de edad de b dase obrera 
española, asi como su actividad política in- 
dependiente se retrasó considerablemente 
debido al atraso económico de Esnaña v a 
su organización política semtfcudal auc st 
mantuvo basta nuestro sitilo. "España — 
decía Engels en su informe sobre el levan- 
tamiento de IB7Î — es un país tan atrasado 
en el asnecto industrial, oue ni siquiera se 
puede hablar de una emancipación inmediata 
V comoleta de la clase obrera. Anlcs de que 
se presente tal posibilidad. Esnaña ha de pa- 
sar por diferentes erados de desarrollo y 
lar de su camino toda una serie de ohstácu 
les La República ha dado la 

• • » Jr aniquila-: 

lídad no podría aprovecharse más que 

de la clase obrera esoañola" — 
mienro revolucionario det 73 fué sofocado, 
y Cánovas del Castillo, que encabezaba b 
reacción, comprendiendo que ya no era po- 
sible gobernar con los antiguos métodos, pro- 
mulgó una Constitución aparentemente de- 
mocrática, la cual, no sólo acallaba los la- 
mentos de b burguesía liberal, sino que per- 
mitía realizar la ficción de un gobierno par- 
lamentario, oermaneciendo intacto el desoo- 
rísmo feudal. Sin embargo, no es posible 
gobernar durante mucho tiemoo contra b 
historia, y no en vano el capitalismo nece- 
sita de la democracia burguesa para desarro- 
llarse. La guerra mundial marcó un íalón 
decisivo en b historia del proceso revolucio- 
nario esoañol: pues, mientras la burguesía 
"que se había convertido en una señora gor- 
da y respetable, enriquecida con los despo- 
jos de la matanza", reclamaba su puesto en 
la mesa de los señores, el proletariado hacía 
su entrada en la escena política española, 
"Desde 1917 — dice Ganz — el proletariado 
es un factor decisivo en la política esoañola. 
No tiene aún una orientación política bien 
definida, está en busca de su verdadera per- 
sonalidad, pero a pesar de lo impreciso de 
la amenaza, la burguesía, por primera vez, 
se da cuenta del peligro que constituye para 
ella: ya no se atreve como antes, a iucar 
con esta amenaza y agitarla como un espan- 
tapájaros en sus pleitos con la monatquía. 
El esnectro de la revolución proletaria es la 
nesadílb de todos los gobiernos. Ftente a 
él los terratenientes y la burguesía indus- 
trial se juntan en un espontáneo frente úni- 
co". Esto explica pomuc la burguesía, no 
obstante la debilidad de la monarquía, no 
se atrevió a dar el goloc decisivo al Estado 
feudal, v explica también como en 1931 
esa misma burguesía, ante la eminencia de 
la tevolución orolciaria, se decidió a instau- 
rar la República, haciendo oromeías demo- 
cráticas que no podía cumplir. Desde enton- 
ces lueba violentamente conira un proleta- 
riado cada vez más consciente del papel que 
desempeña, v que en estos momentos acaba 
de realizar b tentativa más seria para obte- 

Convicnc señalar la oportunidad con que 
ha sido publicado el ensayo de Ganz, en el 
cual, no obstante su brevedad, el lector en- 
contrará datos y lugestiones de interés que 
le facilitarán la comprensión del movimiento 
revolucionario español. 

G. Ltsant. 



VIDA- UNIVERSITARIA 



■ ■oiLi.i nnn 



VI EVA RE- 
VISTA hicim'M una u-Mñn «nen 
panorama uníi ■ i ■■"■ io tn toa 

;'.jie concreta y acfuaí 
.,- mritu ío rjplicactór) 
■l.l pfublema unit.tr- 
tttario. Deítatomnt, lu 

í. ,. .j..-. üliirnot años a partir del acia dt 
uiltmbrt ti'i Uíir.tü K remarcar» 
■ i..; ,í. ,.71. •■ ...ni,, nf. . 1/ fn mmbín casos dt 
entrega de dirigvnttt dtl gremio tttudiantit. 
ante el agudo ataque rearen:'' 
muí notable aun m el año ya casi corrido 
de mil nooecitnloi tremía y cuatro, ¡'ara 
explicar luí fuuws que han motivado ene 
di iparccti momentáneo de lo rebeldía ¡ti- 
vend que agitando la bandera dt la Refor- 
ma Univtrutana libio tn los claustros (o- 
daüia con olor a incienso u tn las talles, 
tan rudas batallas, debemos remontarnos un 
poco hacia atrás para tratar de valorar ti 
movimiento toriondo con el nombrt de 
Reforma Universitaria. Confesamos, antes 
de empezar la labor, que es harto difícil, 
tn la forma unlctica v espaciada a qut not 
vemos obligados a someter nutstra tarea, re- 
ducir a sus verdaderas proyecciones un mo- 



Ub 



icacion 



de la Reí 



orma 



EL CASO PECO 

La expulsión do la Facultad de 
Derecho de Buenos Aires del prca- 
tigioso penalista argentino doctor 
José Peco provocó protestas bal 
liucitnles. Pasó ron una comida 
de desagravio, un acto anodino — 
mal organizado — que no alcan- 
zó las proyecciones grandiosas que 

por su 

ofensiva fascista debió holi, ■, ., ,, 

JIÜ4n.«i"tr[ l ni. - ,, menos claras 

y definidas, otros tímidas } de 
compromiso, c innumerables tele- 
gramas de solidaridad. 

El doctor Peco no es comunista, 
ni "extremisla", su definición po- 
liiícs es pública. Es libera], anti- 
clerical, que milita, en lodo caso, 
en lo que podíamos llamar la gen- 
te de "izquierda" del partido Ra- 
dical. Los expulsante» bien saben 
que el profesor l'eco no es cumu- 
uista y "hombres de derecho" bien 
saben también que aunque lo fue- 
ra, no puede ser ello motivo pura 
expulsar a un profesor de la eâ- 
tedru que idóneamente desempe- 
ña. Ninguna ley ni reglamenta- 
ción a-¿i lo Estatuye. Sin embargo. 
con el apoyo de tn fuerza y un 
tanto sorpresivamente, han consu- 
mado tan grave atentado a la li- 
bertad de enseñar y al derecho de 
defender en juicio. 

Las actividades del doctor Peco 
molestaban evidentemente a los 
fascistas criollos. Su eficaz y va- 
liente actuación como defensor de 
los presos sociale-, eon todo su 
prestigio de eficiente profesor y 
de honestísimo profesional y su 
presencia o adhesión a los actos 
antí -fascistas y uní ¡-guerreros le 
colocaron en posición de enemigo 
que hay que eliminar. A la torpe 
calumnia siguió esta medida com- 
pulsiva que comentamos, que tien- 
de a desprestigiar y perjudicar al 
doctor Peco j que significa un 
avance y un reto del fascismo, que 
no hasta recibir con tan pobre re- 
beldía como la exhibida en este ca- 
so, por colegas y alumnos. 

El caso Peco debe servir para 
movilizar a todos los sectores ■<<•■ 
1 i-i ..,. .1, iii.ii i.,- en defensa de li- 
bertades tan simples y primordia- 
les como las cercenadas con la ar- 
bitraria expulsión del profesor alu- 
dido, a menos que la juventud uni- 
lersitaria no quiera entregarse 
maniatada a la represión fascista. 



vimitnlo tan caito, de tan confusa ideolo- 
gía o cubierto con capas de loo brillante 

esmalte como lo fué el despertar ettudian- 
i,; ,/, i., i árdoba ií,í ¡i,, .- .; ■-.h.\ run pro- 
■ r.íii combativo u que te nos pre- 
icnlj hoy en r%t,>d-, Oli 

jUtgado el movimiento a ttú 
debe negat la Reforma Univcrut.ma' ,Se 
puede ctrrar lot ojos onre la /,, 
da.' ¿Se puede dudar J. 

¿Si debe dar ratón a /.•■■ mccionanoi r/tll 
siempre con ftáíiií política quisieron hacer 
..ip.í:...! ,, ftnómmo totlal ¡an serio, tomo 

una algarada juvenil o como un movimiento 
inventado por políticos aprovechados o puf 
"ejrrrcmiilai profesionales" ? ¿O acaso con 
una falta postura revolucionaria, anti-dialic- 
tica y anti-cientifica. se le debe despreciar 
caniidttdndoti un movimiento Uberal-buc- 
auï-, redundo o los estrecho* marcos de las 
univtrsidades americanas.' Fundamental error. 



TE* <^ -A- <*£-' >~~" '■*' "fe- 



<&~Or*. -i 



c 






as de mil estudíame Mibrc el cinpiln ite- 
ra! en el vnlén de erndo-. ''>' *" Unli c-r: ni... 
15 de Junio de 19IS. ii.-,.,,. de haber de 
ilojado a lo* profesores que se Imllnbnn re 
unidos en asamblea. 



Tan lamentable y tan wietda 

■ 

.i. -,,r: ,■■!! .;, . : .'.■ 

tilica y tencUla 

—ti problema qui . ■', . adtlanlaremoi 

(„■: ■ ■ ./-.ii. olí ungirán J'' 

I / 

I iir:pitl-. .1 í. 1 , ludíanles fia- 

. .Ju, creando uiíi¡ . 1 
{¡■clerical 11 anti- patriotera. AtVTCÓ í.. n ■ 
estudiantil a las masas proletariat, lin oca- 
siones, tignitteó una verdadera '.: 
pttiatitta que asui 
algunos paif.es. cspccia!m,iiti 



HAS! t EN /..l HIOJA m < l I 
CEN \B ¡v... 

. acional >is 
La Rioja lia separado pr<> 1 
mi; g, ;:, rü" ¿1 ; I 

Estudiantes de ese instituto di ci 
(¡oíi .1 al alumno ' ■ u uto I ' ■ ■ 
;',■■ / ... ra otti i qui motivaron tan 
original v arbitraría medida s>' fun- 
dan , n que al criterio del 

■ 
paganda tubvi rsiva . ts con 

,1, ros di ! 1 entro ■ ■ ■ (tan 'il '','' ' ■ ' 
dista de ía 
lejana ciudad de La Rioja en la que 

. al, -,. Has- 
ta en La Rioja , 



. ■ . . . ■ . 

pete a su 1,/, . 

, "jria de la 
I ■ 

-.-,... ,,'.i, 

... 1 ,1 que .(,.. injur a inter- 
1 ftaliitat u fjfui 
. . 
gla de la Reforma t*. ,. 1 1 ■ ■ la 

la "NuiOa I ' ríos u noria 

di i., "iVu.-i- j 1 ,, ni raí ion", Juti I Gon 
.;. . , i, -.,, . ■■;.:, . ..,. f.r. ./ . i.., .1 in 
Ventadas por idtótagoi dt mam 
dt escasa influencia entre la juventud, como 
Kiuri Villafarie y Como, 

La Reforma Universitaria ha liflo uim 
movilización de gtandet capas populan i 

. 1. ■ ¡-i q ' ntfo pond 

huma u ta 

hniüfUJCJ de grandilocuentes tRuntl 
rradietorioi y por lo tanto profundamente 
■:..., . . 

reoo/uefonarj .,.■■ 1 ,, ■■ I ;.-.■.. rita 

pi ,,.-. ño butgui . pían I ■ fn nii .1 la aril 
tocracia que hablan guarecido ■ ■■ ■' ■ I ■■■ 

: 1, ,:i.- a tu oligarqui 
perialitmo — tn posturas inciertas y poco 
claras como su origen lo explica Debí 
mos reconocer «toi tvi.-..- .1. la Reforma 

Universitaria qu lando lo rebeldía ■■■ 

ludiantif y Uganda, rtpttimoi, a '■■ ■ eí ru 
.... t., ma .1 obrarai introdujo la 



■ ■ ■ 

■ ■ 1 I1.1 ii.'- 1 rubí 

■ 
indi finido ipii di ■ 
■ 
qat .Li. ndi 

u, m ,11 ., di* ii-iin >■ 

t ',. 11 -'• " ■■■ i.t, qui id 

qui rio . .ii.i.i. .■ ■ d< ■",■., ... irjoli n. 1 , -, qui 
■ 1 . ■ llura ' idbei i6n di laa capa 

BOpol u. . .1. I , .1,1.1 ,.l 

■ 
loa tatú di int, I 1 

lojo pot [.n i.,, 1 1 del Eje re Íi 

■ .i. .1. ..ni. . 

di pi 1 - ipn "T, poli 1 .1 Si i 11.. i- ., 

prion ta vi ■ ■ Ero pal la uni< ■'■ di ■ 

I 

1. ■ en ti mi ms ciudad ,i- 1 1 

mecha de la n rolu, Rndiantil n ■ ■ 

', mii" poi toda ■ 1 pal ■ -. ■ 1 lo 

.1- \ii-,, ni 1 ,..i. 

1 .-■ ■ iri rifue, 

'■■n.. ..m itiaboa d ido 

laud ■ inti ii mil ipo 

.\i tttudiai m il 1 n,. ,.ii , 

III. III. TI I|IM"II. I .11 1 . . , , 

I. 1 1 .pi i' 1 ,-■ ■ il' 1 . I huit. I. . M] . I in-. 

■■ d pi idui irai .1 m- •■ ¡mi, ti 1 1 

■ ion ill ■!■ 1 paii -. . 1 

I 



Una Iniciativa do gron intere» 

1 un bu 



i del J 



. de. • 






LA "REVOLUCIÓN" DEL 18 






y cubo, tujndo la opinión pú- 

i.i, ! del i ■ al onada i on 

n-, ,-.i.,ili.|.. ■ ,i ■ re .'i- '■ i--" ■ ilifii iron 

ion". En ■ ■ ■ i '' 

. ., i bu diji ton 
■ 

imerii ina" i at un 
. ... 
niveí id id mon ¡< il ) le la rea 

ción clericil y oligiiquïca qui I líl iba 

i , í til toen til cotdobcsa 
leatai 
[lidiantes que iirumpieton dtl 
v llevaron tu griti 
. l.i calle, 
l.l i í de linn.,. ■ -It- . I popítn reetoi il 



lian 
















poi 














pod 


lo 






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i d,l .Jare 






,,, . moi it '■■■ '■■ Ji 'i 11, i" 1 - ! " 

■ i i ■ i '■■■ "■' ii i-' "■ b ■'■ ''" 

.i iño 

■ 

■ 
■ 

, idad ■ ■ m el isunro 

: ■ ... |,i Federación I 

! '■'' 

. ■ 

■ 

pom ■ lin .. 

■ in qui i li 

■ i ■ eniiario 

panalraiv on la Univviiidnd da Córdoba, ocupndr 
dianl*< (9 d- Mtlontbra da 191B) 




i HP ex 



s fi 







F.I, SOCIALIST A/ IS 



31 DICIEMBRE 1977 



Ideolog ía 

Ensayo marxiste 
de la historia de España 

Fedor Can:. Colección 70. 
Editorial Grijalbo. 

c F , C oí, r Ga " Z < Hambnr 6°' '"°> ™° en España duranle la República 
tn IM3 ingreso en Ij taocímhn des remain, el anisles maluliannalres 
Ue enido en Madrid durante la huelga general de oclubre del 34 reeresa 
en 1 936 y eslà presente en diversos frentes de batalla. 

El libro que reseñamos Tue publicado por vez primera en 1934 A la 
edición de entonces añade el autor un epílogo, De 1934 a 1976 en donde 
trata la revolución y contrarrevolución operadas en este pais desde el 
mismo momento en que el pueblo y la masa obrera decidieron tomar sus 
medidas militares ante la ofensivadel levantamiento contra la República 
asi como os resortes que motivaron el golpe fascista. También se estudia 
en esta ultima y más reciente parle del libro la forma especial que el 
fascismo tomó en España y las características de la economía capitalista 
sí bracio"" ™° >m re|,ErcusÍ0 " es y l,s Respectivas de su inevitable 
Sostiene Ganz, previa introducción analítica del pasado revolucionario 
de la burguesía en Europa, que la Historia de España, desde la derrota de 
Vdlalar que supuso el rracaso de I. revolución democrática en el siglo 
XVl.eslaHistoriadclaRepresión.HastalinalesdelXVlII yalolargodc 
casi tres siglos el númerode condenados porelTribunal de la Inquisición 

déte"" iÜÍÍ* "t'oï? f°- "™"° ">»y "I" =" "'ación con las purgas 
de los anos 1936 a 1947. España, desde el aplastamiento de los Comune- 
ros, será equiparada por Marx con un Estado asiático más que con una 
Monarquía absoluta al estilo europeo. La Monarquía española no hizo 
nada por borrar el leudalismo, sino que se convirtió en instrumento a su 
servicio, respaldada por una Iglesia inquisitorial y un sólido aparato 
represivo, que poruña Pragmática ( 1 559) prohibía a los jóvenes españoles 
estudiar en las universidades europeas, rompías de mal saber, como 
muestra fehaciente de su lemor al progreso 

A fines del siglo XVIII. la renta anual del clero sumaba un total de 
seiscientos millones de reales, que correspondían a un capital igual a la 
cuarta parledelcapilal territorial total de España. En I803.de músde diez 
millones de habitantes, tan sólo poco más de 600.000 hablan recibido 
educación regular. Según Madoz, la población productiva del pals en este 
tiempo era de unos seis millones, mientras que la improductiva sobreña- 
saba con mucho los tres. r 

Durante siglos, la Monarquía española se dedicó a gobernar contra la 
Hi lo™ que reconoce la necesidad del desarrollo capiíalisia. Será con el 
siglo XIX cuando el pals comience a dejar atrás las estructuras feudales 
para abrirse a una etapa semicapitalisla, que sólo se franqueará con 
evidencia a partir de la primera guerra mundial, gracias a la neutralidad 
adquirida. El proletariado va a entrar en escena. Ejplica Fcdor Ganz que 
ese proletariado joven y pujante iba a presionar de tal modo sobre la 
burguesía que. ésta, ante el temor de la revolución proletaria iba a 
sustituir el poder real. El Estado de la Segunda República -maniliesla el 
autor- se sirve de los mismos medios que la Monarquía: el caciquismo y 
la Guardia Civil. La burguesía debió .hacer su revolución antes Hacerla 
ahora podía representar su suicidio. Y no la hizo. Las elecciones quími- 
camente puras de 1933 no impidieron, sin embargo, el avance del prole- 
lanado, que alcanzaría su eumbre en la revolución de Asturias del 34 La 
contraofensiva estaba definitivamente en marcha y. con ella, el enfrenla- 
miento de clases. 



ítXt-x ?oW..c;,v, 



*<f 



"-m 




Uim liudu muchacha' dirigiéndose al lhiuiU- ik-l tiZinamu» nam hacer emu 
a In tripulación de un cesto do flores 







Las transacciones comerciales, los mercados, iodo cuanto aféela i 
de ganado de Ol 






PAGINA OCHO 



" LA OPDnON " ir: VALPARAISO. MARTES 5 DE MARZO DE 1940 



"la litoM Se la época b s aille M o critica" 

— ^ÍÍSbfÍÍÑwÍ^ARLA DICTADA EN LA FERIA DEL LIBRO 
EXPRESO EN UNA INTE ««* GAN2 . _ UN NUM EROSO PUBLICO ESCUCHO 
EL ESCRITOR ESPAÑOL ^¡¡¡j*.^ HOMBRE DE LETRAS 



AL I 

Ayer t'n la tribut c ■"' 

Perla del Libro, el prestigioso » 
,.,,,,„■ español eñoi Fedor Gun«, 

diserto sobre un lem i noví i 

-. ñe palpitante ui tu; li 
po captar lo atención de In ' -<■ 
inerosa concurrencia o,uc lo es- 
cuchó . 

Por parecemos de innog o\ ■ in 
U-res, domos el texto de e ■>•' 

p li irla. 

"El ser humano se distin ■ ■-■ ae 
las demás especies m 

co EngéTs, Un» vez más el «r 




tribuna del '.■>«.■ 
■ 1 .tí- Escvil « '■■■ 
■aí, Midrb.tu.-n el 
de China Que más lar- 
lu de i-, ipaña) Waldo 
rich Mann, Aidais 
roa. 

■a de i.' epoci e< inte 

Critica social que sr 

cluso en las oins m.. 

psicológicas de 

, gran ose litïiCÎCT 

!, observador in- 



dio aún pensaba en In den 
pero iiiu.1, despuií el autor de "La 
i ondíción hun inn ¡ n . ¡¿lo en 
lo trentes dond< i dó luchando 
in: l,i causa de la República espa- 
ñola una lit dignidad ele un íUu-cn 

Malraux se siente el último, y no 
el menor representante de un 

Occidente que tal vez esté perdi- 
do. Por cierto, :¡quel Occidente 
tuvo el amor alyo enfermizo de los 
épocas de decadencia por. la in- 
trospección. Lo demuestra tam- 
bién la abundancia y popularidad 



U tuda en Bu 

■ ■■ ■ 

■ ■ i ■ - ■ r r : i ■ ) 

de libros cow 
ruecon leído ¡ ■ 

pt ■■■ cada ■■. 



. de P,c. 



■ de Reí 



■ 

IV,.... i . , 

r¡ i ante todo i or I: 

iclias su ■ ;■ 
■ ■ > 1 , rev.tli 

■ 

numen ■ 

■ ■ 

i 

■■.-■ ■ 

■ 



FEDOR. GANZ 



\ l (\^c^ o 



HoX\ 



aNü^u 



^ 



MfcfclfcuAltftl 



OPINION". 



- VALPARAÍSO. MARTES^ MARZO DE 134Ü 



• * jj ."-<•-." ■■ 



PAGINA >li;ïfc 







■colega de Coauimbo y del 


llioiecas 


'\k-.':i.l- 


cüu alguna otra Cuente, mani- 


Huim- 


festar al subscrito los dalos u 




documentos, que sea posible 




agregar, para lo mejor veraci- 


^Bohre 


dad de los hechos que se inves- 


■n la 


tigan. 


^B na- 


Agradezco muy do veras las 


^B aar- 


averiguaciones que puedo prac- 


nlino 


tical' sobre la cuestión citada, 


Horme 


que son de sumo interés, según 




>nar 


se refiere en la petición formu- 




dez, 
teca 


lada al subscrito,. 

Saluda muy atentamente a 




GSla 


Ud. — PEDRO PACHECO P.. 
Alcalde, al señor Director Ge- 




ten- 


ral de Bibliotecas". 




on le 

M ..... 



¡el cerro La Cruz 
pon Pr»v. de Sanidad 

i mal estado. — Los respon- 
ds v el vecindario sufre las 

terca del ascensor y otras 

Irmalidades 




QUILPUE.- 

i-a Escuela Vocacional N.o 90 funcio 
nará este ano en la 95 de Quilpué 

pÍSSmÍ"^ 8 FUNCIONARAN ESTE AfiO A CARGO DE 

™ AL TÉCNICO. - SON GRATUITOS Y PUEDEN 

ASISTIR TODAS LAS PERSONAS QUE LO DESEEN — LA 

MATRICULA ESTA ABIERTA 

ayer la Administración del Ser- 
vicio du Agua Potable v Alcanta- 
rillado, con la última lluvia cá/é- 
nuestra ciudad 20 mlllroe- 



.IJ'LI i. 



hediondez y amenaza a la 
salud publier., debido ¡i que. nu 
ha procedido a arreglar un 
desperfecto del desagüe de una 

propiedad en arriendo, a las 
sanciones indebidos a algunos 
negocios de refrescos y 
rtidad de aplicarlas a negocios 
que las merecen; en fin, humos 
anotado las principales anorma- 
lidades en que vivo este popu- 
loso barrio de la parte ulta de 
la ciudad. 

NUEVO LUNAR 
Denunciamos el hecho que, 
habiendo un ascensor en este 
cerro parece que no existiera, 
no porque no se note su insta- 
lación, sino por el personal que 
atiende el servició. Es evidente 
que hemos constatado algunas 
excepciones; pero ¿«tas son bas- 
tantes extraordinarias. En el , 
personal que tiene 3 su cargo el 
torno de cobranza de este as- 
censor hay ciertos elementos 
qw carecen en absoluto del sen- 
tido de la responsabilidad, 
creando a loi pasajeros un 
verdadero malestar, por el tra- 
to insolento iyw reciben de 
aquéllos y por la pereza en 
despachar los carros con exac- 
titud Muchos empleados 
y obreros llegan Cuera de 
hora de trabaja " " 
riíseo 



Eale aña habrá cursos de Eco- 
comía Domestica, tejidos a máqui 
na, modas y confecciones, lence 
ría y juguetería, Todos los CUI- 
ym gratis > a ellos pueden 
concviTÍr todas Jas personas que le 
deseen . 

Este año se han recibido dos es- 
colemos Joaquinas tejedoras > 

iros materiales que serin de grar 

lilidrid para las alumnas. 

LA MATRICULA ABIERTA 

De parte de Ja directora de '., 
EsCUCla Superior de Niñón N> 95 
señorita Enriqueta Ortiz, se avisa 

las interesadas que la malricu- 
a íc encuentra abierta y puede.-. 
'.■incurrir al local de la escuela 
ionáe serio atendidas diaria- 

Liis clases de la Escuela Voca- 
cional empegarán a funcionar el 
15 del presente. 

A los padres de familia (am- 
blen se lee avisa Que pueden pa- 
sar ya a matricular a sua bijas 
pupilas para lo; cursos prima- 
rlos ol local de la misma escuela, 
& 350,000 RECAUDO LA TESO- 
RERÍA. — La Tesorería Comunal 
de osla ciudad recaudo durante 
mes de febrero la suma de 303.000 
pesos oor coneeplo de entrad; 
municipales, fiscale; y Caja de 
Amortización. Esta recaudación 
constituye un verdadero record 
para nuestra ciudad y es una de- 
mostración evidente del projn-eso 



ABONOS EN VENTA. - En kl 
boletería de la estación de los fe- 
rrocarriles', se encuentran en ven- 
ta toa abonos correspondifmtes al 
présenle mes. Las personas que 
deseen adquirir calos abenca. de- 
ben Llenar primero los formularlos 
que están a disposición en la-oft- 
'na del jefe. 

SE DIRIGEN AL JEFE DEL 
RADICALISMO. — L:, Juv<nlml 
Radiea! de Quüpue. luí enejad/; 
:on fecha 2? do febrero Ulllm». 
'a sbfulentc comunicación al p.-.'- 
¡dente del Partido RadioaL «. 
.ador don Enrique Eieodoro Gui • 



""La Asamblea de la Agrupación 
Comunal «c la Juventud Radient 
oe QuUpué. en sesión ci«tu-,d.> 
LT.U locha d^ hoy, «cor dû enviar o 
usted -su-.-, mas sinceras y entu^&'j,- 
tr,;; íi-l ¡citaciones ]x>r su aceitóla 
dignación eomo presídeme del 
pai'tido radical recaído en su peY- 
dadas sus relevantes condi- 
ciones políticas bien definidas du- 
ante su larga carrera como mili- 
tante del partido radical, el cuíí 
se honra de tenerlo como uno d; 
sus porsoneros mis capacitadas. 

La Juventud Radical de Quüpue 
ofrece al seûor Presidente, del 
partido radical, su modesta y des- 
üiieresnda adhesión, colaborando 
en "todo lo que este de su parle 
para el engrandecimiento de nues- 
tro país y del partido racUcid. 

Créanos, señor presidente. sM6 
más Aífmos. y SS. SS. — (Firma- 
dos): Hernán Escobar, presidente. 
—Robe no Stone ValeniúeJs. sé- 
comunaL «ciarlo genorai." — (Cortés, co- 

LA ULTIMA LLUVIA. — Se- ( rresp r,' . l 
gún datos que nos proporciono 1 



CASABLANCA 



AíUERDOS DEL ROTARY. - 
El Ilotary local. en una d*e sus 
últimas reuniones acordó dirigir- 
se a las autoridades respectivas. 
pidiéndoles que dirijan nota a las 
aijioridodc!: arrjcntinae, haciéndo- 
les ver la conveniencia que ha- 
bría de que aquellas modificaran 
su reglamento de tránsito, igua- 
lándolo al de l« demás países 
.jes decir, marchando siempre p<.r 
corriendo el l3 ¿erc-eha en loda ocasión 
a causa de 



LIMACHE.— 

HECEPCION DE. LAS OBRAS 
DEL ALCANTARILLADO. — Se 

ha puesto ■ término a la re- 
cepción de las obras del alean - 
tariilado del pueblo de LlmaeJie. 
cuya comisión dtsbroûda 'por el 
Gobierno, estuvo presidida por ^i 
director general de los {botaos 
de Agua Potable y Alcantarillado. 
ingeniero don Leonardo Lira. 
El trabaje, realizado durante à'fi> 
:■ !iiuc»i::0, en la revisión 
de la red deiHUtt-rla::. cámaras Ji 
repita la la planta elevadora. 

pasad'JC I Fueron anotadas algunas obser- 
vaciones cuya calificación hará eí 
señor dlreçtur eeoend. 

En cuanto a 1 la explotación do 
¿te Bcrfíeift] se pos Informó qí* 
=tra' posible que en brev* se de- 
arelará en carácter de provisbf U- 
BOTICAS DE TURBO/ — -Du- 
rante l-i presente BeSnann. estarán 
de turno las boticas "Prat" en Ll- 
naehe, y "Alemana" en Sa» Pran- 
:!seo de Limadle. 

SERVICIO DENTAL PARA ES- 
COLARES. — Por redoute. dLp> 
iclón de la Superioridad, lOí *r- 
¡dos dental escolar serán. j.t3- 
tuitos. . _„, ' .._ 



I empeñá- 



is uplau- 

lipiíña de 



Tentou matar-se o 
escritor alemâo 

Anteontcm un ambulancia do 
1'ojUi Central de Assiatíndí re- 
colheu nn Delegada do Estrnn- 
seiros da Polfcia Civil desta capi- 
tal im ho m cm ainda irtoço. es- 
trange!™, qui- aprtscntnva forte 
nervosismo. Trazido ao Posto e 
examinado pelos roídicos o ho- 
mem dcclnrou ser o escritor de 
naelonalidnde alema Fcdor Ganï, 
conlar 33 anos, ser aolteiro o re- 
sidir nesla capital à rua Con-Jî 
d r Bncpenüy 11. 43. 

Na manbü de onlcni, todavía, 
um exanic nrnts acurado fello pe- 
llos medicos rcvelou nue Fpdrir 
fi.ni/. citava «ravemente inloxi- 
cado em consequC-ncia de infles- 
tSo de forle dóse duina substan- 
cia estupefaciente. Interrogado n 
propósito rcvclou duc tentara 
contra a vida tomando ¡delibera- 
damente 12 pasÜlhas da dropn 
cum o filo de matnr-se. cjada 
quis, todavía, direr sobre os mo- 
1 levan 



- niO DE JANEIRO — SÁBADO, U pE MAIO DE 1M3 



EU ALBANO ™^»»'**" 

bal Ii» 



¡ taule, imaglnem ngoia a surpresa 
'. Cjnceiçâo quaiido Irte eu- 
irou pelo quarto nâo Albanei, mftM 
Albanô, o iiosso Jose de Aoreu Al- 
bano, propondo-lhe a subscriçâo de 
suas ootas poéticas completas, prc- 
ço trezentcs francos I Malor, po- 
reui, loi a surpiesa du prflprlo po?- 
ta ao receber do bum Concelçào 
Importancia Integral, colsa ... 
nunca dantes Ihe havía aconti 
cldo! 



NA SUA h 
Bro.il". te 



SUA MAGNIFICA PALESTR>| 
t«v» o miniilra Mar 
a ratpci'io da « 






loeoi it c 



ifiiio da Trol 
alidade daqut 



■ Iho 



Be.rta vez o po.Ha fol pajsar dois 
dias em Deauville. a praia mais 
elegante de Franca: os poetes teem 
direlto ao nectarl 



Mas eu nâo eâ too- baten do a má- 
quina esta crónica para contar os 
expedientes de Jusé Albano em Pa- 
rk;, expedientes ein que nao havia 
- é preciso que se note — nenhum 
espirito de trapaça: poeta era 
um homem digno e altivo: acredt- 
rava cí-ndldameiite na futura edl- 
;ao de ^eus poemas. Eslou esen'- 
lendo subie eje porque Lulz Aníbal 
me revelou ter entre os seas papeíj 
um poema de Albano que luigava 
inédito. Li os versos e me pareee- 
| ram de urna grande beieza. Ame- 
rico Facó, que era amigo do poeía, 
é que poderá dlzer se sao realmen- 
te inéditos. Intltuham-se "1 ciunfo" 
e su por ai ja se pode adivlnhar a 
feicâo e sabor petiarquista dele*. 
Descreve Aibano em tercetos pri- 
morosos — os ma!s puros que es- 
creveu — a vlsao de um cortejo de 
Veniií, onde Ihe aparece a bem- 
amadu, a quem íala: 

Ah nSo me delxes minen nndar ; 



Eiladfl 
A hormaniiscóo antro a capital « 
Q.UQ emijdo •iparilncla*. doloroioi, 

termo) que lotiifaxom ronlo ot direitoi| 
ptraçôei do homem do trobalho. 

No economic liberal • individu: 
câo de Morítaint em vei de tor con 
■□lio A luttenloçoo do um organiín- 
paito o ter, el* proprio. argoniímo vi 
min», o c'e ■■ mbordina — invi 
conferir oo dividendo dimito» anterio. 
Numa economio, porem, de bo: 

que noi i.io própfioi, cop íi.| \ c „ 
plencmcnlo corretponde ao poilulado 



uracâo 



molde i harmonù 
da trabalhe. 

Em virtu de do 



pecific» 



mío i 



itidero 



1 aipirílo qui 



loi < 



SO' 



U'iaieo lalisfolório pora imboj. J 

No coio doi capiroli amaríeanoij 

imentot, hó o comideror que oigo < 

jcroi, lugeriu i iuo aplicacao 

Ai palavrai leguintoi do i 
JiOeîoçôo do copítol americano 
"Existió eli Ifala do Am 
oí anconlróvamoi no proienca 
trentei: o trobalho braiileiro i 
avene proconir o equilibrio d< 
aila de nobrg, linhj qualquer 
iFeriéneio, a urna lontotiva t 
idimcnt.n e o 



ogrcirc. porque < 



O irigo nacioiil 

A S X0T1CIAS que nos chegam 

■ i-\ Sania Catarina, sao as mam 
/ J nurtietiío crescent* do produçM 

■ tura que se reencela no miiW 
, devemos na iua vlaior parU a a ^ P 

mo presidente tío Jílu Grnnae do Sul i 

Sabeiido-sc que sao das mais vit 
mos imr a o Río ,la Frota, msarnlo a 
. avallar vs vantavens que not ft('-,r ( i, 
, * « por liso que o ¡/averno nño tem 
procurado. As etapas a vencer, urna a I 
tunados que ¡ebriamente corresponden* 
"•iprcomfas para n.« métannos do ij 
vulvula i-fu.rmf <!r tsoammtn do nossW 
Tlvemos primeiro os estudos ecoidcl 
a Oir]cs mais propwas á cultura do priU 
Uallouu facilidades nos -produtores, ínE 
. fefra de Crédito Agrícola e induMnolf 
Q desenvolverán} logo animtidoramentc 
quantido'le que excede aos cálculos e 
io« aproximamos a !argo% paisas da o. 
O ja siot encontramos é a da an rant M 
r, " iriiu-ifuit.-.rcs putr-cios nao sejnm 
. cío estrangeira. em detrimento dos n-| 

h,L'Í"!¡ áe '" balx "fo Ptto president 

belecendo que o trigo comerciase! de rj 
- ruHo por todo, o, moinhos exttrenfesl 
■ huido V'Omrnonolminle. tomándose 

um deles hola lido cm determinado i 
A aqV.ÍSÍO60 das quotas for-ie-á I 
. n '"V'<2 ,n «'» c» "loínhos abrigados a rf 

ranrjo iff cumprir f dispositivos lr„ ai À 
> nor e receber por qualquer intermedio \ 

-A gramle side- 
rurgia 

f~\ GOVERNO do ,r. Gelulio Vo, 1 
V J nomíl o dcnKa quontei o Bt 

^^ vido de povo independióle i 

• Nao ha exjgeio arn alirm.ir 

nono pregreno tesm iida egitadei 

cnfjçôo. Dir-ie-io que nóo ha anu 

1 d »'aerit« ■ providente. Viojando com 
s tem deede um profundo eanheeimonto , 
. ce.ildadíi. Doí a foellidodo o oporlunij 
. rejpiiro do caiot que lurgem nai ngi 

, jo ferom, lodoi elai, pereorrldat « en 
. No meio do todoi oí prcbleniet i 

t fondsmontají no pensamento do ir. G¡ 
. Ico • o do ferro. 

Entende o preiidenta, • enter 
btemai, citara eanioljdeda q rÍQUOxa i 
categoría d« urna grande potíncU ii 
Jantet do mundo. Oí eiioreot feitoi t 
de itdcrurgla i¿o hercúleo!, e eitoo < 
dot vâo, eoi poueos, corresponde.ido , 
turgla, boita vor o qua repreienta VoltJ 
a «xito coroaro ofmal a ocáo banemef 
Do Valto Redonde há de H 
Aínda há poucoi din, no v 
pelo preiidenta do Paraguoi, fleau pattl 
culo programa é » preduroo do l-ilhoi 
poefivoi occudrioi; grand» perfil 

» frít quorioi a 24 polae 
ou diooiDlro; bono, rttaj 
aiverioe npoi a dimenióei; torugoi 
A produçâo do chopal abran 
urna palcgada da eipenure e 1 5m,2Sl 
quente oré lm,J2 de largura a am be 
largura; chopal finoi lamlnadaí a ftio 
primento a eipeiiura maxima da 4 , 

polegadoi de largura corn compriment 
radoi liioi e corrugadoi; finalmenre, 
largura utiliiodoi correntemente no t 
Oí lomfnedoreí sieolhldoi (croo 
EitSo prevlitei eipecoi paro a a 
para melhoror o producáo quolitollva i 

Cociirasles «& 
front os 

5 a O TEMPO EM QVE función a rarL 

¿A íadas de acordó com os mClodoM 

. / 1 «° Witl. homttu de relevo tieW 

a nauffl ouíro eritíríu para as ele 

„ Para tr.r, dentro do s¿u quadro m 

_ precísala ícr ííoüo de uMa aprtaaocM 

. partido. Os propietarios de iati}ûndlm 

. nom grandes che/es p iUU, ■■■ . 1 

. des e >>uc dmo m </ï amas. Sucedía pi 

i federal e oj ccngi P 

■ 'i ■ do brllhante advi 

■ '■''■ iy.ii .. ab-in ,in 

. sentttvit-se o coronel da antiga puordal 

j río ftinfertónefía, mas absolutamente I 

, parlamentares. A itlecfo, d- un ,„.i<i* 

, uiiifi rrprcsentar&o lui'ional ou estadm 

: que n fudessan tornar homogfma Dem 

I 

■'.'■• que hacía os cictçâes, iJ 

'.''lï-fi. b«a tontade e tncontettm 

■ realm*), f 

Aconteció, t.imbem, que es proWiJ 

f tfDi f " f 'i } Ihçiïo do eo 

"ño rar i 

bra Uetra, .. 

i da grande 1 

e y'lpre'tli'tinte realidad*), torn (teanë 

irta cu),. ï fundos ><i conílnavatn com m 

la-si que Uto era democractoM 

'" recente decretaç, f 

J 

L 

— colaboraram orada técnico* e instltU 

toi vint, I 
I 
foram detidamet\ M l 
afeto o trabaUio, 

... ° o ;' e '' ;«« '"< '"" <■■■• ' \ 

ttiJ a ■ "'"». '"!rrM 

teita. A na;âo tnleira F 

Bfni-trro, e sur, nptnitln foi „l rehf,l^,, t L 

Usa, tint, e u,* n verdndr^,, 1 

Urna democracia out ndo detia pat 



l j godai de lot 



RIO DE JANEIRO _ JABADO. 15 DE MAIO DE 1S« — PAGINA 3 — A MANHA 



O que ocorreu na última ses\ 
sâo da Academia Brasileirc 



jreaeatea n 

o gira!: f-i!., Cmlmon, i." 
■ i Bandelra, i.° F »- 






Plei 



Ol'irarln Mariano. 



tem 


ni*, -m 


momento* ils ni» 










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■ .'I.M. 









içrtr. 



! In. 









. II 



le Trabalhni ,->n ,. 

Pórtela 

do enviai,,, 

"Porque NaiuraJÎ 
perilndo parecer eobre o neoloadamo; 
iMnete Portugruta 



il qua ox acom ■ ■■!■,',.,, , 
■ 
R1 GISTOS GE.VEAXÓGICOM 
l)E UAI HADO DE ISSIfi 



II. -, 



Pert 



Cain 



.^iii 



■ Uva (I, 



mí.» i 
■ocledade; 

.rncoe, do 



llv"l 






ao prealdetne da Academic 

nao haver h 

miar, P m ar qi 

cldade, os r 

nraioglcoR tin Machado de 



■ .l:V 



■.>,),, 



■ .¡., 



,1., R0CI 



do Automóvil ciube do Brasl,, -, 
homenagem ao exmo. er. .ir. rj e - 
tulio yargaa = aoa K rand«j «íulios .í.. 
Brnflii que combaterarn .. pre con cello 

1 " ll! - Offclo da I nivn il-n-fl. -onlp 

do 8*ii «torio Padre Bento de P5d 
P *»J - P«dindo n rem» i ,,. , , - 

un i-.i- 

l ' 11 " 1 I-:.,,.,, d .,-. , , ,, -, 1 ." d - 

'■ • " ■ iinii.-f. dlretor do DHIP do 
Bspfrito Sanio, comunli indo Que ie- 
rla Inaugurad* em vuorin a primeira 

exposltao rio Jnrneis do Estado do 
Ecpfrlto Sfinto. 

LITROS UFI Itn OJOS 
i ar. Ollvefra vían* d 
Hnha o praier de ofereoer I 
mía, em nome do mi tor, professor 

A«nur -ir. a i.i.. Toi res, dolí ii- 

j-roa deate conheeldo • festejado fllo- 

■Tiinoillsta. — "Hr S l>nrl 

^ ' ' ""i ■ it em >egund i edlcño 
■ larm divulgado .i-,. (un oh 



■ 
acrenitn o communicante a. 
poslhllliada ,i aoluçâc rt- variados 1 
^ ' " ' " ' ' I 

■ ■ i I iln " 

1 i 

■■ ■ ,1 ■ 

u"i"i. t'Miu .. sr Pedro Calmori 
o mesnio róese convidado o 



nfcreí 



\.„,i,-. 



<!.; 



ila hem aiwtain a na'i lente i uïd'àdo 
>m que o seu autor vero «tunando 
■' "nsua e n fellcldade s 

' ■ -.,1,1,1., | , ..,!■,, ,, 

■ '".»iy<" n v,.i„ mn ; ¿- 

\<rbal" ' 



pre 



[rabalho 



Uterarai 
irgo , ■■!,;■ 
is, ihe p« 



«¿tildarte, que e * resíínc'ia vcruM! 

Comunicoçao do sr. Se-orim 

Uite 



m raro susmUvo <t" rolalflcacao 

■ il,..rn, ,!. ,|,-..¡ 

(eiuiiiautna boa vonUde <io do u tor 
on-., n . b, Tounny, dlrotoi dn Mu- 
i Pniiiieta. Entre o, benfolloree 

■ ■"" Colegio -i" s--,,, paulo ,-,-, r 

" Snrdlnh» ., i albo 
' m "'"er Mu-.-, r. .,,,.. t h , .,, 
idamni, n., rerejí do i olí lo 
ir 'le .\ . Senhore, de i;.-,, ,. ,i., 

i:inu [,•-,!, 



louida 



■'Faxi 



. de Can 



■Un- 



Como a benfel(orej) 
■uüfit rie SAo Paudo conceder 
lepiiltura dentro dn aua igrejn, . B1 
„,,t.T 1" flf " s nf " 11 °" ni "pedra iu 
mío XIX, no Palacio rio Qoverno 
T""" ? ""«rlçfio. um do, mal, p„. 
vAflcQs da "mu. 
a. pija reprodu- 



■Hlrtílrl*-' 



"Revi! 



■ H¡- 



, » Oeoftráfleo Braalleln 

1 pfljrtoB» g( . m 

BABDIKA («em H), e GONCALVES 



o G. L. R. 

mi» era o ,ia f ( 

■ Pendo .1- mm- 



dlmo 



tr¡ 



(xpllcn. 
Rodrl- 



i, duvldn 



•l» B. íáu- 

n.«,.iV , - elucldapçe com a nun 

LUlorldftde rir airetor rio Muaeu .. n d B 
?-i 0n Vr? v ' hoJe *" 11 la P'd« hlKfl. 
( r!:t-*'J]?. < ™" l,<,a H Bravura ri« J. 
... ,ii-, is 



>"^fte B 



mbro de 



t'A 



S dill 






no'a"" f!, 8 pBU, ' , ' , "Ë"»vr. '"'ñorril- 
nna u/l certa I» CLR fmm com 
f. t, e R reunidos), a .n,, <..n,,, r , 
l*i i, ■■ do Goncalve» a ci 2 (com 111 
.obre o Z). e oa Jesuíta, aablam-no 
muio bem. Dlante da dn , ; 
.eme, .. iiuetre dlretor do Mu ■-.,. 

isia n"i" «man ver o que revelav» 
t Chapa f.-mcrSflra. e revel. ,„ n 

co n , ti, „ 8hM „ 2) E _ ¡WW «J 

ibfo p fi» amlso 

" 1,,,r ' romanee tecldn .1 t-o.1t 

■' P»IaYm R existente). . n .-,- 



■ <ay»sao°^X «L'' omíe 

IcnrU técnica, lluüli'a-»» , 

meamo " -uta 

TM SCOEsmVO DISCURSO 
nn s " riheiro COITO 



.I.' 



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Couto ote*. 

mplar do llvr 

Intre api- « 



O" |.M, 



" 'ranee* e tendo prot. idu 

..uniPii jmlnvim nup ,i mix-ui 

1 S ' ' ''I". » S ,||.:, ..,,„ " 

¡ « .... , ,,;.; .. . 

*|™«* M Mcrl ">rea e X] ■ 

o R'ratll'""' , , " r '"" 11 ' 



■ «nri.i 



■" contra a"oi 
itraram no coradu, ,i,, ,,„ 
• noapitaiidade. Dave- 



i»i u— I- uo.m.nio „„ ;,- r ,v'-.'p^ 



ndi 



proi 



■ ¡.,, 



in ICO, 



.-il llberdada do eaniniM 
e reía cultura podeeem o „, 

s .. e ie« multo s h» que pertenr^m 

..!„,.,, ''. 

■ 'o.l,,. n-. |_, 

na lerrlv.1 i-„ 

o™ ■""''''" ' rt "' de toda„S 

¿ri '"' r '""""- il- ruaa p- 

Ueltoa a vexamea «t« meamo poil- , 

d ■"- q ii.-- .i., T-.i 1. 1 « - 
■ 
r ' *""' ■ irto -o. í 

eîtado proximo da morte. Eviden- n 



(Conclue na 10.' 



pif.] 




O DRAMA COMOVENTE DE üM JOVEM POETA ALE- 
MA o — Repelido por Hitler c sen* sicarios, por ser iudcu • 
formar na vanguarda do s escritores que combaten) o na?i- 
fascismo, Fedor Ganz, cuja entrevista concedida ao GLOBO 
ni divulgada na 3.' página, está com nm processo de expul- 
san do nosso país, sem poder, entretanto, deixar o Brasil, por 
falla de urna licença especial. 

drama comovente 
ie u m jovem poeta al emâo 

Fedor Ganí, brilhanre escritor anti-naxis- 
to, nao pode soir espontáneamente do nos- 
so país e vive, no entonto, sob a ameaça 
de expulsâo 

Cercado da simpatía e da admiraçâo dos 
confr-ades brasileiros — Urna soluçâo que 
seria humana e constituiría urna homena- 
aem à cultura — Nem urna queixa e todo 
■o acatamento e louvor as nossas auto- 
ridades 



Çual será o destino do poeta 
Fedor Gant ? Essa a pergunta 
Que ha dias formulava na Aca- 
demia de Letra*, angustiado e 
comovido pela sorte do seu ir- 
tiirio em arte, o poeta Rtbeiro 
Cunto, E nú> a repetimos aqtti, 
endereçando-a como um apelo 
a~n~ autoridades brasileiras, no 
sentido de ser vista corn atençdo 
gmerosa t humana a situaçûo 
desse jovem flideu alemdo. Em 
vista de haver excedido o prazo 
de - ni permanencia no Brasil, 
Fedor Ganx está sendo objeto de 
um processo de expulsdo. Entre- 
tanto, ndo pode ausentarse do 
país tem tima licença especial... 
TíBo pode permanecer, e ao mes- 
mo tempo ndo pode deixar o 
Brasil. Convenhamos ove i urna 
situaQSo esdruxula, criada talvez 
por pistas roznes das nossas leiS, 
■mas nem por Uso menos contra- 
dîtoria e digna de urna inferpre- 
façdo mais con deseen dente. So- 
mos os primeiros a reclamar se- 
vera e -rigorosa vigilancia, prin- 
cipalmente nestas horas de con- 
/««do. com resuelto a turistas e 
estrangeiros 'que aquí chegam- 
Mai Fedor Ganz fera tim paga- 
do que o abona à nossa simpatía 
e consitferncío . Se nao, velamos, 
em Tupida tíntese, a sua vida. 
jVnir.ru rrn Namburgo. em 1910, 
cendo de.irado a Alemanha, para 

nunca mais voltar, desde 1917. 
Séu'pai, já morto. era naturali- 
zado inglés. A mde. ¡checoslova- 
ca, tomou-se inglesa pelo matri- 
monio. Familia israelita por am- 
bos os lados, ña Ribeíro Contó. 
Estece varias vezes na Gri-Bre- 
tanha. Residiu fia- Franca, este- 
ve na Espanha, e, cuando tlitle' 
subiu ao poder, /o¡ impedido de 
visitar sua Patria. Desde a mor- 
te do pai. tornou-se o arrimo da 
familia, avesar de extremamen- 
te jacem. Edueou-se em colegios 
da Basiléa, Lausane e Genebra, 
continuando os estudos uníiíersi- 
taríos em París. Veio para o 
América do Sul em 1938. residin- 
do no Perú. Em 1940, sua mde 
vai para a Argentina, /¡cando 
dñtinitivowent* em Buenos Ai- 
res. O poeta loi ao seu éneo» 
(ro. Já entao ensaista curioso de 
assuntos americanos, com obras 
publicadas a respeiío. Fedor 
Ganz sentiu-se atraído pelos as- 
pectos tipicos da cítiilizacdo bra- 
¡rileira. Chegou ao Rio em de- 
zembro de 1940, coro um passa- 
poríe alem&o nao renouatiel. 
Pouco dtpois, era convidado pa- 
ra fazer conferencias no Vru- 
guai e na Argentina, e ai começa 
sua odisséia. Nao podia embar- 
car, pois excederá o prazo de sut 
permanencia aquí, como turista 
E está em andamento, contra 
ele um processo de expuUao. 
ARDOROSO LUTADOR CON- 
TRA O NAZI-FASCISMO 
Fedor Ganz relutou em noi 
conceder qualquer entrevista so- 
bre o assunto. Acha ele qui 
uso tem motivos de queixas 1 
deve re5peítar as nossas lels 
Recebeu das nossas autoridades 
c. tratamento mais cavalheiresco. 
Fea grandes amigos e n t r 
nossos Intelectuals e nao * 
emoc&o Que non Tala da h 
tftlídade dos brasileiros. 

E' com esses sen tímenlos que 
ele aguarda a decisâo do ; 
caso, absolutamente confiante, 
Mas. nada de entrevistas. E 
tretanto, nao qulsemos perder a 
oportunidad* de (alar sobre ou- 
tros assuntos. Fedor Ganz é um 
intelectual de boa estirpe. Per- 
Unce a um grupo de escritores 
e poetas que desde o prlmeiro 
instante se colocaram aber" 
mente contra o fascismo. 

Perseguido por Hitler, Fedor 
Gaiu nao se iltnltou a minué 
defensiva. Passou ao ataque, 
we vendo e (alando contra o 



lESgggffllfg 



1 cil euvhiuo 11" ministro da 
luatlcn ■■ nenio instanrnaB 

in i,,-i.- _.,<-i<- de 1 ■"■■ ■■'■--■ i'-"- 
..,,-., ,, 1 . |,,ii-;"i.> de '■ ■ 'i"'' '■■m'- 
ilcmñ ; orlgem indiSIen. 



. ■ ■ i' ni 

;, cu que o Fedor se raspe, 
. dando nm palpite, peso 
,, , ..., , aleufiBo do DASP. 

■ i. viiiii, ■ ca o 6 íérlo, 

,,,, pe dor nfio ion ■■ m 
I . o Mu. i- tirio 

da rufltlc" 

. -1111,1,1 indica □ bom-srtisb, 
. liso se me ■ 1 

|" |, 

■ 1, .'i raí redoi 
I Porqiianto i Urnpi 

., que pensó. 

tto . -i ■■■'■ "'"■ ,l 

I "fedores" 

5T1AO POSSECA 



rigo que represen ta va pata e 
cultura e os povoa livres o deli- 
rio dos homens que liavlam as- 
saltado o poder na Alemanha. 

Participo» do Congresso Inter- 
nacional de Escritores em Defe- 
sa da Cultura, realizado em Pa- 
rla em 1935 e em que tomaram 
parte Tomas Mann. André Mal- 
, André Gide e outras per 
lidades de projeçao mun 
dial." 

ESTOPIM DA GUERRA 
Dessa maneira, Fedor Ganz, 
vivendo na Europa, viu de per- 
to e acompanhou a marcha dos 
aconteelmentos politico -m Hitares 
que redundar! am na tremenda 
hecatombe que hoje conflagra o 
mundo. 

— O fascismo — diz ele — 
nlílca Guerra. Asslm. desde que 
existe fascismo, nao existe paz. 
Esta luta terrlvel em que noje 
se debatem os povos, começou 
realmente quand o os Japoneses 
ocuparam a Mandchurla. Mas a 
certeza de que ela envolveria ( 
mundo Intelro nasceu no Ins- 
tante em que Mussolini invadlulj 
B Ablsslnla desarmada. As de- | 
mocraclas protestaram plalonl- 1 \ 
came n te. 1 

Friso platónicamente, porqué 
as sançces foram urna burla . , 
Ja nessa época, Laval trabalha- 
và -pelo foBclamo sa botando de 
todas as formas as sanecea ft 
Italia. 

Pouco depots, o torpe lacalo de 
Hitler Irla repetir o seu papel ; 
misera vel durante a guerra na 
Espanha. A Espanha traída peta 
nSo -Ínter ven ç5o (raneo. Inglesa, ■ 
quando as tropas Ítalo- germáni- 
cas, com poderosa avlacáo, em- 
purravam os republicanos de Ba-' 
dajós as fronteiras de Madrí. 
A guerra na Espanha ralve?, te- 
nha sido o capitulo mais lamen- i 
tavel do papel desempenhado , 
pelas potencias democráticas na 1 
sua política de concessôes aos ¡ 
agressores. 

Eu estava em Madrí nesso 
época, e assist! ao heroísmo do 
povo espanhol, cuja resistencia 
servirá eternamente de exemplo 
as geraçoes do futuro. Mas que 
podiam íazer os republicanos, 
sem armas e lutando contra po- 
derosos exércltos estrangeiros? 
Leon Blum, liomem lnteligen- 
e de larga vlsfto, nSo ttnha 
energía suficiente para Impôr 9 
deelsôes da Frente popular Fran- 
cesa. A burguesía da Franca e 
da Inglaterra, já naquela época, 
fazla. o jogo do nazi- fascism o. 

Hitler e Mussolini querlam aca- 
bar com o comunismo... 

Depols, vocé sabe, a Austria, ( 
Tchécoslovaquie, a Polonia. 
AS DEMOCRACIAS ACOR- 

DARAM 
— A política de concessôes í 
Hitler parou com a Invasüo da 
Polonia, e como nos custou carol 
Mas as democracias acordaram, 
e ls5o é o que Importa. 

Os nasi -fase is tas nüc encon- 
tram salda do cerco em que se 
meteram. Hoje, o vento sopra 
inteiramente a nosso Tavor. 

Eles tentaráo, possivelmente, 
concertar urna paz que mes sal- 
ve a pele. Mas, nao érelo que 
consiga m alguma colsa nesse 
sentido. Os povos Já sorreram 
bastante, para voltar ao 
existía antes da guerra. , 
vira, slm, mas n&o a paz nego- 
ciada, a paz que Hitler e Mus- 
solini desejariam. 
A paz que vira será a 
paz. Paz num mundo er 
nao se lancem toneladas de la- 
ran Jas aos porcos. quando há 
milhares de homens que n&o t*~ 
laranjas; em que nao haja 
per-produçào de sapa tos. quando 
milhóes de chlnews andnm de.s 
calcos. Alias, nunca houve su 
per -producto de nada. O que 
houve e ni í subconsumo. 
Para evitar lsso, crelo nt 
tura organiza cao de tun sistema 
económico mundial . Nao 
dito, entretento, na extlncâo do 
sentlmento de Patria, o qui 
eterno. Cada povo tem as .■ 
peculiaridades. Isao quer dizer, 
aínda, que nao haverá. como 
muitos pensam. unlformldade dt 
regime nos varios países. 

Mas essa circunstancia nao Im- 
pede que os povos todos se com- 
preendam meihor e que as bar- 
reíras alfandegarias. por exemplo. 
sejam extintas. Nao. a paz ha 
de trazer um mundo diferente. 



SO PARA CREAWÇAS I 



lidio. a. notlcî 

srupo escolar modelo, nesl* 
Kde. com canocldsuk para mil 

■ 
- cm Nlterol. A coostxucio tcrá 
r.-> ¿entro em breve. 
iHomens^eni do Ameri- 
cano F. C. 
I CAMPOS. 29 — 'Especial para 
) GLCHOi — O Americano P. 
tradlc QUI 

ta cldade. entregou. 
■ intermedio da sua diretorla. 
Ir, presidente do República, o di. 
■!oma de socio honorario, como 
liíiüdfio aos seus awlnalados i*r- 
I à cultura física <U juven- 
Lüe. 
| o Interontw thin p 

i loi homenagoado com o dl- 
lloma de socio honoraria dessa 
| 
riospedngem da comitiva 
presidencial 

uti para O 
|>LOBCm -- 

:■.:■■ Amoral 
major Giircta de Sou- 
(azeñda da 
rdrn, próximo a est* 

le do Sr. Rafael Crl- 
>-ioino de OIlvLlra. O» denials 
c imlllva prejidtri'. i : 
i, [.mi di-..., , 

la clilade e residencias partt- 
lares. 

Partida de Ç^Spos ' 

CAMPOS, 
GLOBO) — O presiden* CKtullo 
(Valgas prOssegultl i'lagem lio):. 
Us 11.30 minutos, para Sfia Fi- 
IdelLs, onde presidirá a cerimonln 
do lancanv-nto da pedra funda- 
mental do Grupo Escolar Baiao 

Ltecreio do chele do Governo, 

Marques da SUva. 
luna I secretarlo do Servlco de 
IComunJcacOes dos Palacloi Pre- 
I if¡ in [alo sua promoefto. que 
(lui recocida com geralr simpa - 
ile como um justo reconhe- 
aos eerrtcoa e nierecl- 
i daquelc optow servidor 
IpUblico. Ja tendo esercído comis- 
(soes de relevo, chega o 3r. Al- 
> Marques da Silva, agora, a 

■ mais um posto da sua carrelra. 

■ pelo proprlo valor, -como premio 
io seu desvelo pela causa publica. 

A 1.001 BOLSAS 

nnge sapatos, cartelras, luvai 
rm qualquer cor, conserta, retor- 
na cartelras de sennoraa, Fa- 
jrlca propria. Servtpo garantido. 
I R. carioca. 40. lo]a. Tel. 32-tóUS 



Q 



uem 



transpira- 



■■■ 

dot gasogenlstas, mas slm porque 
■■ toraou mais peno- 
So do que quando operavam a ga- 
Bolina. Stria isto tambem um es- 
timulo P«r» desenvolver o uso do 
gasogenlo. 

Para a industria bé- 
lica todo o materia! 
metálico do Brasil 

O almirante Alberto da Cunïv* 
Pinto, presidente da Comlssáo de 
Metalurgia, envlou oficio ao Sr, 
Mnnoel Ribas, interventor ie- 
ucral no Estado do Parana, npre- 
seiitando o ceoltao de corve» 
Alvaro Müruelote Vlanna. repre- 
sentante da referida comlssao 
em Súo Paulo. O mesmo olícisJ, 
ctnlorme comunlcacao íelta peio 
almirante Cunha Pinto ^ WW- 
verter paranaense. está « ut0 "' 
iado a receber todo o materia 

bftouele Estado, o oual deveri 
sa, como o de todo o pnb. uieU; 
sive o de proprledade das «par- 
Ilcóes federals, esiaduals J ™\ml- 
; P r.L=. desuñado ft Industria be- 



YENOERAM FALSOS 

CERTIFICADOS 

DE RESERVISTAS 

PORTO ALEGRE,*» rápeClal 
para O GLOBO' ■¿H" 1 ?*"? 
julgamento das Impllcnri-s n 
-*- J - W partir de ¡SlV J"] 
dim Botánico vaí fuzer I 

"LÉME-1'UAÇA, sx \ 

nías Gustavo N:imit;ih>-\ ¡\*1 
Geneml Osorlo-VlacOn^C Pl| 
e Prava Santon Ihimont, i 
liiü.lav em H e%ç5ei de CtJ i 
outra até a circular de Vím 

"GENERAL POEIPOÍ 

Alaur Prata- Leme. i-om ItineJ 
Traía Botaíoffo-rna lia ifas! 
esquina ría run Mena Barrel»! 
triiicla para tal fim). 

pretjo da passugeml 
tie Cr$ 0.21), tendo como poif 
2 de Deremliro. 

"COPACABASA" N,-| 
Ahrante9-(>enerai Polldoro i 
trafecandn na parte <!a tariB 
Alaor Prata. 

Oiitrossím. nn mcsml 
AEKAL 0S0BI0 N.» 15. 




esta sujeito 

à AXILOSEI... 

— Livre-se de 

preocupoçôes, 
usando 



ÍSAWS 



Novo Produto da QeSSY 



:iA FERROCJ 



A partir de l." de jurl 
malho OrtEfráo e L'ruifiiaia| 
linha>. afeladas» 

"LAPA-ABSEXj 

pelas ruas Lavradio-Cariocfl 
jiassando pelo Arsenal de 7 
A volta sti h por Sito Bento] 
e Avenida (>omes Freiré. 

■ "l'raia FoftnoJ 

FOHMOSA-PRAt;'A MAL Al 

"PRAIA KOIMI | 

RAS", passam a trafecar i 
de Uruguaiana. 

Ao rnesmo lempo é I 
regará entre a PIUCA .11 Vil 
Maréchal Floria no-Estrada | 
Vi.scnmie de Itauna. 



COA 



GLOBO» N 




LOl'RIVAL FONTES - 

te do Comité Ínter-Aliado de ' «<\ 

J r . ao Sr Inurival Fontes, que \ 



(MOMO EDUAUn 



basamentos 



C.in.ift.r 



ao Sr. It (. muí 



xaila británica, que parte por 
ierra, teve a presenta do^ Srs. 
rand, WMdimir Nosek, Pernal 
renco da Silva, Gabriel Lacombe, ; 
Wieland, W T Sloper Jr , Ral 
Dr. Jorge Maïa. Conrad rVrzov, 
Huinik. Prancis rllîchell. Iferbei i| 
Gu'lavc Jordan, a. Arn^en. 
Ktieu sua lau dizendo qne 
grande amigo das aliados desde L 
Comité Inter-AIiado; lembrou ,,,1.1 
■utoriucâo para a circulaçân do ■, 

em dia táo divulgado Of I 

nova e importante missâo, ii , W 
bebendo a saude de ambos o Sr.fl 
(i anlaoso de todos os presentes. alH] 
cao yor lao significativa e esponlíj] 
moco o aspecto arlma. 
Bodas de prata 



d«ii cMial 



V- 



nlh,.. jow, kOb 



Homenagena 

j.'>iÔ late B.pi,. ( .. 'tr. hiof • 

„ moa u d. Ugmiantio da ir»u.. 

^ , WI^ÍI? Dk ■ ■ 

lo pawner aiscunati r« 

próxima reunISo. visando _ u 

irmfdade de tao patriótica campa- 

5"î,u' ndo ° lerTÍI «'-Í0 nacional. 

dellberacao unanime, e tenen- 

e coronel Antonio José Coelho dos 

*eis, íicou Incumbido de enviar 

ma circular aos interventores nos 

-tados, comunfeando a Instalaçio 

referida comissâo e articulando 

¡esde já. os primeiros lineamentos 

1 "mpanha nacional prá obrlga- 



ANO \"IX — N¡ ' Sábado, 29 de maio de i'it -, 

O GLOBO 

FUNDAÇAO DE ntINEt ..IAJtl.4. 

Dirent- Tesonrelro Dlretor-Redator-Cfaefo Dfretor-G*rent« 

HERBERT MOSES ROBERTO MARINHO A. LEAL DA COSTA 



ncionard diariamente 

> 10 hora> da NOITE 



FORMACÓES 
•EIROS INVES 



a Que tern servtau em .™~. . 

postas e cm Que è, atualmente. « 
de mandra realmente benemérl' 
ta, ilretor-teioureiro e urn dot 
grandes reformadores da prwíl- 
9(3111 entidad?. 
A prettnça, pártanlo, de tâo 
■ tTpresstvo elemento da elaise, 
apeiar de toda a sua modeitia ou 
dlscrlçao de atttud 1 :-;. no carava-ia, 
de comrades neste momenta ca- 
minho dos Estados Unidos, en 
ateliçâo 00 cordial convite do ¡Va- 
ttftnnl " 



A MANHA - PAGINA < - RIO DE J^saao _ (¡CARTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO DE 19Í9 



NOTAS 






k.>- 



O president* Ci tulio Vargas r* cr bru. 
para defpacho, no Palíelo do 
Cálete, oí *(«. Apolónio Sales, ministro 
da AgrriCttltvUa « Oswaldo Aranhs, ml- 

rLEiro do Exterior. Em audiencia o cha. 
le do governo ïecobeu o corono! Mario 

Pinto Felxoto da Cunhi, presidente do 
Conreino Nacional de Agua.*'* Energía 
E tétrica. , 

♦ I 

Esteve, ontem. no Palacio do Cátele, , 
o capltâo Da rey Vignot I, presidente do . 
Dlretório Regional da Liga de Defeca ¡ 
Nacional do Rio Grande do Sut, aflm , 
de convidar o presidente Getulto Vargas 
para a aolenldade de chegada a esta 
capital do "Fogo Simbólico", que vem 
da Bala com destino ao Rio Grande do 
Sul. a 1er tugar no próximo dta 19, it 
18,» horas, na Praça Tiradentes. 
+ 
O comandante Abelardo Mata, aju. 
dente de ordena do chafe do govern o, 
repretentou >. «xcla. na mlasa em in- 
leneao das almas dos que pereceram VI- 
timas doa torped «amen tos dos cinco na. 
vio* braslleiros "Baependl", "Araraqua- 
ïa", "Aníbal Benevolo", "Araras" e 
"Itaglba". 

O presidente Getulto Vargas as sinon 
decretos exonerando, a pedido, o general 

Hort» Barbosa do cargo de presidente . 

do Conselho Nacional de Petróleo e no- ! 

meando para susbstltul-lo o coronel Joüo , 
Carlos Bárrelo. 

+ 1 

O presidente Ge tul lo Vargas asslnou ¡ 

um decreto concedendo i Pahair do Bra- , 

all permlssio para extender aun linhas , 

a países americanos. , 

+ 

O Sindicato doa Jornalistas Profítaio- ( 

nala reunlr-Eca, no próximo día 15 do , 

eorrente, em aasembléla geral extraer- j 

diñarla, is 17,30 horas, na Sala do Con- , 
seibo da A. B. I,, para ditcustSo e vo- 

tiçSo dot orçamenlot deste ano ■ do ano . 

vmdoure, balaneo do prtmelro semestre ! 

de -1943, tiluacSo dot socios em atraso ' 
• auxilio para luto. 

+ 
O sr. Lemos Brltto, presidente do Con - 
•elho Penitenciarlo, reeebeu do dr. Fran- 
cisco Cornejo, chefe do Departamento 
de Correclón, do. Panami, urna carta 
relativa i reforma penitenciaria brasl- 
lelra, na quai ta contem este trecho: — 
"Sabemos qua em este campo, como en 
muchos otros, Brasil va a la vanguardia 
de America. El ejemplo de lo que us- 
tedes han hecho nos es de gran valor" 
♦ 
O almirante Alberto da Cunha Pinto, 
presidente da ComlssAo de Metalurgia 
envlou oficio ao sr. Paulo Sampaio, pre- 
sidente a dlrator- ge rente da Panalr ao 
Brasil autorizando essa empresa d* trani- 
tsortes aereo* a vender material i 
co. pesando t.UO quilos. 

I ♦ 

"Do Imperio dos Incas it reducQes <1 
I Paragual". itrá o tema da conferencia| 
I qua o professer Fedor Gañí pronn 

' ( ri amanhi, día lfl, qulnta-íoira, is ll.JoB 
hora», na Faeuldirte Nacional de Filoso 



actáll- 



Ffao t.* ■«vinin _ QUARTA -FEIRA, M DE AGOS-S.JOE 19« _ PAGINA I _ A 1 



ja brasileira de 

ossibilidades 

|brir as asplraçôes e necessldades do povo 
brasilelro. Constituida de capitals na- 
clonaLs, a nova "ComparüUa de Cl- 
l»t*5 mento Portland Paraná* - Já possue 
"■■■- uma urnnde aren cm, Rio Branco — 
Serró Azul, onde se encont,.., 
gundo oplnloos de técnlcoc arbalbia- 
doa, mais de 50 mllhôes de toneladas 
de ou aireo. E a calcita, extraída 
deses imenso deposito, e enviada ao 
Instituto de Pesquisas Tecnológicas 
do Estado de Sao Paulo para exame, 
leve, como parecer, do diretor daque- 
le Instituto: "A amostra cm apreço 
á carbonato de cálelo puro", o qua 
revela o grande valor dnquela lmen- 
sn área de materia prima essenclal 
à fabricaçao de cimento. 

Apesar de aínda nao terminada, a 
fábrica de "Cimento Portland Para- 
ná ' Já dlspóe de toda a maquinarla 
necessárla á producüo Inicial de 100 
[que toneladas por día, ou se]nm, 3. MU 
ro- toneladas por mes, clíra esta que po- 
sso derá ser fácilmente suplantada, com o 
** desenvolvlmento normal da Industria 
A sua locallïaçSo no E=tado do Para* 
pdo ná visa, sobretudo, o forneclmento do 
rímenlo no su] do pals, qua se res- 
sente da falta de urna Industria na- 
cional, sendo obrigado a Importar o 
produto do estrangeiro. Podará as- 
" ", companhla paranacnse, abas- 
_._ os Estados de Rio Grande do 
de Sul, Santa Catarina e o proprio Pa- 
raná, atendendo ainda ás encomen- 
das que ihe forem feltas. de outros 
Estados do Brasil. O seu capital, fi- 
ler xado em 30 mllhôes de cruzeiros, dl- 
■m vidldos err. 150.000 açoes ordinarias, 
ios do valor de 200 cruzeiros cada urna, 
es- Já fol quise todo integraüzado, fls'i- 
íso rando entre os acionlstas os nom'3 
mais representativos dos nossos cir- 
cuios pconûmlcos e comerciáis, po:i, 
é sabido que a Industria do cimento 



.a e 1 



lais turn 



"..I. 



«■ sendo 1 

normals, ácima de ?0 por cento sobio 
o custo da produçf.o. E devido, sobre - 
tudo, à situacáo que atravej sanios 
presentemente, essa Industria olere- 
ce larga rr.argem de posibilidades, 
pols, Jamais se observou, na histo- 
ria económica do Brasil, urn lurto 
de progresso Igual ao atunl. Verlil- 
cando-se as tendencias atuals, pode- 
mos ser oílmlstaj em relaçâo ao fu- 
turo, ao mundo de amanha. ápós a 
guerra, quando, em todos os setores 
da ntlvldnde humana, a vida se res- 
tabeelcer dentro de satis príiv: i ;■■: : 
clássicos, que sao aqueles inherente 
ao tempo de paz. E emño, asslstlre- 
mos a um grande desee vol vlmento 
da industria de construcóes, da qu'ai 
a Industria de cimento è a principal 
subsidiaria. E corr.precndi-ndo assa 
perespectlva. o dr. Jorge Bueno Mon- 
teiro nao vacllou em lancar o seu 
manifesto da constltulçSo da "Com- 
panhla de Cimento Portland Paraná'', 
II- destinada, precisamente, a atender 
nos Intéresses nacionals, aqueles qu>; 
se batem por um Industria 100 por 
cento brasileira. E o entusiasmo com 
que verr. sendo acolhida s sua 
Idéla i uma prora suflclen temen le 
éloquente do papel que futuramente 
desempenhará a "Companhla de Ci- 
mento Portland Paraná", no progres, 
so do Brasil. 



iT) 



Sociedade Brasiieira de An 

tropología e Etnología 

REUNE-SE no proximo d.a 8 do 
corremte, nuana-Ieira. a.* 20 Vj 
horas, ft Soctxade Br&sileirn de 
Antropología e Etnología, no Audltf- 
rlo o» Faouldade Nocional d« Filoso- 
fía lEiiííclo auxilian, à praca Duq'-i 
<i* C a xi ai. 

A ordem do dis con-ta de urna con- 
ferencia do escritor Fedor Ganz. soLi 
o titulo "A Terra e geus povo»3orss' 
<U adeÏ! anunciada sobre ai Cultu- 
ral Pre -colombianas. 
Entrada franca. 



Sociedade Brasifeira de An 

tri 



SS h"? 1 ?'.* E °c'M«<ií Brea- 

sine"'.' x m ï\ï,,r" e "■ »» ; 

•"■"«to. ¿¿íí' ,£„«,"«"" ■'"- 



*' ■)« 1*1, 



ion I 



tetramente e pK 
Centro I<- lírico 
Ouvldor n. 9. 




i C 



■ ilAra i 
J, presen. 
'emente. 
— Traveon do 



ANUNCIOS 

mi. ly ot n f .- r ni vu -,,:■, oí 

MCIOS h '.Muía DUHUMFvrr 

!3 BOU At, I iOS DOMIIt- 

s II huras, a «venida 

IHHO-'O. |. IOH. 



Urna bandeira para 
o Batallo de Saude 
do Gorpo Expedido- 




«mu*. 
HofiplU 

SUA Je 
fol QOfUJ 

prime trg 
rúrglea 

O lnulv 
go» de 
Faculdi 
ttrlo 
quia I, q 
ral de 
DutltuU 

Saude ' 
portátil 

epldoflj 

cólera 
Dp 



tropología e Etnología 

REUNE-6E no próximo día n 
quinta-íelra, a Sociedada Brasi- 
lelra de Antropología e Etnolo- 
gía, u JO.» horas, no auditorio da 
Paculdade Nacional de Filosofía [edi- 
ficio auxiliar), ft praça Duque de Ca. 

A ordena do día constará de urna 
conferencia, do escritor Fedor Gana 
ion o tltuJo "A Terra e seas povoa- 
nores — ai culturas pre-colomblanas 1 ' 
Esta será a prímeir» da sirle de con- 
erências «obre as culturas pre -co 
Jomblans* que aqueie escritor rea. 
liaará n* B.B.A.E. em sessoes sub- 
séquentes. Entrada franca. 



■ 
.. [moro; (Jent< e 

.. -. p rrini'-mo do em- 

:■■ JUNTA »r CONCILIAfAO 

I ill GAMENTO 

CASOS JüLGADOS ONTEM — 

Amnru Rlbslro contra Fábrica de Mn- 

i:-i i qi ■ h,-: -h :■■■". Ar qui vado. 

Jo: (¡m m :' ■■ Na.-ciri?ntn cont-î 

■ i Irá i ■ CU Adiado "sin? 

Etîlvlno Perdra oontra cin. 

litara ti" Construçôes búa, 

Bularlo mínimo e rérjas. Concillado. 

1 ■■ & Cari- 

¡■''"los. Crn- 

d Na tío cm Crt l wn.oo. -- Ernonl 

■ anlra : ?--v-í- Mlr-'nrlFi LMa. 

Concillado. [ ourlval de Sous " 

Waçjo Continental 

Adiado 

¿..-. 



. wujju, -- Brneni 

■■.--i- Miranda lm.i. 

Iva] fie Souaa B-i- 

■ .1 LMa. 

io, - Melqi Id's 



ir» I>" l'l- 

l fB oulroi « 



iim- dio íensfveis A fifi; e 
n parle dlanteira de «eu cor- 

■ Eslrari» de Ferro Trans- 
ins, nue liga s cidade (le 



4: 



industria vi rt [coll tem ur 

n.ins importancia para 
, Hallaría. 



> comercio do vint 



Italia, 
meo milhùei da 
aljvidade na oil. 
' . ni ñas cantinas 



5.,, qua fO P n ' cealo do aluminio 
conaumldo no mundo e evi raido das 
minas dn Estado de Arkaossi, no» 
Estado» Unido*. 

6 ...que o primeirn Poeta Laurearto 
.la Inglaterra, o titulo malí BrlUw le 
n que pode aspirar uro intelectual 
■ hr lin Ico, foi Jolwi Kay. no reinado ce 
1 Eduardo IV. h* MW an ,, s aujj; • "... .. 
atlial deipnlr 




3 hir. . 



' Sydi 



. « Estrada da Ferro Tram- 
linn.i aiip Hr* a cidade de 
,, no Océano Pacifico, a aa 

I ,,„'iiùti-,clr'-=- 'I' 'V-ri-.- 1 o, icn- 
..._. .._ a ..... : . I i.i « lima da» 



Pl mi. 

tío a principa 

mm» leonas do mundo. 

I Industria viólela 



4 



,pi( 



Hum ; 

r 



i da 



lUllai 
; empresa™ s 



ii'ida 



n/luliF," 

mue* d* 
i cantina* 



mllhao 

comercio do vioho. 

lumlnlo 
2£ „VmSÍ¿ r 4 i alr.W. <U 



que Wl pw ' 

&lado" de Arkansas, nol 



i Unidos. 



6i 



ñ¿t ga{fa dos amistas colombianos 

COLOMBO "°n A S5° P0RT ° - VISITA A EMBAIXADA DA 
u PROGRAMA E HOMENACENS. — COMO 
FALARAM A ■ ' MANHÀ". ^U-. ,.s *,« 

y ^ I E_ 




Ot iomaiuiut c l ombian 



redator^chefe da .1 M.iSHA, Sr. flí/iuía Almeida 



Presidencia da epúhlica V I ITA 



O Prcfdtntf da República as 
sitiu 01 ¡«gulnlej decretos: 
XA PASTA DA JUSTIÇA 
Cencedendo rsforma, aa Pollei 
-Multar do Distrito Federal, «o ] 
.-í-K'nto amanuense Paulo Sam 
Mío I aoi loldadoi Mario Vleent- 
C.eobm a Nelson Farlinl de Ma 
■Uhlll. 

N* PASTA DA EDUCAÇAO 
Conecdendo a iTatlficaeao di 
masiiierio de Cr| 4.800,00 anuah 
a Han Not» OJIveira. profesar ca- 
tedrático, padrío M. 
h'A PASTA DA AGRICULTURA 
Someando: Aforio Garcia de 
MilOa, wricollor, padrio I; Aris- 
li<J*| Carmlho d ( Ollvtir», José 
Huirte de Albuquerque Fifuelre- 
do, Salvador Pompeu dp Barros * 
Vleent. de Si Rangel. atronó- 
nól, rtitfc J, pjra agrónomo do 
fefnento aaWeola. classe K; Con- 
' »U«ti(a Aíívedo. Inlerinamcnir, 
daeillóaTafo. clan, D; 
Haidéa Alvim, I.adiee Aquino do- 
Jantes, Li» Fonseea Plmentel 
PMro Paulo Ulseí e Sofia Gome-. 
du Costa, ir)(«r(Tinmrn1e, c-erllu- 
raríes, classe E; Áfono Lope» 
KaitaL Armando Au pisto Pache- 



O Prenlc da RcpúliH" ú;, ,'~ 
noo umí«io-I«i âlinndo. peo 
Mlnislédi. Vleçûo. ° "i' 1 '}" «'" 
.u-eia! drí 23 *2" ^ « vcrba es " 
Dcpartaito He Porto». 

oOo , 

Ü Premie do República »*»-- 
mou umertto aprovando os es- 
tatuto. .'-Fundaeio Abrigo do 
i rlsto ftntor", 
\ oOo 

O Pre*nte da Repúblleoassi- 
„uu dec™ criando a f anclo de 
rmlatentïè e-slno «■ ,n ^ , \A° 
meniall-Tda Fnculdade de M«- 
dlelDi deporto AltfN. e de ^ 
quiñi-,!, miller na do 1<"*»»'°. 
-Nacional t Prlculso» e « lte í " 
do a da Shrica de JoU ¿= FoM 
lo Miniadlo da Guerra. 

A irmsáo da Europa 

Predicóte da República re- 
ceben o muinle telegrama- 

■•MACAPI - A P^P»»**» Z 
Territorio vibra de e" 1 " 5 '" 
com » Invado d' Europa Oe "c" 
Ul que leri decisiva "P°. r í„" ' 
o. conquista da Vitoria. N*o po- 
ilcndo estar lodo o lado lo«i o. 
iiosio» irmaoi -><" «■"«rula run 



SOBRE A 

A chimada e «perada Hiwrf 

(■upnçofî I" 1 ™ * c orna _ ,„•„..„„ 
T ,jnd>r roji/ínurii"»» ™ t""" 1 ' 
'«i, colado., ,1c KMielrîne* fra t, 
bou iLÔbrt o literal f ran ¿f*; . „, 
O píor para Oí ««««¿«j 
», H<- nertio*. Com cieno, os 

d« ÍpS« "<"" a P eaUeno arcn 



inf. 



Seguramente o ? o, " 0n ° 
rior rt s»" cup'icidndt c i"> ' 

¡a «urialto» J' oetrcw * 
,.,! »us <■■ »p>rot»« «■«■ 

„;M« î « «le «,"' " , 

E' «le. tío»'»""' 




, Irmuçura-se, hoje, ils 18 hora» 
( do Museu de Betas Arles, a ex- 1 
; poslçfio de aguarelas simbolistas 
- do pintor Fedor Ganz. gobre te. ' 

mas lndo-amerlcanos e orientais 
j O Sr. Fedor Ganz, que vveu. du- 
rante multos anos, no Perú. Í1- 
xou en alsuns dos seu.i quadros | 
cenas e lunares históricos que ■ i 
evoram a vida do antleo Imperio I 
incásico. 






QUDiA PETRÓLEO 

ORIENTAL 



fí 



|lnstala$ào e sessâ 

Congresso Brasile 

j A I a SESSÂO PLEN 
| MUNICIPAL— O PRO 

-PAULO. J3 (A MANHA) — 
Foi Instalado ontem as ifi.ao 
noraa, em sesafio Eolenei M Tea _ 
- Municipal, sofa a presidencia 
-■> escritor Rnibal Machado, o I 
W Brasileíro de Escritores. 
Sentaran -se à mesa que presldlu 
o ato inaugural os srs. Sergio MI- 
Ujfc presidente da AasociaeSo 
Brasilelra de Escritores Brasllel- 
roe. aecçflo de SSo Paulo; Florlano 
Rodrigues de Morale, representan- 
l i V!' Marl ° Guastlni. diretor 
^„ De l p: , miUllm *** Crawford, 
dldo de imprensa da Embafxada 
'os Estados Unidos; Roger Bastide 
ofessorda Faeuldade de FUoso- 
■■ Roque Javier Laurerua, do 
ma; Mario Neme, He SSo 
-j; DIonello Machado, do Rio 
Grande do Sul; Cristian» OrMl- 
ro, de Golaz: Haddock Lobo, cio- 
Ws Ramalhete e Francisco de As- 
sis Barbosa. 

A cerimônia íol aberta pelo sr 
Sergio Millet, que, .pô»^ breve 
aloeuçao de congrMulaeoes e dese- 
jando ampio sucesso ao Congres- 
f-,K P ? M w t Polavra ao escritor 
l^L Ma í adp ' q,le Proiunclou 
aplaudido discurso. Usaram da 
palavra aínda os escritores Wil- 
liam Rex Crawfoïd. Roque Javier 
Laurenza e o professor Roger Bas- 

ÎÎÎi'SÎ GEM D0S CORRESPON- 
DENTES DE GUERRA NACIO- 
NAIB 

Apos u oraçôes em apreço, o er 

■Francisco de Assis Barbosa leu 
urna mensagem enviada pelos cor- 
respondentes de guerra brasllei- 
r03 junto à F. e. B., ne Italia. 
A meniagem èstava asslnada por 
Efldlc Equerff. jocl silvelra 
Raul castro Brandâo e Rubem 

A sessao transcorreu num am- 
biente de grande anlmaçâo. tendo 
o publico ocupado o teatro lite- 
rUmente. Também foram lidos 
os telegramas dos segulntes escri- 
tores que nao puderàm compare- 
c pessoalmente ao Congresso- 
Murllo Mondes, Pontes de Miran- 
da Lucia Miguel Ferrelra, Gutg- 
nard, Carlos Drumond de Andra- 
de. Vlrlato Córrela, Otávio Freí- 
tas Junior, Gonialo Zauldumblde, 
Fídor Gañí, do "Ateneu" de Ma- 
drT, e mensagem 903 escrito a 
do Paraná. t 






delegado dos uiuuw yuw ul 

c aesistcnle do secretario de Eíladt 
llfimica fitianccjra ramo membio. 
"corniles, cerpoiaçoes c ¡untas do c 
Viudo para o Brasil, nao tora 
cm cumprir sua mi«»áo, }a que em 

fíleira. encontrará a mat» solicita ■ 
leal, pata que o* .«eu 3 calóreos pel 

lavor de todo o bemUCério A pol 

iavor da obra cololiva do continent 
ügnificaí limo eonliibuiçào sólida 
dído no mais largo sentido de del' 
do novo mundo 

Desalando que o embaixador 
labor nesao sentido, ojiamos corlas 
da missao diplomática eatadunide _ 
lindo em lodos os braslloitos 
quo A o elomenlo essentiel paral 
conslruinde §m canillólo, om bou 
Al nossas boas relacáei com 1 
Irodlçâo do DOiiaj dual dlplorr 
eon*c!Ênc!a doo dois povc* Use 
• ador, mas, por Igual, aumenta |J 
■ a um servidor ¡luette dessa grandi 

Resaltados d« 
seamento 



ESTA EM \ ESPERAS de ser d. 
eemeamento oerut do Brasil. 
Trabniho fsse de vulto, 
ronde de funcionario», de maten 
xtensûo. 

da apuratâo foi devin 
jut. retardarían fi nquniciio de equ 
O resultado du apuraçùo nftrt. 
du renlidnde bnisileîm. 

reiposttis dus quetilot sobre 
turatidaSe da» pais, oftrecem d«c\i 
co/oni'î'ifiïo e di\ nssimilnc'io dns ni 
ni lin itnin verdad? que nû» 
ionalitmo: l"> brasitairos nnim. . 
falam cm r«*<i •• idioma de sens (■ 
Quanta ao Indice du alfabetai 
atgarismos recothidos, e ,por élt 

iir.îu pela quai 01 /("ii«s eduf<tei«i. 
fieaeâo dn inslruràn primaria. 
Onito imperii, interesante do 
úmero exato du' popular^ et urlia 
curioso assianlar que to SO por 
■ve ñas ridades. estando os setenli. 

It mortal 



1 nossn nataiidade ¿ das ma 
liir-se que o poooamerxlo é cornto 
In de proteíáo à infancia, de sa 
Rcintiadns, já antecipados pel 
e, dentre os Enfados brasileims, 
tsceu. no periodo de 1800 a 104(1 
'ija propareâo foi de ■127,S'' ( . De I 
■lo passon a ter r> main populos 



CorreiodaNoiie 



DIRECAO DE MARIO MAGAMAES 



EDIÇAO DA 1 

5rJMf| 



Dlreçâo :43-4170 — Administrarlo: 43-3260 — PubHcIdade: 43-3661 — Redaçâo- 43-3383 — Esportea: 43-2367 — Oficinas: 43-2747 



NUMERO AVULSO, CR. $0,40 



Río de Janeir o, Quinta-feira, 3 de Dezcmbro de 1942 



ANO VIH — NUMERO 2.427 



Estamos no mes das Festas! Portanto, a surpresa anun- 
ciada para breve na loja do Edificio MARTINELI, á Avenida 
Rio Branco, 108 c, serâo as Boas Festas ao povo carioca 



Váo ser expulsos do terri- 
torio nacional 

O Chefe de Policía deter- 
minoii ao delegado de es- 
irangeiros que instaure in- 

qiiprito contra numerosos 
¡ndesejaveis 

O roronpi Virtue* Grm c nlre< FtrftP. 
e«»n. rhefe ri> Pollen, bnlim, boje 

n sejrnlntp pnrlnrln ■ ■ - ■ « '- j ■ ■ r ( , 1 1 . i .■ , 

'V rnnffirnilrlnrlr rum o tirlign 1 * (1« 

a«rolo.le] n . BST rtn 12 de mido de 

I0-18. ho flr, ddppñAo itp FsIratiKP!- 
rn» nne ln«tauw Innufirlto. nflm <Ip 
¡WJ-rn expolio* dr> territorio nndn 

Frnc, j,,.,.,,!, Mitnr-tt. Cfl-1 TVlir.-iiv 
Wlphnrrl «"nllfr-, ppfer GrfHJ Corl 

Tftirt (ïnntlier Dlr ÍÍOrilníI" 

•"ilintrn Mninrn. Hr-rm-n Fin tul. Al- 
Tí-,1 r-.-'ine. Jnerph Mnnln C n H 
K.ir. Wolf Fuítrn Mari-, Wmfann? 
Sopher, WMWn, Tínrl Hnfnrr \1- 
'rrd Frtwln T>amtrr nron-r WlllloO 
Flerndop. Mrunnilrr Kdritiurrrr 
<;rnl rfiii niirin. Frfnr «;n.i,. Fe 
■if-i- Rlndra Gporrp wrolrer. Erii-h 

Rnnlir Oor-c Poxr-ll, tmln. p«p. di 
nnnminliOnrl ■ ntcrntl: trenp Turen, 
tirmcnm; Mnrln Ffllelln. M*nrm'rltí. 
Susano niAnrroolije, rolen; Fr*mrl*po 
PAoIlnl. Itnltnn»: .Toan T,nlr Fllroimi 
bolMldgi- Anlnnln Tlo<Trlinn" df *""- 
ien<V portngnto; InropiiMowh KOrn. 
«Id pftTone* e ICietfte fiprriltl Tdlnn 
Fllr-mnd. tiotnndfei. 



I1V C A (f* D A ¥ T ¥ fm Declataçio do díretor do D. I. E. P. ■ le vaa= 
MJMU oa\M rAUlwU - tamento de stock de materias estratégicas 

VISITA DO INTERVENTOR DO PARANA — REAJUST AMENTO DO FUNCIONALISMO PUBLICO — VISITA 
SANTOS PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO 



fdc Janeiro, 3-12-1942 



- 



tORREIO DA MOITE 



OaicViMKLŒTeATOI^ 



diretoria da Sociedade Brasileira de Autores 
batrais, no gabinete do ministro Marcondes Fiiho 

Agradecimento ao ilustre titular pelo intéresse que vem tomando pelo teatro 




dlretores da S bat e do ce 
deeendo e 



O ministro Marcondes Filho «x 
[ A diretoria da Sociedade Brasileira de Amores Tca- 
, aoomponhud n do consellielro dessa cntjdade, dr. 

Magalhàes, dlrctor, do CORHEIO D\ NOITe' 
|)Te ontem do Ministerio do Trabalho onde fol rece- 
T» pelo ministro Marcondes Mho. O presidente Oej-, 

[BOScoll, em nomo da Sociedade- disse ao Ilustre tltii. 
| dot fins da visita. A SBAT «uva nil para manlfep- 
ao ministro a ana gratldiio pelo Intéresse que s. ex. 
i demonstrando pelo teatro. Institulndo com o Con- 
» de Romanee e Teatro, ultlmnmente realliado corn 
lad» falto e no qnal forom premiadas cinco prçn>. 
■oveilnn a. oportunfdade para convidar o dp. Mar- 
ges flllio n asststlr no Teatro Borrador n prlmelra 
psentacTio da comedia "Copacnbana" an rarcerlr. 
J)ornlngues-Mnrio Mngalhnes que Ira ft cena no 
» du segunda qnlmcnn deste mÊs, logo quo délits 
■■ m ct-mídlít "Bicho do Hato". O ministro, ngre> 

ïz de Novembro foi o des 
|rtar das energías nacionais 

1 a adoeâo do atual regime politico, pôde o Brasil me- 
|compnr 01 sens destinos, como naçâo livre e sobera- 

ímportante discurso do professor Abelardo Con- 
durú, prefeito de Be le m do Para 



nowmbro (OORREIO 
JfOlTE), — O quinquenio do 
Jiae tonal. fe4ti romea te ce- 



rtlstrlbulpio de recursos materials, o 
<100 e^rtn, eertsmonte, nos lempos 
ido. o regionalismo maisflo. deiW 
mlndo energía, e provocando dissabo- 
"^^^VrtnUnvlo^ nssim, todos os 



selhelro dessn sociedade Mario Magnlhnes i 
presídeme da SBAT, Uto palavraj cm que 
■nllenton o sen real IntereMe pelo teatro, dlrcndo-se 
snUsfelio por ter, com o concurso, Iniciado a literatura 
proletaria no Brasil e mullo principalmente o teatro 
irabnlliist tt dentro dos principios io Estado Noto De- 
claron qae Ja tomou providencias pora qno eejnni I 
prestos os tm bal h os premiados e qao estA «studnndo 
melos de faior representar as pecas. Sobre teatro, decía, 
ron, lia duos propostni no sen gabinete; urna do ator 
.Tavme Costa que se compromete a representar ns pecas 
ñas fabricas e outra do ator Raul Ron II en que deseja 
organizar urna casa de espértenlos ambulante de modo 
a poder levar o teatro proletario por todo o Brasil. 
«Jnnntn no convite pora nssisMr 6. prlmelra de "Copnca- 
Imnn". o ministro Marcondes Fllho prometen compa- 
recer nn Teatro Serrador. 

A prova do Curso Prático' 
de Teatro 

Xo Itatro dinástico rcalUou-4» on- 
ttm a Prova PuWíca do Ouno P^ali- 
co da ¡Teatro do a. A', T-, da'claiss 
Jo arto de rsprísenfar, da profcTàoTa 
IjVcUta Perçu, Fol representada a peca 
ds Plnfieiro Chopas — "A JJorpüdin/ui 
do Tol/íor" Antes do Inicio da reprn. 
jcnlanóo, o escritor Mario Hora. *s~ 
cretarlo do Carro Pratlco d* Teatro, 
feM unía &sla eroDuo recordando o 
grand* figuro, d* Pinhvlro Cha¡/a\ 
autor de "A Xorgadlnha de VaF/lúf", 
considerado orna joia do teatfo olaitU 
co portüfluís. Ufarlo Bofa terminan 
tua oracáo. dlttndo da» finalidad' 
dos Curto' Fraíleos, at quaes tâo ' 
da jîreparor Vovo$ oJuno» pora ten 
iar ot raloTS* da Miw bratttttja. 
ttpctdculo t«v» raioavel Interprete 



O Teatro 'Amazonas 

MAMAUS. î (Asapress) — El- 
pera-,e teja concluida a¡ u da este 

do Teatro Amuonas, tornando aaslm 
powveí a populÉçâo apreciar JS5 
VU figura, . A . «ova, peCflB do tea- 
tro nacional soh o Bljrno tin ■».«.. 

«o rmMmu v,™,"° A a ; r ;™x 

cijnipre recordar que ha vArln» .»»■ 
panillas leatrala 

COXST.4S, FATOS E 
OUTRAS NOTAS 



I 50 ITf>rtl!Ci¡1l¡<;i-C!, 



Festejando « 
inmérita. "Bi.-J, 

^ ios eontore, e .rllttat do nordfa. 

°¿«lt b '.v.':j m - -•'" > '■"«"' 

K¡S.¿""'" w *•«<»»• »««« no 
ÎÎT'lS "»""~". ■» oui '.«•<, 

;;»",? ,*? »«■»»»'» foim.i-11,1, 

âfaflwi 2/ „ ft .[r O . ' ' R ' ,f '' ,íi ' , • 

B^i" ."^^ ** Mtum Otavto 

ttmoel. Matáramos ontom Rn »> 

"ílo. o. enmtot da „,Ht,a 'Pairo de 

■ , com a- quai rsunarresrd. m 

Pin?* COr7 " ffn,ff> ° Comrannfa TTaf 



B CíRIAZfS DE HOJE 



SERRADtm — "Bicho _ 
bUÍ 01 " 6 " 1 ' 1 - »■ Î0 « 22 hn. 
» n ',^ , AIf , ~ " Por ^wsa do 
r-nld' , oomídia, 4, ao « M horn , 
CARDOS GOMUT— "Comedia da 
M. ■ *° ra Mli» *s a080 boros. 
JOÍO OAETAÍfO — "Segunda 
frente ', revista ás 20 e S3 h<i 
•"Os. 



HOJE, 



TfUVftS dd rtndll 
miiflrllenas, os hrimlldef 
da Teaos Bspanha, sjüj 

\ Insplrorno de um 



A gravura aolma nos mosll 
80UZA MBNDtíS oOd» ow 

MARIQUITA FLOR 
CORDOBA em ROMl 



I Por isso o juiz mandou pros- 
seguir a açâo 

Num executive fiscal, que cone 
os seus tramites no Ju'zo de Direl- 
lo da 1° Vara da Fazenda Publica, 
o juiz, sr, dr. Ribas Carnelro, deu 
o seguinte despacho: 

"A Irmaiidade de Santo Anto- 
nio de Lisboa e Bom Jesus do Mon 
te. chamada a julzo, ne sic exe- 
cuUvo que contra ela promove a 
Fazenda do Distrito Federal, pede 
que por equldade, seja cancelada 
a divida, alegando a suplicante ser 
urna Irmandade pobre. Ainda que 
. nvesse a executada provado seu 
i declarado estado de pobreza, nao 
me serla licito cancelar a divida 
cuja cobrança a Fazenda promove, 
poli a tanto nao val mtnha auto- 
ridadede de Juiz. Se a suplicante 
insiste no seu propósito, dirljn-se 
a quem pode, ou seja ao sr. pre- 
lelto, dr. Henrique Dodsworlh. E, 
enquanto se nao resolve adminis- 
trativamente, dentro da tel, que é 
para pobres e ricos, prossiga-se. 
"Dal a Cesar o que é de Cesar e 
a Deus o que ó de Deus". Tributo 
em dinheiro é de Cesar, no caso a 
Preíeitura do Distrito Federal." 



Avenida Rio Branco, 76 a 86 



CASAMENTO — No enlace matri- 
monial do ir. José de Carvalho-Jan- 
iijra Cava kan tt, a nolva ofereccu ao 
seu noivo ulna linda piróla c este 
ofereceu-lhe un bolo estojo de mar- 
roqulm, Na "corbeille" da norv* vl- 
mos e destacamos os segulnte* e va- 
liosos presente*: ara aervlco de por- 
celana Inslesa. do dr. Aderaon de 
Mni;-.i[lL:Íei; um faquelro de cristo (le. 
dos funcionarlos lo Instituto do Acu- 
car e do Alcool; um "abat-jour" de 
falança, do* funcionarlo» da Cartel- 
ra de Empresllmo do Instituto dot 
Hiui carton; uma lampada "Pompa- 
dour", do sr. e sra. Augusto Woods 
de Lacerda: mu "abat -Jour" de por- 
celana, do sr. e sra. dr. Dcocllrlts 
de Corvalho Leal; uní prato dr cris- 
tal para "hors d'œuvre" do sr. e »«• 
Antonio Magalh&es: um jogo de es- 
tovas de esmalte, do sr. e sra. S\te- 
fredo Ma garnies; um larrio de falan- 
co, do sr. e arm. Herbert Moses; um 
porta-bombona de cerámica, da se- 
nhorlta Iracema Macalhies; um eln- 
selro de cristal, do comandante Ame- 
rito de Aranjo Pttnentel t ramilla: 
um vaso de Limoges, do sr. e ara. 



u>. Maní red o de CarvaJiio; um cas- 
Uoal de cerámica, do sr. e sra. Qll- 
daslo de OUvelra; um porta-jofas de 
cristal, da sínhorlU Helena Arruda; 
um medalhfto de brome e onbr — 
Imagemde Sio José, do sr. e sra, De- 
nliar Correa Plnhelro; uma palma- 
toria de cristal, do ir. e ira. Osear 
Braga; um Jogo de Bocarat para 
"toilette", do sr. u sra. Renato Bra* 
da Cunha; um jogo dr "lingerie". 
da senbcuita Luhlnha Magalhâes; 
um cheque, do sr. e sra dr. Marco- 
Uno Sandau; um Jogo de "lingerie", 
da ara. Anna do Albuquerque Ca- 
vakantl; um cheque, da aenliorlta 
Lvciin Facundo do Valle: um cheque, 
do sr. e sra. Al fin de Carvalíio: um 
servie o de porcelana da China para 
cha, da ara. Jarbos de Carra I h o. e 
um cheque, do sr. Jarhas de Car- 
valho. 

Os nolvos receberem aínda multas 
flores' e, entre as "corbelUea" reee- 
bldaa, notaram-ae as segulnte*; do 
ministro Marcéneles Fílho r senho- 
ra: da ara. Mari» Facundo Vidr.i- 
da sennorlla Reciña Marín Cavat- 
cantl e da Associacao dos Artistas 
B ra.s 11 tiros . 



mo se diz na lingua gem 
Nada de procuraçào. Nada 
subterfusios. Nada de .substituí- 
cóes legáis e honestas, mesmo nos 
casos de doe-nça grave ou de im- 
pedimentos inadláveis. 
* 
A energía que se quls impor ou 
demonstrar, com o banlmento da 
procuraçào para entrar na fila e 
receber o cartáo que dará direlto, 
futuramente, a allumas deze-nas 
de gramas de acucar, resulten de. 
saconselhável, á vista nao so do 
animo recalcitrante da malorla, 
como tambem da situacáo espe- 
clallsaima de oertos ddadaos, que 
nao puderam, de manelra alguma. 



Himmler em Zagreb 

Foi organizar uma divisáo 

croata para combater os 

guerrilbeiros 

ESTOCOLMO, 11 (United press) 
— Informaçôes jornallstlcas proce- 
dentes de Bf i'iim dizem que a visi- 
ta do sr. Himmler a Zagreb se 
relaciona com a Cormacáo de uma 
dlvlsâo de tropas de assalto com- 
posta de voluntarlos croatas, com 
a missâo de combater contra os 
guerrilbeiros. 



^MOVÉIS • CORTINAS «f£¿£ 

Hf TAPETES • DECORÀCOES ^£*1^. 



POETA QUE QMS MORRËR... 

odisséia de Fedor Ganz, que é alemâojas que tem alma de parisiense 
vive preocupado com o drama que seu país desencadeou no mundo 



J DEPOIS DE TENTAR O SUICIDIO. FALA A "A NOTICIA", 
¡DA CASA DE SAUDE SAO SEBASTIAO, O ESCRITOR, QUE 

das forças 
na Europa 

[¡ENTE-GENERAL JACOB 
L. DEVERS 

WASHINGTON, malo — (ínter- 
Americana) — Em substituícáo ao 
,: tenente-general Frank M. Andrews ! 
morto trágicamente num desastre ! 
de aviacâo na Istondia, loi no- i 
meado para o alto posto de chele I 
das forças norte-americanas no j 
teatro dá guerra europeu o tenen- 
te-general Jacob L. Devers. A pro- 1 
pósito, o secretarlo da Guerra 
dos Estados Unidos, sr Stiruson, 
deelarou o s~¡rulnte ■ "Considero 
Devers com aptWôes especiáis 
para sunder ao general Andrews, ' Fedcr Ganz 
(Conclue na 4. a paginal ' 





NO. SEU QUARTO PARTICULAR 
NAO DESEJA VOLTAR JAMAIS 
- A' ALEMANHA - 

Fedor Gam tentou o suicidio ha 
poucciS dias, Pol transportado para o 
Hospital do Pronto Socorro e. nesae 
acreditado estate I ecu nent o. reoebeu 
toda a assistencla de que ruc-rssltava. 
Salvo rpelo eon h ec i do riimrgíáo dr. 
Motla Mala, retcrnou & vida, pode-se 
dlzer, para continuar a mesma tra- 
jetoria. Aínda eombalido, trémulo, 
(alando com díüruldade, (ci inter- 
nado em quarto particular na Casa 
de Soude Sito Sebastlao. Ti vemos 
oporbunidade de noticiar o uto e. em 
respes ta. ontem recebemos do escri- 
tor, poeta e [ornailsta quase suicida 
um Uvretc de sua autoría. pre(aclsdo 
por Gabriela Mistral, intitulado "En- 
tre Ser y no Ser", com a seguinte 
dedicatoria: "Ao seu ilustre colega 
redator-chele de A NOTICIA, com 
sincera admlraçao peto seu labor 
Jornslístico — o tre,=loucado Fedor 
Ganz il'cenclé è E lettres de l'Univer- 
sité de porisi; Primelro Secretario de 
la Sección r"e Ciencias Morales V 
Politices rtfl Aten=o de Madrid- De- 
legado no P- melro Coneresso de Es- 

[Conclue na 4- a página] 



«Entre 



ser y no ser...» 

Ribeiro do COUTO 



Na seiído de ontem da Acode- eet e ultimo sIMn »««,«.. . 

«o Brollara de Letras, a sr. t.b.o ., ordf. .■«SJ.Í'^I'hÍ;- 

*n>e,ro Como pronnnrfoii o i«- «•>• do DUio.niln» S .où™ , d „ ? 

minie düonr.o; J n.gi.lr.d. ,„i.|„ . o'lliS.oi'S. 
ncm, o católico nao pude plver na 

Academia um m '«ra, ma s puf 

é hem tínico P'rscrorancla e Je 

ruR.n ,. n ii.-.. cañizar no Rr 



Quinte discurso 
Vonlio oferocer á Academia 



IlíHII'U 



■nu. 



■ iv;; 



-... frani-ei „ 
autor ¿ nas2Ído cm 

Ui ••-. n!i,i, e !■■■"■,■ a 
e nunca viveu senüo 
io poderla hoju ■ ol- 
io raca israelita. 



Brasil 






i familia. 

dos <intele- 

s tn»u prono- 

-'tanlpsnien- 



. broa.- f$ lo *° 



, para at|n| v ,nd,..v 



ten cía para '. 

M iVao É quero estent 

di. sobre o problen 

duals refusía-iof. , 

*ltO, ne*ta irjbu.-a. 

te irazer á Academia V"Bwo"'- B 

» « «¿áJSf IEpüT ¿£ 

caso, nSo quero tambem per. 
'elo de taudar, de coráceo 
" perseguidos ù e toSag a*. 
!• 'Odas as racai, que vol- 
para o lira-sil. ce. 
"- -"poraosi - 



ver« m í" 
rao pals da 



•uiril.. 



i i)'a|| 



tolerante c da 
classe da rofu- 



■ amen 03 costume 
\ Ha,, porcm, nina 
Iglados. quo npcjal\ 

t lirllllo aliáronlo da iltíi , «ic»,, 

■ '■"■ 

■ Iii lii '-JKC ¡ios íirlistas, nos eacrltOi 

_ . .—¿lectuais cm fierai, 

I Uuanto nos comuv*, por exemple 
o ver um historiador austríaco, co- 
rro o sr. Krnesio Poder, procuran- 
do adapiar-st a lingua poring 
-lue j¡, çscreve bastuule bem. 
iñudo ás_ L't'dfirrien os seus pr 



- ,o poriefiuidoB, prlnclas.!. 
íí. f .°", homens de sensülHda.lo 
ue esp.rlto. de idaei humanístico 

iiolí para eies a virl a £ quase ic m . 

mais ÛUrfl d ° ""•'«T»' M ¿Ï. 

¿ ,.™ Ht ü 1Ivro " Enlr e s«r * no ser" 
* um - documcDio de niocidade tria. 

desespero de invenun literaria mas 
.real deae-p.-r/, de que,,, ,,ù s o seu 
F.™ í° l í? ,ba 1 1 »"> pí'-Kico dVumft 
Europa refinada « sabia. e a viu 
de ropente, transformada nuïn il! 
nistro campo de demoliç5*s. nor 
" - .de brutos. Po| )re Europal Fa. 



inv 



ïM;îH';.m,' 



J_ 

-■ . cora de t 

! dor Gftnz a"7ma fi 'iná'rdarl u 'í V 'í 

ou sceulos, devaatada cómo urna, 
•rrra de incendio nVnas ruinas « 
vonMÍ.kl 8 ' v " r,ce "-'" o i.H.'íur. buí ln 

vcnclvel ternura at n d a É ; mais 



filólogo? Como viverí 



, J Alguñ día hé de venlt 

, , En un rayo de s o\ ,, uc ' t e ni um i ir , 

;:p;í"í'dírr„ b s. d iffi,r ,M, °" 

. i LajtartlJas morenas 

. Me contará» t u historia. 

| Tiempo» h«l)rt. cuando um tosco 

! Borrara ]a huella de tus h«l«"« Û 
| ^«stores d e candidos |oo - 
m vcrueiiQ |¡iiPlorariin a sus diosea, 
lo está em I P, & i° lo s cielos pálidos d- Flandea 
¡rabalho a! Ha » ^ «W» crueu'o de i^partS. ' 

'de'îùtBlSr *'« un día hí de Bentar me 

ipede, dr». Comc > •« quiere a la moza lanilla. 



> drama de divo» 

s truc aquí c]u'-a 

terra da promts 



e boje, de- 



Para Imp or o 
iitKssa estima, á 
noasa hospitaiei 

íífe M „ 0S r Pfl Í'~ 



"r. Fedor G-mr & 



i n5o posso furtap- 1 c 
SXóeder nÍ ate n : I **"# ?'"" 



: i:mi 



1 """ ' no; 8 qU m a | lW e ^»ver nfl n %« m nv" 
"ñor I Jifbrleln chama d e " nelea'-pa Vtîèa 
ra- ,in poetisa chilena: ,l . 



dos 



' CUlturli. , 
■or).,rs.--lo: 



, fran- 



| romo la propria, v la,; '.,tmV ■ 
elimentan coms in» jliron>. mih 
nea»; j a alemana materna 
clasica, _ eu «Prego 



di si 



jiÉndoE- 



rfi-r.sai 



,v-.„r Gan< nascou em Hímburgo, 
_i laiO. O pai, oobrinho do com- 
■sltor William Gan? era l-.nou™ 
■ nainraliíado Inglés. A máe. 
giecoslovaca, tornou-se ingleía. 
i matrimonio. Familia ieraeii- 
■)or ambos os lado", Durante 
.aerra de 10H, o pai csteve líum 
Jpo de concentrase o. como sü- 
dito inlmlgo. e so toi sollo em 1017, 
E° r .'íf, e 5. ti0 ma|B de 50 -anos. 
Em 1917, Fedor Ganz tinha apiña» 
Hete anos quando bcus pais \e 
Iranlndaram Par a a Sulça. Desde 
rntSo. Fedor nunca mais voltou & 
Aícmonhn, «alvo por umi curta 
temporada, aos 10 uno;, Educou-se. 
a'é 1025. em colegios de Baeüéia; 
depo;s, até 192Ü, era Lausanne b 
Genebra; eontlnuou scus esHirio» 
em Partí, entre 1M0 



. t lO.'M 



assuuto* hispánicos, 

, c U um tof !o. -De la in- 

líulsicion a la República". puLHca- 

Mpúrid em 1031, Paseando 

- , ... na Espanho, fot cl ci to; 'e«> 

1936, bos 26 anos, secretorio da ic- 

c8o de ciencias moráis e política» 

do Alencu de Madrid- Em fins de 

193, eetava preparando a Sua'tcso 

de doulnrado com o professor 

Marinee líalbwnchs. em Parir, t-obre 

o tcm.i "A influcni'ia do Imperio 

IncalBo na formnçHo d ns ¡flé1a?r« a - 

cl.us dn Europa". Solitt'vrio a eriss 

- da Austrin (de que re-'uHnuv a 

I Anchlu-'s). «obrevicr.im as pcrsègul- 

I çôei â raça Uraelila, S tmio i'îo 

I levou Fedor Gan<, desesperado' : da 

■ Europa, a *xi!nr-se. Em iit3S. s'aiu 
» Perd, onde se dedicop. aos 

_ .— jstuao» precillclo;. F.m 1030 

■ esieve no Chile, onde colaborou'na 
| revista "Atenea**, da Universidad* 

.(ConiiiMio na !■ páQinay 



da dlretorei • funcionarlo» do dom 
malnr estabeleclmento de crédit o d< 
Oficiáis ds FAB. e viudo reí « clïls « di 
populare*, con c en trou -se cm redor fli 
tribuns dos orador*», erguida nu m eoi 
ulules do grande "liangor" Pairrln 
loagavehncnle. uta comido e nio u-na 
WUfilao aviatoria. O* discursos prole- 
rtdoi, print I palmen!- - ■ 



improviso, mostr.it 






fia», pr: 

do* Bel», 

aínda ce... . 

du antigás lides parlamentares. Il 
rua vibrar a asalstonela pela nun i 
tonactto^ politic» de combare t tira. 



O quadro que m apresentava tloha 
qualquer colsa de molestoso. Nûo lora 
propositad amento eomposto. Uns, utrju 
da tribuna, «savi um pos.-- anta bi- 
motor do Força Aerea. Os ecus dois 
motores repon twam, dos Indos, doml- 
nando-a. OUtros avio™ militares Jn- 
a»m Imovels, com a bub sólida retru- 
tura, como que perfilados. 

Oí dea avlocs reluzlam, lora, allana- 
do* na pista do cimento, sob o sol. Ad- 
quiridos nos Estados Unidos diretamriite 
pelo Ministerio da Aeronáutica, com o 
ptoduta ci a con tribuí ció dos ba a car los 
Toram nil momo, ba urna «emana otras, 
montados pelos operarlos especially dos 
do Parque de Aeronáutica dos Afonsu* 
em poucas horas, numa brllhanto de- 
monstraçio de preparo tccalcc- e de 
eficiencia. Nflo fornm bú montados, mus 
flcaram em eondlçOes do voar. 

A solenldadc comecou com a enejada 
do ministro Saleado Fllho, que se ínila 
•compannar de sua esposa, sro. Berta 
Grondmnson Holgado. Un fila da frente, 
vlam-so tambem o brlgndelro Heltor 
Verady, comandante da 3» Zona Aerea; 
o coronel Dina Costa, presidente do Aero 
Cluljç do Brasil; o sr. Marques dos 
Reta, presidente do Banco do Brasil; d;. 
rotores, eenhoras e senhorltns. As ma- 
drlnhas colocaram-íe c m balxo da trl- 
*""na. Depots de folar o 









. damente, o er. Marques dos Reís, I. 
íaacr entrega da valiosa doaçûo; o er, 
Manoel Vítor, em nome dos funciona- 
rlos; as mndrlnlioa de cada apnrclho, 
que tlnha gravado cm sua curling» c 
f. ome . **.*, l,m «-president» do Banco, 
Ja falccldo: o sr. ArlovnldO de OlW'olra 
presidente do Aero Chibe de Cscapava 
agradecendo o avIQo destinado a cssa 
entldnde, e, por último, monsenbor Ma- 
nool Gomes da Silva, que íol uuem 
lançou a bençâo. 

Junto ao último, todos os présentes 
je detlveram, e ol, o ministro Salgado 
Pllho pedlu um minuto de Bllenclo velos 
rnortoa com baten tes da llberdade no 
mundo. Flndo esse ato, que ciusou 
emoçao, o ministro da Aeronáutica, em 
breves polavras, rendeu exprtsslva ho- 
menagem aos Estados Unidos e ao pre- 
sidente Franklin Roosevelt. Era um do- 
Vcr do gratldSo, como dls^e resmltar 
a laestlmavel ojuda que &n i tejnrrM 
tado a nobre nació amiga e nlladi liara 
O fortalecí ríanlo ni , i'or.:r v s iirirAdas 
braslielms. dando-nos posibilidades me- 
tcrlala de contribuir para a causa to 
rnum; eratldûo tambem ao scu eml" 
nente chele, que to torn mostrado • 
todo instante um dedicado e alocara 
«migo do Brasil e a quem multo dé- 
fi ■ reunido termlnou com vivas en» 
presidentes V.-.reas e Roosevelt e ¿s 
Macoes Dnldos. 

COMO FA10U O SR. MASQUES 
I DOS REÍS * 

O st. Marques dos Reís, como aláse- 
mos ácima, falou df . improviso. De 
•cordo com as notas tomadas na ora! 
' a f* u Qls ' :u ' ,s0 Pode ser esalin 



orgijlnc. 



;" «nro «o Brasil nao esta 

íeltos Nao ettavam satürelto* pe 
n»o lulsaTam cumprlda a sua mí 
Nao estsram satureltos porque , 
displicentes, os inertes. eS IncVa.™ M 

L 

pria vida do Somen, ^LZ a StS£ 
a avlaçfio brasHelra. «.tSS^SaS^ 
'am dando tudo pela defesa da ? 
úa Wea ' dos Nnçoes Cnldss 

E qtie seia vend- »m._»i ■ 

dc;to (esta como * "'""reio o cenarnl 

" vl "" > "° "Dllte Beograrico 



Comecou dlzendo 

•m Inlar daquclo ti 

eomunldade do Banco do Brasil. ril . 
«Wgando A Aeronáutica o grupo de dei 
ü¿. provenientes das economía» de 
M ™ "m ác* componentes da tn+nur 
aryanlEscdo 



totalitarios. Allas, Ja 



dos ejiírcltos 
> desleeio da 



nica por Hitler, vi 
Keltel ou von Eockcl. Sofría o Flxo-o 

«ios mais ou menos dlstarcados do 
«smo procuran, convencer o mund 
«uo a guerra chegou a um impasai 



:o independencia. 

irfriu 5 de n m m ^í?° Bt ** U ' «luele qj 
1 rfü um srlto - no fulgor da V m 
' oc urna espada, e delt'iu ai r 
i mía opulencia e da sun eltivêr = 

^T^^^ dB ^ que tmVol 
Ï4-, ,i se , n eu c dn s Barrdolrns; o m" " 
?/i J, L P , rmlt lvamento guiado por „,_ 

m™ ^, * mplM Be;t0 dc cutí;.'. 

mesmo Brasil quo euardou "co dé 
fmanclpa^^com^tmía pcTlfe "" 6 
S,^ Sm ° ? ras " W FI " Í3SD hav^" 
înînerin SObrC " ,arctn '"tranqu la 
Imperio urna nova república ameritar 
o mesmo Brasil, enrim. que, com O 
tullo Vargns, gis OU na epiaermo dB no 

imo'tal do n Es Û .ado' 1 NÔvoî l ° m0nun> * n 
a~. h ° Jtl D1eu * Bm 'eos, no esplendo! 
dcste momento, o Brasil tem ■ M , .. 

AeosI Ka cxperssfio do sen p.. ■,-■.,■ 
-.o esplendor do ícu l.-. SL !-:lo. a pat.-iT 
precisa do osas, cada vez mais do sj 
8£o todoo os brasilelros que se i 
vimeatom nessa campnnha sublime 
fazer de seua sacrificios, stus trai :,!:;.■,-■ 
res, suas olearlas, o metal desfl 
— - -~™. o voo desías B^s. o er.,, .,■!■ ■■■ „* 
Vitoria quo as anima e movlmenta. " 

E dcsta ve.-; aquí estío represcr 
na taMta cívica de consolidar umn u . t , 
ta. os^unclonarlos do Banco do Brasil 
através do delicado intermedio do de¿ 
madrlnhas que sEo tambem dez parcelas 
da Btivldade fun clonal desse grande 

Esses dez. pares de asas que eu h 
secundando a palovra autorizada 

5. tenho a eatlsracfio de 
... _...„. „ ¿açllo. em nomo dessea 
derotados trabolbadores do malor Insti- 
tuto de crédito nacional, representara o 
""uitado da eontrlbulçSo coletlva de 
i mil Eeloses servidores durante me- 
consecutivo* do patriótica sol Id arle - 

8So esses avlocs o produto de multas 
moetlns tirados nío do cotre dos sscrl- 
fíelos, mos do mcalhclra do satlüfarSo 
de quem se devoto com alegría em Ser 

Quando se tei o apelo para que i 
Brasil nío faltassem osas, tantna qunr 
tas os pudessem dar os seu3 Illhos, nos, 
os funcionarlos do Banco do Brasil, ufio I 

1 na rliin-torn**» A- I 



os luncionorlos do Banco do Brasil, niio 
qulscmoa ficar ntrts na dellberncHo de 
um compromlsso que era \¡:n dc-.er, e 
oqul comparecemos para pagar a no»™ 
divida de honra. 

Sao deí passaros do extraordinaria ->t- 
gniflcoçfio. que vlrrara poUEOr na Es- 
planada do Castelo como centclhas Tl- 
~-~ do amor que a putrla nos merece 
estilo animados para a Vitoria, acra- 
, — do espirito tmpereclvel dos ecus pa- 
tronos. » 
paginas fulguranics 



^"^ ^ smiu cuer-ou a um lmt 
que nenhum dos dois exfrcltos 

Oelronlam pode 

Basas veladas 
os prime Iros 



n nos dois exfrcltos -- '"■ 
podo vencer o «dvf / 'cB 
is InGlnuncOcs Ji deri. / PrB 
s síntomas da ii* I la ■ 



A, 



ND0R1NHA 

i m marca dot faloot to. 

^lo« trísiltiroi. Je Jg» 

tr»ngtlro. fe,„ ,)(, , U(Jo 
J» «ño pitirío dt qa». 

hriail© pilj tía. Amjri. 

•>r>briL ; 




\A hospitalidade brasileña 
° dramados refugiados 

tüYa f " J "' tA " mats de 
a ,-m - p ed>, I 

In» a; n-iiu ,„, , „,,„ ,„ ,, ■-■ 
, navio lempo; impresso no Brush ma, Ü" m pala • E ""- ' 
escrito em frunces e cm espnnhol' acu rfo . r nu ' -, 

jura I ruucuo ,„, H ™b, m -„, „. "'»" i' 
Alemanh. ,nni,a ¿noe !L'"°', E 'l'«»"- 

n« Infancia, nAo i' ,„"' S" 1 " ' 
leerla ho,, raiür, porotu t a, „.., ™, "*» 
israelita Hi males que ,eem par» f ««dos UnlVersftnrlCM 
bem Oh o oovo „. „?. Woor!,"^, * "*« ™ e IfJ». , ,„ co m , ( „„ 
■ por muta lado. M o. ni,, braaileiro,, (J.Mniíci ¡!î "' •""" 

condéname, e lamentamos as p.r,e ""PanJcoa. pols esereveu urn ensalo 

sido lealro neslc, ul'lmo, e sangren. ?-,,;,-„ f m M "drld em 393*. Pas- 

to, .no.. : 

Brasil nan p„ a , ,„x,rg»r „.„,„ ° J». rnjlÇUa ; ,„,« , „ ,„ 

míí "* """•"'Mn. afluincia de hü> ÏÏ do íe,, "í* ">" 

mllhares J, r.rr.ep.idai p. r , ,,01 I H,^, 1,-, ,,V ' *' "" 

vlndo. com a ,na fortuna ,m dlnhel- ,1™ fl. SntÏÏÎS 'US"*" 

to. on slmplesmeni, o. seus braeo, M,„,,„ ¡K B™ ' » «"» " 

Mr. o tr.Oalho; con a roa rlf„,|, o î"~, ■ î Ï . , "" F 

ou a «no capacld.de técnica- com o Leo i. Î '"""«"'I» do to, 

1 seu esplrllo de açAo n -ci, dectn ,,.. h. p l0! ™»* das Id- 1 

«er tell, „„ m „.„' ,„,,„„,. ,° °" Í„,Í,1'°I'» ■ Sebre.rlo , 

amenoa coatume," "»«""* • de ^'"«jde,,,, ,,,„„„„ „ .. 

I doe, que ,p,, or mi]][B , ,,. desperado da Eum M , „,,? Sn <' 

I ,h ° ■P»»«nt, I luu Fm IU1 -, . 

I 

I am Rt»l Cíñanlo nos como- "> '•"''., •■<-,„.,■ d, u„iï?S 

J ve. ppr exemplo. o ver urn historiador de "** Concepción. A ma- is P , ,.-,. 

I auatrlaco. como «r. Erncsio Feder i, luva - ^10 re-vj,- d- .'i.-.-iivamenie em 

I procurando adaptarse i llncria porlu- B uenoa Airea e m 1W0. O poela (ol no 

I [uesa, que fa escreve bástanle bem "" encontró. Atraído, ?,„ seeiid. 

I e levando ta redacJes os sen» proll- f 0, °; "«pecios iipic™ da clvílncío' 

I cíenles ártico... multado d- urna ho- »r,íl]e,r«. velo aql,, complc ™ „ ,„ 

I nesto. Invcatlaacno no, arqulvoa bra. jMcremos chamar a sua bagaiem de 

sllelrca! P.r, » Industrial ou o co- ¡'«tb-amerlcnlsl,. ci,c K u ,'rS cnt 

merclante ,uo obtem urn vlalo em aeu derembro da 1940, com ¡m paiïm 

pe-vaaporte a aqul chega com uma îf a'fmâo ,,âo renovavet Pol víver em 

/ ÏÏ.IZ" f ° r " mi ™ I'fbeico, „„ me mt tni P ollj - »• meam. .tmos<™ ™ 

I » exigid, como requisito regul.meniar. »"« vive e e.tuda Gabriela MUInl 

I ™2'o S3 i""" " '"" ™"« f'topohs comecou cntío a e.ci.vS 
pœsJbludadea aegurlsatoaa, de hïto "" "."»' impresíoej americanas o II- 
I Ma, para tun poeta, para ubi huma- vro „ * ^'a* con America'' em culo. 
Mata, para um tlldlogoí Como vitar; japluilt» .A Manha pubdcou um 
mS.:,,"',""" ' ° V a " "• "'«'«» ?.S; "° """"""lo Panamericmo" 
Inlelectuals que aquí cheg.ram; para "''"• »«i» «dmiravel compreemio 
eles. a terra da promlasfio começa por do * "Pj 530 » fenómenos racial, a de 
•er em verd.de uma letra de exilio "«rálleos, com pro/untla ilmptlla 
¡ÎÎÎ ,1 '°í i 141 ' '""«"mente, dat fíí »"» P?'« e pela cultura lus" 
trabalho a todos quantoa nos pro- ,4lna QUe "'* em nossa carne , em 
coram, aobreludo quando se trata de n 'ï" > espirito. '™ ' ™ 

Inlelectuals cufa llngtia os Impede envidado por seus amlgoa da Ar- 
■ desde logo, de ganhar a vida. Deal- fl n 'i na „ e - "'¡Imamentc, tambem r»- 
I euns sel que foram ser professores em lV üru 8 UB i. para tarer confère,, - 
J eld.de, tto Interior e hoje. depola de '.'""') etp.ithol. F„dor Cm, p,„. 
I aun tnlclacao no Idioma nacional ben- V '". vi9m r pata o Pralaa. Percebeu 
I dlzem a nossa terra e a nossa gente !?iíf,M? t0 ' °- ue excederá do praro 
I B nao powo furlar-me ao prnrir de ff.™!'" 10 ", >™ ""Pl«a turlata, corno 
I nemlaalmente o dr. HE Schrde- "' "* ">'"■ "l»» a multa e contl- 

«o. calúllco. amigo magia- S.'™ "„'"" """■ ' "*" " «»« 
seu país, ond, fnnclonou h» .""SJ "l ".'. m '> » """'.r o. c" 
. ...-„ uc vinte ano,, como ju| z f ,o 5., „ s de A s0 ' a * coo America" 
I diferentes processes contra nazistas e „ ' ri me smo ° ue °bteve o *lsto de cha- 

■ ÏÏ' ™l" '»■•» «cabau por ser expul- S , ,°,¡ J>™ «"lotldadcs argentinas 
I f'J'S", ° P»'"do fea da Alemanha im. Lí, '"' S" * '.' »P«'cebeu de 

■ a metrípolj da Intolerancia, dos odios ïua „RS í «"«nníncai... Aínda 

■ a da vlolaçào do dlrelto. O dr. fchroe- 2.i , , de P ai ' ^ nnclonolldade le- 

■ der. autor de uma "Vida de á!o Pe. loo,,- , e , 5a ' .* nsj,cld o em Hnmburco 
i ppe Ne,,-', ir.durida par. ,.,,., Ï ÍÍ;! """o-emoor. repelido pela 

■ taguas, e agora lambem para o por- t..™ ""5* *' H[a "- »»° Pede ausen- 

■ tiiguês, fol-me um di.. „. Holanda „,™„ í° "°"° B""--. Poten,, ao 
¡recomendado pel„ gr.„ae p„, u ,"£ ÏÏΙ» Je'»!». « vl.u de haver a- 

■ Ion van ; Dulnkcrken, professor da Onl- í.ns ,„?h P í? - de Permanencia aquí, 
ten d.de de Ulden , o malo, poei, éxmdU» í,.° bJ "° "' ™ proceao da 
caidUco da Holanda; ho]e, Anton van ,S" 'tt »- H K e '«■ '«ntradlbirl. „t„, t a„. 

I tiulnkerken eslá n.un campo de con- E..,,„i,,'í í";"" d 2 " Delegada de 

I ecnlracSo, em sua m.rrlrtead. píma ■ SSï Si? *."*"• ' 6 encentro,, 

l"„°i dr K S ;í r0ed "'' no '"<""" »» Bra- ,L .umrldid.," " , r"'" "" ™"" 

■ all, trnbalha no magisterio e far tra- Gilberto !íiiv. c especialmente do dr, 

\/m¡ um. mi,. . „m amo; „„ V ?rô™ n , * ^"'^ »»i«««* 

F.,.,o, alia.,, rceniemcnte. tc-cia", -, q,,-,,^,^ r. a .. * 

¿"Klcna sacerdolals na dloeeie de Día- oSî S ,„. ""'"' í° P°"» r < d »' 

Imantlna. o .nileo lula, „ magistrado .na" po, „„,„ í,T„' Mdo " e ,™l*i 

Bntegro, o homem de bem. o eaioilco a, ,e di. °-= ' nao P * 1 * a "°en 

Tnío pide «ver „a sua ierra m¿ rate ííai ™ 1Î a"° u,na """" ts P a ' 

» cost, de perseterane, , d?" c,l«- „' ' mTpode'rii S', 78 ?" 1 *" "'- 

clos, organizar no Brasil uma nova rio '.e„ ,, i. ,ír ,a mbem o titulo 

exlsiencl, par. „ . par. amftmrj,.* J°,v?°„,"!™ Í! «"»"' "&■" «« 

Nao cuero eatender-me demasiado Pedor Oan? one t n ^ 

aobr, o problem, do, Intelectuala re- « bem mereSdS? d? ' °* "»«■■». 

íuglados. poU meu propA s |to na,t, rarSn - d« da n0Ma conslde- 

Jm todo «so. nao queio tambem pe,- por,ue ele >e a„c„níf . ™° í™"' 
der o ensejo de saudar. de cor.^o num. doloroia ""„"''*„ '£.,!£?"«• 

1,™' °ï„ "Ü •"""""" " M " " "°, "" •" a "-mln sTrSoao 'ï* 
Ierras e de IndiLs m raças. que vol- Pals. te n ,03 hm,a,, .< ouoncí do 

K^. d L2n!L "Î2™ '^""î*- e. «nue «-"cío _ „ B ., slm "mi rf ^ m . 



p*u nu sua nova esperança. E. enUe foraçio _ e „„,_ ■;:„ ,3 "' ue m ae 

homena de sen-Mblüdade. d e espirito. Procedido bZLmS »" ."^ 
de ideal humanístico, oa horneas ce » "'^.d™ 7X f ln V ^ 
powli, em suma; poU para eles a íeotx v M . esp™ l m C i^., f e,ni3ftr £' 
vidft 6 quase sempre mais dura do país nlo mentirá n « 7™ ?. "°" c 7 
-fl U e para os demau. ju,M C a e tonZ a , PorJe ^d 

Este iivro "Entre ser 7 no ser" • de "J 1 P° e « que rephmn ¿Li „£ 
um documento de moeldade triste, di . ;. de nfnhum mal non «i,,e Ac . _' 
desespero. Nfio. porem, um desespera *IZ,^ T ° , mfll d " no * comuniSr . 
de invençfio llíerária, mas o r f ai d-. *„, a ,„ m " anc ,°" a <•* «uropeu infelí» 

íftsjwro de quem nfc o sen ideal no so?l "f"> g t>a esperado. 

Irnbalho pacifico de urna Europa, re- — ~ 

Tinada e sabia, e a viu, de repenle, 
treti5fonnftda num sinistro campo de 
demollçôes, por obra de brutos Po- 
bre Europa] Fedor Gens a In,n¡rina, 
daqul a anas ou sáculos, devastada co- 
mo uma terra de incendio, apenas 
ruinas e cinzas: e. vencendo o pudor 

sua uivenclvel ternura ainda é mais 

forte- 

Algún dia he de venir. __ 

E« un raso de sol que te alumbra 

Sorprenderé el crecer de las hierbas 

E el vuelo de las aves silenciosas. 

Algnn d!a hé d. sentirme 

Entro los escombros de tus pfilsclos; 

Ejiíre yedra y nejra alfair» 

Lasartijsa morenas 

Me contarán tu historia. 

Tiempo* habrá, cuando um tosco ¡ 

Borrará ia huella de tus bulevares. 
Pastores de candidos ojoa 
Imnlor.irin a sus dioses. 
Bajo loa cielos yálldoa de Flande*. 
Bajo el cielo cruento de España. 

Alçun día he de quererte 

Como se quiere a la mota lasala. 

Para Impor o sr. Fedor Ganz & nos- 
-w «tima, a nossa simpatía e â nossa 
liospitaleira atencáo. bastariam as 
pùçinas da ca rta -pvólogo que a grande ¡ 

Gánela Uí tra] . , : para »to- 

li-JT y "° 5 er " por nl í-enmos »a. 
uendo (¡ue o drama do poeta é multo t 
1 nais complexo do que de,*;, rni fl . V e r ' 
o seu llvro pols em seu e;pkito se I 
! 1 el" n a I ., ,? Ue J 3fl,írÍeia "-^ma de "pe 

;rr* tP ^r^ ln ^rd, ci p^-' c -£- 

■ aparecen ostensible, en la. 
Propia y i., „„„ ,/,„ ,„ ,,,,'., 
como las agua, mbleirínemi la ale- 

'""" -v '•" '«Un 

Inroaaegtia GabrleU Mlarrali romo en 
el caso 1e L'd. im hootbre love» ier 1 
e campo de batalla de ,.„ formida- 
tS.Í m h"." "P""»» 1 " v vetb.le, ' 
toda, lo han entlquccldo. peo de e- 
dlr|)i,iandOiel„.d,. S a r ,-a„. 



VIDA MILITAR 

l. REGIAO-XA DIRETORIA DE EXGEXHARIaÍ 
— XA DE ARMAS * 



AMumiu * ch-ri» di «.» Sícelo. 



■ ■.,,, 






I (OTRada i, m í(f)fn , 



1 da Oliven, 
• 0» Cmü E*c«-J 
■>. Liu i Roflrtfu^^ 
jm Tamtté, lu- I 

I 

1 
Marians I 



■ 
r NoDÍreroria de Engen^ri,, 

Alert d( V,"" r,:i '"" ■ ' i'" t" 7 "" 

■ Mini » s "!^' ,,; ÜZu^JZ 

— w. refnr,-,. Santo*, rcolanio franr-iiv» j. SÏ?*? J,™ 






ÜJ 5 ^!^. _■? 



Raul Baroa. 

Tupv I 






tie B«b.i. ,. 
ra amp,,, 






I 



' 'orne : 



Ña Direrona d 3I Armos 




-.Tlh-i. 














■' -'- onfém o I Î4.° oniverl 
•■""«sano dot "Drogie, '<>'•• oo Policio Miliror 
oo Inoependéncio" . do „„„„ „ mar . 

*, r /'?*"J" rte CavaltrU " »ssin fn i4 

"SJSSÜBf 

Chomodo d„ nríoTrhr., con. 



vocodos 

,«««Atj3g5 l s.ígg« «»■ 



.■'»«".,.';.f.»"»"-l 



■ 



■; i -. . 



■ 

:^..;v.:.: 



n.S'i""",;;.iî;'j; n j;,""" "« ««ir.! 

NA JÜSTICA^rLÍTÁr 1 

Tentaran, «.bira,-, utn oviâo d | 

ouerra do base do S. Paulo 



'¡■•' ¿AM: 



I Jr-.-ó 






■" 



■ 



■-■. 6ih 



linhado io Supremo Trl 
ntem, um pedido „. . 
rormulado 
i • Aldo Medelrow, pi 

sra. An» Ben: 



.-, t«."íV" 

, '*"' '" "" " 

fts ir.:- «•?;■ ata -~; î'.:ïï:s," '"• "•" 



pell 






. r" 



,î po *I ca ° <*» Ju*tlça Miii 
W(I da Fnrça Alaría B r 



betJ 






VuloJ 



Coso, Mario iv-k 1 S ' ° !V »ldlno d 
' Mo Kq« S!. '/ 

23ï\2ï 

Deivio de umo portido de 
«olçodoi 

^H. s '' p r. m .° ^i 1 -""' Mini 



1 ■ ■ ■■ ■■■ 



■ r'»dro c 

, ,n, V.,1.,.1.,,,, „,. Cal ^ ath0p 



P " ""igmam, 

î"^ II'™?","-"^-.. 






Iab 



I x„. , """"-'lis. José 
I Antonio do* Santo», v n . 
I»ldo RodriBwe; ïï' ¿^ 



■ 



i .ir'." f- nri'-lo _i. _^ , ln 

uiuinro di.» m.. . lv '" ° wrgwiiV t".7,"¿. 1""" 



flS B ■ 



J "'<ïomoolo ds hoje 

graves. no OTIm < ds fenmtntc " 



; OURO s 



Paga ■ . 
- > «.«. . i,,. 

:™ Cri 31 «uni 



O tfomport, do t,obolho,„e,] 

,..'. ïif p ;i.", a ' t. .¡Xi 

t.1 i- n %i-. a 'errr-tr^ -■-■ 

dJcK PfooeaMdo im 

■ "Oh.).j ltv*FTt( 

P»p J |ni>nrf»î.^. 011 ' I 

J 

■■-. F..-P-JJ II- - 

- o tango percurto 






ACABA DE SA1R O PRfjl 

coleçao "letra 

« letras brasileiras, „, J 
1«e a Intelig c „ cia |, B ,',,1 

I,, °j TE ?Pieser,la „ma / 
leiro uma ronrr , hlli 1 

Miter um cnnlaclo „da . 
"* "'uresenlanles da 

nosso pais. 

J;'»* Mra* Bralí 
«' literatmm. d, art( , J 

Mcntow, do Brasil ' 



A chegada des jornalistas colombianos 

I A RECEPÇÂO NO AEROPORTO . — VISITA À EMBAIXADA DA 
I COLOMBIA. — O PROGRAMA DE HOMENAGENS. — COMO 
FA-LARAM À "A MANHÂ". 




Estftvum n sua cspci 
roportOi o Embaixador 

lombia, ■ !■"'" ■ 

i.!;i, o Ministn ' 
I berto de M 
\ Ido Ironlin, o . . 

til, l'C[ili'-,l,l.,., |,i 

I Giral do D. I. P., Co 

tir M 

<ltJ Sitiiü- 



fiotlcn e o condliz pelos ver- Gavia, uní juntar cfcrccido pelo 
ladclroí. en minhQ 5 île sua ¿Lan- CapitSo Amllcar Dutra de Mcnc- 
zes, c urn almoco na A. 8. I. 
.. nda( «o do Jornamtn Lu- Dcverâo visitar os jorneliitas 
extraira os o seguíate colombianos varia» dc nossas ln;« 
ii'uiçôcs e jornais. 
'O Brasil ê o irmâo maior. c 
■ ip citamos, o ad- 
i c aspiramos aprender 
reus exemples. Sa Colombia 
quo è este grande 
o meus i rape reel veis 
ios i en bores 

h la que cm Manatí* e cm Belem 
il scntir-nos brasilciros 
I do mesmo rnoilo que 
que aigu 



clct 



ml:.i:., 



urn i obr i di 
mica e poli- 




i col ¿gai norlisii 
i sitas impressocs. ü ir. 
\ Guillermo Camacho Montoyn, 
elor de "El Si(iln", hiitori- 
I ndo a origcm da visito, lermi- 
9ii com as tcguïntcs palavras : 
"Nao dcvcm^rfcsqueccr que as 
:ras da Anyffca eslió chuma- 
u:tfú mAo do futuro, l'ara 
m o Br.isiK, pessoalmentc, dc 
a simpa H jiicgualnvd, por- 
tent qui merece ni 
Ivo de ^Kuros reprcscnlutívas 
urna cívilliac.ífi a„ saudaí o-, 
ius compauticlroi da imprensa 
> Río. faeo volol pela prQsurl. 



; deste grande pals 



itulo c 
ritmen» c 



■ por I 






. . mentó se realiz 

,i America. ' 
i |iosi.;áo de primeira 
América do Sul, cha- 
■ cía nicnçiio de todos 
do continente". 
Fambem n Sr. Luir Gabriel 
Cano, dc "El Espectador", inicia 
asnjn a sua sai 

",'A solidariednde americana 
ricu mois nm passo coro o flcnlil 
convite que o Enverno do Brasil 
fej ¡i um grupo dc jornalislas co- 
lumbiano-s para visitar o scu 1er- 

ritfirio. conlieciiiicniu mi 

Hipo doí programas ■ 
dsíonvolvtmento económico, cul- 
tural c ciíntifico dos pal 

i./rc cíes. 

Cogítatelos 10 i.nnaeabana Po- 
lacc-Hotel, onde o Itamaratí Dice 
reservón ap osen los, os nossos 
ci.nfradcs colombiano* fnram ¿s 
18 hora* visitar o Embairador 
da Cûlùmhia, 

Amnnhá visitaría o Ministro 
Oswaldo Aranha. o Capilar. Amil- 
car nuira de Menue*. Diretnr Ge- 
ral do D, I. P- e o Prcfcilo Hen- 
rinuc Dodiwnrlh. 

Enlrc es horm-nneens que Ibes 
. .m um al- 
1 u'iitdn Am- 
)ili-i il.;inir.ii. no Hipodrt 



Presidencia da República VID 



O Prasidonte da República .. 

■ion •>: se-folntet decretos: 

NA PASTA DA JUSTIÇA 

Coneedendo reforma, na Policía 
MUIür do Distrito Federa), ao 1.- 
rargaeto amanuense Paulo Sam- 
palo • «os loldadoi Mario Vicente 
Goolart * Nelson Ferlin i de Ma- 
■aOiai. 

NA PASTA DA IDUCAÇAO 

Cooeedendo a jTalifleacio d<- 
ma|i«Mr¡o de Crl 1. SM.no amuaU 
a Henrique Oliveira, professor ca- 
tedrático, pidrfio M. 

NA PASTA DA AGRICULTURA 

Nomeindo: Aforan García de 
Mitos, sericultor, padrio I; Aris- 
tide» Canalho d, Olivcir». Jo»* 
Duarte d* Albuquerque Flfueirr- 
dó, Salvador Pompen de Barroi e 
Viséate de Si Rangel, agróno- 
mas, classe J, para agrónomo do 
fomento aerícola, eJaise K; Con- 



Presidente da República nssl- 
nou uro. dcereto-lrj abrlndo. pelo 
Ministerio da Viacáo, o crédito es- 
pecial de Cr| W 42" M à verba es- 
Departamento de Portos. 
oOo 
O Presidente da República assi- 
ni"] um decreto aprovando oa es- 
tatuios da "Fundnçâo Abrigo do 
Cristo Redentor". 
oOo 
O Presidente da Republic* Bul- 
lion decretos criando a fu nejo de 
assistente de ensino na Inhcia de 
mensalista da Facutdade d„ Me- 
dicino de Porto Alegre, e de ma- 
quinista auxiliar na do Instituto 
Nacional de Prlcnllura t alteran- 
do a da Fihrlea de Ju.ii de Fora 
üo Ministerio da Guerra. 

A Invasao da Europa 

República rc- 



.lirhidv 
El 



President 
.-_íu o srguintt 
dactilógrafo. class, D; "MACAPJt — A populaçflo i 

Haídét Alrim. Ladite Aquino dos Territorio vibra de entusiasmo 
jautos, Lia Fonseca Pimentel com a invasao da Europa Ocidcn- 
P*dro Paulo Clises e Sofia Gomes tal que leri decisiva repercussSo 
da Costa. Interinamente, escrltu- na conquista da Vitoria. N'Ao po- 
ririos, classe E; Afocso Lopes dendo estar lado a lado com os 
(;* «tal. Armando Auguslo Pache- nossos IrmSos que representors o 
co, Augusto Gonealves Oiai, Jos* o Brasil no estrangeiro, redobrn- ... 
Domiogu** de Moráis Junior, Luit m0i os esforços para producuo de ruega, 
da Medeiro» Barbos* « Valter Fer- " m '"balho copnz de asegurar our os 
ralra Par*. Interinamente, almo- fe»P«ilo » nossa Patria. No mo- ios tfllffij 
xarife, class» F. mentó em que toda n PAlrîa rciu- laneadml 

un o acontccicmnlo quei- nuam oi 



SOBRE 

A eltom,ada e esperada it 
sa perfeieùa, 

Primeiro foi a preparaçàM 
refinamente guaní cruel; a pr, 
combinada ostentada em Tttri 
lidtnctat '¡nome. 
lordff.sí da retaguarda 
'o ¡ó de efeilo psieolua' 
i à popnlacâa dot paît 
propria momrnlo do ass 
ma dttmantrlara o prM 
para o contando ofrrnl 
ntfnuaoum em vioori-M 
> .ir Keatelrlntj. Era 'I 
o litoral francés. T 

vox. Com efeito, , 
liai apopa* mima pequeña t 
nautros ponloi niriio. 

Segurmtenle o comanda ,"| 

inferior •> fuá capacidade i 
embarafOtb dilema pitra m 
réservât pura esmnqar as rabrfil 
je arriscan! a niio pO'irr apara 
quoique r, instante, nit eonseroui 
at iva ¡le operators mi 
Pel que a* OptrtlcÓei aluait Id I 
■liados e oí alemSe» a 



Aposentando Porfirio Córrela 
de Andrade Filho, pritlco rurpl. 



nho de comunhSo dos bmllelroi 
do Amapí. Alenciosa; laudatfiel 
„ — Capitán Jonary Gentil Xunes, 
dor do Territorio.' 1 



"Exército do Cristal" 
nos garlmpos do Oeste 



te) — A Batalha da Borracha 
granadrlroa do cristal, no Ama 
íonas e em Golas, redflrmam at 
iiossas conviefúes de puvo ilemo' 
critico, forlalccendo os fundos de 
reserva economics do Brasil, tra- 
i hinlerlindia um verdn- 




Virao novot desembA 
Uélatin. na su/ ita FM 
ou apenan de dint M 
is força, 
foguelra e . 
dtt embarque i aliados 

r/«srji;irrri<fnral 

Uaçûa criada velo 

rtftnño irrtprlmii 

alejitâu toao-podetosM 

fcfâo militar da liisiñ.W 

o\btíteo i 



■lit te 



CHit.r\* 



Afim jije visitar os eitabclecifl 
mén toa fcnll ltarts. fftbrlcaa, reparl 
tlçôea 4 corpo» de tropa do ETxériJ 
cito Bnisllelro, cheeou ontem, pofj 
vía airea, a Miado Uflltu Cüilel 
na. eheflndo pelo general JacUitifj 
OchOa ¡Ríos, Faiem 






lai 



i de lates 



' agrrstre para arranc 
- fundeíai do <nio nn 
1 iiherrlmni 

tontes 

causa porgue n 
' hnmanidade « 

pelos sagrados 

de daí naeBês do universo, 
O* serin^ueimj d a Iroasoiiln, 

herrtis obirums da vida nocln- 



ri. 



, »e estendem 

I aur 



eitr 



do Oeste, um material tío precio- 
so nos tempos rpae corren] paru ,i 
íhrleaejo d* apafelhos bíllfos 
■ utiliiidos pelai torca! democri- 
tieas no cttirmloln dis horÍB* 
■ii-i'.h. .■ dos seus inimfgos. O 
■•F.Tercllo do Cristal"', que cta- 
Sfega alglíns mlthares de hras)- 
leiros no Estado de Goiás. cons- 
titue, por si sú, uní,] cipressiva 
contribuifio do nos vi n.ifs, n»s. 
tn hora de emergencia e Vile a 
ilfUl 



i ho- 

. „j faina dli- . 

rlcoi nrimpos m ""''" oflrlai.s e |omaJlít»J 1 

_-.. .- nf«ir.vinn pim ..«1 



DKS10NADO para 1COA 
MIAR O GEN. OCHÍU r 

Apr*ientrtu-fe *o MinJstrJ 
Guerra, pot tir sido deslimsr 

ra acompanhar o general ,1 

Ochoa Rjos, do Bxírclto Chllíno I 
durnnte a sua permor 
Brasil, o wn, ce) Jos* dos Santos 
Callielro*. 

RESI'LTADO DE INSPEÇAO Del 
BACDE DE OFICIÁIS DE RT I 
SERVA DE I." i i 
Em Inspecüo de fatide 1 



m., ,,,i realizjinrfñ .m h." íorft,n SUbmrtldoí pela J M fi - ■ 



nefielo dos nossos irmios do 



a. -i i 



Informacoes 
las adlantai 
Impos da Plum, 






4e Porto Vi. 

menoi de lS.«¡ff"pel 

m»nt» grupadas noi 



t s qui che i 
j municipio 



Q. O da 1." R. M., foram juica! 
dos. fcora fine de eonvocacao. i 
aegulnte* oficiala da Heaerra i 

Cel. Oronmbo Murtuw Ptreln 
— Apto para o servlço do Exrrel-B 
to: — Coronéis — Joio Teodoro! 
Pereíra de Meló Neto, 1 

Jagua/lbe Gomes de M¿to«. E"»- r 
Merque rta Silva, Cedar Mar- i 



: 





I